Quinta, 18 de Janeiro de 2018

Escrito por Publicado em Destaques Sinfor Janeiro 09 2017

O Sindicato das Indústrias da Informação do Distrito Federal (SINFOR/DF) informou, nesta segunda-feira (9), que os empresários do setor de Tecnologia da Informação e Comunicações (TIC) avaliam a possibilidade de desistir dos investimentos previstos para o Parque Tecnológico Capital Digital.

O recuo dos empreendedores locais foi motivado pela aprovação do Projeto de Lei Complementar (PLC) nº 76/16 pela Câmara Legislativa do Distrito Federal. O documento altera o nome do local para BIOTIC no intuito de incluir a Biotecnologia nas áreas de “comunidades, agricultores e indústrias, tais como: agropecuária, alimentos, farmacêuticas, perfumes e cosméticos”. O texto final será sancionado nesta terça-feira (10) pelo governador Rodrigo Rollemberg.

“Trabalhamos durante 15 anos em um projeto coerente, que segue os padrões internacionais. As alterações aprovadas prejudicam a sinergia necessária para a criação de um ambiente de crescimento tecnológico”, disse Ricardo Caldas, presidente do Sinfor/DF. “Se a ideia é edificar um aglomerado de empresas de setores diferentes, teremos um novo modelo de Áreas de Desenvolvimento Econômico, que já foram testados e frustrados em Brasília por diversas vezes”.

De acordo com o presidente do Sinfor/DF, as empresas filiadas à entidade possuem investimentos próprios e capacidade para atrair mais de R$ 500 milhões em investimentos para uma área com potencial para se tornar o novo polo de TIC mundial. Caso o governo insista no modelo que inclui instituições como a Embrapa, o recurso será realocado e poderá ser destinado à construção de um empreendimento no Entorno de Brasília, por exemplo.

“O Goiás, aliás, está muito à frente do Distrito Federal no que se refere à concessão de benefícios para atrair os setores empresariais. Não descartamos lançar um projeto próximo daqui, o que culminaria em prejuízos para o Governo do DF em termos de arrecadação, geração de renda e emprego”, afirmou Ricardo Caldas.

Segundo dados do Sinfor/DF, o setor de Tecnologia da Informação gerou mais de R$ 3,1 bilhões em faturamento em 2015. Somente com o segmento de Informática, foram arrecadados cerca de R$ 240 milhões em Imposto Sobre Serviços (ISS) no período entre 2015 e 2016. Trinta mil postos de trabalhos são ocupados atualmente. Com a construção do PTCD, outros 60 mil empregos deverão ser criados.  

 


Escrito por Publicado em Destaques Sinfor Dezembro 21 2016

Qualificação de profissionais, avanços nas negociações com o governo, novas perspectivas de relacionamento entre patrões e funcionários. O Sindicato das Indústrias da Informação do Distrito Federal (SINFOR/DF) finaliza as atividades de 2016 com bons resultados a serem comemorados e projeções inéditas para o próximo ano. O balanço foi divulgado no Relatório de Atividades, apresentado na reunião de Diretoria, na quinta-feira (15/12).

O Sinfor constituiu Grupo de Trabalho focado na edificação do Parque Tecnológico Capital Digital. Foram mais de 30 reuniões internas e dezenas de encontros com autoridades e tomadores de decisões para efetivar o projeto, que deverá gerar mais de 60 mil empregos diretos com a construção do Pólo de Tecnologia na Capital Federal.

As discussões contaram com a presença de empresários, lideranças patronais e laborais, autoridades do executivo, legislativo e judiciário, tanto distritais como federais. Como líder do setor, o Sinfor respondeu ao chamamento e entregou ao Governo do Distrito Federal a Manifestação de Interesse Privado – MIP, com sugestões de modelos de construção e administração do espaço. O Sindicato também acompanhou de perto o lançamento do projeto e, atualmente, a contratação de agente financeiro que será responsável pela gestão do fundo de investimento.

Para o próximo ano, a projeção é de que o GDF realize as contratações, para iniciar o projeto de construção, com o apoio do governo, empresários do DF, investidores internacionais e academia. “Nas reuniões que tivemos com o governador Rodrigo Rollemberg e o secretariado conseguimos identificar a vontade política, e a correção do rumo que até então faltava ao processo. Estamos confiantes nos próximos passos e alertas para que sejam eficientes”, afirma Ricardo Caldas, presidente do Sindicato.

Outras sete comissões foram criadas para atuar em temas diversos, dos quais se destacam: o desequilíbrio das relações contratuais com o Governo Federal; negociação da convenção coletiva de trabalho; solicitação de consulta pública ao decreto de regulamentação do ISS; atenção à Consulta Pública sobre a reformulação da Instrução Normativa nº 02/2008, apresentando sugestões e proposições para serem devidamente avaliadas e absorvidas pela Coordenação Geral de Normas; acompanhamento do lançamento do Edital para TIC pela FAP DF; entre outros.

Os diretores estiverem presentes em mais de 400 projetos da área de TI analisados no âmbito do Sinfor ou de entidades parceiras. Os associados contam com 11 novos serviços conveniados, para atenderem com benefícios especiais as demandas pessoais e empresariais. Mais de 60 profissionais foram capacitados em cursos ofertados por entidades parceiras ou conveniadas ao Sinfor/DF.

 

Para o próximo ano, haverá reforço nas ações de integração do setor. Serão retomados, por exemplo, os encontros HOB de TI. Além disso, o Prêmio Sinfor será reformulado e deverá ser ainda mais atrativo para as empresas locais. A Comunicação do Sindicato também foi ampliada para divulgar resultados e melhor informar os empresários de TI do DF.  


Escrito por Publicado em Destaques Sinfor Dezembro 14 2016

Representantes da Indústria, do Comércio e de Serviços, acadêmicos e autoridades do governo Federal e Distrital se reuniram, nesta quarta-feira (7), em confraternização promovida pela Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação do Distrito Federal (Assespro/DF).  Além da comemoração de fim de ano, o jantar marcou a troca de gestão da entidade.

“O presidente Marco Tulio Chaparro e o futuro presidente Christian Tadeu estão de parabéns pela realização deste evento. O fato de terem congregado tantas pessoas importantes do nosso setor, empresários, colaboradores e autoridades é muito importante. Isso dá mais credibilidade e visibilidade para a TI, que é importantíssima para o Distrito Federal”, parabenizou Ricardo Caldas, presidente do Sindicato das Indústrias da Informação do DF (Sinfor/DF).

Os avanços e os desafios do mercado de Tecnologia e Inovação foram os temas mais citados no encontro. A reunião dos principais agentes e tomadores de decisões foi propícia para prospectar o cenário esperado para de 2017.  “Talvez a sociedade de Brasília não tenha a dimensão da força e do valor que a TI tem. O nosso setor hoje, talvez tenha a maior arrecadação dentre Comércio, Serviços e Indústria no DF”, afirmou Ricardo Caldas.

O chefe de gabinete da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República e ex-vice-governador do DF, Tadeu Filippelli, se declarou otimista quanto à projeção para o próximo ano. “Inquestionavelmente, independente de se tratar de áreas públicas ou privadas, o segmento de informática e a Tecnologia da Informação pode esperar um crescimento fantástico. Dia a dia, nós somos surpreendidos pela evolução de tecnologia, pelas facilidades e ferramentas que são colocados à nossa disposição. Portanto, acho que hoje a área de TI, se comparada a outras atividades comerciais no Brasil, teve sim um desempenho diferenciado”, disse.

Para Filippelli, no momento de crise é necessário investir em sistemas que possam ajudar. “Eu entendo que seja uma das grandes fontes de demanda de serviço em todo Brasil. Não é por acaso, que hoje temos grandes empresas no Brasil que surgiram aqui de Brasília”, pontuou. 

O chefe de Gabinete do deputado distrital Claudio Abrantes, Amaury Pessoa, disse que a grande aposta da Câmara Legislativa é a construção do Parque Tecnológico Capital Digital. “Tivemos uma audiência pública que apontou ser esse o grande destaque da Tecnologia para o próximo ano. Nós, entretanto, só podemos promover a discussão e convidar o Executivo a realizar o projeto. Ele (o Executivo) precisa ser sensível às questões da sociedade. Penso que o Parque é o caminho para Brasília. O secretário de Ciência e Tecnologia é um entusiasta e tem articulado com as demais áreas do governo. Se depender da vontade dos empresários, da Câmara Legislativa e do governo local, o Parque vai sair do papel ainda em 2017”, enfatizou.

Rubens Almeida, chefe de Gabinete da deputada distrital Sandra Faraj, reforçou a oportunidade de gerações de emprego e renda para a população. “Nós priorizamos todos os projetos que culminam em geração de empego e a Tecnologia da Informação é um dos setores que mais criam postos de trabalho. Estamos atentos aos incentivos fiscais. Acreditamos que o governo arrecada muito mais se for capaz de suprimir multas e juros, pois facilita aos empresários estarem em dia com suas contribuições. Qualquer projeto que chegar até o gabinete nesse sentido, será tratado com a devida urgência”, comentou.

Marco Tulio Chaparro ressaltou a participação dos empresários nas entidades representativas e agradeceu o apoio do setor ao longo do período em que esteve à frente da Assespro/DF. “Há quatro anos, a Assespro tinha outra formação. Foi um trabalho árduo até chegarmos ao time que temos hoje. Nós aumentamos em 300% o número de associados e em 500% a arrecadação da entidade. Com isso, conseguimos ter pessoas do nível dos senhores, que estão aqui nos prestigiando nesta noite, e melhoramos nossa interlocução com o governo e com o mercado”, comemorou. 

O novo presidente da entidade, Christian Tadeu, pediu mais interação para ter avanços ainda mais substanciais. “Neste mercado, tem que haver união. Todos os outros setores têm seus representantes no governo. Precisamos estar unidos para sermos mais fortes. Temos a melhor arrecadação entre as entidades do Distrito Federal e precisamos que o governo nos escute, mas isso só será possível com a participação de todos”, afirmou.

Também participaram do jantar o secretário-adjunto do Trabalho e Empreendedorismo do DF, Thiago Jarjour, o assessor de assuntos Institucionais do Departamento de Ciência e Tecnologia do Exército, o general Aderico Matiioli, o assessor Parlamentar Fecomércio-DF, Athayde Passos da Hora, o presidente da Associação de Startups e Empreendedores Digitais – ASTEPS, Hugo Giallanza e outras autoridades.

 


Escrito por Publicado em Tecnologia da Informação Dezembro 09 2016

Entre as autoridades presentes no Fórum estiveram: o secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos (SCTIE), do Ministério da Saúde, Marco Fireman; o coordenador-geral de Saúde e Biotecnologia, da Secretaria de Políticas e Programas de Pesquisa e Desenvolvimento (SEPED), do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Luiz Henrique Mourão do Canto Pereira; e os deputados federais Izalci Lucas (PSDB/DF) e Hiran Gonçalves (PP/RR). O Novo Marco Legal da Ciência, Tecnologia e Inovação, sancionado em janeiro de 2016, foi amplamente referenciado pelos conferencistas presentes, que destacaram a importância das parcerias entre governo, indústria e universidade para o desenvolvimento tecnológico do país.

"No Brasil tem lei que pega e lei que não pega". Foi assim que o deputado federal Izalci Lucas (PSDB/DF) iniciou a sua fala na mesa de abertura do Fórum. O parlamentar ressaltou que não existe pesquisa sem aproximação com o pesquisador, com o setor industrial, setor comercial e com o governo, mas observou a demora na divulgação do novo Marco Regulatório de Inovação. "Sequer conseguimos divulgar as mudanças adotadas no novo Marco Regulatório", disse. Izalci destacou que o Brasil "gasta muito e gasta mal" e que é preciso inovar e ampliar com vistas para a ampliação do acesso. "Para isso temos que ter ousadia para fazer. No caso da inovação, fizemos exatamente tudo o que os segmentos pediram. O que falta é divulgar, torná-la pública para que a sociedade possa utilizar tudo o que foi aprovado", finalizou.

O deputado federal Hiran Gonçalves (PP/RR) destacou que a inovação tecnológica em saúde é um grande desafio para todos devido à velocidade em que é desenvolvida. "As inovações correm mais rápido do que damos conta de colocar as tecnologias à disposição da população", argumentou. Para ele, a forma de funcionamento do Sistema Único de Saúde precisa ser revista para que possa promover saúde com qualidade a quem precisa. "O SUS deve passar por um período de reavaliação e reconstrução. Do jeito que é não vamos conseguir oferecer saúde da forma como preconizamos. Essa é a realidade do nosso país", concluiu.

O Secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos (SCTIE), do Ministério da Saúde, Marco Fireman, destacou que a nova legislação trouxe uma regulamentação importante, pois quebrou paradigmas, especialmente no que se refere às parcerias. "Não há modelo no mundo que não tenha a participação dos laboratórios, em atuação conjunta com a indústria e com o governo. A indústria tem um papel importante". Segundo ele, hoje há cerca de 81 PDPs em funcionamento que terão suas ações favorecidas com o novo marco. "Teremos laboratórios de pesquisa multidisciplinar, que funcionarão em agências públicas apadrinhadas pelas empresas privadas", comemorou.

O coordenador-geral de Saúde e Biotecnologia, da Secretaria de Políticas e Programas de Pesquisa e Desenvolvimento (SEPED), do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Luiz Henrique Mourão do Canto Pereira também discursou sobre o Marco Regulatório, descrevendo-o como um avanço, que, apesar dos vetos, conta com medidas de contingência que visam assegurar a sua configuração inicial. Mourão destacou o acesso à biodiversidade, que já possui lei e decreto próprios. "Isso dá uma segurança jurídica maior aos atores envolvidos. O Brasil possui um potencial grande e a área de saúde será grande beneficiária". Ainda, ao explicar que os avanços no país são mais lentos que nos demais similares, traçando um comparativo com a Coréia, o especialista disse que o "o Brasil não aceita o risco e tolera o fracasso". E finalizou salientando que: "o maior desafio é gerar riqueza através do conhecimento" , elogiou a eficácia das parcerias público/privadas, citando que a velocidade das transformações ainda compromete o progresso tecnológico no país.

O evento se seguiu com as apresentações de palestras pelos conferencistas integrantes da mesa técnica do evento: Rafael Henrique Rodrigues Moreira, diretor de Tecnologias Inovadoras da Secretaria de Inovação e Novos Negócios do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (SI/MDIC); Fotini Santos Toscas, assessora do Departamento do Complexo Industrial e Inovação em Saúde da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde (SCTIE/MS); Álvaro Abackerli, assessor da presidência da Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (EMBRAPII); Artur Couto, diretor do Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos); e Gerson José Lourenço, coordenador-geral do comitê executivo do Fórum de Assessorias Parlamentares de Entidades de Ciência, Tecnologia, Inovação e Educação (CTIE). O debate foi moderado pelo médico e assessor do Instituto Butantan, Flávio Vormittag. A cobertura completa está disponível em www.acaoresponsavel.org.br e na fanpage do Programa Ação Responsável (www.facebook.com/AcaoResponsavel).

Fonte: Portal Terra

 

Escrito por Publicado em Tecnologia da Informação Dezembro 09 2016

O Grupo Algar, gigante mais conhecido por sua atuação em tecnologia de informação e comunicação, está de olho em pequenas empresas de alto crescimento.

Por meio da Algar Ventures, iniciativa de venture capital (capital de risco), a gigante fará um programa de inovação aberta. A iniciativa conta com a parceria da organização de fomento ao empreendedorismo Endeavor.

O Algar Ventures Open procura scale-ups (empresas de alto crescimento) nos setores de tecnologia da informação e comunicação (TIC), agronegócios, turismo, entretenimento e energias renováveis. O objetivo é encontrar soluções novas para os produtos atuais da empresa, além de buscar oportunidades de novos negócios.

Os critérios de seleção incluem o perfil do empreendedor, como papel de liderança e impacto no ecossistema; características do negócio, como potencial para escalar, inovação, histórico e apelo a investidores; e o timing do negócio, o que está ligado ao crescimento do faturamento ou do número de usuários.

Alguns modelos de negócio procurados pela Algar são alimentos funcionais que tragam benefícios para a saúde humana; ferramentas e tecnologias para a gestão eficiente das cidades e de ambientes urbanos (Internet das Coisas); inteligência cognitiva para facilitar o relacionamento entre empresa e consumidor; plataformas que promovam a melhor experiência do consumidor final (online e offline); soluções que promovam o ganho de produtividade na gestão do ambiente de tecnologia de empresas (Big Data, Analytics, Cloud); soluções para a gestão da saúde e bem estar; soluções para geração de energias renováveis; oferecimento de experiências diferenciadas do consumidor para complexos turísticos; e tecnologia para nutrição animal.

Ao todo, 15 empresas serão selecionadas e passarão por um processo de aceleração com duração de seis meses. Os interessados terão até o dia 5 de março de 2017 para se inscreverem no site do Algar Ventures Open. O resultado será divulgado no dia 31 de março. O programa terá o custo de três mil reais para cada empresa participante, sendo que o valor poderá ser parcelado em até seis vezes.

O Algar Ventures Open é feito de três etapas: Aceleração, Conexão Algar Ventures e Networking. A primeira compreende todo o trabalho de mentoria: serão feitas combinações entre cada uma das 15 scale-ups e um mentor-padrinho, da rede da Endeavor, para acompanhá-las ao longo do processo e auxiliar na superação de seus maiores desafios de crescimento.

Já no Conexão Algar Ventures, os participantes terão acesso às unidades de negócios e a executivos do Grupo Algar, possibilitando a troca de conhecimento entre as empresas e eventuais investimentos por parte da Algar Ventures. Por fim, a etapa Networking acontecerá durante todo o programa, por meio das conexões e trocas de experiência entre os próprios participantes.

“Com isso, esperamos que elas possam crescer de forma acelerada e sustentável”, afirmou Clau Sganzerla, vice-presidente de Estratégia e Inovação da Algar, em informe da empresa sobre a aceleração.

As mentorias acontecerão tanto presencialmente, em São Paulo, quanto de forma online, de acordo com a demanda e os acordos entre mentores e acelerados. O encerramento do programa de aceleração será em 20 de outubro de 2017.

Fonte: Revista Exame


Escrito por Publicado em Tecnologia da Informação Dezembro 09 2016

Nas 32 melhores cidades para se empreender no país o investimento nas Tecnologias da Informação e Comunicação para fomentar o desenvolvimento econômico está previsto para os próximos quatro anos. É o que revela consulta feita Rede Cidade Digital (RCD), a pedido da Revista Exame, aos planos de governo dos prefeitos eleitos nestas localidades e protocolados junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O levantamento da RCD, que atua no estímulo às cidades inteligentes, mostra que depois da informatização dos serviços públicos (item mais lembrado com 21%), que inclui a modernização e adoção de sistemas de gestão, por exemplo, incentivos na área para economia criativa, parques tecnológicos, incubadoras e startups foram as propostas mais destacadas pelos prefeitos eleitos: 42 ou 13% do total.

Ao todo, 321 propostas para o uso das TICs para aprimorar algum setor da administração pública constam nos documentos. As cinco cidades que mais apontam investimentos em tecnologia, com foco em ambientes de inovação e de conectividade, são Teresina (PI), São Paulo (SP), Natal (RN), Aracaju (SE) e Joinville (SC), respectivamente. Assim como nas localidades menores, a necessidade de melhorar o atendimento e dar mais eficiência a setores como Saúde, Educação e Segurança também estão entre os principais projetos da nova gestão 2017-2020.

Para o diretor da RCD, José Marinho, a demanda social, exigida pelo cidadão cada vez mais conectado, faz com que os municípios busquem na tecnologia a solução para diversos problemas urbanos. “Principalmente nos grandes centros, que sofrem há décadas com o crescimento desordenado devido à migração, a tecnologia é fundamental para melhorar o fluxo intenso de informação e facilitar a vida das pessoas por meio da implantação de ferramentas, equipamentos e soluções”, observa Marinho.

As localidades mapeadas pela RCD constam no Índice Cidades Empreendedoras, produzido pela Endeavor, e divulgado recentemente. Dos 31 planos de governo analisados, dois não citam o uso de tecnologia: Sorocaba e São José dos Campos (SP). Apenas Brasília não entrou na contagem dos dados por não ter eleições municipais.

Maringá, que sediou em novembro o 4º Congresso Paranaense de Cidades Digitais, é a melhor colocada entre as localidades do Estado. Está entre as 10 primeiras do país com maior número de propostas em tecnologia. Teresina lidera o ranking, onde o prefeito reeleito Firmino Filho, do PSDB, acrescentou mais de 35 itens referindo-se à adoção de iniciativas tecnológicas para aprimorar algum setor da administração municipal.

De acordo com o plano de governo registrado no TSE, além de investimentos em tecnologia nas principais áreas como Saúde, Educação e Segurança, Firmino cita a criação e implantação do Núcleo de Startups em parceria com as universidades, do Polo Empresarial- Sul como meta articular junto às empresas de telecomunicações a instalação de internet de alta velocidade na região e do Projeto SINERGIA, que tem como objetivo, segundo o documento, “desenvolver um centro de empreendedorismo em Tecnologia da Informação na capital, com ações de qualificação, articulações com empresas de tecnologia que apoiam estudantes e jovens profissionais na inserção no mercado de trabalho”.

Sobre a Rede Cidade Digital – Iniciativa apartidária criada há cinco anos para estimular o aprimoramento dos serviços públicos e crescimento econômico, principalmente de municípios menores, por meio das Tecnologias da Informação e Comunicação. Desde então, promoveu mais de 30 fóruns regionais de cidades digitais e cinco congressos estaduais, gratuitos para servidores municipais e abrangendo os três estados do Sul, como forma de levar informação sobre os benefícios e impactos de investir no setor.

Realizados em parceria com Prefeituras e Associações de Municípios, os eventos são direcionados a prefeitos, gestores e vereadores que têm pouco ou nenhum acesso a esse tipo de conhecimento, geralmente concentrado em grandes centros. O objetivo, conforme ressalta o diretor da RCD, é aproximar os administradores públicos das novas tecnologias e do mercado fornecedor de tecnologia, interessado em levar soluções aos pequenos municípios. O principal meio de comunicação é o portal redecidadedigital.com.br. Em 2017, o planejamento da RCD envolve também a realização de eventos em outros dois estados: São Paulo e Minas Gerais. “Trata-se de um novo ciclo nas cidades onde a tecnologia terá papel determinante para o desenvolvimento e aprimoramento dos serviços públicos. Com planejamento em TIC e inovação, os municípios passam a encontrar uma nova fonte para reduzir gastos, aumentar a arrecadação e, principalmente, tornar a vida do cidadão melhor”, completa Marinho.

Informações sobre o calendário de eventos da RCD em 2017 e como diversas Prefeituras pelo país têm investido em tecnologia podem ser obtidas pelo redecidadedigital.com.br

Fonte: O Regional Sul


Escrito por Publicado em Destaques Sinfor Dezembro 07 2016

A Federação das Indústrias do Distrito Federal sediou, nesta quinta-feira (1º/12), a 13º reunião do Comitê Gestor do Núcleo de Inovação da Fibra. O encontro reuniu empresários, representes de academia e do governo local, com objetivo de discutir formas de implementar ações inovadoras nas empresas locais.

Os integrantes do Núcleo de Inovação da Fibra participam de grupos de trabalho em diversas áreas. As atividades desenvolvidas e as propostas a serem aplicadas em cada setor foram apresentadas pelos respectivos gestores. O coordenador do grupo de ‘Comunicação e Capacitação’, Paulo Foina, enfatizou que “a inovação está apenas no discurso e não no dia a dia das empresas”. Para mudar esse cenário, foram apresentadas possíveis soluções, como o desenvolvimento de um aplicativo de notícias gerenciado pelo Núcleo, ou estabelecimento de parcerias com entidades que possuem ações de inovação.

A responsável pelo grupo de trabalho ‘Fomento para Inovação’, Juliana Ribeiro, afirmou que poucas empresas sabem como conseguir recursos para desenvolver projetos inovadores. "Isso é um assunto chave, porque é fundamental saber como obter esses recursos, para ter mecanismos e formas para os projetos virarem realidade", destacou.

Balanço de 2016

O diretor de Inovação e Desenvolvimento Tecnológico da Fibra, Graciomário Queiroz, fez uma análise das ações do núcleo em 2016 e apresentou a agenda para 2017. Para o próximo ano, já estão definidas as datas das capacitações e reuniões que serão realizadas de fevereiro a dezembro.

Entre os destaques do ano que está se encerrando foram citados: o convênio com a Universidade Católica de Brasília; as capacitações; grupos de trabalho; sistemas de premiação; além do incentivo para inovação por meio de editais FAP, Senai Sesi de Inovação, FCO, CNI-Sebrae, Indústria + Produtiva e Procompi.

Para 2017, já tem seis reuniões e quatro capacitações programadas para o Núcleo de Inovação da Fibra. "2016 foi o ano de colocar o núcleo nos trilhos e, em 2017, a gente pretende executar e levar os resultados ao setor produtivo do Distrito Federal", explicou Jarbas Machado, coordenador do comitê gestor do núcleo de Inovação da Fibra.

Essa foi a última reunião do núcleo esse ano. A próxima reunião do Comitê Gestor do Núcleo de Inovação da Fibra será realizada no dia 2 de fevereiro de 2017.

Texto: Aline Reis
Foto: Moacir Evangelista/Sistema Fibra
Assessoria de Imprensa do Sistema Fibra

Escrito por Publicado em Destaques Sinfor Dezembro 05 2016

A Intelit Smart Group comemorou 10 anos de atuação nesta sexta - feira. A festa foi em clima nordetino, região de origem de seus diretores.

 

Parabéns a toda a equipe pelos resultados positivos. Ao longo desses anos, a Intelit contribuiu para o avanço tecnológico de Brasília nas mais variadas formas. Hoje, o grupo ao qual pertence emprega cerca de 1,3 mil profissionais, em cinco capitais.

 

O Sinfor/DF agradece, de maneira especial, a atuação da empresa junto à defesa dos direitos e prerrogativas do setor, por meio da participação de seu sócio Carlos Jacobino na Diretoria do Sindicato.

 

Que os próximos dez anos sejam ainda mais prósperos!


Escrito por Publicado em Destaques Sinfor Dezembro 05 2016

O presidente do Sindicato das Indústrias da Informação do Distrito Federal (Sinfor/DF), Ricardo Caldas, recebeu, na última semana, prêmio em reconhecimento pela excelência na prestação de serviços à cidade.

A premiação foi organizada pela Rede de Negócios, presidida pela deputada distrital Sandra Faraj (Partido Solidariedade), formada por empresários de diversos setores com o objetivo de formar lideranças e promover network multilateral em Brasília.   

Mais de 400 empresários participaram da noite de homenagens às entidades mais atuantes. Entre as autoridades presentes estavam o governador Rodrigo Rollemberg, o presidente do Tribunal de Contas do DF, Renato Rainha; o presidente da Federação das Indústrias do DF (Fibra), Jamal Bittar; e o presidente do Sindicato do Comércio Varejista do DF (Sindivarejista), Edson de Castro.


Escrito por Publicado em Tecnologia da Informação Dezembro 05 2016

A Comissão Senado do Futuro apresenta na terça-feira (6), às 11h, em solenidade na Secretaria de Tecnologia da Informação do Senado (Prodasen), o relatório sobre a tecnologia da informação e o processo legislativo do futuro, política pública eleita pela comissão para análise em 2016. O documento embasou o parecer da comissão sobre o tema.

No relatório, estão reunidas as informações das audiências públicas realizadas pela Comissão Senado do Futuro em parceria com a Secretaria Geral da Mesa do Senado e o Prodasen no contexto do Programa de Modernização dos Sistemas Legislativos e Parlamentares.

O programa prevê a substituição e o desenvolvimento de diversos sistemas que atendem às necessidades no processo legislativo. Está prevista a reflexão sobre o futuro do processo legislativo e o potencial de contribuição que a tecnologia da informação pode ter para a próxima década.

Cada audiência pública foi seguida de uma oficina, voltada para o público interno do Senado. De caráter técnico, esses eventos visaram aprofundar detalhes específicos abordados pelos palestrantes nas audiências públicas, assim como ouvi-los sobre questões internas ao Senado e ao Congresso Nacional relacionadas ao processo legislativo.

Foram realizadas quatro audiências, que tiveram como tema o futuro da democracia, indicadores para avaliação da atividade legislativa, novos mecanismos de participação popular e impactos das tecnologias de informação e comunicação no processo legislativo, que reuniram 15 palestrantes. As oficinas contaram com a presença de seis dos palestrantes convidados.

O relatório final apresenta sugestões de ações de investimentos estratégicos em 8 segmentos:
a) Participação popular;
b) Sistematização de manifestações dos cidadãos para parlamentares;
c) Informação legislativa personalizada;
d) Inovação em soluções para o processo legislativo;
e) Processo legislativo sem papel;
f) Avaliação de políticas públicas instrumentalizada por TI;
g) Gestão do processo legislativo por indicadores objetivos;
h) Diálogo com outras instituições.

Agência Senado 


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