Quinta, 18 de Janeiro de 2018

Escrito por Publicado em Tecnologia da Informação Março 15 2016

Melhorar a eficiência dos negócios é a principal meta desejada com o uso da Tecnologia nas corporações voltadas para a área de saúde, revela estudo, batizado de GTAI (Global Technology Adoption Index ou Índice Global de Adoção de Tecnologia), feito pela Dell. O segundo fator que leva as empresas de saúde a investir em tecnologia, citada por 53% dos entrevistados, é melhorar a segurança, seguida por aumentar a produtividade dos funcionários (50%), melhorar os processos operacionais (46%) e reduzir custos (44%).

“Esse estudo confirma que as empresas de saúde têm demandas diferentes em relação à tecnologia. Enquanto que no mercado em geral, o GTAI identificou que a maioria dos executivos globais espera que a TI ajude a reduzir custos, no segmento de saúde essa questão aparece em quinto lugar”, afirma João Bortone, Diretor de Produtos e Soluções Empresariais da Dell para América Latina. 

O GTAI 2015 identificou também que a maior parte (47%) das empresas de saúde adotam projetos de uso de dispositivos móveis para atender à demanda dos funcionários, mas sem ter uma clareza em relação aos objetivos desse tipo de projeto. Só 37% dessas organizações afirmam ter uma abordagem estratégica da mobilidade. O levantamento também aponta que, em relação ao ano anterior, houve um aumento dos investimentos das empresas de saúde na área de computação em nuvem (cloud computing). 

O uso de aplicações na nuvem entre as companhias do setor saltou de 25%, em 2014, para 41% no último ano. Já quando considerado o tipo de ambiente usado pelas organizações, 30% optam pelo uso de nuvens públicas e 46% adotam a cloud privada. Com relação à Big Data, um número crescente de organizações de saúde ainda não tem abordagem definida, embora 48% dos entrevistados acreditem na relevância da tecnologia.

Outra importante constatação do estudo é a de que as empresas de saúde têm, cada vez mais, enxergado os investimentos em segurança da informação como estratégicos. Como reflexo, caiu o número – 55% em 2014 para 47% em 2015 – de empresas que consideram que a segurança é prioritariamente para proteger contra ataques virtuais. Por outro lado, 21% acreditam que trata-se de uma vantagem competitiva e 20% acreditam que é uma maneira de atender aos requisitos de compliance.

Fonte: Convergência Digital


Escrito por Publicado em Tecnologia da Informação Março 15 2016

Melhorar a eficiência dos negócios é a principal meta desejada com o uso da Tecnologia nas corporações voltadas para a área de saúde, revela estudo, batizado de GTAI (Global Technology Adoption Index ou Índice Global de Adoção de Tecnologia), feito pela Dell. O segundo fator que leva as empresas de saúde a investir em tecnologia, citada por 53% dos entrevistados, é melhorar a segurança, seguida por aumentar a produtividade dos funcionários (50%), melhorar os processos operacionais (46%) e reduzir custos (44%).

“Esse estudo confirma que as empresas de saúde têm demandas diferentes em relação à tecnologia. Enquanto que no mercado em geral, o GTAI identificou que a maioria dos executivos globais espera que a TI ajude a reduzir custos, no segmento de saúde essa questão aparece em quinto lugar”, afirma João Bortone, Diretor de Produtos e Soluções Empresariais da Dell para América Latina. 

O GTAI 2015 identificou também que a maior parte (47%) das empresas de saúde adotam projetos de uso de dispositivos móveis para atender à demanda dos funcionários, mas sem ter uma clareza em relação aos objetivos desse tipo de projeto. Só 37% dessas organizações afirmam ter uma abordagem estratégica da mobilidade. O levantamento também aponta que, em relação ao ano anterior, houve um aumento dos investimentos das empresas de saúde na área de computação em nuvem (cloud computing). 

O uso de aplicações na nuvem entre as companhias do setor saltou de 25%, em 2014, para 41% no último ano. Já quando considerado o tipo de ambiente usado pelas organizações, 30% optam pelo uso de nuvens públicas e 46% adotam a cloud privada. Com relação à Big Data, um número crescente de organizações de saúde ainda não tem abordagem definida, embora 48% dos entrevistados acreditem na relevância da tecnologia.

Outra importante constatação do estudo é a de que as empresas de saúde têm, cada vez mais, enxergado os investimentos em segurança da informação como estratégicos. Como reflexo, caiu o número – 55% em 2014 para 47% em 2015 – de empresas que consideram que a segurança é prioritariamente para proteger contra ataques virtuais. Por outro lado, 21% acreditam que trata-se de uma vantagem competitiva e 20% acreditam que é uma maneira de atender aos requisitos de compliance.

Fonte: Convergência Digital


Escrito por Publicado em Tecnologia da Informação Março 10 2016

A informação desempenha papéis tanto na definição quanto na execução de estratégias das empresas. Ela tem o objetivo de aperfeiçoar a definição de estratégias e na habilidade necessária para garantir que as estratégias e execuções permaneçam sincronizadas entre si e com o ambiente competitivo.

À medida que a integração da estratégia e sua execução tornam-se o mais importante desafio da organização, o papel da informação como uma ferramenta primordial para chegar à integração torna-se mais claro. Sendo assim, fica mais evidente o papel da informação como um importante aliado para conseguir alcançar a integração.

Quando a empresa chega ao estágio de poder analisar a informação, ela consegue abordar a forma pela qual serão capazes de atingir um desempenho superior, e transformar a estratégia em algo concreto e operativo. Com isso, podemos concluir sob três perspectivas a ótica de Definição, Execução e Integração:

Informação e Definição da Estratégia

 

Trata-se da informação sobre o ambiente competitivo e sobre a organização atual. Ajuda os executivos a identificarem as ameaças e as oportunidades em que a empresa pode aproveitar. Ou seja, a resposta competitiva pode se tornar mais eficaz. Também é possível definir estratégias alternativas de acordo com a informação.

Fonte: Optclean


Escrito por Publicado em Tecnologia da Informação Março 10 2016

A inteligência artificial do Google tornou sua disputa contra o campeão mundial de Go ainda mais interessante. Se ontem a máquina já havia entrado para a história ao ser a primeira a vencer um jogador de nível tão elevado, hoje ela conseguiu manter queixos caídos ao conquistar mais uma vitória.

O sistema chamado AlphaGo, que foi criado pela DeepMind (uma empresa da Alphabet), bateu outra vez Lee Se-dol, lendário jogador de Go que venceu o torneio mundial 18 vezes.

O desafio ocorre em Seul, na Coreia do Sul, e envolve cinco partidas a serem disputadas até a próxima terça-feira. Caso consiga virar o placar geral, Lee sairá com um prêmio de US$ 1 milhão no bolso.

 

As vitórias são tão significativas porque Go era, até então, uma das poucas modalidades em que os humanos ainda eram superiores às máquinas. Há anos sistemas de inteligência artificial são capazes de bater campeões mundiais em jogos como damas e xadrez, mas o nível de intuição necessário em Go é muito superior, conforme explicamos neste texto.

Com: The Verge


Escrito por Publicado em Tecnologia da Informação Março 10 2016

O governo federal publicou um plano com objetivos, metas e indicadores para a ampliação das ferramentas e a disseminação do uso de serviços de e-gov no país. Chamado de Estratégia de Governança Digital, o documento ressalta como foco a promoção de serviços públicos via plataformas digitais, aproveitando a massificação de smartphones e tablets.

“Nosso desafio no Poder Executivo é construir plataformas para tirar o cidadão do balcão da repartição pública, é construir canais de prestação de serviços 100% digitais”, resume o secretário adjunto de Tecnologia da Informação do Ministério do Planejamento, Fernando Siqueira.

A EGD traz uma série de recomendações,, como de que órgãos e entidades deverão compartilhar infraestrutura, sistemas, serviços e dados; ou ainda pautarem-se pela simplicidade na oferta dos serviços, tendo como prioridade a disponibilização online. “Sempre que possível, os serviços públicos serão oferecidos em meios digitais, sendo disponibilizados para o maior número possível de dispositivos e plataformas.”

O norte é, como diz a EGD, oferecer “Governo como plataforma”, ou seja, que “o governo deve constituir-se como uma plataforma aberta, sobre a qual os diversos atores sociais possam construir suas aplicações tecnológicas para a prestação de serviços e o desenvolvimento social e econômico do país, permitindo a expansão e a inovação”.

Até por isso, a estratégia destaca as oportunidades propiciadas pelo avanço tecnológico, como o uso de big data e a “massificação de dispositivos que permitem fornecimento de 
serviços e acesso ao Estado pelos diversos meios, como smartphones, tablets, TV digital, redes sociais”. Daí que os ‘objetivos estratégicos da EGD sejam:

 Acesso à informação

a) Fomentar a disponibilização e o uso de dados abertos;

b) Ampliar o uso de TIC para promover a transparência e dar publicidade à aplicação dos recursos públicos;

c) Garantir a segurança da informação e comunicação do Estado e o sigilo das informações do cidadão.

Prestação de Serviços

a) Expandir e inovar a prestação de serviços digitais;

b) Melhorar a governança e a gestão por meio do uso da tecnologia;

c) Facilitar e universalizar o uso e o acesso aos serviços digitais;

d) Compartilhar e integrar dados, processos, sistemas, serviços e infraestrutura.

Participação Social

a) Fomentar a colaboração no ciclo de políticas públicas;

b) Ampliar e incentivar a participação social na criação e melhoria dos serviços públicos;

c) Aprimorar a interação direta entre governo e sociedade.

Para se chegar aos fins desejados, foram definidos vários indicadores, a começar pelo índice de disponibilização e uso de dados abertos para o cidadão, a proporção de pedidos de informação via e-SIC, ou a proporção de serviços públicos digitais em relação ao número de serviços públicos cadastrados no Portal de Serviços (são nove indicadores no total).

Há entraves a serem superados, também listados na EGD, como a necessidade de ampliar os canais de comunicação social, de coordenar investimentos em TIC para aumentar a eficiência dos recursos públicos, de integrar e compartilhar processos, sistemas e serviços; bem como melhorar a qualidade das equipes envolvidas com tecnologia da informação. O documento completo da Estratégia de Governança Digital pode ser conferido nesse link.

Fonte: Convergência Digital

 


Escrito por Publicado em Tecnologia da Informação Março 09 2016

A SkyBox, empresa de imagens de satélite comprada pelo Google em 2014, anunciou ontem uma mudança de marca. Ela passa a se chamar Terra Bella e, embora continue a ter como foco o uso de satélites para produzir imagens da Terra, ela passa a ter outra função.

Segundo a empresa, seu objetivo agora é "ser pioneiros na busca por padrões de mudança no mundo físico". Ela continuará a construir satélites, e diz ter mais de 12 espaçonaves em desenvolvimento, para ser lançadas nos próximos anos. 

No entanto, após ter sido comprada pelo Google, a empresa teve acesso a "uma ampla variedade de fontes de dados geoespaciais, capacidades de aprendizagem de máquina e especialistas". Graças a esses recursos, a Terra Bella pretende "transformar imagens em dados que ajudarão pessoas e organizações a tomar decisões mais bem-informadas".

Visões do mundo

Desde o lançamento do seu primiro satélite em 2014, a Terra Bella já produziu mais de 100 mil imagens da superfície terrestre, tanto de regiões urbanas quanto de locais pouco povoados. De acordo com o site da empresa, seu principal objetivo é "descobrir novos padrões no mundo.

Isso pode ser feito de diversas maneiras usando imagens de satélite. Por exemplo, elas podem ser usadas para monitorar o fluxo de mercadorias em grandes portos, gerando informações sobre a economia das regiões observadas. Além disso, dados coletados sobre desastres naturais (como terremotos, furacões e erupções vulcânicas) também podem ser usados para melhor orientar as ações de auxílio. 

Fonte: Olhar Digital


Escrito por Publicado em Tecnologia da Informação Março 09 2016

A Internet das Coisas (IoT, por sua sigla em inglês) tem tudo para beneficiar a indústria de petróleo e gás de uma forma significativa. Desde maior eficiência e economia de custos até a segurança dos trabalhadores e a redução de riscos ambientais, é importante difundir como esta tecnologia pode transformar esta indústria. Equipamentos com um cartão SIM global integrado podem transmitir dados para aplicações em dispositivos móveis em todo o mundo. 

Os supervisores e trabalhadores de campo podem monitorar e receber dados de equipamentos em seus computadores, tablets ou smartphones. Antes, eles precisavam enviar funcionárias para verificar manualmente o equipamento várias vezes ao dia. Com a IoT é possível controlar remotamente a tubulação para detectar vazamentos e derramamentos grandes, ou verificar o estado de coisas como os tetos flutuantes de tanques, plataformas, cabeças de poço, vagões e caminhões.

Soluções de IoT podem alertar os funcionários antes que as condições fiquem perigosas  e ameaçadoras. Elas podem ajudar as empresas a responder com rapidez na contenção de vazamentos nas tubulações. Da mesma forma, os tanques de teto flutuante podem enviar alertas se surgir alguma condição potencialmente perigosa. Outra forma de controle remoto são os sistemas de câmeras conectadas. As câmeras conectadas ao celular podem monitorar sistemas de flaring. Isso ajuda a evitar situações de perigo, já que permite desligar um sistema em caso de emergência.

Os benefícios da IoT no sector da energia vão muito além de ajudar as empresas a se tornarem mais eficientes e reduzirem seus custos. Os dispositivos vestíveis, um tipo de solução gerado pela Internet das Coisas, podem aumentar a segurança do trabalhador. Esta tecnologia tem um grande potencial de impacto na indústria de petróleo e gás. Por exemplo, criamos uma solução personalizada para uma grande empresa integrada de energia.

A empresa precisava encontrar uma forma de monitorar os funcionários que trabalham sozinhos em campo, e queria que fosse uma solução tanto ativa como reativa. Trabalhamos juntamente com a empresa no desenvolvimento de uma solução que monitora os trabalhadores em caso de falta de movimento (marcação reativa do problema) e permite pressionar um botão de pânico para chamar ativamente por ajuda.

Conectividade em rede no Alasca

Em março, a AT&T fez um acordo com a Arctic Slope Telephone Association Cooperative (ASTAC) para melhorar o serviço de telefonia celular na região da Encosta Norte do Alasca. A melhoria do serviço apoiará a crescente necessidade de acesso à Internet de alta velocidade na Encosta Norte, uma área rica em operações de petróleo e gás. Nossos clientes estão felizes de ter uma comunicação clara e rápida com as suas operações comerciais na área. E os trabalhadores da região podem ter um melhor contato com suas famílias.

Houve ainda a expansão das operações do Oriente Médio para o Iraque, melhor servindo as empresas multinacionais, como as do setor de energia. Tem sido gratificante atender a demanda das companhias de petróleo e gás nessa região para mobilizar pessoas, processos e bens. Melhor conectividade para os negócios também garante um acesso de alta segurança às aplicações críticas para a realização do seu trabalho a qualquer hora e em qualquer lugar. Com a queda do preço do petróleo, as empresas precisam de agilidade para alcançar vantagem competitiva. Nossa rede rápida e confiável fornece a velocidade e a eficiência que os clientes precisam para serem mais produtivos e conectar pessoas, processos e bens em todo o mundo.

 *Andrew Herbert é vice-presidente assistente de Soluções de Energia para Negócios da AT&T
 

Fonte: Convergência Digital


Escrito por Publicado em Tecnologia da Informação Março 07 2016

Cada vez mais, as atividades econômicas dependem das tecnológicas. Mas a maior parte das organizações ainda falha ao tentar tirar vantagens das diversas oportunidades que podem ser fornecidas pela área de TI, em especial, no que diz respeito a melhorar processos e aumentar as margens de lucro.

Claramente, existe um espaço entre a infraestrutura disponível e o que a empresa necessita fazer para transformá-la em algo que resulte em benefícios reais para os negócios.

Assim, antes de traçar a estratégia da área de TI, o CIO deveria fazer algumas perguntas.

1. A estratégia de TI é muito genérica?
O departamento de tecnologia da informação dificilmente consegue atender a apenas um tipo de necessidade, perfil de cliente  ou segmento de mercado. Os objetivos da área tendem a ser mais abrangentes, mas nem por isso deve-se esquecer de atender a demandas particulares de cada área.

A maioria das empresas de sucesso aprendeu que um único modelo dificilmente supre todas as necessidades. Os gestores de TI, por sua vez, deveriam considerar melhor as necessidades únicas de cada unidade de negócios que compõe a companhia com o intuito de construir uma estratégia que atenda, o melhor possível, toda a organização e as particularidades de cada departamento.

 2. A estratégia está direcionada ao mercado?
Os projetos internos da área de TI quase nunca representam o melhor caminho para começar a desenhar uma nova estratégia para o departamento de tecnologia da informação. É um clichê dizer que não se pode pensar em mudar resultados fazendo as coisas do mesmo jeito sempre. Assim, vale a pena o CIO sair do seu ambiente, com o intuito de entender melhor as necessidades do mercado em que a empresa na qual ele atua está inserida.

Para isso, além de conversar com os principais executivos, é preciso ouvir pessoas do setor, com o intuito de detectar demandas e oferecer ideias que possam fazer verdadeira diferença para a operação.

3. A estratégia será claramente comunicada?
Os planos anuais de negócio da área de TI são, normalmente, entendidos pelos principais executivos da companhia, os quais estão preocupados com o retorno esperado. Mas entre a apresentação do projeto e a implementação do mesmo há uma tendência de existir uma quebra na comunicação.

Para evitar isso, o primeiro passo é criar um documento com toda a estratégia de TI detalhada e que possa ser compartilhado por toda a companhia. Assim, qualquer pessoa da organização pode discutir novas políticas, tecnologias, métodos e outras possíveis mudanças.

4. A estratégia é realista?
Quando escreve o planejamento anual, o CIO deve contemplar todos os recursos necessários para atingir os objetivos. Isso porque, uma nova estratégia pode até parecer promissora, mas ela depende de questões práticas, que incluem recursos financeiros, competências técnicas e tecnologias. Além disso, qualquer projeto deve estar alinhado aos objetivos e à cultura da empresa.

5. A estratégia pode melhorar o dia a dia da operação?
Qualquer novo plano deve atender às necessidades operacionais e aos objetivos de negócio da empresa. De outra maneira, é um desperdício gastar esforços e recursos para formular novas políticas, adquirir tecnologias, implementar planos ou buscar conhecimentos.

Se, no final do dia, os objetivos desenhados não resultarem em mais eficiência dos procedimentos operacionais ou gerarem mais valor, vale a pena analisar se não está na hora de mudar a estratégia.

6. A estratégia tem o suporte adequado, em termos de sistemas?
Quando falamos em sistemas de suporte, o termo refere-se a todos os recursos necessários para a gestão das iniciativas, bem como os recursos envolvidos. Afinal de contas, construir um passo-a-passo do projeto é o fator mais importante para garantir que a ação está alinhada à estratégia.

Lembre-se que na maior parte dos projetos que envolvam mudanças, a falha está atrelada a problemas com as pessoas envolvidas. Ou seja, o sucesso depende de que o gestor e sua equipe trabalhem de forma ajustada e totalmente dentro do escopo.

7. A estratégia está adaptada às mudanças no ambiente de negócios?
O planejamento precisa ser dinâmico o suficiente para atender aos novos desafios da empresa. Em nenhum momento a estratégia deve virar um entrave para que a companhia busque novos negócios ou melhore seus sistemas.

8. A empresa deve reconhecer o papel estratégico de TI em seu negócio? 
Uma TI subordinada a uma gerência financeira ou operacional vai se concentrar nos custos e, dificilmente, terá margem de manobra para influenciar e implantar inovações que afetarão toda a empresa. A função passa, automaticamente, a ter muito mais responsabilidade, pois agora é parte essencial da própria definição das estratégias do negócio. Deixa de ser uma simples operadora de processos automatizados. Apenas as empresas que reconhecerem a TI no nível estratégico conseguirão se manter competitivas na sociedade digital.

Fonte: CIO Business

 

Escrito por Publicado em Tecnologia da Informação Março 07 2016

A secretaria de Logística e Tecnologia da Informação do Ministério do Planejamento se desvencilhou da Logística no ano passado para fortalecer o foco na TI. E o seu secretário, Cristiano Heckert, já tem muito o que fazer na implementação da política de governança digital, que passou a ser estabelecida pela Presidência da República. Essa política está baseada em três pilares – serviços públicos digitais, acesso à informação e participação social – com o objetivo final de o brasileiro entrar nos portais do governo e resolver todas as suas demandas sem precisar se deslocar para qualquer posto estatal.

Para isso acontecer o Heckert sabe que há muito a ser feito. Em março será publicada portaria do ministério que irá definir as primeiras metas dessa política. Metas essas que deverão ser cumpridas por cada ministério e órgão da Administração Pública, que foi contemplado, inclusive, com novos funcionários especialistas em TI, contratados em bloco pelo Planejamento no final do ano passado justamente para capacitar o governo nessa nova empreitada.

A seguir os principais tópicos da entrevista com o secretário:

Tele.Síntese – A SLTI se reestruturou no final ano passado, por quê?

Cristiano Heckert - Ao invés de uma secretaria de logística e de TI, agora existe uma secretaria focada no tema. É um sinal inequívoco, tanto do ministro Nelson Barbosa, que iniciou a reforma, do ministro Valdir Simão, que a ratificou, e da própria presidenta, de valorização da TI. A logística foi para a secretaria de Gestão. E ainda no final do ano passado nomeamos os novos analistas em tecnologia da informação.

Tele.Síntese – Quantas pessoas foram contratadas?

Heckert– Entraram 192, em um concurso para 300 vagas. Em um contexto de muita restrição fiscal, a contratação desse grande número de funcionários foi mais um sinal de reconhecimento por parte da alta administração do governo da relevância da TI hoje para qualquer política pública.

Tele.Síntese – Essa mão de obra será direcionada para que segmentos?

Heckert – Tínhamos carência em informatizar os processos de trabalho de governo. A gente tem como meta um governo 100% digital. Isso passa por trabalhar os serviços que são prestados pelo Estado para a sociedade, para pessoas jurídicas e pelos processos internos. Estamos nesse movimento de migrar todos os processos de trabalho, sejam serviços externos, sejam processos internos, para o mundo digital. Esses analistas vão atuar  no levantamento dos requisitos, prospecção das melhores soluções no mercado, modelagem de contratações, que na maioria dos casos a gente vai recorrer aos fornecedores,  e depois fazer a gestão desses contratos.

Tele.Síntese – Serão todos concentrados no Ministério do Planejamento?

Heckert– Não, é tudo descentralizado.  O Planejamento fez o concurso e espalhou o pessoal por outros órgãos públicos na área de TI. Nós firmamos contrato com cada órgão que recebeu os novos funcionários com metas de melhoria de qualidade. E o plano de trabalho reflete, prioritariamente, como a TI pode alavancar o negócio daquele órgão. Assinamos contratos com 28 ministérios.  Vamos monitorar e aqueles que se destacarem no cumprimento dessas metas, em uma futura redistribuição de profissionais, serão contemplados em detrimento daqueles que não cumprirem as metas pactuadas. Esse é um instrumento interessante para a administração. Foi encaminhado também ao Congresso projeto de lei que cria a carreira de tecnologia de informação.

Tele.Síntese – Em janeiro deste ano foi publicado o decreto que institui a política de governança digital. O que muda com essa nova política?

Heckert – Esse decreto vem substituir uma estratégia geral de TI, que até então era elaborada por nossa secretaria. Com o decreto, subimos a política de TI dois níveis, chegando à Presidência da República. Em síntese a política estabelece que a TI não está a serviço da TI, mas a serviço da política finalística do órgão.  Nossa meta é que o cidadão, por meio do seu celular, entre nos portais do governo e resolva todas as suas necessidades sem ter que se deslocar presencialmente a uma agência.

Tele.Síntese  – Essa política traz metas concretas?

Heckert – Sim. O decreto institui as diretrizes da política e as metas vão sair em breve em uma portaria do nosso ministro e vão indicar três pilares da governança digital.

Tele.Síntese - Que são….

Heckert – O primeiro pilar são os serviços públicos digitais. Vamos  identificar quais são os serviços e migrar esses serviços rapidamente para o mundo digital. Essa é a nossa principal agenda para 2016.

O segundo pilar é o acesso a informação. Vamos  ampliar a disponibilização da informação em diversos formatos: desde o formato estruturado até o formato aberto. Percebemos que muitas vezes a cúpula do ministério não está acompanhando o que acontece em sua pasta, e a base de dados que temos é o principal ativo do governo. Precisamos dar um tratamento gerencial a esses dados.

Tele.Síntese – Você não acha que a nossa sociedade usa muito pouco os dados abertos que foram colocados disponíveis pelo governo?

Heckert– Sim. É uma questão de maturidade de lado a lado. Primeiro do gestor público, de reconhecer a importância de publicar esses dados, e também da sociedade em saber consumir. A sociedade brasileira ainda enxerga o dado aberto como um instrumento de transparência e controle e esse é um viés muito forte, mas tem também um viés do desenvolvimento econômico. A gente  acha que dá para construir startups com soluções a partir de dados governamentais, algo que já é realidade no exterior, e que no Brasil ainda não decolou. Falta maturidade de ambos os lados. Por um lado, o setor privado ainda não enxergou o potencial, mas também precisa do compromisso do governo não só de publicar inicialmente, mas de manter atualizada a sua base.

Tele.Síntese - E o terceiro pilar?

Heckert- O da participação social. Queremos intensificar o uso dos canais digitais como instrumento de participação.  A gente tem como utopia de médio prazo ter mecanismos de democracia direta, participativa, usando os canais digitais.

Tele.Síntese  – Você consegue dar exemplo de programas e metas a serem atendidas? 

Heckert – Por exemplo, o  portal único de comércio exterior, projeto liderado pelo Mdic mas que envolve 22 órgãos que estão fazendo anexação digital de documentos e que tem um rol de metas para entrega este ano e no próximo. Poderemos ter acesso ao trâmite de importação e exportação, a documentação que precisa ser apresentada e analisada por diversos órgãos, etc. Exemplo de uma pauta interna do governo é o processo eletrônico nacional. É uma revolução que estamos fazendo, de acabar com a tramitação de papel intra órgãos e entre os órgãos de governo.  Estamos capitaneando esse projeto e já temos 21 órgãos do governo federal usando o sistema e temos mais 52 órgãos em processo de implantação. Isso abre a possibilidade mais para a frente de a gente repensar a própria dinâmica de atuação da força de trabalho. A  longo prazo podemos pensar em home office, na melhor distribuição da carga de trabalho entre profissionais distribuídos pelo Brasil.

Tele.Síntese – Você acha que com esse processo é possível acelerar a implantação do IPv6 no governo, que é lenta?

Heckert– A implantação do IPv6 tem um cronograma que está sendo cumprido também. Nosso cronograma vai até 2018.

Tele.Síntese – Qual é o problema, é o parque instalado que é muito antigo?

Heckert– Nem é esse o principal problema, porque já há alguns anos o hardware que a gente compra vem com IPv6. O problema é o software,  migrar os sistemas, fazer as adaptações, e quando se trata de grandes sistemas como o Siaf, o Comprasnet, é uma coisa mais demorada.

Tele.Síntese – Tenho a sensação de que o governo no ano passado deu uma recuada  na questão do software livre. Eu sei que o Planejamento refez seus contratos, voltou a comprar produtos da Microsoft básicos. O que aconteceu?

Heckert – Eu não diria que houve uma recuada, pelo contrário, nós temos um projeto em parceria com a UnB de construção do novo portal do software público, que foi lançado no segundo semestre do ano passado. O novo portal é bem mais dinâmico, ele trabalha com diversas formas de licenciamento que era uma das restrições que tínhamos no modelo anterior. A gente tem apostado muito no software de governo,  software desenvolvido por um órgão da administração mas que até então ficava para uso exclusivo dele. O trabalho de sensibilizar os órgãos para que compartilhem as suas soluções e que os outros possam usufruir delas, é um novo desenho para o portal. Estamos com uma consulta pública aberta , vai até 8 de março o prazo para contribuição da nova instrução normativa do software público.

Tele.Síntese – Mas  não houve uma mudança no uso de software livre?

Heckert – Não, continuamos com a mesma orientação. Claro que as decisões são tomadas por cada área de TI. Hoje somos 224 unidades de TI sob nossa jurisdição , mas cada uma dessas unidades de TI está debaixo de uma hierarquia formal do seu ministério.

Tele.Síntese – Houve duas auditorias do TCU, uma delas sobre a política de nuvem, de que o governo não sabia como usar.

Heckert –A gente precisa avançar nessa análise, porque às vezes percebo que o debate é um pouco superficial. Não é a questão de colocar software livre versus proprietário ou nuvem versus internalização. Como falei, são 224 órgãos e neles há milhares de serviços, de sistemas e soluções operando. Precisamos analisar caso a caso. Existem aplicações que por suas características são mais propícias a irem para nuvem, outras requerem uma solução mais de acesso controlado, mas internalizado.  O acórdão do TCU faz um levantamento bem interessante. A nossa diretriz, em linha até com a tendência mundial, é de que, sempre que possível, vá para a nuvem.

Tele.Síntese – Parece que há uma questão legal que impede a contratação do serviço da nuvem?

Heckert– Não, consegue contratar sim.  Com a legislação atual há espaço para a ir para nuvem. Tem que identificar naquele serviço específico qual é o grau de sigilo da informação que ele requer, qual o grau de relevância estratégica para o Estado; se ele teria algum problema de estar no exterior ou não. Há contextos diferentes de nuvens. Eu posso ir para uma nuvem contratando o Serpro ou a Dataprev.  Eu posso ir para uma nuvem fornecida pelo setor privado mas que tem um datacenter no Brasil e uma que tem um datacenter no exterior. São três modelos distintos, mas sempre nuvem.

Tele.Síntese – Em relação a política do poder de compra? Vocês fizeram aquela regulamentação por decreto, falta ainda alguma coisa?

Heckert – Nós temos atuado nos casos concretos na contratação de compras conjuntas.Fizemos contratação de ativos de redes, de desktops e notebooks, que infelizmente foi judicializada e  agora em janeiro nós conseguimos derrubar a liminar, então estamos retomando o processo. Claro que agora  estamos consultando os órgãos novamente porque passou-se algum tempo, mas é expressiva a contratação com a participação de 123 órgãos no valor estimado de R$ 220 milhões.

Tele.Síntese – Isso também é poder de compra?

Heckert – É, e por isso foi judicializada. Derrubamos a liminar em janeiro com a ajuda da AGU. Quando a gente lançou o edital, a Intel conseguiu a liminar.

Tele.Síntese – A portaria com as metas de governança digita,l você acha que sai em março?

Heckert– Sai em março sim, nós estamos fechando dois indicadores porque envolve outros órgãos.

Tele.Síntese – Em algum momento vai haver um orçamento específico para a área de TI de cada ministério?

Heckert – Essa discussão, já tivemos no passado, e até uma tentativa, por sugestão do TCU, a secretaria de Orçamento Federal criou uma dotação orçamentária específica, mas não teve o efeito esperado, e voltou atrás.Hoje,  cada vez mais secretarias finalísticas na condução de suas políticas estão investindo em TI. Outro caso que nós estamos participando intensamente, por determinação do nosso ministro, é na fase 3 do Minha Casa, Minha Vida, que vai ser lançado em março com uma nova roupagem baseada em tecnologia. Banco do Brasil, Caixa, a própria fábrica de software nossa, do Ministério das Cidades estão desenvolvendo soluções para o cidadão que quer se candidatar a uma linha de financiamento e ele possa resolver uma boa parte do processo pela internet

Tele.Síntese – O governo consegue saber quanto foi gasto em TI?

Heckert – Sim. Nós não fechamos ainda os números de TI de 2015, mas de 2014 foram R$ 6 bilhões de um universo de R$ 62 bilhões ou seja, quase 10% do gasto discricionário do governo foi com TICs.

Fonte: Telesíntese


Escrito por Publicado em Tecnologia da Informação Março 07 2016

Hanno Lemke, gerente da unidade europeia da Microsoft Studios - divisão de desenvolvimento de games da empresa - anunciou nesta segunda-feira, 7, o cancelamento de "Fable Legends" e o possível fechamento do estúdio responsável, o Lionhead.

Além disso, a desenvolvedora Press Play fechará as portas, levando ao cancelamento de "Project Knoxville", um game de ação-sobrevivência multiplayer inspirado na franquia "Jogos Vorazes". O estúdio foi também responsável por jogos como "Max: The Curse of Brotherhood" e "Kalimba".

Lemke não deu detalhes sobre o que levou a Microsoft a cancelar os games. "Essas mudanças acontecem enquanto a Microsoft Studios continua a focar seus investimentos no desenvolvimento de games e franquias que os fãs mais gostam e querem jogar", explicou o executivo.

Fonte: Olhar Digital


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