Capacitação em Brasília propõe uso estratégico da NR-1 para fortalecer gestão e saúde organizacional

O Sebrae DF realiza no dia 26 de fevereiro de 2026, das 18h às 20h, no SebraeLab, em Brasília, a capacitação “Cumprir a NR-1 é lei. Usá-la para crescer, é estratégia”.

O encontro tem como proposta apresentar a NR-1 além do cumprimento formal da legislação, destacando seu potencial como ferramenta de gestão para fortalecer lideranças, melhorar a comunicação interna e externa, prevenir riscos psicossociais e promover ambientes organizacionais mais saudáveis e produtivos.

Voltado a empresas de TI, provedores de internet, desenvolvedores de games, startups de base tecnológica e empreendedores em geral, o evento abordará temas como dimensão psicossocial da norma, cultura de cuidado, identidade organizacional, alinhamento de expectativas e engajamento de equipes.

A capacitação será conduzida por Denise Freitas, advogada e consultora em compliance empresarial, e Aline Albernaz, psicanalista e especialista em saúde mental no trabalho. As palestrantes são criadoras do modelo “Eixo da Clareza”, que integra compliance e saúde mental na estrutura organizacional.

As vagas são limitadas e as inscrições podem ser realizadas pelo link:
https://www.lojasebraedf.com.br/carrinho/895374ed22f4d70ab22a4288f4fe3fb73d340900

Observar ou acelerar? O dilema dos conselhos na era da transformação

No artigo de opinião publicado no portal Convergência Digital, a autora Luiza Pacheco Zequi destaca o dilema que os conselhos de administração e acionistas enfrentam na era da transformação digital: manter-se apenas como guardiões de riscos e conformidade ou assumir um papel mais ativo como aceleradores estratégicos da inovação e do crescimento sustentável.

Zequi argumenta que, diante da velocidade das mudanças tecnológicas, culturais e sociais, os boards precisam equilibrar suas funções tradicionais (como compliance e gestão de riscos) com temas emergentes — incluindo inteligência artificial, cenários futuros, liderança cultural e desenvolvimento de talentos — para guiar as organizações rumo a 2050.

Baseando-se em estudos e debates internacionais, ela aponta competências críticas que os conselhos devem cultivar até 2030 e ressalta que uma governança eficaz também passa por conectar capital, inovação e parcerias. No contexto brasileiro, a autora observa desafios na integração dos programas de fomento à inovação às agendas estratégicas das empresas.

A reflexão central é que adotar uma agenda de aceleração não é apenas uma opção estratégica, mas uma condição de sobrevivência e crescimento sustentável no cenário competitivo atual.

Convergência Digital — Observar ou acelerar? O dilema dos conselhos na era da transformação (opinião de Luiza Pacheco Zequi)
Foto: Luiza Pacheco Zequi

Governo brasileiro propõe uso de IA nas compras públicas para reforçar soberania digital

O governo brasileiro colocou o uso da inteligência artificial (IA) como eixo central para transformar as compras públicas e fortalecer a soberania digital, afirmou a ministra da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck, durante o AI Summit na Índia.

Dweck destacou que o modelo tradicional de licitações — focado no menor preço — não favorece a inovação e que o Brasil está migrando para uma abordagem orientada por políticas públicas e resultados, com instrumentos de contratação que priorizam interoperabilidade, evolução tecnológica e menor dependência de fornecedores.

Segundo a ministra, o governo já utiliza ferramentas digitais e analíticas para prevenir fraudes e planeja incorporar soluções de IA para apoiar a tomada de decisão nas contratações públicas. A estratégia também envolve uma plataforma comum para centralizar e padronizar aquisições, ampliando eficiência e escala.

Convergência Digital — Governo quer IA nas compras públicas por soberania digital (20/02/2026)

Finep lança jornada presencial pelo Brasil para impulsionar acesso a financiamento público

O governo federal, por meio da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), anunciou a iniciativa Finep pelo Brasil, uma série de eventos presenciais que vão percorrer cerca de 100 cidades entre 10 de fevereiro e 30 de abril para levar informação e orientação sobre financiamento público para empresas e instituições científicas.

O programa foi lançado no Rio de Janeiro (RJ) e contempla a divulgação de 13 editais de fomento, alinhados ao programa Nova Indústria Brasil (NIB), com R$ 3,3 bilhões em recursos não reembolsáveis para projetos de inovação tecnológica com foco em sustentabilidade, autonomia tecnológica e impacto social.

A ministra da Ciência, Luciana Santos, ressaltou que a iniciativa tem caráter estratégico para democratizar o acesso às oportunidades de fomento e aproximar a política pública de quem atua na produção de conhecimento e tecnologia. A proposta visa fortalecer a reindustrialização, geração de empregos e soberania tecnológica no País.

A Finep destacou ainda que, com o fortalecimento dos recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT), há capacidade ampliada de apoiar pesquisa, desenvolvimento e inovação, consolidando o papel da instituição na execução das políticas públicas de ciência e tecnologia no Brasil.

Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação – Portal Gov.br (2026)
Foto: Luara Baggi (ASCOM/MCTI)

Liderança despreparada trava crescimento em empresas de tecnologia

Especialista Juliana Ramos explica como problemas de liderança afetam decisões, autonomia das equipes e uso do tempo em ambientes de alta pressão

Pressão por entregas, decisões concentradas e falta de clareza estratégica têm limitado o desempenho de empresas de tecnologia. Em um ambiente de alta velocidade e competição intensa, esses fatores não apenas reduzem a eficiência operacional, como também afetam a capacidade de escalar com previsibilidade e qualidade, transformando a rotina de gestão em um ciclo permanente de urgências.

Nesta entrevista para o SINFORME, sócia-fundadora da Fidellize Gestão e Treinamento, Juliana Ramos, analisa como falhas de liderança impactam a priorização, a autonomia das equipes e a tomada de decisão. Ela explica que estruturar e capacitar a gestão, com objetivos claros, processos definidos e formação contínua, é condição essencial para sustentar crescimento, eficiência e competitividade sem comprometer a saúde organizacional.

“A formação contínua dos líderes promove o empilhamento de conhecimento em diferentes frentes, amplia a capacidade da equipe, eleva o nível de consciência para a tomada de decisão, reduz riscos e aumenta a previsibilidade das ações de gestão. Isso gera maturidade organizacional e sustenta o crescimento”, explica.

Sinforme – Em empresas de tecnologia, o tempo costuma ser tratado como recurso escasso. Na sua experiência, em que momento ele passa a se tornar um problema de gestão e não apenas de agenda?

Juliana Ramos – Quando tem muito trabalho, mas a empresa não avança, não cresce, tem uma agenda cheia, mas baixo impacto. Nesse caso o problema é falta de critério de decisão e de prioridade estratégica é quando o líder perde a clareza da condução estratégica e passa a só responder urgência em vez de conduzir o essencial.

Sinforme – Muitos líderes acumulam decisões operacionais e estratégicas no mesmo nível. Que efeitos essa sobreposição gera sobre a qualidade das decisões e sobre a equipe?

Juliana – Essa sobreposição enfraquece as decisões estratégicas pois o líder se envolve muito em detalhes operacionais, não capacita, nem delega responsabilidade para equipe isso gera o efeito dependência e sobrecarga, tanto para o líder quanto para o liderado.

Sinforme – Existe um ponto em que a dificuldade de priorizar deixa de ser pessoal e passa a revelar falhas de estrutura, processos ou cultura organizacional?

Juliana – Quando o problema é recorrente independente de quem ocupa o cargo, nesse caso o problema está na estrutura, processos ou cultura. Normalmente falta metas claras, processos estruturados e cultura bem definida.

Sinforme – Na formação de gestores, quais são os sinais mais recorrentes de que alguém foi promovido tecnicamente, mas ainda não estruturou uma lógica de liderança?

Juliana – Na minha experiência identifico que o sinal mais relevante sem dúvida é a falta de clareza de que o novo cargo exige novas habilidades, isso se evidencia pela centralização excessiva e pouca habilidade em desenvolver pessoas.

Sinforme – Empresas de tecnologia operam sob pressão constante por entrega. Como construir rotinas de gestão que sustentem desempenho sem operar permanentemente em modo de urgência?

Juliana – Criando rotinas de gestão previsíveis: Por meio do mapa de demandas e objetivos, cria-se fluxos e processos com critérios claros de prioridade estratégica para decisão e acompanhamento dessas rotinas de forma consistente.

Sinforme – O que muda na relação com o tempo quando um profissional deixa de ser executor e passa a responder por pessoas, projetos e resultados coletivos?

Juliana – Muda quase tudo pois o papel de líder exige um olhar 360º. Isso exige não só conhecimento mais habilidades comportamentais, capacidade de engajar pessoas em prol de um objetivo e não apenas executar e gerir tarefas.

Sinforme – Em equipes técnicas, a autonomia costuma ser valorizada. Como equilibrar autonomia com alinhamento, sem sobrecarregar o gestor nem gerar dispersão?

Juliana – Mantendo objetivo, processo e comunicação consistente, reforçando os valores como critérios para tomada de decisão. Autonomia sem alinhamento por vezes gera resultado ineficaz pois passa por viés pessoal, enquanto autonomia com alinhamento leva a resultado efetivo autonomia resultado efetivo.

Sinforme – A falta de clareza de papéis costuma aparecer como um problema de comunicação, mas muitas vezes é um problema de gestão. Como essa confusão se manifesta no dia a dia?

Juliana – A clareza de papeis vem de processos estruturado e comunicação assertiva e isso começa do alinhamento de expectativas que deve acontecer no momento da contratação ou promoção, quando isso não acontece é comum conflitos silenciosos, decisões duplicadas ou não tomadas. Comunicação sem estrutura não sustenta resultado.

Sinforme -Na sua visão, que tipo de decisão um gestor não deveria tomar sob pressão de tempo, mesmo em ambientes de alta velocidade como o setor de TIC?

Juliana – Decisões que envolvem valores, cultura e pessoas, costumo dizer que decisões que envolvem coisas, processos podem até serem tomadas de forma equivocadas, mas são passiveis de correção mesmo se houver prejuízo financeiro, porém esses três que citei aqui se tomada uma decisão errada além de prejuízos financeiros podem envolvem prejuízos na reputação que é um dos danos considerados mais difíceis de se recuperar.

Sinforme – Formação de liderança costuma ser tratada como treinamento pontual. O que muda quando ela é pensada como processo contínuo dentro da empresa?

Juliana – Formação contínua é evidência de um valor que fortalece muito a cultura da empresa que é a melhoria contínua por meio da formação, empilhamento de conhecimento em múltiplas frentes ampliando e capacitando a equipe, elevando o nível de consciência para tomada de decisão, mitigação de riscos, previsibilidade de ações em gestão, gerando maturidade que sustenta crescimento.

Sinforme – Que hábitos de gestão você percebe como mais determinantes para formar líderes capazes de sustentar crescimento sem desgaste excessivo da equipe?

Juliana – Capacitação da equipe de forma continuada, visão clara, comunicação assertiva, reuniões regulares, formalização de protocolos.

Sinforme – Em organizações em expansão, como evitar que o crescimento da operação venha acompanhado de perda de qualidade nas decisões e no uso do tempo?

Juliana – Crescimento precisa vir acompanhado de estrutura, processos e líderes posicionados de forma estratégica, pois se o crescimento vem mais rápido que a maturidade, a empresa entra no modo reativa o que inevitavelmente reflete na qualidade do serviço e resultado da empresa. Execução de planejamento estratégico é o que sustenta a escalabilidade.

Sinforme – Para gestores que lideram outras lideranças, qual costuma ser o maior desafio: delegar decisões, acompanhar resultados ou lidar com as consequências das escolhas feitas por terceiros?

Juliana – Eu considero que o maior desafio é lidar com as consequências das escolhas mal feitas por terceiros, pois os outros dois desafios requerem habilidade técnico o que normalmente líder de líderes já domina, porém, esse desafio relacionado a consequência decisão de terceiros requer habilidade comportamental que continua sendo mais desafiador para líderes

Sinforme – Se você tivesse que apontar um ajuste de gestão que gera impacto imediato na forma como líderes usam o tempo e conduzem pessoas, qual seria e por quê?

Juliana – Clareza absoluta de objetivo, isso organiza o tempo direciona energia e gera colaboração

ABES lança China Innovation Discovery Mission para conectar empresas brasileiras ao ecossistema chinês

A ABES (Associação Brasileira das Empresas de Software) promove o lançamento da China Innovation Discovery Mission, iniciativa que levará empresas brasileiras ao principal ecossistema de inovação da China, com visitas a polos tecnológicos estratégicos como Pequim e Shenzhen. A proposta é aproximar empresas nacionais de hubs globais de tecnologia, inovação e negócios.

O lançamento será apresentado em uma live online, na qual serão detalhadas a agenda da missão, as visitas ao Zhongguancun Forum e a outros hubs tecnológicos, além das oportunidades para geração de parcerias e negócios internacionais. O encontro contará com a participação de Rodolfo Fücher (ABES) e Feng Bo (Zhongguancun – ZGC).

A iniciativa busca mostrar como o ecossistema chinês pode servir de referência em escala, velocidade e inovação, auxiliando empresas brasileiras a acelerar sua inserção global.

Data: 11 de fevereiro de 2026
Horário: 8h30
Formato: Online e ao vivo
Inscrição: https://us02web.zoom.us/webinar/register/WN_EpsqTQp-TKSmCk_TyGwFcQ

Cientista brasileira desenvolve tecnologia solar que filtra água da chuva

A biotecnologista baiana Anna Luísa Beserra criou uma tecnologia solar sustentável capaz de filtrar e desinfetar água da chuva armazenada em cisternas, tornando-a própria para consumo humano. A solução, chamada Aqualuz, é de baixo custo e já beneficia comunidades rurais no Brasil e em outros países da América Latina, enfrentando a falta de acesso à água potável — um problema histórico em regiões como o Nordeste.

A inventora é fundadora da SDW for All e já desenvolveu outras tecnologias voltadas ao saneamento rural, com impacto socioambiental significativo. O projeto já rendeu reconhecimento internacional a Beserra, que recebeu o prêmio Jovens Campeões da Terra, concedido pela ONU Meio Ambiente, sendo a única brasileira a conquistar essa honraria.

Fonte: Brasil247 — Cientista brasileira cria tecnologia solar que filtra água da chuva, por Aquiles Lins.
Biotecnologista baiana Anna Luísa Beserra desenvolveu uma tecnologia solar capaz de filtrar e desinfetar a água armazenada em cisternas, tornando-a própria para consumo humano. (Foto: Divulgação)

Analistas destacam importância de fundos públicos para inovação, produtividade e transição no Brasil

No editorial “Por que fundos públicos são essenciais para produtividade, inovação e transição no Brasil”, publicado no portal Brasil247, especialistas argumentam que fundos públicos de apoio à ciência, tecnologia e inovação desempenham um papel central no fortalecimento da economia brasileira. Esses mecanismos — como recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT) e outros fundos setoriais — são apontados como essenciais para reduzir lacunas de financiamento, estimular pesquisa e desenvolvimento (P&D) e elevar a produtividade das empresas e do setor público.

O texto ressalta que, sem uma base sólida de recursos públicos, muitos projetos de tecnologia e inovação enfrentam barreiras de acesso a capital e riscos elevados que desencorajam investimentos privados, principalmente em fases iniciais de desenvolvimento tecnológico. Por isso, mecanismos de fomento público são vistos como instrumentos que podem facilitar a transição digital e tecnológica da economia brasileira, além de promover maior competitividade e sustentabilidade no longo prazo.

Fonte: Brasil247 — Por que fundos públicos são essenciais para produtividade, inovação e transição no Brasil (portal Brasil247).
Por que Fundos Públicos são essenciais para produtividade, inovação e transição no Brasil (Foto: Agência Brasil )

 

Comissão da Câmara aprova projeto que incentiva inovação e tecnologia em regiões com menor IDH

A Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei nº 6269/2023, que cria incentivos para a implantação e fortalecimento de atividades de inovação e tecnologia em regiões brasileiras com menor Índice de Desenvolvimento Humano (IDH). A proposta segue para análise de outras comissões antes de ser votada no Plenário. (camara.leg.br)

O objetivo do projeto é descentralizar políticas de inovação, ampliando o acesso a incentivos fiscais, financiamentos e apoio técnico para empresas, startups e instituições de pesquisa instaladas em áreas historicamente desfavorecidas no país. A proposta busca reduzir desigualdades regionais por meio da promoção de tecnologia, ciência e empreendedorismo local, fortalecendo ecossistemas inovadores fora dos grandes centros urbanos.

Entre os mecanismos previstos estão a liberação de recursos prioritários para infraestrutura tecnológica, apoio a projetos de P&D, incentivos para capacitação profissional em tecnologia e estímulos à cooperação entre universidades, governo e setor produtivo. A expectativa é que essas medidas contribuam para o desenvolvimento econômico e social das regiões com menor IDH.

Fonte: Câmara dos Deputados — Comissão aprova projeto que incentiva inovação e tecnologia em regiões com menor IDH no Brasil (publicado em 09/02/2026).
Foto: Julio Cesar Ribeiro, relator do projeto de lei

MCTI e Finep lançam R$ 3,3 bilhões em editais para projetos da Nova Indústria Brasil

O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) anunciaram, em 6 de fevereiro de 2026, o lançamento de 13 editais com recursos não reembolsáveis de R$ 3,3 bilhões destinados a projetos de inovação e reindustrialização no âmbito da Nova Indústria Brasil (NIB).

Os editais são voltados a empresas brasileiras de todos os portes que apresentem propostas de desenvolvimento tecnológico alinhadas às linhas temáticas da NIB: cadeias agroindustriais, saúde, infraestrutura, transformação digital, transição energética e defesa nacional.

A iniciativa busca promover sustentabilidade, autonomia tecnológica, geração de empregos e renda, além de reduzir dependência externa e fortalecer a competitividade nacional. Os recursos poderão ser usados em gastos de pessoal, consultoria, equipamentos e materiais de consumo, entre outros itens financiáveis.

O anúncio foi feito durante reunião do Movimento Empresarial de Inovação (MEI), em São Paulo, e inclui também uma chamada para o Programa Conhecimento Brasil, voltado à atração e fixação de talentos científicos no país.

Fonte: Governo do Brasil — MCTI e Finep anunciam R$ 3,3 bilhões para projetos alinhados à Nova Indústria Brasil (publicado em 6/02/2026).
O anúncio do lançamento dos editais foi feito durante a reunião presencial do Comitê de Líderes da Mobilização Empresarial pela Inovação. Foto: Rodrigo Cabral (ASCOM/MCTI)

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