Levar a IA para produção exige mudanças em processos, equipes e estratégia

Colocar a inteligência artificial em produção vai muito além da criação de bons prompts. Em artigo publicado pela StartSe, a diretora de Tecnologia e Inovação do iFood, Isabella Piratininga, afirma que escalar soluções de IA exige mudanças nos processos, na cultura organizacional, na infraestrutura tecnológica e na forma como as empresas medem resultados.

Segundo a executiva, o foco deve deixar de ser o consumo de tokens ou chamadas aos modelos e passar para o custo da tarefa concluída, avaliando o impacto real da IA na operação. Ela também destaca a importância de monitorar todo o ciclo de execução dos agentes de IA, e não apenas a qualidade da resposta final.

O artigo utiliza a experiência do iFood para demonstrar que a adoção de IA em larga escala depende de governança, avaliação contínua e integração aos processos de negócio, reforçando que o verdadeiro desafio começa quando a tecnologia deixa a fase de testes e passa a operar com usuários reais e em ambiente de produção.

Fonte: StartSe
Imagem/Foto: Divulgação/StartSe
Link: https://www.startse.com/artigos/do-prompt-ao-produto-o-que-muda-quando-voce-coloca-ia-em-producao/

Convergência tecnológica impulsiona nova fase da economia digital

A convergência entre tecnologias como inteligência artificial, computação em nuvem, edge computing, conectividade avançada e análise de dados está moldando a próxima etapa da economia digital. Segundo artigo publicado pelo Convergência Digital, a inovação passa a depender cada vez mais da integração dessas tecnologias em uma infraestrutura capaz de processar dados com eficiência e segurança.

O artigo destaca que esse movimento já transforma setores como indústria, agronegócio, saúde, energia e logística, permitindo decisões em tempo real, maior eficiência operacional e redução de custos. A tendência também reforça a importância da soberania digital, da cibersegurança, da disponibilidade energética e da capacidade nacional de processamento de dados.

De acordo com a publicação, organizações que investirem na convergência tecnológica estarão mais preparadas para acelerar a transformação digital, ampliar a competitividade e explorar novas oportunidades na economia baseada em dados.

Fonte: Convergência Digital
Imagem/Foto: Divulgação
Link: https://convergenciadigital.com.br/opiniao/convergencia-tecnologica-a-proxima-fronteira-da-economia-digital/

Infraestrutura é apontada como base da inovação na era da inteligência artificial

A transformação impulsionada pela inteligência artificial exige mais do que a adoção de novas ferramentas: requer uma infraestrutura tecnológica moderna, escalável e segura. Em artigo publicado pelo Convergência Digital, especialistas defendem que a inovação começa pela capacidade das organizações de estruturar ambientes preparados para processar grandes volumes de dados e suportar aplicações de IA.

O texto ressalta que investimentos em data centers, computação em nuvem, conectividade e arquitetura de dados tornaram-se fatores estratégicos para empresas que desejam ampliar sua competitividade. Sem essa base tecnológica, iniciativas de inteligência artificial tendem a enfrentar limitações de desempenho, segurança e escalabilidade.

Segundo o artigo, organizações que priorizam a modernização da infraestrutura estão mais preparadas para acelerar a transformação digital, aumentar a produtividade e extrair valor das tecnologias emergentes, tornando a infraestrutura um elemento central das estratégias de inovação.

Fonte: Convergência Digital
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Link: https://convergenciadigital.com.br/opiniao/na-era-da-ia-a-inovacao-comeca-pela-infraestrutura/

Infraestrutura tecnológica volta ao centro da estratégia de inovação

A infraestrutura tecnológica voltou a ocupar papel estratégico nas empresas diante do avanço da inteligência artificial e da transformação digital. Segundo artigo publicado pelo Capital Digital, a capacidade de inovar depende cada vez mais de ambientes tecnológicos robustos, capazes de processar grandes volumes de dados, integrar sistemas e oferecer escalabilidade para novas aplicações.

O texto destaca que setores como varejo, indústria, finanças, saúde e educação já enfrentam o desafio de modernizar sua infraestrutura para suportar soluções baseadas em IA, computação em nuvem, Internet das Coisas (IoT) e análise de dados em tempo real. Sem essa base tecnológica, o potencial de inovação tende a ser limitado.

O artigo conclui que a infraestrutura deixou de ser apenas um componente operacional para se tornar um fator estratégico de competitividade, permitindo que empresas acelerem a transformação digital, aumentem a eficiência e extraiam maior valor das tecnologias emergentes.

Fonte: Capital Digital
Link: https://capitaldigital.com.br/a-infraestrutura-voltou-ao-centro-da-inovacao/

Como a inteligência artificial está transformando o mundo do trabalho

A inteligência artificial está promovendo uma transformação profunda no mercado de trabalho, alterando não apenas tarefas operacionais, mas também atividades analíticas, criativas e de tomada de decisão. Segundo artigo publicado pelo InforChannel, o principal impacto da IA está na reorganização das funções e no aumento da produtividade, e não na substituição indiscriminada de profissionais.

O texto destaca que ferramentas de IA já permitem acelerar análises, estruturar informações e apoiar decisões de forma mais eficiente, liberando tempo para atividades de maior valor agregado. Estudos citados apontam ganhos médios de produtividade de 14%, podendo chegar a 34% entre profissionais iniciantes, desde que a tecnologia seja integrada adequadamente aos processos de trabalho.

O artigo também alerta que a adoção da IA deve ser acompanhada por governança, segurança e objetivos claros. Embora executivos reconheçam o potencial da tecnologia, muitos trabalhadores relatam aumento da carga de trabalho e da pressão por resultados, evidenciando que o sucesso depende da forma como a inteligência artificial é implementada nas organizações.

Fonte: InforChannel
Imagem/Foto: Divulgação/InforChannel
Link: https://inforchannel.com.br/2026/07/01/a-transformacao-do-trabalho-na-era-da-ia/

IA explicável transforma a gestão do risco humano nas empresas

A evolução da inteligência artificial explicável (Explainable AI – XAI) está mudando a forma como as empresas gerenciam riscos relacionados ao fator humano. Em vez de utilizar modelos considerados “caixas-pretas”, organizações passam a adotar sistemas capazes de explicar como as decisões são tomadas, aumentando a transparência e a confiança na utilização da tecnologia.

Segundo o artigo, a IA explicável permite identificar falhas, vieses e inconsistências antes que elas causem impactos operacionais ou financeiros. Essa capacidade amplia a governança corporativa e facilita auditorias, conformidade regulatória e processos de tomada de decisão em áreas sensíveis, como recursos humanos, finanças e segurança da informação.

A adoção desse modelo também fortalece a relação entre pessoas e inteligência artificial, permitindo que profissionais compreendam as recomendações feitas pelos algoritmos e mantenham a supervisão humana sobre decisões críticas. A tendência é que a explicabilidade deixe de ser um diferencial competitivo para se tornar um requisito nas estratégias de governança e gestão de riscos das empresas.

Fonte: Capital Digital
Imagem/Foto: Divulgação/Capital Digital
Link: https://capitaldigital.com.br/ia-explicavel-muda-a-forma-como-as-empresas-enxergam-o-risco-humano/

Artigo defende estudo da tecnologia como caminho para adaptação às transformações do mercado

Em artigo publicado pelo Diário de Notícias, o autor Mauro Xavier defende que o estudo da tecnologia deve ser encarado como prioridade diante das rápidas transformações econômicas e sociais impulsionadas pela digitalização. A análise argumenta que profissionais e organizações precisam desenvolver competências tecnológicas para acompanhar mudanças cada vez mais aceleradas no mercado de trabalho.

Segundo o texto, tecnologias como inteligência artificial, automação, análise de dados e computação avançada estão redefinindo setores inteiros da economia, alterando modelos de negócio e criando novas exigências para trabalhadores e empresas. Nesse cenário, a capacitação tecnológica deixa de ser um diferencial e passa a ser uma necessidade para adaptação e competitividade.

O artigo também destaca que a transformação digital não afeta apenas profissionais da área de tecnologia. Competências digitais passam a ser cada vez mais relevantes em diferentes segmentos econômicos, exigindo atualização contínua e capacidade de aprendizado ao longo da carreira.

A avaliação apresentada é que investir em conhecimento tecnológico representa uma das formas mais eficazes de preparação para os desafios futuros, permitindo que profissionais e organizações aproveitem oportunidades geradas pela inovação e pela economia digital.

Fonte: Diário de Notícias
Imagem/Foto: Diário de Notícias
Link: https://www.dn.pt/opiniao-dn/em-caso-de-dvida-estudem-tecnologia

Marco Legal da IA deve equilibrar proteção de dados e inovação, defendem especialistas

O debate sobre o Marco Legal da Inteligência Artificial no Brasil ganhou novos contornos com discussões sobre o uso de dados para treinamento e desenvolvimento de sistemas de IA. Especialistas alertam que a futura regulamentação precisa encontrar equilíbrio entre a proteção de direitos, a segurança jurídica e a promoção da inovação, evitando que restrições excessivas comprometam a competitividade tecnológica do país.

Um dos principais pontos em discussão é a mineração de textos e dados (Text and Data Mining – TDM), técnica utilizada para analisar grandes volumes de informações e treinar modelos de inteligência artificial. O texto atualmente em debate limita esse uso a determinadas instituições e finalidades não comerciais, o que, segundo especialistas, pode restringir o desenvolvimento de soluções inovadoras e dificultar a evolução do ecossistema nacional de IA.

O Projeto de Lei nº 2.338/2023, que tramita na Câmara dos Deputados, busca estabelecer regras para o desenvolvimento e uso responsável da inteligência artificial no Brasil. O desafio apontado por especialistas é construir um marco regulatório capaz de garantir proteção de dados, transparência e responsabilidade sem criar obstáculos que reduzam investimentos, pesquisa e desenvolvimento tecnológico.

A avaliação predominante é que o país precisa adotar uma regulação moderna e equilibrada, alinhada às tendências internacionais, permitindo que empresas, universidades e centros de pesquisa continuem desenvolvendo aplicações de IA de forma segura e competitiva. O objetivo é transformar a regulação em um instrumento de confiança e desenvolvimento, e não em uma barreira à inovação.

Fonte: Convergência Digital
Imagem/Foto: Reprodução/Convergência Digital
Link: https://convergenciadigital.com.br/opiniao/marco-legal-da-ia-precisa-evitar-que-dados-virem-obstaculo-a-inovacao/

Lideranças tecnológicas precisarão integrar IA ao núcleo estratégico das empresas em 2026

A maturidade da inteligência artificial está mudando as exigências sobre líderes de tecnologia e empresas em 2026. Segundo análise publicada pelo portal Convergência Digital, a adoção de IA deixou de depender apenas da tecnologia e passou a exigir capacidade organizacional para integrar a ferramenta ao núcleo estratégico dos negócios. O cenário favorece empresas que conseguem operacionalizar rapidamente a IA em processos, produtos e tomada de decisão.

O texto destaca que muitas organizações ainda enfrentam a chamada “paralisia da IA”, aguardando modelos perfeitos, dados ideais ou garantias completas de retorno antes de avançar. Para especialistas, essa hesitação passou a representar um risco estratégico, já que empresas mais maduras estão priorizando experimentação contínua, testes rápidos e aplicações ligadas diretamente a resultados de negócio.

Outro ponto abordado é a mudança de percepção sobre a inteligência artificial. A IA passa a ser vista não apenas como ferramenta de automação, mas como uma camada econômica e criativa capaz de transformar produtos, serviços e modelos operacionais. O avanço da IA generativa, da personalização preditiva e da integração entre ambientes físicos e digitais também amplia a necessidade de governança de dados, interoperabilidade e preparo das equipes.

A avaliação é que a preparação empresarial dependerá cada vez mais da combinação entre alfabetização em IA, estruturas éticas, integração entre áreas e capacidade de adaptação organizacional. Nesse contexto, líderes tecnológicos passam a assumir papel estratégico na coordenação entre inovação, governança, infraestrutura de dados e transformação operacional das empresas.

Fonte: Convergência Digital

Imagem/Foto: Reprodução/Convergência Digital

Link: https://convergenciadigital.com.br/opiniao/o-que-2026-exige-dos-lideres-tecnologicos-preparacao-empresarial-na-era-da-maturidade-da-ia/

Na era da IA, velocidade de resposta vira principal risco da cibersegurança

A inteligência artificial está transformando a dinâmica da cibersegurança e reduzindo drasticamente o tempo disponível para reação das empresas diante de ataques digitais. Segundo análise publicada pelo portal Convergência Digital, ações cibernéticas automatizadas já conseguem comprometer sistemas em cerca de 22 segundos, enquanto muitas organizações ainda levam semanas ou meses para identificar e conter incidentes.

O avanço da IA ampliou a automação tanto do lado ofensivo quanto defensivo. Ferramentas inteligentes passaram a atuar em tempo real na detecção, análise e execução de ataques, criando um cenário de assimetria crítica entre velocidade de invasão e capacidade de resposta das empresas. Nesse contexto, especialistas apontam que o principal risco deixou de ser apenas tecnológico e passou a estar relacionado à lentidão operacional e à falta de governança digital.

Outro fator de preocupação é o crescimento das chamadas identidades não-humanas, como APIs, agentes autônomos, tokens e automações integradas aos ambientes corporativos. Muitas dessas estruturas operam sem supervisão adequada, ampliando a superfície de ataque e criando novos pontos vulneráveis dentro das organizações. O desafio, segundo especialistas, passa a ser não apenas proteger sistemas, mas governar entidades digitais que tomam decisões de forma autônoma.

A avaliação é que a cibersegurança deixou de ser uma questão restrita às áreas técnicas e passou a impactar diretamente operação, reputação e continuidade dos negócios. Em um ambiente digital movido por IA e respostas em velocidade de máquina, empresas que não conseguirem integrar governança, rastreabilidade e capacidade de reação contínua tendem a enfrentar riscos operacionais cada vez maiores.

Fonte: Convergência Digital
Imagem/Foto: Reprodução/Convergência Digital

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