Tecnologia transforma avaliação de riscos na mineração, aponta Gallagher

O avanço de tecnologias como inteligência artificial, drones, sensores e gêmeos digitais está mudando a forma como os riscos das operações de mineração são monitorados e apresentados ao mercado segurador e ressegurador, segundo avaliação da Gallagher Brasil.

Os drones já são utilizados em inspeções de minas, cavas e áreas de disposição de rejeitos, enquanto sensores permitem o monitoramento contínuo de equipamentos críticos. Os gêmeos digitais também podem reproduzir virtualmente instalações e simular diferentes cenários operacionais.

A digitalização, porém, também amplia a exposição a riscos cibernéticos, falhas sistêmicas e interrupções operacionais. Por isso, além dos riscos físicos, a avaliação passa a considerar aspectos como governança tecnológica, segurança cibernética e resiliência dos sistemas digitais.

Fonte: Revista Apólice
Imagem/Foto: Divulgação/Gallagher
Link: Leia a matéria completa na Revista Apólice

Soberania digital não é discurso: é infraestrutura

O artigo de opinião, assinado por Gina Marques, presidente da Entidade Administradora da Faixa (EAF), destaca a implementação da Rede Privativa Fixa do Governo Federal como um marco para a soberania digital do Brasil. Aracaju (SE) foi a primeira capital a testar a rede e, até o fim de 2026, pelo menos 22 capitais estarão interligadas por essa malha de comunicação governamental exclusiva, composta por mais de 2,5 mil quilômetros de fibras ópticas de alta capacidade.

A nova infraestrutura permite que o Estado trafegue dados estratégicos massivos sem depender de redes comerciais, oferecendo alta velocidade, estabilidade e segurança inédita, incluindo criptografia pós-quântica. O projeto, viabilizado com recursos de contrapartida do leilão do 5G, também contempla uma Rede Privativa Móvel de Missão Crítica para integrar as comunicações das forças de segurança em tempo real, com um piloto já ativo em Brasília. A iniciativa posiciona o Brasil na vanguarda da América Latina em proteção de dados e reduz a dependência externa.

Fonte: Convergência Digital (Opinião – Gina Marques)
Link: https://convergenciadigital.com.br/opiniao/soberania-digital-nao-e-discurso-e-infraestrutura/

Tecnologias educacionais podem ajudar a transformar a escola pública brasileira

A educação pública brasileira enfrenta desafios relacionados às desigualdades regionais, sociais e estruturais, o que limita a eficácia de modelos educacionais padronizados. Nesse cenário, o uso de tecnologias educacionais, combinado à personalização do ensino e ao diagnóstico das necessidades de cada território, é apontado como um caminho para melhorar a aprendizagem.

O artigo destaca que a tecnologia, isoladamente, não resolve os problemas da educação. Os melhores resultados dependem da integração entre recursos tecnológicos, conteúdos adequados e formação continuada de professores, permitindo que gestores e educadores adaptem as estratégias às condições e necessidades de cada escola.

A personalização é apresentada como elemento central para tornar o ensino mais significativo e reduzir desigualdades. Nesse modelo, a tecnologia funciona como ferramenta de apoio à transformação educacional, sem substituir o papel dos professores.

Fonte: Exame
Imagem/Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil
Link: Exame – Tecnologias educacionais

Terras Raras: por que a competitividade do Brasil depende de tecnologia?

Por Roberto Mielle*

A adoção de Inteligência Artificial (IA) vem promovendo uma transformação estrutural na indústria da mineração, com ganhos mensuráveis em produtividade, aumento da segurança, redução de custos e desempenho ambiental. Integrada a toda a cadeia produtiva, a tecnologia consolida-se como um dos principais vetores de competitividade do setor. 

Esse movimento ganha contornos ainda mais estratégicos quando observado sob a ótica das Terras Raras, um grupo de 17 elementos químicos essenciais para a economia digital e de baixo carbono, que estão no centro das discussões geopolíticas e das cadeias industriais globais. O Brasil possui potencial relevante nesse campo, com reservas expressivas que podem representar cerca de 25% dos recursos mundiais, segundo o Ministério de Minas e Energia (MME). 

A relevância do tema é refletida na percepção dos próprios líderes do setor: 62% dos executivos brasileiros do setor de mineração e metais consideram que a geopolítica está entre as dez principais oportunidades e riscos para o setor em 2026, de acordo com a EY. O entendimento é que, com o país fora dos principais conflitos mundiais, aumentam a visibilidade e o papel estratégico da produção brasileira desses minerais que se mostram essenciais para a economia mundial nos próximos anos. 

No entanto, a mineração desses metais é, por natureza, mais complexa do que a de outros minerais. O processo todo envolve mineralogia heterogênea e processos de separação altamente sofisticados, exigindo precisão operacional e controle contínuo, exatamente onde a IA gera mais valor. Na etapa de lavra, definida pelo conjunto de operações para aproveitar industrialmente uma jazida mineral, a tecnologia permite integrar dados geológicos, operacionais e ambientais, viabilizando decisões mais assertivas sobre sequenciamento, alocação de frota e mitigação de riscos geotécnicos. 

Modelos preditivos, aliados à visão computacional e sensores inteligentes, monitoram em tempo real variáveis críticas, desde condições climáticas até deformações em taludes, superfícies que delimitam maciços de solo ou rocha. Esse nível de inteligência é particularmente relevante em depósitos de Terras Raras, já que pequenas variações de teor ou composição podem impactar significativamente a viabilidade econômica do projeto. 

Na etapa de beneficiamento, momento em que as matérias-primas se convertem em produtos finais, a complexidade é ainda maior. A separação desses elementos exige processos como flotação seletiva e etapas químicas refinadas, nas quais pequenas variações operacionais impactam diretamente a recuperação metálica e a qualidade do produto final. Nesse contexto, a IA atua como um motor de otimização contínua, com algoritmos de machine learning ajustando automaticamente parâmetros de moagem, flotação e classificação a partir de dados de mineralogia on-line, granulometria e desempenho metalúrgico. O resultado é maior estabilidade operacional e menor geração de rejeitos. Para Terras Raras, esse ganho é particularmente relevante, pois pode representar a diferença entre um projeto marginal e uma operação economicamente viável. 

Segundo a Grand View Research, o mercado global de Inteligência Artificial aplicada à mineração deve atingir US$ 685,6 bilhões até 2033, com crescimento anual composto (CAGR) de 41,9%. O avanço é impulsionado pela busca por tecnologias que aprimorem a precisão do gerenciamento de dados, a tomada de decisões, a produtividade e otimizem as operações com sustentabilidade ambiental. 

Nesse cenário, o Brasil tem a oportunidade de ampliar uma agenda consistente de digitalização e adoção de IA, tornando a mineração, inclusive de Terras Raras, mais eficiente, sustentável, segura e competitiva. 

Temos que lembrar que é o negócio que dita a necessidade, no qual a Inteligência Artificial otimiza as possibilidades de sucesso! Assim, o Brasil somente precisa aplicar sua capacidade tecnológica para explorar melhor aquilo que já possui.

*Roberto Mielle é gerente de desenvolvimento de negócios na SONDA do Brasil, líder regional em Transformação Digital.

Por: Terras Raras: por que a competitividade do Brasil depende de tecnologia? – Capital Digital

Agentes inteligentes exigem arquitetura e governança para evitar riscos operacionais

A adoção de agentes inteligentes de inteligência artificial pelas empresas amplia as possibilidades de automação, tomada de decisão e execução de processos, mas também exige estruturas tecnológicas preparadas para lidar com novos níveis de autonomia. Sem uma arquitetura adequada, a tecnologia pode gerar riscos operacionais, falhas de integração e perda de controle sobre processos automatizados.

Entre os principais desafios estão a qualidade e o contexto dos dados utilizados pelos agentes, a definição de permissões, a segurança das integrações e a capacidade de acompanhar e auditar as ações realizadas pelos sistemas. A ausência de governança pode comprometer a confiabilidade e a eficiência das soluções implementadas.

Para ampliar o uso dessas tecnologias de forma segura, organizações precisam investir em arquitetura de TI, mecanismos de supervisão, rastreabilidade e regras claras de operação. A autonomia dos agentes inteligentes deve ser acompanhada por estruturas capazes de garantir controle, segurança e alinhamento aos objetivos do negócio.

Fonte: Convergência Digital
Imagem/Foto: Divulgação
Link: https://convergenciadigital.com.br/opiniao/agentes-inteligentes-autonomia-sem-arquitetura-e-risco-disfarcado-de-inovacao/

Levar a IA para produção exige mudanças em processos, equipes e estratégia

Colocar a inteligência artificial em produção vai muito além da criação de bons prompts. Em artigo publicado pela StartSe, a diretora de Tecnologia e Inovação do iFood, Isabella Piratininga, afirma que escalar soluções de IA exige mudanças nos processos, na cultura organizacional, na infraestrutura tecnológica e na forma como as empresas medem resultados.

Segundo a executiva, o foco deve deixar de ser o consumo de tokens ou chamadas aos modelos e passar para o custo da tarefa concluída, avaliando o impacto real da IA na operação. Ela também destaca a importância de monitorar todo o ciclo de execução dos agentes de IA, e não apenas a qualidade da resposta final.

O artigo utiliza a experiência do iFood para demonstrar que a adoção de IA em larga escala depende de governança, avaliação contínua e integração aos processos de negócio, reforçando que o verdadeiro desafio começa quando a tecnologia deixa a fase de testes e passa a operar com usuários reais e em ambiente de produção.

Fonte: StartSe
Imagem/Foto: Divulgação/StartSe
Link: https://www.startse.com/artigos/do-prompt-ao-produto-o-que-muda-quando-voce-coloca-ia-em-producao/

Convergência tecnológica impulsiona nova fase da economia digital

A convergência entre tecnologias como inteligência artificial, computação em nuvem, edge computing, conectividade avançada e análise de dados está moldando a próxima etapa da economia digital. Segundo artigo publicado pelo Convergência Digital, a inovação passa a depender cada vez mais da integração dessas tecnologias em uma infraestrutura capaz de processar dados com eficiência e segurança.

O artigo destaca que esse movimento já transforma setores como indústria, agronegócio, saúde, energia e logística, permitindo decisões em tempo real, maior eficiência operacional e redução de custos. A tendência também reforça a importância da soberania digital, da cibersegurança, da disponibilidade energética e da capacidade nacional de processamento de dados.

De acordo com a publicação, organizações que investirem na convergência tecnológica estarão mais preparadas para acelerar a transformação digital, ampliar a competitividade e explorar novas oportunidades na economia baseada em dados.

Fonte: Convergência Digital
Imagem/Foto: Divulgação
Link: https://convergenciadigital.com.br/opiniao/convergencia-tecnologica-a-proxima-fronteira-da-economia-digital/

Infraestrutura é apontada como base da inovação na era da inteligência artificial

A transformação impulsionada pela inteligência artificial exige mais do que a adoção de novas ferramentas: requer uma infraestrutura tecnológica moderna, escalável e segura. Em artigo publicado pelo Convergência Digital, especialistas defendem que a inovação começa pela capacidade das organizações de estruturar ambientes preparados para processar grandes volumes de dados e suportar aplicações de IA.

O texto ressalta que investimentos em data centers, computação em nuvem, conectividade e arquitetura de dados tornaram-se fatores estratégicos para empresas que desejam ampliar sua competitividade. Sem essa base tecnológica, iniciativas de inteligência artificial tendem a enfrentar limitações de desempenho, segurança e escalabilidade.

Segundo o artigo, organizações que priorizam a modernização da infraestrutura estão mais preparadas para acelerar a transformação digital, aumentar a produtividade e extrair valor das tecnologias emergentes, tornando a infraestrutura um elemento central das estratégias de inovação.

Fonte: Convergência Digital
Imagem/Foto: Divulgação
Link: https://convergenciadigital.com.br/opiniao/na-era-da-ia-a-inovacao-comeca-pela-infraestrutura/

Infraestrutura tecnológica volta ao centro da estratégia de inovação

A infraestrutura tecnológica voltou a ocupar papel estratégico nas empresas diante do avanço da inteligência artificial e da transformação digital. Segundo artigo publicado pelo Capital Digital, a capacidade de inovar depende cada vez mais de ambientes tecnológicos robustos, capazes de processar grandes volumes de dados, integrar sistemas e oferecer escalabilidade para novas aplicações.

O texto destaca que setores como varejo, indústria, finanças, saúde e educação já enfrentam o desafio de modernizar sua infraestrutura para suportar soluções baseadas em IA, computação em nuvem, Internet das Coisas (IoT) e análise de dados em tempo real. Sem essa base tecnológica, o potencial de inovação tende a ser limitado.

O artigo conclui que a infraestrutura deixou de ser apenas um componente operacional para se tornar um fator estratégico de competitividade, permitindo que empresas acelerem a transformação digital, aumentem a eficiência e extraiam maior valor das tecnologias emergentes.

Fonte: Capital Digital
Link: https://capitaldigital.com.br/a-infraestrutura-voltou-ao-centro-da-inovacao/

Como a inteligência artificial está transformando o mundo do trabalho

A inteligência artificial está promovendo uma transformação profunda no mercado de trabalho, alterando não apenas tarefas operacionais, mas também atividades analíticas, criativas e de tomada de decisão. Segundo artigo publicado pelo InforChannel, o principal impacto da IA está na reorganização das funções e no aumento da produtividade, e não na substituição indiscriminada de profissionais.

O texto destaca que ferramentas de IA já permitem acelerar análises, estruturar informações e apoiar decisões de forma mais eficiente, liberando tempo para atividades de maior valor agregado. Estudos citados apontam ganhos médios de produtividade de 14%, podendo chegar a 34% entre profissionais iniciantes, desde que a tecnologia seja integrada adequadamente aos processos de trabalho.

O artigo também alerta que a adoção da IA deve ser acompanhada por governança, segurança e objetivos claros. Embora executivos reconheçam o potencial da tecnologia, muitos trabalhadores relatam aumento da carga de trabalho e da pressão por resultados, evidenciando que o sucesso depende da forma como a inteligência artificial é implementada nas organizações.

Fonte: InforChannel
Imagem/Foto: Divulgação/InforChannel
Link: https://inforchannel.com.br/2026/07/01/a-transformacao-do-trabalho-na-era-da-ia/

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