IA, produtividade e o novo valor do potencial humano

O artigo “IA, produtividade e o novo valor do potencial humano”, publicado no Capital Digital, analisa como a inteligência artificial está redefinindo o conceito de produtividade no trabalho e nas organizações. Segundo o texto, o uso da IA não deve ser visto apenas como ferramenta de automação, mas como um meio de ampliar as capacidades humanas, permitindo que pessoas se concentrem em atividades criativas, estratégicas e de maior valor agregado.

A análise destaca que a adoção responsável da IA pode gerar ganhos significativos de eficiência, desde que acompanhada de qualificação profissional, mudanças culturais e novos modelos de gestão. O autor argumenta que o verdadeiro diferencial competitivo passa a ser o potencial humano ampliado pela tecnologia, e não apenas a substituição de tarefas por sistemas automatizados.

O texto conclui que governos, empresas e instituições precisam investir em educação, capacitação e políticas públicas, para garantir que a IA contribua para crescimento econômico, inclusão e desenvolvimento sustentável.

Fonte: Capital Digital — IA, produtividade e o novo valor do potencial humano
Foto: Niki Armstrong / Capital Digital

A tecnologia redefine modos de ver e ouvir — da fotografia à voz artificial

No artigo “Fotografia, voz e tecnologia”, o autor Gustavo Martins de Almeida discute como as inovações tecnológicas ao longo da história — como a fotografia no início do século XX — transformaram práticas culturais e suscitaram debates sobre arte, técnica e direitos legais. Ele relembra que, enquanto a fotografia demorou a ser reconhecida como forma de arte nas leis de direitos autorais, hoje tecnologias de conversão de texto em voz (TTS) e inteligência artificial estão provocando mudanças semelhantes no mercado editorial, especialmente no uso e produção de audiolivros, permitindo sintetizar vozes artificiais com variadas entonações e sotaques.

O texto ressalta que, embora a Constituição Federal proteja a voz humana, não há proteção legal clara para a voz artificial, gerando desafios jurídicos para narradores e dubladores diante da automação crescente dessa produção sonora. A tecnologia TTS já torna possível converter textos em áudio com agilidade, potencialmente substituindo parte do trabalho humano e levantando questões sobre autorização e remuneração na transformação de obras escritas em formatos falados.

O editorial conclui refletindo sobre os impactos dessas transformações tecnológicas no mercado editorial, ressaltando que avanços disruptivos continuam a moldar diferentes formas de consumo de conteúdo e exigem atenção dos profissionais e do Direito para acompanhar tais mudanças no uso de tecnologia aplicada à voz e à imagem.

Fonte: PublishNews — Fotografia, voz e tecnologia (15/01/2026).

Artigo defende marco federal para regulamentar a Inteligência Artificial no Brasil

O artigo “Regulamentar a IA no Congresso para proteger direitos e inovação”, publicado no Congresso em Foco em dezembro de 2025, argumenta que o Congresso Nacional deve aprovar um marco regulatório federal para a inteligência artificial (IA), capaz de oferecer **coerência normativa, proteção a direitos fundamentais e estímulo à inovação tecnológica.

O autor ressalta que a IA já está presente em áreas como saúde, educação e serviços públicos, e que o crescimento rápido dessa tecnologia expõe lacunas legais que precisam ser preenchidas para evitar uma fragmentação normativa entre diferentes estados e níveis de governo. Pilares propostos incluem a classificação de sistemas por risco, a responsabilidade compartilhada de desenvolvedores e operadores por danos causados e a integração com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), exigindo avaliações de impacto de privacidade e restrições ao uso de bases sensíveis sem consentimento.

O artigo também sugere a adoção de mecanismos operacionais claros, como auditorias independentes, identificação obrigatória de conteúdo gerado por IA e uma estrutura institucional coordenada pela Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) em conjunto com agências setoriais competentes. Segundo o texto, uma regulação bem desenhada amplia a confiança dos usuários, reduz riscos de fraudes, atrai investimentos e estimula inovação responsável, além de mitigar riscos, como fraudes com deepfakes, que cresceram significativamente no Brasil em 2025.

O autor conclui que sem um marco federal claro e efetivo, o Brasil corre o risco de transformar uma vantagem tecnológica em fonte de desigualdade e insegurança jurídica, sugerindo que uma regulação equilibrada pode posicionar o país como referência responsável no cenário global da IA.

Fonte: Congresso em Foco — Regulamentar a IA no Congresso para proteger direitos e inovação (23/12/2025).

Opinião: “Rumo ao analógico” repensa o papel do digital no futuro

No artigo “Rumo ao analógico, por vias que eu não pensei antes!”, o autor Jeovani Salomão defende uma reflexão profunda sobre o equilíbrio entre o digital e o analógico na sociedade contemporânea. Embora reconheça a importância e o avanço das tecnologias digitais — especialmente da inteligência artificial e seu impacto transformador — o texto propõe que o verdadeiro propósito da digitalização deve ser melhorar a vida humana, e não apenas acelerar processos ou concentrar poder econômico.

Salomão argumenta que a tecnologia não pode ser um fim em si mesma: é preciso que ela se volte para valores humanos como amor, acolhimento e bem-estar social, integrando o digital com características que ele associa ao analógico — aquilo que não pode ser reduzido a zeros e uns, como relações humanas e experiências subjetivas.

O autor também ressalta que os avanços atuais em IA generativa e aprendizado de máquina decorrem de fatores como maior poder computacional, abundância de dados e algoritmos aperfeiçoados, mas que é essencial manter foco na compreensão humana, já que a própria IA tenta imitá-la como modelo de inteligência.

Em última análise, a coluna convida a sociedade a debater como tecnologia e humanidade podem coexistir de forma equilibrada, para que os benefícios do digital não se sobreponham aos valores humanos fundamentais.

Fonte: Capital Digital — Rumo ao analógico, por vias que eu não pensei antes!, por Jeovani Salomão.

Tecnologias nas Guerras: A Criatividade Humana e o Futuro

O colunista Gilberto Namastech, no iG Tecnologia, discute como a criatividade humana sempre esteve presente no desenvolvimento de tecnologias militares — muitas das quais tiveram impacto decisivo em conflitos e, posteriormente, em partes da vida civil. Ele traça uma linha histórica que vai desde invenções antigas, como o estribo que transformou a cavalaria, até inovações contemporâneas como drones e guerra cibernética, mostrando que grande parte da tecnologia que hoje conhecemos passou por aplicação bélica em algum momento.

O texto ressalta que, ao longo dos séculos, armas e ferramentas de combate impulsionaram avanços tecnológicos como a pólvora, veículos submarinos e aviação militar, com efeitos que moldaram estratégias militares e estruturas de poder global. Conflitos modernos, como o entre Rússia e Ucrânia, ilustram o papel central de tecnologias como drones e ataques digitais, que mudaram a natureza dos combates e reduziram distâncias físicas entre agressor e alvo.

Namastech também aborda o futuro da guerra, apontando para robótica autônoma, inteligência artificial e bioengenharia aplicada a soldados como possíveis próximos grandes vetores de inovação militar — com profundas implicações éticas. Além disso, ele destaca as consequências sociais e ambientais decorrentes de conflitos armados, incluindo desigualdades tecnológicas entre nações e o impacto ecológico das atividades bélicas.

O autor conclui com um convite à reflexão ética, questionando se a humanidade deve continuar a direcionar sua criatividade para destruição ou redirecioná-la a fins pacíficos e regenerativos, como a solução de desafios globais e a promoção de cooperação internacional.

Fonte: iG Tecnologia, coluna de Gilberto Namastech — “Tecnologias nas Guerras: A Criatividade Humana e o Futuro”.

As Incríveis Mulheres da Ciência e da Tecnologia

Por – Gilberto Namastech

Mulheres na Ciência e na Tecnologia – Legados para a Humanidade

A ascensão das mulheres em posições de liderança na ciência e tecnologia não é um fenômeno recente, mas ganha novos contornos na era digital. Se antes suas contribuições eram apagadas ou subvalorizadas, hoje protagonistas históricas e contemporâneas inspiram mudanças, mostrando que a diversidade de gênero é essencial para a inovação. Nesse texto escrito com o máximo carinho, por ocasião do dia internacional da Mulher, eu apresento alguns exemplos globais e brasileiros que ilustram uma jornada heróica, ressaltando a importância das mulheres para o avanço científico e tecnológico da humanidade.

Pioneiras Globais: Das Sombras ao Reconhecimento

Condessa Ada de Lovelace Primeiro Algorítimo do Mundo

Ada Lovelace (Inglaterra, 1815-1852): Poucas pessoas sabem que a Era da Informática tem um DNA feminino que atendia pelo título de Condessa de Lovelace. Sim, a britânica Ada Lovelace, formada em Matemática, criou o primeiro algoritmo para ser processado por uma máquina, sendo a primeira programadora da história. Entenda, ela não foi apenas a primeira mulher a escrever um código, o que já seria um feito histórico, foi a primeira pessoa da humanidade a escrever linhas de códigos. Podemos considerar, portanto, que a inteligência matemática de uma mulher deu início a uma transformação exponencial da história, iniciando a chamada Era Digital da humanidade.

Confira a matéria completa na íntegra.

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