Uma conquista histórica para o setor de TI

Ricardo Caldas- Presidente do Sinfor/DF

Motivo de comemoração, o Imposto sobre Serviços (ISS) será adotado definitivamente por todo o país, no que tange à tributação de softwares. Pela segunda vez, o voto a favor do tributo foi dado pela maioria do Plenário do Superior Tribunal Federal (STF).

Uma decisão e um momento históricos, considerando que o dilema vem se arrastando há anos, causando instabilidade e deixando o setor de TI à deriva, com grande insegurança jurídica, quando, no mesmo país, algumas empresas de software recolhiam seus impostos sobre o ICMS e outras sobre o ISS.

Diferente de outras localidades, no Distrito Federal, o impasse já havia sido resolvido há anos pela Secretaria de Fazenda, que hoje é a Secretaria de Economia do DF. Mas essa decisão apenas em alguns estados ou municípios não bastava, uma vez que provocava uma disputa prejudicial para o setor, gerando a preocupação de se constituir um passivo tributário, por não ter a certeza da tributação correta.

Estamos felizes que esse assunto tenha se resolvido e principalmente porque estabeleceu-se o ISS como o imposto a ser recolhido pelo setor de software, pois esta era a decisão ideal e almejada durante todos esses anos.

Outro motivo para comemoração no DF, quando em janeiro deste ano, depois de muita luta, inclusive travada pelo Sinfor/DF, fomos presenteados com a unificação da alíquota do ISS para softwares e serviços de TI em 2%, a menor aplicada. Com isso, as empresas do DF, que pagavam ISS de 5%, tornaram-se competitivas com concorrentes de outros municípios nas disputas de preços.

Somos gratos ao Governador Ibaneis Rocha, sua equipe e ao Deputado Eduardo Pedrosa, autor do Projeto de Lei, por terem contribuído de forma decisiva para essa conquista.

Nesse cenário, apesar de todas as dificuldades e atropelos do ano que se finda, as empresas respiram aliviadas com estabilidade de custos para aquisição de tecnologias. Os acontecimentos e decisões recentes nos mostra como tudo é passível de mudanças no mundo atual, no qual a velocidade e as necessidades impõem movimentos mais ágeis para o alcance de metas.

Hoje, é difícil imaginar a vida sem Internet e, na origem, sem software. Com a sua chegada, tornou-se possível acessar informações imediatas, divulgar conteúdos, promover e melhorar o ensino, permitir o trabalho on-line, propiciar a compra e venda de produtos e serviços com apenas um toque na tela, e muito mais.

Ao mesmo tempo que a rede facilitou nossas vidas, surgiram pontos de atenção como a importância de proteção de dados, a fim de que nossas informações, bem como de empresas, não caiam em mãos erradas; a checagem da veracidade de fatos disseminados em grande escala, e o controle de uso das ferramentas oferecidas, para que tiremos o melhor proveito possível desse universo tecnológico.

O desenvolvimento de softwares cada vez mais modernos e eficazes permite mais agilidade e facilidade nos processos das empresas, permeando todas elas, sejam públicas ou privadas.

Mais do que nunca, a economia reconhece a importância de acompanhar as inovações tecnológicas que surgem a cada dia. As plataformas digitais hoje são realidade, tornando possível prestações de serviços mais rápidas e eficazes. A comodidade é fator de relevância para se adquirir qualquer produto no mundo atual, tornando o consumo mais consciente e sustentável.

O setor de TI avança a passos largos, conquistando metas e tendo a certeza de que se tornará referência num futuro próximo. Para tanto, aposta nas parcerias atuais e vislumbra outras que ainda virão.

O sucesso foi garantido pela participação expressiva de entidades e empresas do setor, inclusive da Associação Brasileira das Empresas de Software (ABES), na qual sou conselheiro. A construção de um setor econômico forte, passa pela valorização das suas entidades representativas, como defensoras dos interesses e do desenvolvimento do setor de TI.

Decreto que prorroga os prazos para celebrar acordos de redução proporcional de jornada e de salário

Veja aqui o decreto nº 10.517/2020 que prorroga os prazos para celebrar acordos de redução proporcional de jornada de trabalho e de salário e de suspensão temporária de contrato de trabalho e para efetuar o pagamento dos benefícios emergenciais de que trata a Lei nº 14.020, de 6 de julho de 2020, publicado no DOU de ontem.

Veja também o RT Informa nº 76 da CNI que contém informações detalhadas sobre o assunto.

Fonte: Assessoria de Relações do Trabalho e Apoio Sindical/FIBRA 
Gerencia Executiva de Relações do Trabalho – GERT/CNI 

 

Secretaria de Governo Digital propõe parceria com empresas de TI

Contratação de 350 profissionais de TI temporários não concorre com a iniciativa privada

Democracia e as Redes Sociais

Ricardo Caldas- Presidente do Sinfor/DF

Assisti ao documentário “O Dilema das Redes”, da Netflix, e recomendo aos amigos. São situações que já conhecíamos, lendo aqui e ali a respeito da manipulação que sofremos no uso de redes sociais. Entretanto, a riqueza de detalhes narrada por pessoas críveis, quase todas ex-funcionários do alto escalão de empresas como Twitter, Facebook, Google, Pinterest, etc., mostra a forma de manipulação psicológica utilizada contra os clientes, ou melhor, usuários, como definido no filme.

O documentário, além de depoimentos reveladores sobre a estratégia reinante nos bastidores, também traz pitadas de humor. Uma delas é dizer que existem apenas duas indústrias que chamam seus clientes de usuários: a de drogas e a de software.

É denunciado o uso de várias técnicas baseadas em pesquisas psicológicas para criação de vícios, como reforço contínuo e intermitente. Procura-se, através do vício, vender propaganda e, nessa esteira, manipular os clientes. Perdão, os usuários!

As redes sociais não conseguem dizer o que é a verdade. Apenas reafirmam o que cada usuário acha que é a sua verdade. Na verdade, as técnicas de tecnologia persuasiva reafirmam as crenças individuais, por mais loucas que sejam.

As constatações dessas empresas é que informações falsas são as que geram interesse. Informações verdadeiras seriam chatas – justificam. Portanto, os algoritmos das redes impulsionam o que interessa, em detrimento da verdade. Isso provoca a situação tenebrosa, pela qual não mais sabemos qual foi, realmente, o fato.

Sociedades com grande uso dessas redes sociais estão sendo enormemente manipuladas. O que veem é uma radical afirmação daquilo que imaginam e pensam. Portanto, creem que suas imaginações são a verdade, levando as sociedades a ficarem fortemente divididas.

O modus operandi das redes sociais acaba, ao final, promovendo um ataque global contra a democracia. Nações estão sendo divididas porque votaram num ou noutro candidato e os grupos não querem mais conversar uns com os outros, provocando a degradação das democracias.

Trata-se de um problema com escala global, que acirra os ânimos. Leva à radicalização das opiniões, quando o bom termo é justamente ter uma compreensão compartilhada das opiniões.

Construímos estas coisas e agora, precisamos ter responsabilidade para modificá-las. É necessário mudar o rumo dos acontecimentos.

Algumas soluções se apresentam, como o forte regramento, com elaboração legislativa robusta, e até mesmo o banimento das redes.

Eis um debate de alta relevância, capaz de juntar gregos, troianos e goianos!

 

Empresas aumentam a busca por soluções de gestão dos custos de TI em meio à pandemia

Brasília-DF, 

Diariamente as organizações vivenciam novos desafios e a tecnologia é uma forte aliada nesta evolução. Durante o período de isolamento, em questão de poucos dias, as empresas tiveram que se adaptar a uma nova realidade e colocaram seus funcionários em trabalho remoto (home-office), disponibilizando diversos equipamentos de TI e serviços sob a responsabilidade destas pessoas. A fim de gerenciar os recursos disponibilizados e evitar surpresas em seus custos, houve um aumento da demanda das empresas por soluções na nuvem que pudessem lhes auxiliar neste controle. 

 

Uma das principais fornecedoras de software de gestão de telecom no Brasil, a Ativu, percebeu esta movimentação e rapidamente incorporou os ativos de TI à sua estratégia de atuação e, consequentemente, em seu software de gestão de custos. “Estamos sempre em busca de inovação do nosso software e serviços e, neste período tão difícil para todos, percebemos que podíamos ir além, uma oportunidade de ajudar nossos clientes a superar este desafio e se estruturarem para o novo normal”, segundo Ricardo Caldas, CEO da Ativu. 

 

Um software de gestão de custos de TI oferece a capacidade de gerenciar todo o inventário disponibilizado aos funcionários através de emissão eletrônica de termos de responsabilidade, analisa e audita os serviços faturados mensalmente versus o contrato, monitora a utilização destes recursos e possibilita a otimização dos serviços disponibilizados, tudo isso com processos centralizados em uma única plataforma.

 

Desta forma, podemos tirar aprendizados em meio ao cenário de crise e incertezas que todos estamos vivendo. A necessidade da gestão dos custos de TI não é de agora e não deve ser somente neste período. A tecnologia tem sido cada vez mais solicitada e necessária em nosso dia a dia e promover uma gestão eficiente destes custos pode levar a sua empresa a ter benefícios futuros.

Sobre o TEMControle: Software para Gestão de Custos de Ativos de TI com capacidade para analisar contratos, faturas e inventário físico, além de centralização de processos, otimização dos recursos e auditoria das cobranças dos ativos. A nova versão 9.0 está preparada para gerenciar os custos de: licença de software, aplicação SaaS, servidor, desktop, laptop, roteador, impressora, periféricos, tablet, IoT, vestível, equipamentos em centro de dados, PABX, telefone, URA, celular, smartphone, SIM card e outros.

imagem: Freepik

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