Artigo defende uso inteligente da Inteligência Artificial no ensino superior

O artigo “Contramanifesto e o estímulo inteligente à utilização da tecnologia” questiona iniciativas que defendem a proibição do uso de inteligência artificial generativa (IA) nos processos de ensino-aprendizagem no ensino superior. O texto argumenta que negar o acesso a tecnologias amplamente utilizadas no mundo real compromete a formação adequada dos estudantes.

A autora compara o atual receio em relação à IA à resistência enfrentada, no passado, pela introdução das calculadoras nas escolas, destacando que grandes disrupções tecnológicas costumam gerar desconforto, mas também impulsionam inovação. Segundo o artigo, a educação precisa evoluir continuamente para acompanhar as transformações sociais e tecnológicas.

O texto defende que a integração consciente da IA em sala de aula pode fortalecer o pensamento crítico, desde que os alunos sejam incentivados a questionar resultados, compreender limites da tecnologia e utilizá-la de forma responsável. Proibir o uso, segundo a análise, tende a estimular práticas ocultas e impede que a universidade cumpra seu papel de preparar os estudantes para o futuro.

O artigo conclui que o ensino superior deve promover curiosidade, reflexão e capacidade crítica, utilizando a tecnologia como aliada no processo educativo, e não como ameaça.

Fonte: Público (Portugal) — Contramanifesto e o estímulo inteligente à utilização da tecnologia, por Joana Mendonça.

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