Finep e BNDES lançam edital para gestor de fundo de investimento em IA

A Finep e o BNDES lançaram edital para selecionar o gestor de um Fundo de Investimento em Participações (FIP) voltado à inteligência artificial. A iniciativa integra a estratégia nacional de fortalecimento do setor e está alinhada ao Plano Brasileiro de Inteligência Artificial.

O fundo terá até R$ 205 milhões, sendo até R$ 80 milhões da Finep e até R$ 125 milhões do BNDES. Os recursos serão destinados a startups em que a IA seja elemento central do modelo de negócios, com foco em ampliar escala, faturamento e presença global dessas empresas.

A seleção considerará critérios como qualificação da equipe gestora, tese de investimento e estrutura de custos. O prazo para envio das propostas vai até 28 de maio de 2026.

O impacto estratégico é a ampliação do acesso a capital de longo prazo para startups de IA, segmento que enfrenta dificuldades de financiamento, além do fortalecimento da competitividade tecnológica do país em uma área considerada crítica para produtividade e inovação.

Prazo: 28/05/2026
Edital: não informado

Fonte: Agência Brasil

TIC Talks recebe Jarbas Ari Machado Júnior para falar sobre trajetória, empreendedorismo e inteligência artificial na educação

Diretor-executivo da SBTEC compartilha 30 anos de experiência no setor de tecnologia do Distrito Federal

O terceiro episódio do TIC Talks, podcast do SINFOR-DF, traz uma conversa com Jarbas Ari Machado Júnior, diretor-executivo da SBTEC e da Max Tecnologia, empresas que completaram 30 anos de atuação no mercado em fevereiro de 2025. Apresentado por Carlos Jacobino, presidente do SINFOR-DF, o episódio aborda trajetória profissional, desafios do empreendedorismo e o impacto da inteligência artificial no setor educacional.

Uma trajetória construída com persistência

Jarbas iniciou sua relação com a tecnologia aos 11 anos, em um clube criado por um professor na garagem de sua casa. Aos 15, já atuava como professor de informática em cursos como Sarmento, Saro e Compacto. Sua entrada no mercado de trabalho como programador veio após insistir três vezes com o chefe para obter uma oportunidade — episódio que ele próprio define como um marco sobre como “criar oportunidades ao invés de esperar por elas”.

Aos 16 anos, Jarbas foi contratado pelo Ministério das Relações Exteriores, onde participou de projetos de alta complexidade, incluindo a migração do sistema de folha de pagamento de grande porte para microinformática em apenas 90 dias. “Não tinha hora para entrar, não tinha hora para sair. Muitas vezes dormia no carpete da empresa para cumprir prazos”, relembra.

Do bico à empresa: o início da SBTEC

Aos 23 anos, Jarbas tomou a decisão de deixar o Itamaraty para formalizar o que começou como um trabalho paralelo: o desenvolvimento do primeiro sistema acadêmico do Brasil, criado para o Colégio Marista. “Quando eu vi, estava atendendo quase 40 escolas. Chegou um ponto em que tive que decidir: ou largava o bico ou fazia dele minha profissão.”

A SBTEC foi fundada em parceria com José Job, seu antigo professor, e Daril Clementino, empresário que ofereceu uma sala emprestada e apoio inicial. A empresa cresceu rapidamente, chegando a atender mais de 500 escolas com uma equipe de cerca de 20 funcionários.

Lições de um contrato milionário — e sua perda

Um dos momentos mais marcantes da trajetória de Jarbas foi a conquista de uma grande licitação que levou a empresa de 15 para 200 funcionários de uma semana para outra. Durante oito anos, o contrato representou a principal fonte de receita da SBTEC. Quando o contrato terminou, Jarbas enfrentou o desafio de reinventar o negócio praticamente do zero.

“Eu coloquei todos os ovos em uma única cesta e não diversifiquei. Aprendi que até a boa notícia precisa ser gerida com cuidado, porque a vaca leiteira uma hora para de dar leite”, afirma. A experiência reforçou a importância da diversificação de receitas e do planejamento estratégico de longo prazo.

Inteligência artificial e o futuro da educação

Atualmente, a SBTEC desenvolve soluções baseadas em inteligência artificial voltadas para o setor educacional. Uma das principais ferramentas em desenvolvimento utiliza análise preditiva para identificar alunos em risco de reprovação, cruzando dados como desempenho acadêmico, frequência e até situação financeira das famílias.

“O que conseguimos fazer hoje com IA não era possível antes. Não se trata apenas de Business Intelligence, que olha para o passado. Estamos trabalhando com análise preditiva, que antecipa tendências e permite intervenções preventivas”, explica Jarbas.

Ao mesmo tempo, ele alerta para o excesso de promessas no mercado: “Todo mundo hoje se diz especialista em IA. É preciso ter cuidado ao escolher parcerias e focar no que realmente gera resultado. A inteligência artificial não faz mágica — há muito trabalho por trás.”

Mensagens para jovens profissionais e empreendedores

Jarbas encerra o episódio com dois conselhos principais:

Para jovens profissionais de tecnologia: “Você cria as suas oportunidades. Não espere que as coisas caiam do céu. Se você está começando, faça o seu futuro. Não se compare, não use a falta de condição financeira como desculpa. Eu não tinha condição financeira — corri atrás.”

Para empreendedores: “Prepare-se. Entenda o que é fluxo de caixa, planejamento estratégico, gestão de pessoas. Empreender no Brasil não é fácil, mas é extremamente gratificante. Gerar emprego, movimentar a economia, pensar na sua cidade — isso faz valer a pena.”

Sobre o TIC Talks

O TIC Talks é o podcast do SINFOR-DF que conecta empresários, experiências e visões de futuro no ecossistema de tecnologia do Distrito Federal. Apresentado por Carlos Jacobino, presidente do sindicato, o programa traz conversas com líderes do setor sobre inovação, empreendedorismo e comunicação.

O episódio com Jarbas Ari Machado Júnior está disponível no canal do SINFOR-DF no YouTube e nas principais plataformas de podcast.

Sobre o SINFOR-DF

O Sindicato das Empresas de Informática do Distrito Federal (SINFOR-DF) representa e fortalece o ecossistema de tecnologia da capital federal, promovendo a inovação, o empreendedorismo e a competitividade das empresas associadas.

Avanços da computação quântica aceleram corrida tecnológica e levantam desafios de segurança

A computação quântica avança rapidamente e já demonstra capacidade de resolver problemas que seriam inviáveis para computadores tradicionais, impulsionando uma nova corrida tecnológica global. Baseada em princípios como superposição e emaranhamento, essa tecnologia permite processar informações de forma exponencialmente mais eficiente em certos tipos de cálculos.

Grandes empresas e governos investem bilhões no desenvolvimento de chips e sistemas quânticos, com potencial de aplicação em áreas como descoberta de medicamentos, otimização logística, inteligência artificial e simulações científicas complexas. Ao mesmo tempo, esses avanços trazem riscos relevantes para a segurança digital, especialmente pela possibilidade de quebra de sistemas atuais de criptografia.

Especialistas apontam que, embora ainda existam limitações técnicas e a adoção em larga escala não seja imediata, o impacto estratégico já é considerado inevitável. Isso exige que governos e empresas iniciem a transição para modelos de segurança “pós-quânticos”, capazes de resistir a esse novo paradigma tecnológico.

O principal impacto é estrutural: a computação quântica não apenas amplia a capacidade de processamento, mas redefine padrões de segurança, competitividade e inovação em escala global.

Fonte: BBC News Brasil
Imagem: O brilho da eletricidade dentro do nosso cérebro era complexo demais para decodificarmos, até que surgiu a inteligência artificial

Brasília Virtual promove IA, games e capacitação digital em evento gratuito no DF

O evento Brasília Virtual será realizado de 10 a 19 de abril de 2026, no shopping Pátio Brasil, em Brasília, com foco em ciência, tecnologia, inovação e capacitação digital. A iniciativa é promovida pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do DF (Secti-DF), em parceria com a ONG Líderes do Brasil.

A programação inclui simuladores imersivos, campeonatos de games, palestras e oficinas com especialistas, abordando temas como inteligência artificial, desenvolvimento de jogos e habilidades digitais. O evento também contará com hackathon com premiação de até R$ 30 mil, incentivando a criação de soluções inovadoras.

A expectativa é receber cerca de 9 mil participantes, entre estudantes, profissionais e interessados em tecnologia. O impacto direto é a ampliação do acesso à capacitação tecnológica e o estímulo à formação de novos talentos no ecossistema digital do Distrito Federal.

Data: 10 a 19/04/2026
Horário: não informado
Local: Pátio Brasil Shopping – Brasília (DF)
Entrada: gratuita (retirada via Sympla)

Fonte: Jornal de Brasília + Secti-DF

Hackathon de tecnologia e saúde premia soluções inovadoras no DF

O hackathon de tecnologia e saúde do programa Impulsiona Saúde foi realizado na Escola Técnica do Guará, no Distrito Federal, reunindo estudantes, empreendedores e profissionais para desenvolver soluções voltadas ao sistema público de saúde.

Promovido pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do DF (Secti-DF), em parceria com o Instituto MultipliCidades, o evento focou desafios como gestão hospitalar, atendimento ao cidadão e otimização de processos, com apoio de mentores e especialistas.

Ao final, três equipes foram premiadas e terão seus projetos encaminhados para incubação, com suporte técnico e estratégico para transformação em negócios de base tecnológica.

O impacto direto é o estímulo à inovação aplicada à saúde pública, conectando formação técnica a problemas reais e acelerando o desenvolvimento de soluções com potencial de implementação no sistema de saúde do DF.

Local: Escola Técnica do Guará – DF

Fonte: Jornal de Brasília
Imagem: Divulgação Agência Brasília

Inovação no setor financeiro exige equilíbrio entre crescimento rápido e solidez operacional

Por Caroline Capitani*

O setor financeiro passa por uma mudança estrutural em que velocidade de inovação deixa de ser vantagem isolada e passa a exigir equilíbrio com solidez operacional e sustentabilidade financeira. O novo cenário, impulsionado por iniciativas como Pix e Open Finance, elevou o nível de competição e aumentou a exigência por governança e resiliência desde a concepção dos produtos.

Fintechs que priorizaram crescimento acelerado e aquisição de clientes enfrentam agora pressão para gerar lucro recorrente, manter reservas e sustentar operações no longo prazo. O modelo baseado em escala única perde espaço para estruturas mais robustas, com foco em rentabilidade e gestão de risco.

A tendência aponta para a transição de empresas de produtos isolados para plataformas financeiras sustentáveis, onde crescimento é consequência de um modelo sólido, e não substituto dele. Tecnologias como inteligência artificial avançada passam a apoiar decisões em tempo real, otimizando liquidez e antecipando riscos.

O impacto direto é a redefinição da competitividade no setor: instituições que conseguirem integrar inovação com estabilidade, governança e previsibilidade financeira terão vantagem estratégica no médio e longo prazo.

Fonte: Capital Digital

CNCiber propõe Lei Geral de Cibersegurança com Anatel como autoridade nacional

O Comitê Nacional de Cibersegurança (CNCiber) publicou o anteprojeto da Lei Geral de Cibersegurança, que estabelece princípios, deveres, sanções e a criação de um Sistema Nacional de Cibersegurança no Brasil. A proposta foi construída com participação multissetorial, envolvendo governo, setor produtivo, academia e sociedade civil.

O texto apresenta diferentes modelos de governança para a autoridade nacional responsável pela coordenação da política de cibersegurança. Entre as opções, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) aparece como uma das principais alternativas, apoiada por parte significativa dos participantes por já possuir estrutura técnica e menor impacto orçamentário.

A proposta ainda será analisada pelo governo federal e posteriormente enviada ao Congresso, podendo tramitar em conjunto com projetos já existentes sobre o tema.

O impacto direto é a criação de um marco regulatório unificado para segurança digital no país, com potencial para melhorar a coordenação entre setores, proteger infraestruturas críticas e aumentar a capacidade de resposta a incidentes cibernéticos.

Fonte: Convergência Digital + TeleSíntese / CNCiber
Imagem: Convergência Digital

Finep destina parte de R$ 300 milhões para computação quântica em novo edital de inovação

A Finep abriu a segunda edição do edital Mais Inovação Brasil, com R$ 300 milhões em subvenção para projetos tecnológicos, incluindo uma linha específica voltada à computação quântica.

Empresas podem submeter propostas até 30 de setembro de 2026, desde que em parceria com instituições científicas e tecnológicas. O edital contempla seis áreas estratégicas, sendo uma delas dedicada a tecnologias quânticas, abrangendo computação, comunicação e sensores.

O objetivo é reduzir a dependência de tecnologias estrangeiras, inserir o Brasil em cadeias globais de alto valor e acelerar o desenvolvimento de soluções avançadas. A computação quântica, baseada em qubits, promete resolver problemas complexos com maior velocidade, além de viabilizar novos padrões de segurança, como criptografia baseada nas leis da física.

O impacto estratégico é posicionar o país em uma área crítica da próxima geração tecnológica, com aplicações em indústria, defesa, energia e segurança da informação.

Prazo final: 30/09/2026
Edital: https://www.finep.gov.br/chamadas-publicas

Fonte: Convergência Digital + MCTI/Finep
Imagem: Convergência Digital

DF lança programa para levar empresas de tecnologia ao mercado internacional

Articulação entre empresas, governo e instituições organiza o avanço do setor em direção a mercados globais, com foco em escala, parcerias e competitividade

O Distrito Federal passa a estruturar uma agenda de inserção internacional para o setor de tecnologia. O lançamento do programa Exporta DF 2026: Brasília Tech reuniu, nesta terça-feira (31), empresas, governo e instituições para consolidar a internacionalização como eixo de desenvolvimento da tecnologia da informação e comunicação (TIC) na região.

A iniciativa é coordenada pela Federação das Indústrias do Distrito Federal (Fibra), em parceria com ApexBrasil, Sebrae-DF, Secretaria de Relações Internacionais do DF, com apoio do Sindicado das Indústrias da Informação do DF (Sinfor-DF). O projeto integra a agenda de comércio exterior da indústria local.

De acordo com o presidente do Sinfor-DF, Carlos Jacobino, o Distrito Federal reúne competências técnicas, capacidade empresarial e um ambiente institucional favorável à internacionalização. “O desafio é transformar esse potencial em presença global. O Exporta DF contribui ao organizar o ecossistema, conectar empresas e viabilizar o acesso a novos mercados”, disse.

O programa prevê ações de capacitação, adequação de produtos e conexão com demandas internacionais. A agenda inclui acesso a mercados, formação de parcerias estratégicas e inserção em redes globais de inovação, com foco em continuidade.

A CEO da SOSA Brasil, Gianna Sagazio, apresentou estratégias para a inserção de empresas brasileiras no exterior, com ênfase na construção de parcerias e no posicionamento competitivo.

O setor de TIC é um dos principais vetores da economia do Distrito Federal. O segmento reúne milhares de empresas, gera empregos qualificados e concentra competências em desenvolvimento tecnológico, integração de sistemas e soluções digitais.

A iniciativa busca organizar o setor em torno de uma agenda comum de internacionalização. A articulação entre empresas, entidades e poder público deve ampliar a visibilidade das soluções desenvolvidas no DF e fortalecer a atuação em mercados externos.

A internacionalização exige preparo, articulação e estratégia. Com o Exporta DF Brasília Tech, o setor de tecnologia do Distrito Federal passa a contar com mais estrutura para competir em escala global.

Café com Negócios & Conexões reúne ecossistema de inovação na Embrapa

A 27ª edição do Café com Negócios & Conexões será realizada em 9 de abril de 2026, em Brasília, com foco na geração de oportunidades, fortalecimento de parcerias e integração do ecossistema de inovação. O encontro acontece na sede da Embrapa e reúne representantes de projetos e iniciativas locais.

A programação inclui café da manhã e networking, abertura institucional conduzida por Ana Margarida Castro Euler, apresentações de projetos de inovação e exposição do Núcleo de Inovação Tecnológica (NIT) da Embrapa.

O evento tem como objetivo ampliar conexões estratégicas entre empresas, instituições e atores do setor, incentivando colaboração e desenvolvimento de iniciativas inovadoras no Distrito Federal.

Data: 09/04/2026
Horário: 08h30 às 12h00
Local: Embrapa Sede
Inscrição: https://credenciamento.df.sebrae.com.br/EV260211

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