Prêmio Finep de Inovação celebra avanços na regionalização dos recursos

O Prêmio Finep de Inovação 2026 destacou os avanços na regionalização dos recursos destinados à inovação no Brasil, reconhecendo iniciativas tecnológicas e científicas de diversas regiões do país. A Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) promoveu o prêmio como uma forma de reforçar a descentralização de investimentos em pesquisa e inovação, ampliando o acesso a recursos fora dos tradicionais polos do Sudeste e Sul. (bs9.com.br)

O evento reuniu startups, empresas de tecnologia, universidades e instituições de pesquisa que se destacaram em inovação, apresentando soluções de alto impacto econômico, social e tecnológico. A iniciativa busca incentivar a competitividade regional, fortalecendo ecossistemas locais de ciência, tecnologia e empreendedorismo.

Entre os objetivos do prêmio estão:

  • Reconhecer projetos inovadores que utilizam tecnologia para resolver desafios locais;
  • Promover o fortalecimento de capacidades regionais em pesquisa e desenvolvimento;
  • Incentivar a participação de startups e empresas fora dos polos tradicionais;
  • Ampliar o impacto socioeconômico das políticas de inovação no Brasil.

A Finep reforça, assim, seu compromisso de democratizar o acesso a recursos de inovação, garantindo que regiões historicamente menos atendidas possam desenvolver projetos estratégicos que contribuam para o avanço científico e tecnológico nacional.

Fonte: BS9 — Prêmio Finep de Inovação mostra avanços na regionalização dos recursos (2026) (bs9.com.br)

Coopa‑DF fortalece agricultura no Cerrado e posiciona AgroBrasília como vitrine de inovação

A Cooperativa Agropecuária da Região do Distrito Federal (Coopa‑DF) tem desempenhado papel central no fortalecimento da agricultura no Cerrado, impulsionando a produção local e promovendo a AgroBrasília — feira que se consolidou como uma vitrine de inovação e tecnologia para o agronegócio no Planalto Central.

A AgroBrasília 2026, programada para ocorrer entre 19 e 23 de maio no Parque Tecnológico Ivaldo Cenci, reúne produtores rurais, empresas do setor, pesquisadores e fornecedores para apresentar novas tecnologias, máquinas, insumos e soluções digitais aplicadas ao campo. O evento também inclui um pavilhão de inovação, onde startups e instituições exibem tecnologias de agricultura de precisão, conectividade, sensoriamento inteligente e ferramentas que fortalecem a competitividade dos produtores.

Ao consolidar a AgroBrasília como espaço de debate e demonstração tecnológica, a Coopa‑DF contribui para ampliar o acesso dos agricultores às novas tendências do agronegócio, gerar negócios, promover networking com investidores e fomentar a adoção de práticas mais eficientes e sustentáveis na produção agrícola do DF e entorno.

Fonte: Radar Digital Brasília — Coopa‑DF impulsiona agricultura no Cerrado e consolida AgroBrasília como vitrine de inovação (2026)
Foto: AgroBrasília

Startup do DF quebra recordes e posiciona ciência brasileira no topo mundial

Uma startup do Distrito Federal conquistou destaque internacional ao quebrar recordes em uma competição global de ciência e tecnologia, projetando a ciência brasileira entre as melhores do mundo. O feito foi comemorado por autoridades e pela comunidade local de inovação, reforçando o potencial de empresas tecnológicas do DF para competir em cenários internacionais.

O resultado da competição mostrou que soluções desenvolvidas pela startup têm alto nível de inovação e impacto científico, atraindo atenção de investidores, pesquisadores e instituições estrangeiras. O episódio também é visto como um estímulo para o ecossistema de tecnologia do DF, que tem registrado crescimento em número de empresas, investimentos e eventos focados em inovação.

Líderes do setor destacaram que a conquista pode impulsionar parcerias internacionais, ampliar oportunidades de negócio e fortalecer a imagem do Brasil como produtor de tecnologia de ponta.

Fonte: Agência Brasília — Startup do DF quebra recordes e leva ciência brasileira ao topo do mundo (2026)
Foto: Divulgação/Peptidus – Através de uma união de competências e de uma plataforma proprietária de inteligência artificial (IA), a startup “desenha” peptídeos que resolvem problemas críticos da saúde animal com precisão cirúrgica

Segurança pública do DF testa projetos de IA para ampliar resposta operacional

O Distrito Federal está avançando na aplicação de inteligência artificial (IA) na segurança pública, com projetos já em fase avançada de testes e próximos de serem incorporados à rotina das forças policiais. As iniciativas são conduzidas pela Secretaria de Segurança Pública com apoio da FAPDF e fazem parte de uma estratégia maior de atuação baseada em dados e evidências.

Um dos principais projetos em desenvolvimento é a transcrição automática de chamadas de emergência, que utiliza IA para converter áudios em texto estruturado. A ferramenta, treinada com dados reais, tem potencial para reduzir o tempo de registro de ocorrências, padronizar informações e melhorar a análise dos atendimentos, tornando o processo mais ágil e eficiente.

Outra solução em teste envolve a análise de padrões de comportamento veicular por meio de câmeras inteligentes. Diferente dos sistemas tradicionais de leitura de placas, a tecnologia consegue identificar trajetórias, conexões entre veículos e movimentações suspeitas, como comboios ou rotas associadas a crimes. Isso amplia a capacidade investigativa e permite mapear atividades relacionadas a furtos, roubos e até tráfico interestadual.

Os projetos são desenvolvidos dentro do Centro Integrado de Inteligência Artificial (CIIA), que reúne governo, academia e setor produtivo para criar soluções tecnológicas aplicadas ao setor público. A proposta é modernizar a segurança com o uso de tecnologia, integrando informações e fortalecendo a tomada de decisão.

Segundo autoridades, a iniciativa representa uma mudança de modelo, com a segurança pública passando a atuar de forma mais preventiva, integrada e orientada por inteligência, permitindo antecipar cenários e responder com maior rapidez. Os sistemas ainda passam por validações técnicas e jurídicas antes da adoção definitiva, que deve ocorrer de forma gradual.

Fonte: FAPDF — Segurança pública do DF testa projetos de inteligência artificial para ampliar resposta operacional (2026)
Foto: Divulgação/SSP-DF – Projetos-piloto com inteligência artificial foram apresentados por equipes da SSP-DF nesta terça (17)

 

Projeto da FAPDF investiga limites e uso responsável da IA no Brasil

Um projeto apoiado pela Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF) investiga os desafios e limites da inteligência artificial (IA), com foco no uso responsável da tecnologia no Brasil. A pesquisa é desenvolvida na Universidade de Brasília (UnB) e analisa os impactos teóricos, éticos e práticos da IA.

O estudo destaca que os sistemas atuais de IA são altamente eficientes na identificação de padrões, mas não produzem explicações causais, o que limita sua aplicação em contextos que exigem interpretação mais profunda e tomada de decisão crítica.

A iniciativa busca contribuir para a construção de bases conceituais e regulatórias, auxiliando na formulação de políticas públicas e no uso mais seguro da tecnologia em áreas como saúde, justiça e serviços públicos.

Fonte: Agência Brasília — Projeto apoiado pela FAPDF investiga desafios e limites para uso responsável da inteligência artificial no Brasil (2026)
Imagem: Mais do que analisar ferramentas específicas, a iniciativa contribui para a construção de fundamentos teóricos capazes de orientar políticas públicas, regulamentações e decisões institucionais | Foto: Divulgação/FAPDF

5G deve chegar a 2.220 municípios brasileiros até o fim de 2026

A expansão do 5G no Brasil deve alcançar 2.220 municípios até o final de 2026, superando a meta inicial de 1.469 cidades prevista no cronograma original. Atualmente, a tecnologia está presente em cerca de 1.420 municípios, com expectativa de avanço acelerado nos próximos meses.

O plano prevê a ampliação da cobertura principalmente em cidades menores, com mais de 800 municípios com menos de 30 mil habitantes recebendo a tecnologia ainda neste ano. A estratégia segue as diretrizes definidas no leilão da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), com metas progressivas até a universalização do serviço.

Segundo o Ministério das Comunicações, a expansão do 5G representa um avanço estratégico para o país, ao impulsionar inovação, competitividade e inclusão digital, especialmente em regiões fora dos grandes centros urbanos.

Fonte: Convergência Digital — 5G estará ativo em 2220 municípios até o final deste ano” (2026)
Imagem: Convergência Digital

Sinfor-DF realiza visita técnica para primeira etapa do Circuito Brasília Mais TI

Projeto voltado à formação tecnológica de jovens será realizado em parceria com o JK Shopping e integra a preparação para a 8ª Mostra Tecnologia Brasília Mais TI

A vice-presidente executiva do Sinfor-DF, Lúcia Soares, realizou visita técnica para a organização da 1ª Etapa do Circuito Brasília Mais TI, nesta sexta-feira (13). A etapa inicial do circuito será realizada em parceria com o JK Shopping, em Taguatinga, e deverá atender estudantes de diversas regiões administrativas do eixo oeste do Distrito Federal, incluindo Taguatinga, Ceilândia, Samambaia, Águas Claras, Vicente Pires e Sol Nascente. A expectativa é de que mais de 15 mil pessoas passem pelos três dias de evento.

“O Circuito Brasília Mais TI amplia o acesso de jovens do Distrito Federal à formação em tecnologia, programação, robótica e inteligência artificial”, explica Lúcia Soares. Ele foi concebido para criar uma trilha de formação que conecte estudantes da rede pública a oportunidades no mercado de tecnologia e no empreendedorismo digital. A programação reúne oficinas práticas, maratona de desenvolvimento de aplicativos, espaços makers, formação em robótica e competições tecnológicas.

Segundo a vice-presidente executiva do Sinfor-DF, Lucia Soares, o projeto busca aproximar jovens que ainda têm pouco contato com o universo das carreiras tecnológicas.

“O circuito quer alcançar o jovem que muitas vezes não tem acesso à informação sobre as carreiras de tecnologia. Em escolas com mais recursos, os estudantes costumam ter mais orientação sobre essas profissões. Já em muitas regiões, o jovem sequer sabe exatamente o que significa trabalhar com tecnologia.”

Para Lucia, ampliar o acesso à informação sobre essas oportunidades é um passo essencial para formar novos talentos no setor. “Quando alguém fala em odontologia, por exemplo, o estudante sabe que vai cuidar dos dentes das pessoas. Em tecnologia é diferente. A área é muito ampla e, muitas vezes, o jovem não sabe por onde começar ou acha que é algo muito distante da realidade dele. Nosso papel é mostrar que existe um caminho possível.”

Parceria fortalece agenda de educação e inovação

A parceria com o JK Shopping amplia o alcance do projeto ao aproximar tecnologia, educação e comunidade em um espaço de grande circulação na cidade. Segundo a superintendente do JK Shopping, Elisa Ferreira, receber o Circuito Brasília Mais TI no JK Shopping é uma oportunidade de conectar o shopping a uma agenda de educação e inovação que dialoga diretamente com o futuro da cidade. “Queremos que o espaço seja um ponto de encontro para estudantes, famílias e empresas que acreditam no potencial da tecnologia para transformar oportunidades em carreira”, afirma.

Entre os destaques da programação está a Competição de Robótica, que reúne estudantes em desafios de programação, engenharia e estratégia.

“A robótica desperta interesse pela tecnologia porque transforma aprendizado em experiência prática. O estudante, que constrói e programa um robô, passa a entender conceitos de engenharia, programação e lógica de forma concreta. A competição funciona como um laboratório de inovação e pode ser a porta de entrada de muitos jovens para carreiras em tecnologia”, explica João Victor Pinheiro, coordenador da competição.

O Circuito Brasília Mais TI integra o calendário de preparação para a 8ª Mostra Brasília Mais TI, evento que reúne estudantes, empresas e instituições de ensino em torno de projetos tecnológicos e desafios de inovação.

Além da formação técnica, a iniciativa busca estimular o empreendedorismo entre jovens e contribuir para reduzir o déficit de profissionais qualificados em tecnologia. Atualmente, o Distrito Federal já representa o terceiro maior mercado de tecnologia da informação do país, com mais de 30 mil vagas no setor.

IA é comparada a “exoesqueleto” que amplia capacidades humanas no setor público

Especialistas reunidos no Tech Gov Fórum MT, realizado em Cuiabá, defenderam que a inteligência artificial (IA) deve ser encarada como um “exoesqueleto” tecnológico, capaz de ampliar as capacidades humanas, mas não substituí-las. O conceito foi apresentado para explicar que a tecnologia atua como suporte ao trabalho das pessoas, aumentando produtividade e eficiência, mas mantendo o ser humano como elemento central na tomada de decisões.

Durante os debates, participantes ressaltaram que a transformação digital no setor público depende não apenas da adoção de ferramentas tecnológicas, mas também de mudanças culturais, capacitação profissional e desenvolvimento de habilidades humanas. Segundo os especialistas, embora a IA possa automatizar tarefas e apoiar análises complexas, competências como liderança, pensamento crítico, comunicação e colaboração continuam essenciais.

Outro ponto destacado foi que a incorporação da IA nas organizações exige preparo institucional e políticas de formação contínua, garantindo que servidores e profissionais consigam trabalhar de forma integrada com as novas tecnologias. Nesse cenário, a IA deixa de ser vista como substituta da força de trabalho e passa a atuar como instrumento de apoio para ampliar a inteligência e a capacidade produtiva das equipes.

Fonte: Convergência Digital — “Inteligência artificial é um exoesqueleto que reforça necessidade de capacidades humanas” (2026).
Imagem: Convergência Digital

Brasil e mais de 40 países lançam “teste supremo” para avaliar grandes modelos de IA

Pesquisadores de mais de 40 países, com participação brasileira, lançaram um novo benchmark global para avaliar o desempenho de ferramentas de inteligência artificial (IA), especialmente grandes modelos de linguagem (LLMs), em áreas amplas do conhecimento.

Batizado de Humanity’s Last Exam (HLE), o teste agrupa 2,5 mil questões distribuídas por dezenas de disciplinas e foi apresentado em um artigo na revista Nature em janeiro. O objetivo é criar uma referência global — chamada de “benchmark supremo” — para medir como diferentes modelos de IA respondem a desafios que envolvem matemática, ciências, humanidades e outras áreas.

A proposta é que o HLE sirva como um padrão rigoroso para comparar novas gerações de IAs, complementando métricas já existentes usadas por desenvolvedoras quando lançam modelos de propósito geral, com respostas claramente verificáveis.

📎 Fonte: Convergência Digital — Brasil e 40 países criam teste supremo para ferramentas de inteligência artificial (02/03/2026)

Identy.io aposta em biometria para acelerar integração digital e reduzir exclusão no Brasil

A Identy.io defende que a tecnologia biométrica pode atuar como catalisadora da integração digital ao permitir identificação remota mais segura e simples para serviços públicos e privados, como bancos, saúde e procedimentos administrativos.

O texto destaca que a digitalização ainda convive com exclusão digital: uma pesquisa do Cetic.br citada na matéria aponta que quase 28 milhões de brasileiros não usam internet no dia a dia, apesar de 86% dos domicílios estarem conectados, o que mantém parte da população dependente de atendimentos presenciais e deslocamentos longos.

Como resposta, a empresa apresenta soluções de biometria facial, impressão digital e biometria palmar (incluindo uso para recém-nascidos), com processamento e armazenamento de dados diretamente no celular do usuário, buscando elevar privacidade e reduzir dependência de infraestrutura externa.

A matéria também ressalta a detecção passiva de vida (liveness), que não exige ações como piscar ou mover a cabeça e usa sinais como reflexos de luz e microvariações da pele para diferenciar uma pessoa real de fraudes — inclusive “duplos digitais” gerados por IA —, além de funcionar com celulares comuns.

Por fim, o artigo aponta ganhos de custo e eficiência para organizações, já que o cadastro pode ocorrer em diferentes locais e até sem conexão no momento, reduzindo deslocamentos e filas presenciais e ampliando o acesso a serviços digitais.

📎 Fonte: Convergência Digital — “Identy.io: Tecnologia biométrica como catalisador para a integração digital” (23/02/2026).

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