Presidente do Sinfor-DF, Carlos Jacobino, recebe prêmio AI EXPERIENCE Awards 2025

Evento em Brasília reuniu representantes do setor público, pesquisadores e executivos para destacar iniciativas que impulsionam o uso de IA no país

O fortalecimento de Brasília como referência nacional em tecnologia e inovação tem sido sustentado por lideranças que transformam visão em política pública e oportunidades concretas para empresas e cidadãos. Nesse contexto, o presidente do Sinfor-DF, o empresário Carlos Jacobino recebeu o prêmio Personalidade de IA no EXPERIENCE Awards 2025.

“A Inteligência Artificial está permitindo que Brasília avance com mais precisão nas escolhas que moldam seu futuro. Cada movimento que amplia a presença da tecnologia no cotidiano do cidadão fortalece a competitividade do nosso território. Esse prêmio alcança todas as pessoas que constroem esse ambiente em que inovação se traduz em novos serviços públicos, novas empresas e mais oportunidades”, afirma Jacobino.

O prêmio é organizado pela Giant Inovação e reuniu representantes do setor público, pesquisadores e executivos para reconhecer iniciativas que impulsionam o uso da Inteligência Artificial no país. A edição deste ano destacou a expansão de projetos de IA em áreas estratégicas e a crescente integração entre governo, empresas e universidades.

Segundo a coidealizadora do AI EXPERIENCE e head de Relacionamentos Estratégicos da GIANT Inovação, Eliane Raye Vallim, a premiação busca evidenciar contribuições que influenciam a modernização de serviços públicos, a competitividade empresarial e a formação de profissionais para setores tecnológicos em ascensão.

Nos últimos anos, Jacobino tem atuado em iniciativas que aproximam empreendedores, governo e instituições de pesquisa em projetos de transformação digital no Distrito Federal. Ele participa de articulações que buscam ampliar o uso de soluções baseadas em IA em serviços públicos e em programas de qualificação tecnológica, movimento que contribui para o fortalecimento do ecossistema local de inovação.

Vice-governadora do DF, Celina Leão, também é homenageada

Também foram homenageados a vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão; o diretor de tecnologia da Microsoft Brasil, Ronan Damasco; o professor Anderson Soares, da Universidade Federal de Goiás, responsável pelo Centro de Excelência em Inteligência Artificial; e o presidente da Associação Comercial do Distrito Federal, Fernando Brites; o Presidente da FAPDF, Leonardo Reisman; o Presidente da BIOTIC, Gustavo Henrique.

Em comum, os premiados atuam em frentes distintas ligadas ao avanço da inovação e à adoção de novas tecnologias em escala regional e nacional.

“A presença de lideranças públicas e privadas na lista de reconhecidos reflete a consolidação de Brasília como um polo emergente de inovação”, explica a coaidealizadora do prêmio. A capital tem recebido centros de pesquisa, programas de incentivo e eventos dedicados à modernização da administração pública e ao desenvolvimento de soluções tecnológicas, ampliando sua participação no cenário nacional de tecnologia.

Da engenharia das urnas ao compliance com IA: as apostas de quem estruturou tecnologia no DF

Nesta entrevista, Avaldir Oliveira conta como construiu das mais importantes empresas de TI do Brasil e fala da sua aposta para o futuro

A trajetória de Avaldir Oliveira se confunde com a consolidação da tecnologia no país. Na década de 1990, ele saiu de uma sala de 27 m² para construir uma das maiores e mais importantes empresas brasileiras de tecnologia da informação do Brasília, a CTIS Tecnologia.

Atualmente, aos 74 anos, com a CTIS vendida e uma trajetória marcada por disciplina e expansão nacional, ele percorre um novo caminho: investir em soluções de compliance com inteligência artificial, CRM para grandes operações, acessibilidade digital em Libras e educação gratuita com alto alcance social.

“Por décadas tive disciplina para trabalhar 12 horas por dia. Eram 8 horas no operacional e 4 horas no planejamento. Mas resolvi não me aposentar. Hoje invisto em 4 startups que resolvem problemas reais”, conta o empresário-investidor.

Acompanhe os principais trechos da conversa com o Sinforme:

 

Sinforme — A CTIS surgiu em um momento em que não se fala ainda em TI? O que levou o senhor e entrar em um território tão desconhecido e criar a CTIS?
Avaldir Oliveira — Minha formação é em processamento de dados, como se chamava na época. Em 1983 eu chefiava o departamento de informática da companhia energética de Brasília. Mas eu sentia que podia contribuir mais e não me encaixava em uma rotina acomodada de serviço público. Em 1985, aos 31 anos, casado e com três filhas, abri a CTIS com um sócio, uma secretária e um office boy, em uma sala de 27 metros quadrados. Fazíamos consultoria, treinamento e, em seguida, passamos a desenvolver software.

Sinforme — O início coincidiu com o período de hiperinflação. Como foi atravessar essa fase?
Avaldir — Foi um exercício diário de sobrevivência. Juros altíssimos, inflação corroendo margens, contratos perdendo valor de um mês para o outro. Houve fase de “carro zero para carro usado”, como costumo dizer. A empresa se manteve em pé com persistência. Mas tínhamos também uma gestão rigorosa de caixa e relacionamento próximo com clientes.

Sinforme — Qual episódio marcou o ponto de virada da CTIS?
Avaldir — Em 1987 ou 1988, tínhamos um contrato pequeno com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que estava perto do fim. Em um sábado, recebi ligação de um diretor do Supremo Tribunal Federal (STF) pedindo um trabalho urgente. Mas era fim de semana e nenhuma empresa estava aberta. Fomos com um desktop inteiro debaixo do braço, torre, monitor e teclado, e entregamos o serviço. Esse trabalho nos ajudou a pavimentar a entrar no STF. Pulamos de cerca de dez para cem pessoas e, na eleição de 1989, chegamos a mobilizar aproximadamente 400 profissionais entre analistas e suporte. Foi o momento em que o tribunal estruturou de vez a área de tecnologia, e a CTIS fez parte desse arranque.

Sinforme — A empresa se tornou uma referência nacional. Como se deu essa expansão?
Avaldir — Entre o fim dos anos 1990 e o início dos anos 2000, passamos a atuar com contratos mais complexos e presença em quase todas as capitais. Entramos forte em varejo com soluções de CRM, captura de notas fiscais, cadastros, campanhas e relacionamento. Em 2013, a CTIS já era uma empresa de tecnologia de capital nacional relevante, com atuação em software e serviços. Em 2014, vendi o controle para um grupo chileno, que realizava uma série de aquisições no Brasil, incluindo a CTIS. Permaneci como executivo até 2018, acompanhando integração, governança e consolidação da operação.

“Saí do operacional. Hoje escolho problemas grandes e times que podem resolvê-los”

Sinforme — Qual é a sua atuação hoje, depois da venda e da saída da gestão direta?
Avaldir — Atuo como investidor-anjo e conselheiro. Gosto de escolher segmentos com dores claras, modelo escalável e times com capacidade real de execução. Hoje tenho participação em quatro startups que seguem essa lógica.

Sinforme — Quais são essas startups e o que cada uma entrega?
Avaldir —

  1. GetCompliance – Plataforma de conformidade e segurança da informação com uso intensivo de inteligência artificial. Ela coleta e organiza comunicações corporativas, como e-mails e WhatsApp corporativo, além de documentos e anexos, em um repositório de auditoria. A IA busca indícios de risco: assédio moral ou sexual, fraude em notas fiscais, práticas anticoncorrenciais, racismo, corrupção e outras condutas sensíveis. Cada tipo de alerta dispara um fluxo específico, que pode envolver Jurídico, RH, Financeiro ou a área de Compliance. A tecnologia reduz perdas e ainda cria atenuantes perante órgãos de controle se algum episódio ocorrer. Hoje temos algo em torno de cinco a seis clientes ativos e um funil com cerca de 30 prospectos, começando por Brasília e expandindo via parceiros.
  2. Inc (CRM & campanhas) – Solução de CRM e campanhas para shopping centers e redes de supermercados. Faz gestão de cadastros, captura de notas, cupons, sorteios e campanhas de relacionamento. Atende, entre outros, Brasília Shopping e Terraço Shopping, e há mais de dez shoppings de grande porte em fase de negociação ou contratação.
  3. Libera – Plataforma de acessibilidade digital em Libras. É um widget que traduz conteúdo de sites para Libras, ajusta contraste e tamanho de fonte e oferece avatar ou intérprete para vídeos. Também atende centrais de atendimento via vídeo, acionando intérpretes sob demanda, em um modelo próximo a um “Uber” de Libras. Já são cerca de 300 clientes, e um dos casos é o Bradesco, que usa a tecnologia em vídeos de treinamento. A tendência regulatória caminha para exigência de acessibilidade e aplicação de penalidades, o que torna esse mercado bastante promissor.
  4. Passei.ai – Preparatório gratuito para o Enem com apoio de IA. Carregamos 12 anos de provas e dezenas de milhares de questões. A plataforma monta simulados mensais, corrige automaticamente e cria trilhas personalizadas com videoaulas curtas, de cerca de cinco minutos, por habilidade. Há ranking e possibilidade de parcerias com universidades, que podem oferecer bolsas e benefícios para os alunos com melhor desempenho. O modelo de negócios se baseia em publicidade, com banners e vídeos curtos, e em acordos com instituições de ensino.

Sinforme — Por que começar justamente por uma solução de compliance?
Avaldir — Porque ética, dados e reputação caminham juntos. Uma empresa cliente sofreu uma fraude de aproximadamente R$ 5 milhões ao longo de três anos. Com uma plataforma estruturada de governança, a chance de detectar o problema cedo e reduzir ou até eliminar esse prejuízo seria muito maior. Compliance desenhado com tecnologia tende a se pagar, pelo que evita de perdas financeiras, crises e sanções regulatórias.

Sinforme — Como funciona o monitoramento de mensagens, especialmente no WhatsApp?
Avaldir — Trabalhamos apenas com WhatsApp corporativo, dentro de uma política clara de uso e com consentimento formal. O objetivo é governança, não vigilância. A empresa define quais canais e quais tipos de mensagens entram no repositório de auditoria, da mesma forma que faz há anos com e-mails corporativos. A inteligência artificial não substitui o julgamento humano. Ela identifica padrões e indícios e encaminha para as equipes responsáveis decidirem.

Sinforme — Que papel a inteligência artificial passou a ter nessa nova fase?
Avaldir — A inteligência artificial está presente nas quatro teses. No GetCompliance, filtra milhões de sinais, cruza variáveis e ajuda a priorizar riscos relevantes. No Passei.ai, gera simulados, corrige provas, identifica defasagens e monta trilhas personalizadas de estudo. Na Libera, treina modelos para reconhecer centenas de milhares de sinais de Libras e tornar a interação mais fluida. Na Inc, organiza dados de comportamento de consumo e melhora a segmentação de campanhas. A IA amplia a capacidade dos times. Não substitui gente preparada; potencializa.

Sinforme — Que conselhos senhor daria a quem está começando a empreender em tecnologia hoje?
Avaldir — Trabalho consistente vence improviso. Recomendo uma fase longa de 12 horas por dia: oito horas no operacional e quatro horas em planejamento, análise e construção de futuro. Quando se soma essa disciplina por 20 anos, o resultado é um volume de horas dedicadas muito superior ao da média dos concorrentes. Somo a isso uma forma de olhar o mundo: tudo funciona como vitrine de ideias e problemas que podem ser resolvidos. Valores claros e rede de relacionamentos bem cuidada fortalecem a trajetória, porque ninguém cresce sozinho. E existe a vida pessoal: presença qualitativa com a família, cuidado com saúde. Faço academia de madrugada e jogo tênis cinco vezes por semana. Disciplina cria base para atravessar ciclos bons e ruins.

Sinforme — Como o senhor enxerga hoje o mercado de tecnologia no Distrito Federal?
Avaldir — O DF tem um ecossistema forte, com empresas experientes em projetos complexos, especialmente na área pública. Essa trajetória criou competências importantes. O movimento que enxergo para os próximos anos está na ampliação do peso do setor privado, com serviços de inteligência artificial, governança, segurança da informação e soluções escaláveis para fora de Brasília. Quem conseguir posicionar times, produtos e comercial nessa direção tende a ganhar escala.

Sinforme — O que fica depois de quatro décadas de atuação em tecnologia?
Avaldir — Não existe fórmula única. O que se observa são ingredientes recorrentes: trabalho consistente, planejamento, ética, resiliência, capacidade de ler o timing e respeito às pessoas. Esse respeito inclui quem saiu da empresa para empreender e continua contribuindo para o setor. Sempre digo que, enquanto a pessoa está na empresa, a empresa ocupa um lugar importante no coração dela; quando ela sai, uma empresa nasce no coração dessa pessoa. Esse efeito multiplicador ajuda a construir um ecossistema.

Presidente do Sinfor-DF defende criação de Conselho de Transformação Digital e empresa pública de TI durante reunião do Codese-GDF

Propostas apresentadas pelo Sinfor-DF visam fortalecer a transformação digital no Distrito Federal, ampliar a oferta de serviços públicos modernos e reduzir barreiras burocráticas para inovação.

O presidente do Sinfor-DF, Carlos Jacobino, defendeu que o Governo do Distrito Federal priorize investimentos em tecnologia nas áreas de educação, saúde, telemedicina e segurança pública, após um ciclo intenso de obras públicas, com mais de seis mil entregues. A declaração foi feita, nesta quinta-feira (4/12), durante a 6ª Reunião de Governança do Codese-GDF, no auditório do Sinduscon-DF.

Jacobino reforçou a necessidade de elevar o desempenho do Distrito Federal no Índice ABEP-TIC de Oferta de Serviços Públicos Digitais (IOSPD). Embora reconheça avanços recentes, como melhorias nos canais de atendimento, entre eles o 156, ele destacou que o DF ainda tem grande potencial de evolução, especialmente quando comparado a outros estados brasileiros.

Para acelerar esse processo, o Sinfor-DF apresentou ao governo a criação do Conselho de Transformação Digital do Distrito Federal e a instituição de uma empresa pública de tecnologia da informação. Segundo Jacobino, o DF é a única unidade da federação sem uma estrutura dedicada exclusivamente à transformação digital, tarefa atualmente vinculada à Secretaria de Economia. “A ausência desse órgão gera entraves burocráticos e dificulta a atração de projetos de inovação voltados ao cidadão”, explicou.

Apesar dos desafios, o dirigente destacou avanços no ecossistema local de inovação, como o fortalecimento do Parque Tecnológico de Brasília e a tramitação do PL 2.038, de autoria da deputada Doutora Jane, que inclui o evento Brasília Mais TI no calendário oficial do Distrito Federal. A edição mais recente reuniu cerca de 24 mil participantes, com 90% do financiamento oriundo da iniciativa privada. Para 2026, a expectativa é ampliar a participação do governo, tanto no apoio estrutural e financeiro quanto na apresentação de soluções govtech.

Jacobino também defendeu o restabelecimento do repasse de 2% da receita corrente líquida à Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAP-DF), conforme previsto na legislação. Ele lembrou que cada R$ 1 investido em inovação pode gerar retorno de até R$ 12 à economia local.

 

Presidente do SINFOR-DF recebe a Medalha do Mérito Buriti por contribuição ao avanço tecnológico no Distrito Federal

O presidente do SINFOR-DF, Carlos Jacobino, recebeu a Medalha do Mérito Buriti, nesta quarta-feira (3/11). A medalha é uma das principais condecorações do Governo do Distrito Federal, destinada a personalidades que contribuem de forma relevante para o desenvolvimento regional. A cerimônia ocorreu na Ala Oeste do Ulysses Centro de Convenções,

Na avaliação de Jacobino, a homenagem ocorre em um momento de consolidação do ecossistema de tecnologia e inovação no Distrito Federal, impulsionado por empresas de software e serviços digitais, instituições de ensino voltadas à formação de profissionais para a economia digital e políticas públicas que ampliam o acesso à inovação. O reconhecimento destaca o papel estratégico do setor de TI na competitividade e no crescimento econômico da região.

O presidente do Sinfor-DF explica que a medalha representa um marco coletivo. “O que realmente importa é o que essa homenagem sinaliza sobre o DF. A capital está colocando tecnologia, educação e desenvolvimento econômico no centro das decisões. Recebo essa medalha como parte de um movimento que organiza o território para gerar valor a partir do conhecimento, onde competitividade e inclusão caminham juntas”, afirmou.

Jacobino destacou ainda que o avanço tecnológico observado nos últimos anos resulta de uma rede formada por empreendedores, universidades, gestores públicos e jovens talentos. No DF, explica, há uma articulação que se traduz em novas oportunidades, empresas mais competitivas e iniciativas que fortalecem a economia do conhecimento.

Criada para reconhecer serviços relevantes prestados à administração pública e ao desenvolvimento regional, a Medalha do Mérito Buriti reforça a importância do setor de tecnologia como vetor econômico e educacional. O SINFOR-DF tem atuado na aproximação entre governo, setor produtivo e academia, contribuindo para o amadurecimento do ambiente de inovação e para a formação de profissionais qualificados.

Festival Next Level traz oficinas e imersão no mundo gamer em Taguatinga

O Festival Next Level — realizado pelo Governo do Distrito Federal (GDF), via Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Distrito Federal (Secti-DF), em parceria com a Anjo Games — será realizado de 1º a 15 de dezembro de 2025 no Alameda Shopping.

O evento gratuito busca promover a inclusão digital, lazer e fomento à economia criativa, oferecendo ao público uma imersão no universo dos games, da ciência e da tecnologia.

Principais atrações

  • Um centro interativo de cultura digital, com exposição de consoles históricos — do início dos videogames até gerações recentes — mostrando a evolução da indústria.
  • Cinco arenas temáticas de jogos, incluindo PC Gamer, Corrida, Console, Fliperama e Just Dance, com títulos clássicos e atuais como Street Fighter, Mortal Kombat, FIFA, League of Legends, Valorant, Roblox, entre outros.
  • Oficinas práticas de desenvolvimento de jogos, usando a plataforma Construct — abertas a iniciantes a partir de 8 anos de idade. São 150 vagas distribuídas em 15 turmas, com emissão de certificado de conclusão.
  • Palestras e conteúdo educativo, tratando de temas como “Introdução ao Mercado de Games no Brasil”, “Criatividade e Design Digital” e “Profissões do Futuro na Indústria de Tecnologia”. A ideia é mostrar que os games e conteúdos digitais representam oportunidades reais de carreira, não apenas lazer.

Objetivo e relevância

Segundo os organizadores, o Festival Next Level pretende destacar os games como um motor da economia criativa — indo além do entretenimento, para gerar empregos qualificados em programação, design e tecnologia.

Fonte: Jornal TaguaCei — Festival Next Level oferece oficinas gratuitas e viagem pela história dos games.
Também consultado: Jornal de Brasília.

 

Festival do Parque BSB leva tecnologia, cultura e música ao Parque da Cidade

O Festival do Parque BSB — Primeiro Salão Tecnológico do Parque da Cidade — será realizado de 26 a 30 de novembro de 2025 na Praça das Fontes, no Parque da Cidade, em Brasília.

O evento combina atrações de tecnologia e cultura digital com entretenimento: haverá exposições como o Museu do Videogame e dos Computadores, espaços interativos com realidade virtual, robótica, simuladores e free-play, além de games, concurso de cosplay, competições de jogos eletrônicos e oficinas.

Além disso, a programação inclui shows e música ao vivo, com artistas nacionais, bem como atrações de gastronomia e convivência — tudo com entrada gratuita (no fim de semana, é necessário retirar ingresso gratuito via plataforma Sympla e doar um brinquedo).

O festival busca ser um ponto de encontro entre inovação, lazer e inclusão, oferecendo experiências para variados públicos — jovens, famílias e entusiastas de tecnologia e cultura.

Fonte: Agência Brasília / Jornal de Brasília — “Brasília recebe Festival do Parque BSB com atrações tecnológicas e shows de grandes nomes”.
Foto: Divulgação

Novas diretrizes do FNDCT priorizam projetos de maior risco tecnológico

O Conselho Diretor do FNDCT aprovou novas regras para orientar o uso dos recursos reembolsáveis do fundo, com foco em iniciativas de maior complexidade e alto impacto tecnológico.

A Finep, operadora exclusiva desse tipo de financiamento, deverá priorizar financiamentos para projetos com alto risco tecnológico — ou seja, aqueles que envolvem inovações mais ousadas e incertezas maiores.

Por outro lado, projetos de menor risco poderão ser contemplados apenas se estiverem localizados nas regiões Norte, Nordeste ou Centro-Oeste, reforçando o caráter regional da política.

A nova resolução também define parâmetros para operações descentralizadas de financiamento: até 25% dos empréstimos captados pela Finep junto ao FNDCT poderão ser repassados por esse modelo.

A partir de 2026, pelo menos 30% dos recursos destinados a essas operações descentralizadas deverão beneficiar projetos sediados no Norte, Nordeste ou Centro-Oeste — com obrigatoriedade de atender micro, pequenas e médias empresas.

Além disso, a partir de 2026, o fundo terá a meta de que pelo menos 20% da carteira contratada com recursos reembolsáveis financie projetos nessas regiões, com possibilidade de aumento desse percentual ao longo do tempo.

Fonte: Convergência Digital — FNDCT: Novas regras para Finep exigem projetos de maior risco tecnológico.

As Incríveis Mulheres da Ciência e da Tecnologia

Por – Gilberto Namastech

Mulheres na Ciência e na Tecnologia – Legados para a Humanidade

A ascensão das mulheres em posições de liderança na ciência e tecnologia não é um fenômeno recente, mas ganha novos contornos na era digital. Se antes suas contribuições eram apagadas ou subvalorizadas, hoje protagonistas históricas e contemporâneas inspiram mudanças, mostrando que a diversidade de gênero é essencial para a inovação. Nesse texto escrito com o máximo carinho, por ocasião do dia internacional da Mulher, eu apresento alguns exemplos globais e brasileiros que ilustram uma jornada heróica, ressaltando a importância das mulheres para o avanço científico e tecnológico da humanidade.

Pioneiras Globais: Das Sombras ao Reconhecimento

Condessa Ada de Lovelace Primeiro Algorítimo do Mundo

Ada Lovelace (Inglaterra, 1815-1852): Poucas pessoas sabem que a Era da Informática tem um DNA feminino que atendia pelo título de Condessa de Lovelace. Sim, a britânica Ada Lovelace, formada em Matemática, criou o primeiro algoritmo para ser processado por uma máquina, sendo a primeira programadora da história. Entenda, ela não foi apenas a primeira mulher a escrever um código, o que já seria um feito histórico, foi a primeira pessoa da humanidade a escrever linhas de códigos. Podemos considerar, portanto, que a inteligência matemática de uma mulher deu início a uma transformação exponencial da história, iniciando a chamada Era Digital da humanidade.

Confira a matéria completa na íntegra.

UnB abre edital para seleção de projetos de inovação

A UnB, por meio do Centro de Apoio ao Desenvolvimento Tecnológico (CDT) e da Coordenação de Empreendedorismo e Inovação (CEI), lançou o Edital 010/2025 com o objetivo de selecionar projetos de inovação em fase de ideação para participar do programa PRISMA — Projeto de Residência em Inovação.

Podem participar pessoas físicas com vínculo à UnB — sejam alunos, docentes ou servidores técnicos — que desejam transformar ideias em empreendimentos inovadores.

Serão selecionadas até 15 propostas com potencial de mercado que envolvam novos produtos, serviços ou processos inovadores.

O programa oferece apoio ao desenvolvimento dos projetos por meio de suporte técnico, viabilidade econômica e mercadológica, além de promover a integração dos selecionados com o ecossistema de inovação da UnB.

Para mais informações, consulte o edital completo no site da UnB: [Edital 010/2025 – Chamada Pública CDT/UnB].

Transformação digital exige cultura de inovação e inclusão, alerta Sinfor-DF

Carlos Jacobino destaca que a Indústria 5.0 recoloca o ser humano no centro da tecnologia e cobra políticas de longo prazo para competitividade industrial

O Sindicato da Indústria da Informação do Distrito Federal (Sinfor-DF) participou da Jornada Nacional de Inovação da Indústria, realizada no Parque Tecnológico de Brasília (Biotic), nesta segunda-feira (14). O evento reuniu especialistas, empresários e gestores públicos para discutir como a Inteligência Artificial, o Big Data e a Internet das Coisas (IoT) podem impulsionar a competitividade industrial brasileira.

Durante o painel “Transformação Digital: Inteligência Artificial, Big Data, Dados e IoT”, o presidente do Sinfor-DF, Carlos Jacobino, destacou que a Indústria 5.0 recoloca o ser humano no centro da inovação tecnológica.

“A indústria 4.0 buscou eficiência e automação. A 5.0 deve ir além: usar a tecnologia a favor do bem-estar social, da sustentabilidade e da integração entre homem e máquina”, afirmou.

Jacobino reforçou que a digitalização é inevitável, mas ainda desigual. “O desafio é garantir acesso, cultura digital e capacitação em toda a base empresarial. Quem não se adaptar será descontinuado pelo mercado. O futuro exige agilidade e cooperação”, disse.

Inovação e cultura do risco

Os debates também abordaram a aversão ao risco e a insegurança jurídica como barreiras à inovação.

“Nos Estados Unidos, o empreendedor pode falir e recomeçar. No Brasil, o passivo trabalhista e tributário impede isso. Sem ambiente favorável, a inovação não prospera”, destaca Jacobino, citando o Índice Global de Inovação, que coloca o país abaixo na 52ª posição mundial.

Educação e inclusão digital

Representantes da academia e de startups apontaram a carência de formação técnica aplicada e letramento digital, especialmente em pequenas e médias empresas.

“Não há transformação digital sem educação básica sólida e ensino técnico conectado à realidade produtiva”, reforçou o dirigente.

Os participantes também destacaram a importância do ensino bilíngue e da ampliação da conectividade, lembrando que 95% da população brasileira não fala inglês, o que reduz a capacidade de absorver tecnologias globais.

Política nacional de transformação digital

O painel concluiu que a inovação deve ser tratada como política de Estado, com metas de longo prazo, financiamento e integração entre governo, empresas e universidades.

“A transformação digital não pode depender de governos. É um projeto nacional de desenvolvimento e de Estado”, afirmou Jacobino.

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