FAPDF lança edital de R$ 1 mi para apoiar projetos de extensão universitária inovadores no DF

A Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF) publicou um Edital de Seleção Pública para apoiar projetos de extensão universitária com foco em inovação desenvolvidos por instituições de ensino superior sediadas no Distrito Federal. A iniciativa tem como objetivo ampliar a integração entre universidade e sociedade, estimulando a aplicação prática de conhecimento científico para enfrentar desafios sociais, ambientais e econômicos da região.

O edital prevê um investimento total de R$ 1 milhão, distribuído em até cinco propostas, com valor máximo de R$ 200 mil por projeto apoiado. As propostas devem demonstrar caráter inovador, contribuir para a resolução de problemas reais da sociedade e estar alinhadas às diretrizes de ciência, tecnologia e inovação do Distrito Federal.

Podem participar instituições públicas e privadas de ensino superior com programas de extensão ativos, sendo incentivada a cooperação interinstitucional entre, pelo menos, duas universidades ou faculdades por proposta para fortalecer atuação em rede.

Fonte: FAPDF — FAPDF lança edital para apoiar projetos de extensão universitária com foco em inovação (publicado em 29/01/2026).
Foto: Pesquisadores analisam resultados da pesquisa “Atividade antimicrobiana e caracterização de uma fita polimérica complexada com cobre validada para aplicações em desinfecção de superfícies” em laboratório da University of Lincoln, no Reino Unido. (Créditos: acervo do projeto)

Governo atualiza metas da Estratégia Federal de Governo Digital até 2027

A Secretaria de Governo Digital do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos atualizou a Estratégia Federal de Governo Digital 2024–2027 por meio da Portaria SGD/MGI nº 473, de 20 de janeiro de 2026, definindo um conjunto mais detalhado de metas operacionais para transformação digital do Estado até 2027.

As metas abrangem áreas estratégicas como serviços públicos digitais, acessibilidade, uso intensivo de dados, inteligência artificial (IA), segurança da informação e integração federativa. A atualização inclui ações específicas como a implantação de soluções de IA em órgãos públicos, capacitação de gestores, experimentação de projetos, publicação de guias orientativos e trilhas de capacitação, além de objetivos para que 95% dos serviços digitalizáveis sejam transformados até 2026 e que a satisfação dos usuários alcance níveis elevados até 2027.

No campo de dados, a estratégia reforça a Infraestrutura Nacional de Dados como base para a digitalização do Estado e estabelece metas de economia de recursos públicos por meio da redução de exigências de documentos via Conecta GOV.BR, além da integração de bases para qualificar benefícios sociais diante das políticas públicas.

As metas também apontam para a capacitação de servidores em governança de dados e tecnologias emergentes, com indicadores para elevar medidas de governança, privacidade e segurança da informação ao longo do ciclo de implementação.

Fonte: Capital Digital — As metas do Governo Digital até 2027 (publicado em 23/01/2026).
Imagem: Divulgação/Capital Digital

Missão Empresarial do DF levará empresários ao Congresso de Inovação da Indústria 2026

A FIBRA, em parceria com o Sebrae DF, está organizando uma Missão Empresarial do Distrito Federal para participação no 11º Congresso de Inovação da Indústria, considerado o maior fórum de inovação da América Latina. O evento será realizado nos dias 25 e 26 de março de 2026, no WTC São Paulo.

Com o tema “Transição ecodigital, sustentabilidade e tecnologias digitais”, o congresso reunirá lideranças empresariais, especialistas e representantes da indústria para debater tendências, soluções tecnológicas e estratégias voltadas ao desenvolvimento sustentável e à competitividade do setor produtivo.

As vagas para a missão são limitadas, e os empresários interessados devem manifestar interesse por meio de formulário online, etapa necessária para viabilização da participação organizada pela FIBRA e pelo Sebrae DF.

Manifestação de interesse:
https://forms.cloud.microsoft/r/8a8C6X4uXF

Mais informações sobre o congresso:
https://congressodeinovacao.com.br

Fonte: FIBRA | Sebrae DF

Governo digital avança, mas enfrenta desafio de retenção em TI, diz presidente da ANATI

Luiz Alexandre Silva alerta para evasão de servidores, salários defasados e risco de instabilidade em políticas públicas e perda de capacidade operacional nos serviços digitais

O avanço do governo digital no Brasil depende cada vez mais de sistemas críticos, mas enfrenta um problema interno: a perda acelerada de profissionais de tecnologia no serviço público. Segundo o presidente da Associação Nacional dos Analistas de Tecnologia da Informação (ANATI), Luiz Alexandre Silva, a carreira federal de ATIs vive um “apagão silencioso”, com evasão, dificuldade de reposição e risco à continuidade dos serviços digitais.

Em entrevista para o Sinforme, ele alerta sobre o insucesso das políticas de retenção adotadas pelo Governo Federal, a ausência de capacitação adequada em órgãos SISP, sobre a falta de padronização tecnológica e afirma que empresas interessadas em atuar com o governo precisam alinhar propostas/soluções ao planejamento dos órgãos públicos já vigentes. E deixa um recado para o empresário de TI: “O empresário precisa conhecer o plano de transformação digital de cada órgão, dominar o Plano Diretor de Tecnologia da Informação (PDTI) vigente. Quando entende a necessidade real, a conversa vira parceria e não oferta genérica”, explica.

Sinforme — O governo tem tido dificuldade de manter profissionais de TI?
Luiz Alexandre Silva — O problema central é retenção. A carreira de Analista em Tecnologia da Informação – ATI do Governo Federal teve forte evasão na última década. Muitos que entraram em 2015 estão saindo agora, e quem chega leva anos para atingir maturidade. Quando o servidor fica pronto, o mercado privado — e até o exterior — oferece um salário maior, e claro compatível com as atribuições do cargo. Além é claro de garantir o  trabalho remoto. O que acontece hoje é que o Estado investe em formação pensando nos anos 2000 ainda, então o ATI se forma, faz capacitações e logo em seguida fica tão maduro profissionalmente que não consegue mais segurar o profissional, perdendo ele  na sequência, seja para o ente privado, como para outras carreiras do serviço público.

Sinforme — O novo concurso não mudou esse cenário?
Luiz Alexandre — Ajuda, mas parcialmente. Das 500 vagas, 182 concluíram o curso de formação e cerca de 150 tomaram posse. O curso foi presencial, na Academia da Polícia Federal, e muitos candidatos desistiram por logística e custo pessoal. E mesmo entre os que entraram, já há gente migrando para outros concursos e para o setor privado. Com salário inicial em torno de R$ 11 mil e teto de R$ 21 mil, após 20 anos de serviços prestados, fica difícil competir com carreiras equivalentes que começam com inicial entre 18 e 22 mil e chegam ao teto entre R$ 30 e 35 mil.

Sinforme — A tendência é de redução no quadro de analistas? O que o governo perde se isso continuar?
Luiz Alexandre — O risco real é colapso digital. Serviços públicos essenciais dependem de equipes técnicas para operar, evoluir e manter segurança e claro de profissionais que liderem essas equipes. Já existem órgãos com equipe insuficiente para sustentar sistemas críticos. E ataques cibernéticos são permanentes: sem gente qualificada para monitorar e responder, o dano pode ser enorme, financeiro, reputacional e de soberania nacional.

Sinforme — O senhor costuma dizer que transformação digital começa depois do lançamento. Por quê?
Luiz Alexandre — Porque aplicativo não é entrega final. Se o sistema cai, o cidadão perde confiança. TI é sustentação: disponibilidade, segurança, continuidade. Cada serviço anunciado exige operação 24 horas, proteção de dados e capacidade de resposta. Esse trabalho é invisível, mas é o que mantém o Estado funcionando.

Sinforme — O Brasil tem infraestrutura para sustentar essa digitalização crescente?
Luiz Alexandre — É uma pergunta difícil, pois a resposta para a área de TI sempre será que estamos correndo atrás de estar UPTIME, ou 100% preparados para as ameaças do dia a dia, mas seria um ultrage chegar a esse nível, ainda mais na área de tecnologia. Nosso grande problema é que cada CIO ou responsável pela TI Federal, quer tende a ter sua própria solução, seu datacenter, sua arquitetura. Quando muda a gestão, muda o rumo — e parte do investimento se perde. O caminho é interoperabilidade, consolidação gradual de infraestrutura e padrão mínimo de segurança e arquitetura. Ou seja, ainda faltam mais políticas para melhorar a governança e padronização no SISP.Sinforme — O que significa ‘nuvem soberana’?
Luiz Alexandre — Significa manter dados sob jurisdição brasileira. Parte das bases pode estar em servidores fora do país, o que cria risco para soberania e privacidade. Nuvem soberana não é fechar o mercado; é garantir continuidade e controle. Infraestrutura digital hoje é tão estratégica quanto energia e logística.

Sinforme — E a inclusão digital?
Luiz Alexandre — É condição para a transformação funcionar. O Brasil é muito conectado por celular, mas ainda há regiões sem banda larga e grupos com barreiras de acesso. Serviço digital precisa ser acessível para idosos, pessoas com deficiência e comunidades isoladas. Se o cidadão não consegue usar, a política não entrega aquilo que ela foi pensada, ou seja, estamos correndo sérios riscos de ser ineficientes.

Sinforme — Que conselho o senhor daria a empresas que querem vender soluções ao governo?
Luiz Alexandre — Ouvir antes de vender. Muita gente chega com produto pronto, sem entender o diagnóstico do órgão. O empresário precisa conhecer o plano de transformação digital, Plano Diretor de Tecnologia da Informação (PDTI). Quando entende a necessidade real, a conversa vira parceria e não oferta genérica.

Sinforme — O que falta em capacitação?
Luiz Alexandre — Política contínua. TI muda muito rápido: linguagens, ameaças, métodos. O servidor precisa de tempo institucional e incentivo para se atualizar. Sem isso, a defasagem técnica vira risco de segurança.

Sinforme — Que mensagem o senhor deixa para o governo e a sociedade?
Luiz Alexandre — TI não é setor-meio. É o próprio Estado funcionando. Sem o trabalho dos Analistas em Tecnologia da Informação, serviços param, contratos não são bem geridos abrindo margens para falhas e desvios, equipes não sabem o que fazer na tempestade dos “problemas diários de tecnologia” faltando alguém para ser o direcionador e mediador de conflitos. Alguém que prospecta, analisa, planeja, institui, gerencia, controla, reporta e avalia as políticas públicas de TI. Quando não se pensa em todo o ciclo da política pública, dados ficam expostos e o principal acontece, perdemos a confiança e credibilidade do cidadão em acreditar no Governo Federal. Portanto, buscar valorizar essa carreira é investimento em soberania, eficiência e cidadania, é garantir que serviços como , FGTS Digital, Login Único do GOVBR, Carteira Nacional de Habilitação Digital, ConectaGOV, assinatura digital do GOVBR, Contrata+ Brasil, Carteira de Trabalho Digital, Portal GOV.BR, Alistamento Militar Online, Prova de Vida Online, além de outros mais de 3000 serviços públicos digitais.

IA, produtividade e o novo valor do potencial humano

O artigo “IA, produtividade e o novo valor do potencial humano”, publicado no Capital Digital, analisa como a inteligência artificial está redefinindo o conceito de produtividade no trabalho e nas organizações. Segundo o texto, o uso da IA não deve ser visto apenas como ferramenta de automação, mas como um meio de ampliar as capacidades humanas, permitindo que pessoas se concentrem em atividades criativas, estratégicas e de maior valor agregado.

A análise destaca que a adoção responsável da IA pode gerar ganhos significativos de eficiência, desde que acompanhada de qualificação profissional, mudanças culturais e novos modelos de gestão. O autor argumenta que o verdadeiro diferencial competitivo passa a ser o potencial humano ampliado pela tecnologia, e não apenas a substituição de tarefas por sistemas automatizados.

O texto conclui que governos, empresas e instituições precisam investir em educação, capacitação e políticas públicas, para garantir que a IA contribua para crescimento econômico, inclusão e desenvolvimento sustentável.

Fonte: Capital Digital — IA, produtividade e o novo valor do potencial humano
Foto: Niki Armstrong / Capital Digital

Lei do DF cria diretrizes para Centros de Robótica nas escolas

A Lei nº 7.796/2025, publicada pela Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF), estabelece diretrizes para a criação de Centros Interescolares de Robótica (CIR) nas escolas públicas do Distrito Federal, com o objetivo de promover o letramento digital, a robótica e o uso de inteligência artificial como ferramenta didática na Educação Básica.

A norma prevê a implementação e estruturação desses espaços físicos voltados ao ensino de tecnologias digitais, robótica e IA, buscando preparar os estudantes para os desafios da era digital e estimular habilidades como pensamento crítico, resolução de problemas e trabalho em equipe.

Além de fortalecer a inclusão tecnológica desde os primeiros anos escolares, a lei também destaca a importância da capacitação contínua de docentes, para que possam incorporar efetivamente essas tecnologias nas práticas pedagógicas.

Fonte: Câmara Legislativa do Distrito Federal — Lei estabelece diretrizes para a criação de Centros de Robótica nas escolas (publicada em 23/01/2026).
Foto: Andressa Anholete/ Agência CLDF

 

Acordo entre Finep e OCB amplia acesso de cooperativas a recursos para inovação

Um Acordo de Cooperação Técnica (ACT) firmado entre a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) vai ampliar o acesso das cooperativas brasileiras às linhas de financiamento para pesquisa, desenvolvimento e inovação. A parceria, assinada em Brasília, visa reduzir barreiras históricas de informação e facilitar que cooperativas de todos os ramos possam estruturar e viabilizar projetos de tecnologia e inovação com impacto econômico, social e ambiental.

O acordo estabelece uma agenda permanente de cooperação entre as instituições, com foco na divulgação das linhas de financiamento da Finep, capacitações técnicas, orientação sobre requisitos operacionais e uso das plataformas digitais da agência. Entre as ações previstas estão a realização de seminários e eventos técnicos, a produção de conteúdos orientativos e o desenvolvimento conjunto de iniciativas que ampliem o alcance do fomento à inovação no setor cooperativista.

A presidente executiva da OCB destacou que a parceria cria condições práticas para que as cooperativas entendam as oportunidades disponíveis, preparem projetos sólidos e aumentem sua presença no ecossistema de ciência, tecnologia e inovação no país. Já a Finep ressaltou o papel estratégico do cooperativismo para o desenvolvimento nacional, especialmente em áreas como agro, energia, sustentabilidade e inclusão produtiva.

O acordo ganha relevância após a sanção da Lei nº 15.184/2025, que incluiu oficialmente as cooperativas entre as beneficiárias diretas dos recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT), ampliando as possibilidades de financiamento para projetos inovadores.

Fonte: Finep / OCB – Acordo técnico para ampliar acesso das cooperativas ao financiamento de inovação (assinado em 22/01/2026).

Edital do Programa FAPDF Learning é lançado para pesquisa aplicada no DF

A Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF) lançou o Edital nº 06/2024 do Programa FAPDF Learning, que abre seleção de propostas de pesquisa científica, tecnológica e de inovação com apoio financeiro no Distrito Federal. O objetivo é incentivar projetos que promovam a inovação e o desenvolvimento econômico e social da região, fortalecendo o ecossistema de ciência e tecnologia local.

O programa apoia projetos em quatro macroáreas de pesquisa:

  • BIO Learning (biotecnologia e meio ambiente);

  • TECH Learning (tecnologia da informação e comunicação);

  • GOV Learning (gestão pública e govtechs);

  • AGRO Learning (agronegócio e inovação no setor).

Podem participar pesquisadores e equipes vinculados a instituições públicas ou privadas de ensino e pesquisa, bem como empresas de base tecnológica sediadas no Distrito Federal. As propostas deverão ser submetidas conforme os critérios e prazos estabelecidos no edital, com chamadas específicas para cada macroárea.

A iniciativa integra a estratégia distrital de fomento à pesquisa aplicada e busca estimular a colaboração entre universidades, centros de pesquisa e setor produtivo, promovendo soluções inovadoras em áreas prioritárias para a economia regional.

Fonte: Agita Brasília – Edital FAP Learning do Programa de Pesquisa Aplicada é lançado (site do Agita Brasília, com base no Edital 06/2024 do Programa FAPDF Learning da FAPDF).
Pesquisador do Laboratório de Nanotecnologia Verde durante análise em espectrômetro de massas | Fotos: Divulgação/FAPDF

Especialistas defendem regulação equilibrada da Inteligência Artificial para não travar a inovação

O debate sobre a regulamentação da Inteligência Artificial (IA) no Brasil tem avançado no Congresso Nacional, com especialistas alertando para a necessidade de um marco legal que proteja direitos sem comprometer a inovação tecnológica. A avaliação é de que a IA já está presente em setores estratégicos como saúde, educação, indústria e serviços públicos, exigindo regras claras, mas flexíveis.

Segundo a análise, uma legislação excessivamente rígida pode inibir investimentos, desacelerar o desenvolvimento tecnológico e reduzir a competitividade do país no cenário internacional. Por outro lado, a ausência de regras pode ampliar riscos relacionados a vieses algorítmicos, uso indevido de dados e impactos sociais e econômicos.

A proposta defendida é a adoção de um modelo regulatório baseado em risco, que diferencie aplicações de alto impacto daquelas de uso cotidiano, permitindo ajustes conforme a tecnologia evolui. O texto também destaca a importância do diálogo entre Congresso Nacional, setor produtivo, academia e sociedade civil para a construção de uma legislação que assegure segurança jurídica e estímulo à inovação responsável.

Fonte: Correio Braziliense — Regulação da Inteligência Artificial não pode engessar inovação.

LABDAY 2026 – Startups reúne empreendedores e inovação no SebraeLab

O LABDAY 2026 – Startups (1ª edição) será realizado no dia 27 de janeiro de 2026, no SebraeLab – Biotic, em Brasília, reunindo startups, empreendedores e parceiros do ecossistema de inovação para uma noite de conexões, oportunidades e troca de experiências voltadas ao crescimento dos negócios.

O evento marca o início de um novo ciclo da inovação na capital federal e contará com uma programação que inclui o lançamento da Estratégia LABDAY 2026, apresentações de startups, momento dedicado a oportunidades de negócio, apresentação da Estratégia CAMP COTI 2026, além de networking com players do ecossistema, sorteios e happy hour.

Com entrada gratuita e vagas limitadas, o LABDAY 2026 tem como proposta fortalecer o ambiente empreendedor, aproximando iniciativas inovadoras de parceiros estratégicos e fomentando a colaboração entre os participantes.

Data: 27 de janeiro de 2026
Horário: 17h30 às 21h
Local: SebraeLab – Biotic (Brasília/DF)
Inscrições: https://credenciamento.df.sebrae.com.br/EV251330
Evento gratuito | Vagas limitadas

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