Quinta, 18 de Janeiro de 2018

Escrito por Publicado em Tecnologia da Informação Março 06 2017

sa Civil do Distrito Federal decidiu abrir sindicância nesta sexta-feira (24) para apurar a contratação da Universidade de Tecnologia de Auckland, maior cidade da Nova Zelândia, sem licitação. O pente-fino deve avaliar em 30 dias se houve irregularidade ao promover no país o curso "Liderança Global para o Futuro”. Bancando todos os custos dos bolsistas, o governo gastou na época R$ 398,85 mil com a formação voltada para estudantes e servidores públicos.

Ela ocorreu entre 4 e 29 de agosto de 2014. O curso fez parte do programa de intercâmbio “Brasília Sem Fronteiras” – lançado em 2013 pela Secretaria de Ciência e Tecnologia e atualmente suspenso por falta de verba. Um parecer da Procuradoria-Geral do DF de novembro de 2015 foi usado como base para a Controladoria-Geral recomendar a abertura da sindicância.

De acordo com o parecer, não foi respeitado o prazo mínimo de 90 dias após o anúncio para realizar a prova a fim de selecionar os participantes da bolsa – conforme mandam as regras dos concursos públicos. Não houve parecer jurídico prévio, continuou o órgão. A Procuradoria também apontou que a contratação não foi publicada no Diário Oficial.

Outra irregularidade indicada é o fato de o próprio secretário de Tecnologia da época ter assinado todos os trâmites de pagamento, sem passar pela área financeira. O documento não cita o nome do então secretário. À época, a pasta era gerida por Glauco Rojas Ivo.

“Reforça esse entendimento o fato de que a contratação em tela, formalizada por meio de inexigibilidade de licitação, contrariou orientação desta Casa em diversos opinativos envolvendo o Programa Brasília Sem Fronteiras.”

A Procuradoria argumenta ainda que, antes de contratar a universidade, deveria ter sido feita uma comparação de preços com outras instituições de mesmo renome. O órgão também criticou o fato de não ter sido detalhado um perfil técnico dos professores que iriam promover o curso.

Em nota, o ex-gestor aifrmou ao G1 no início da noite desta sexta que a contratação foi realizada "em total conformidade' com a lei, adotando critérios de inexigibilidade. Segundo as regras, no caso de cursos e treinamentos em que o conhecimento e a experiência são fundamentais, a competição é caracterizada como "inviável'.

"Dessa forma, pede a lei que se faça contratação por inexigibilidade, desde que o fornecedor tenha notório saber", afirmou Ivo. "O Instituto de Tecnologia de Auckland é uma das instituições mais respeitadas daquele país e possui notoriedade nas áreas de tecnologia, liderança e inovação", escreveu no comunicado.

Entenda

 

O programa foi lançado em 2013, e a primeira edição contou com 2,3 mil inscritos e atendeu 190 estudantes e servidores. Os bolsistas tinham todas as despesas do curso pagas, incluindo passagens aéreas, seguro-saúde, documentação, hospedagem e material de didático, além de bolsa-auxílio para pagamento de alimentação, transporte e demais gastos pessoais.

Em 2014, o Tribunal de Contas do DF suspendeu a licitação da Secretaria de Ciência e Tecnologia aberta para contratar uma agência de viagens para compra de passagens do programa por suspeitas de sobrepreço. O tribunal reavaliou a decisão e liberou o processo licitatório em seguida.

Fonte: G1


Escrito por Publicado em Tecnologia da Informação Março 06 2017

Dois estados já começaram a adotar uma tecnologia que é capaz de rastrear placas de carros clonadas. Em Brasília, o sistema foi para as ruas este ano.

Sabe aquele código que a gente vê em embalagem de supermercado ou quando vai pagar uma conta por celular? É parecido. A tecnologia funciona com o QR Code, uma espécie de leitura rápida de informações por meio de aplicativos de celular.

O agente do Detran consegue ver até nas fotos tiradas pelo pardal o código das placas e fica sabendo se é ou não clonada.

O músico Júlio Duarte percebeu algo bem estranho na última multa que recebeu. “ Meu veículo era de uma cor e o da multa era outra. Aí eu constatei a placa e verifiquei que minha placa tinha sido clonada”, contou.

Foi aí que começou uma saga. Foram dois anos e meio entrando com recursos no Detran do Distrito Federal, até que desistiu. Para trocar de carro, teve que pagar R$ 700 de multa.

“Demorou em torno de dois anos e meio os recursos, que nunca foram julgados. Eu vendi, pedi baixa para eu poder pagar a multa que não foi cometida por mim e, assim, transferir os veículos para a concessionária que comprou o meu carro”, disse.

Apenas no ano passado o Detran do Distrito Federal registrou 120 queixas de placas clonadas. Por isso, se apressou e foi o segundo do país a inserir o QR Code nas placas. O primeiro foi o do Amazonas. Com o QR Code, basta o agente ter um aplicativo de celular que em segundos tem todas as informações da placa.

O aplicativo lê o código até nas fotos. Os agentes conseguem ampliar as imagens, ler o QR Code e saber mais rápido se a placa foi clonada ou não. 

“Esse é o início de um projeto maior. Hoje, nós temos esses dados que são controle da placa, futuramente, pode vir a ter um controle até mesmo, ao você ler o QR Code, já cair diretamente nos dados do veículo e assim facilitar a fiscalização dos órgãos de trânsito”, disse o diretor do Detran-DF, Uelson Praseres.

Desde o início do ano, todos os carros novos no Distrito Federal já saem com as placas mais modernas. Até agora, 2.000 carros foram emplacados com esse sistema. Um dos últimos é o da placa do carro da Derli e do Marcelo.

“Eu acho interessante a gente ter essa tecnologia que a gente tem a garantia que essa placa nunca vai ser clonada. Fora essa correria, quando você tem uma placa clonada, você tem que ir para delegacia, você tem que recorrer de possíveis multas que venham a ocorrer ao longo desse período e aí dá mais segurança para os usuários e proprietários de veículos”, disse o servidor público Marcelo Vilela.

Esse código dá para ver até nas fotos tiradas pelo radar eletrônico. O código eletrônico nas placas antigas não é obrigatório, mas é uma boa solução para evitar dor de cabeça com a clonagem.

Fonte: Bom Dia Brasil 


Escrito por Publicado em Destaques Sinfor Fevereiro 24 2017

Pesquisa do PPI mostra que os aplicativos geram mais de 300 mil postos de trabalho no Brasil


Escrito por Publicado em Destaques Sinfor Fevereiro 08 2017

 

O que é?

Programa de apoio à competitividade das micro e pequenas indústrias, por meio de ações coletivas, sempre demandadas pelos empresários locais no contexto do território e setor produtivo ao qual pertencem, por meio da capilaridade das federações e da parceria com o Sebrae Estadual.

 

Clique aqui para saber mais sobre o Programa.


Escrito por Publicado em Tecnologia da Informação Fevereiro 07 2017

A Uber encara uma batalha em Seattle para impedir que seus motoristas daquela cidade formem um sindicato a fim de exigir melhores condições de trabalho.

 

Tudo começou em dezembro de 2015, quando o conselho da cidade aprovou, por nove votos a zero, uma proposta de lei permitindo que motoristas de serviços como Uber e Lyft se sindicalizassem.

 

 

Ao invés de bater de frente com a decisão, as empresas passaram a apoiar uma ação judicial da Câmara do Comércio dos Estados Unidos, que tem um perfil totalmente voltado ao patronado; mas, em agosto passado, um juiz dispensou a ação sob alegação de que ela era prematura, tendo em vista que Seattle ainda nem tinha implementado as mudanças aprovadas no ano anterior.

 

Em dezembro de 2016, o departamento de finanças e serviços administrativos de Seattle publicou regras em torno da sindicalização dos motoristas, indicando como deveriam proceder para negociar melhores condições de trabalho e quais seriam os trâmites necessários para a formação de uma entidade representativa. Foi então que a Uber resolveu dar um passo mais largo, abrindo ela mesma um processo contra a autoridade judicial da cidade.

 

Para a empresa, a nova lei é "arbitrária e caprichosa", e também inconsistente com "leis fundamentais de trabalho". Chega a ser curioso ver a Uber empenhada numa batalha contra os trabalhadores, como destaca o site The Verge, tendo em vista que a empresa disse recentemente que 2017 seria "o ano do motorista", a quem devotaria energia e recursos em busca de uma melhora de relacionamento.

 

O Verge, inclusive, descobriu no ano passado evidências de que a Uber estava usando uma organização ligada à CIA para investigar políticos próximos ao sindicalismo em Seattle — algo que a própria empresa confirmou, considerando o esquema um mero esforço para entender o cenário político local.

 

Uma audiência estava marcada para 10 de fevereiro, mas acabou mudada para 17 de março. A Lyft disse ao Verge que não está participando da batalha, mas que a acompanha com interesse.

Fonte: Olhar Digital


Escrito por Publicado em Tecnologia da Informação Fevereiro 07 2017

A Campus Party vive um conflito. Após passar por uma crise financeira, o encontro de apaixonados por tecnologia tentou se renovar na décima edição por meio da diversidade. Em vez de trazer especialistas em ciência, tecnologia e inovação, como tradicionalmente fazia, a Campus atirou para todos os lados, colocando nos palcos grafiteiros, youtubers, biomédicos. A mudança de perfil, porém, não agradou a uma parte fundamental da Campus: os campuseiros.

"O evento perdeu um pouco da sua essência", resume o organizador da caravana da cidade de Maringá, no Paraná, André Lima. Na Maringeek, Lima trouxe cerca de cem pessoas, que esperavam uma décima edição da feira "histórica". No entanto, ele se decepcionou. "Tem muita coisa diferente dentro da feira", disse Lima ao Estado, referindo-se à variedade de temas em discussão. "Além disso, alguns problemas antigos já deveriam ter sido resolvidos, como a falta de Wi-Fi e de ar-condicionado.

" Os problemas de infraestrutura são velhos conhecidos da organização do evento. A Maringeek, porém, não quis continuar esperando pela solução. Eles criaram sua própria rede Wi-Fi, livre para ser usada por quem quiser. Além disso, esses campuseiros usaram a bancada onde se instalaram para criar uma espécie de estande, com competições do jogo Just Dance e distribuição de brindes, como camisetas personalizadas.

"A organização escondeu a competição de Just Dance, que era tradicional na Campus, nos fundos da feira", diz Lima. "Não tem mais grandes estandes, que distribuíam brindes e presentes. Quem está fazendo a feira são os campuseiros."

Na prática, os participantes passaram mais tempo em atividades entre eles do que engajados em atividades oficiais. Estandes de marcas ficaram vazios grande parte do tempo, enquanto as bancadas e os corredores estavam sempre lotados. "A feira está ruim, mas está ótimo para fazer negócios e conhecer novos parceiros", disse Antonio Diamin, sócio de uma startup de biochips. "A Campus está acontecendo nas mesas."  

Fonte: Jornal do Comércio


Escrito por Publicado em Destaques Sinfor Fevereiro 01 2017

O presidente do CRCDF, Adriano Marrocos, recebeu na terça-feira (24) o presidente do Sindicato das Indústrias da Informação do Distrito Federal (SINFOR/DF), Ricardo Figueiredo Caldas. Na ocasião os dirigentes das duas entidades puderam estreitar laços institucionais e conversaram sobre o recolhimento da contribuição sindical. A avaliação de ambos é que existe a necessidade de esclarecer melhor os profissionais sobre a representação.

Na ocasião o presidente do CRCDF, Adriano Marrocos, se comprometeu a divulgar aos profissionais da classe contábil, a decisão proferida pela 17ª Vara do Trabalho, em novembro, a favor do Sinfor. De acordo com a sentença, o SINFOR/DF é quem representa a indústria da informática e da informação. A decisão judicial foi apresentada ao CRCDF via ofício, com o pedido de apoio na divulgação aos profissionais de contabilidade sobre o correto recolhimento da contribuição sindical, evitando, assim, futuras cobranças judiciais.

Desta forma, alertamos que as atividades representadas por este sindicato devem recolher a contribuição sindical para o SINFOR/DF. São elas:

- Indústria da informática e da informação quanto à produção, manutenção, suporte e provimentos desse ramo. 
- Empresas do ramo de informática ligadas à indústria, ou seja, que produzam produtos de informática, inclusive as que fabricam e criam software. 
- Empresas que promovam a venda de produtos que sejam produzidos, fabricados ou criados por ela a título de software.

Em caso de dúvidas quanto ao enquadramento sindical nesse ramo, recomendamos que procurem o SINFOR/DF. Telefones (61) 3233-1439 – (61) 32344166 ou email: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

Fonte: CRCDF


Escrito por Publicado em Destaques Sinfor Janeiro 26 2017

A Agência de Fiscalização do Distrito Federal (Agefis) iniciará a visitação aos estabelecimentos considerados grandes geradores de resíduos sólidos em 26 de fevereiro de 2017. De acordo com a legislação local, as empresas que produzam mais de 120 litros por dia de resíduos sólidos indiferenciados são responsáveis pela separação dos itens reciclável, acondicionamento e destinação ambiental adequada do material. Aquelas que descumprirem a norma estão sujeitas à multa e interdição do espaço onde desempenha as atividades.

Para facilitar a organização das empresas, o Instituto Senai de Tecnologia (IST) desenvolveu metodologias de elaboração do Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos (PGR). As sugestões visam a adequar a segregação dos resíduos na origem, o que possibilita minimizar a geração de materiais a serem descartados, controlar e reduzir os riscos ao meio ambiente e assegurar o correto manuseio e disposição final dos itens.

Além de ser uma obrigação legal, a implementação dos processos descritos no documento traz impactos positivos para a instituição no que diz respeito à diminuição de desperdícios e redução de custos.

Para mais informações, entre em contato com a unidade pelos telefones (61) 3353-8736 / 3351-2205 / 3353-8784 / 3353-8782, ou pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

 

 


Escrito por Publicado em Tecnologia da Informação Janeiro 23 2017

Um grupo que reúne desde desenvolvedores de software a um sociólogo, todos envolvidos no mercado de tecnologia, criou uma plataforma para identificar mau uso de verba pública por deputados federais.

Espalhados entre Porto Alegre, Brasília, São Paulo e até na Itália, os oito descobriram um meio de analisar mais de dois milhões de notas fiscais de forma automática para detectar uso abusivo da cota parlamentar –reembolso a que deputados têm direito para o exercício do mandato.

Numa maratona de análise computacional e humana na semana passada, a força-tarefa, financiada por um crowdfunding, contestou o reembolso de R$ 378.844 desde 2011. Foram 629 denúncias contra 216 deputados à Câmara –sendo dois candidatos à presidência da Casa.

Após o passar pelo software, cada caso é analisado por uma pessoa, que depois encaminha as denúncias. O grupo costuma aguardar respostas para divulgar os casos.

A ação recebeu o nome de "Operação Serenata de Amor", inspirado no "caso Toblerone", um escândalo da década de 1990 na Suécia que provocou a renúncia da então vice-primeira-ministra Mona Sahlin por uso do cartão corporativo para gastos pessoais.

"A gente acredita que a corrupção não começa em milhões. A gente corta desde o início, no momento em que o deputado pode pedir uma nota fiscal para um taxista de R$ 80 quando ele na verdade gastou R$ 40. Se ele souber que tem alguém olhando, talvez não chegue a roubar dinheiro de merenda", diz o desenvolvedor Irio Musskops, 23, idealizador do projeto.

O desafio é ensinar "Rosie" –apelido dado ao programa inspirado na doméstica-robô do desenho "Os Jetsons"– a identificar casos estranhos. O foco na fase inicial do projeto tem sido identificar gastos suspeitos com refeição.

O robô aponta pagamentos num curto prazo de tempo em cidades muito distantes, compras feitas fora de Brasília enquanto o deputado discursava em plenário, valores considerados acima do normal e outras contradições.

Num primeiro teste, em novembro, ela identificou 40 anomalias, das quais nove foram reconhecidas pela Câmara como mau uso da verba.

Entre os casos estão a compra de cinco garrafas de cerveja em Las Vegas pelo deputado Vitor Lippi (PSDB-SP) e de 13 almoços no mesmo dia reembolsados ao deputado Celso Maldaner (PMDB-SC). A cota é para uso exclusivo do parlamentar, e é proibido comprar bebidas alcoólicas.

Os dois atribuíram o erro a suas assessorias, que não retiraram as compras indevidas ao solicitar o reembolso, e devolveram a verba à Câmara.

"Fomos ensinando o robô a combater a corrupção. Ele entende padrões e identifica o que está fora", disse o jornalista Pedro Vilanova, 23, também integrante do grupo.

Na última semana, "Rosie" questionou dois candidatos à presidência da Câmara. O deputado André Figueiredo (PDT-CE) gastou R$ 248,52 em novembro de 2014 na pizzaria Valentina, onde uma pizza grande custa hoje em média R$ 70. Para o reembolso, ele apresentou uma nota manual que descreve apenas "despesa com refeição".

Rogério Rosso (PSD-DF) recebeu R$ 294,69 por um almoço em maio de 2016. Foram consumidos quatro pratos, sendo três filés de costelas no Roadhouse Grill, em Brasília.

Rosso disse que houve erro no reembolso e devolveu o dinheiro. Figueiredo declarou não ser possível identificar erro em gastos de dois anos atrás, mas disse que desde 2015 reduziu os pedidos de reembolsos por alimentação.

A cota parlamentar autoriza reembolso ao deputado com gastos em refeições, combustíveis, material de divulgação do mandato, passagens e outros. Em 2016, foram gastos R$ 211,2 milhões.

O limite mensal varia de acordo com o Estado que elegeu o parlamentar: vai de R$ 30,8 mil para eleitos no Distrito Federal a R$ 45,6 mil, em Roraima –de acordo com o preço das passagens aéreas para cada Estado.

Fonte: Folha de SP


Escrito por Publicado em Tecnologia da Informação Janeiro 23 2017

Agenda, avisos escolares, recados. Na escola, esses mecanismos são usados constantemente para comunicação entre os alunos e a instituição. Em tempos de matrículas escolares,algumas instituições de ensino do Distrito Federal, apostam na tecnologia, com o intuito de aproximar e tornar mais rápida a comunicação entre estudantes, pais e direção, além de colaborar com o meio ambiente. Em contrapartida, estudantes com algum tipo de dificuldade de aprendizagem, apostam em aplicativos de aulas particulares que auxiliam na busca por profissionais que ministrem conteúdos de disciplinas como matemática, física, química, língua portuguesa, e outras, além de dicas como técnicas de estudos, com o intuito de melhorar o rendimento dos estudantes ao longo do ano. Duas instituições de ensino da cidade, além de um grupo de empresários do ramo educacional, apostam nessas medidas como transformadoras da educação.

Seguindo a linha da inovação tecnológica, o CEAV Jr., escola especializada em ensino infantil, localizada no Distrito Federal aposta na redução do uso de papel na sala de aula aproximando os responsáveis das atividades escolares dos estudantes por meio de um aplicativo de celular.

O app que está em funcionamento nas duas unidades da escola, em Taguatinga/DF e Águas Claras/DF, conta com adesão de 86% dos 900 pais que mantém filhos matriculados. “A ideia é que em até dois anos os comunicados impressos e a agenda física não sejam mais utilizados na escola”, alega Otávio Martins, analista de marketing do CEAV Jr. Além de digitalizar os comunicados diários, o serviço traz o relatório de acompanhamento diário dos alunos.Todos os dias, os professores preenchem informações sobre a rotina da criança no aplicativo. Os dados são enviados em tempo real para os responsáveis, que recebem notificações no aparelho celular e por e-mail. As informações diárias retratam sobre o comportamento, higiene, saúde, alimentação, banho e sono dos filhos.

Uma das ferramentas mais utilizadas é o chat que permite a comunicação direta entre pais, professores e diretores. De acordo com a diretora da unidade de Águas Claras, Silvana Emília, todos os pais elogiaram a agilidade proporcionada pela iniciativa: “Os pais adoram, é uma comunicação rápida e a acessível. Eles pedem informações sobre o dia das crianças e, por vezes, falam de questões pessoais que podem influenciar na rotina escolar do filho. Fazemos questão de responder o mais rápido possível”, ressalta a profissional.

Acompanhamento escolar

Para os alunos que tiverem problemas de rendimento na escola, apps voltados ao acompanhamento escolar permitem com que os estudantes chamem os docentes para aulas de reforço. No caso do aplicativo AulaUP, criado para auxiliar na agenda dos mestres parceiros e intermediar o pagamento, feito por cartão de crédito. O app auxilia a conexão de alunos e educadores de maneira simples, segura e rápida, possibilitando que o aluno solicite e tenha aulas de português, matemática, história, geografia, ciências, física, química e biologia em até duas horas. Os professores cadastrados atendem os Ensinos Fundamental ao Médio, das 8h às 20h, por um valor pré-estabelecido de R$ 55 hora/aula.O download é gratuito e funciona em smartphones e tablets com o sistema Android e iOS. Com pouco mais de dois meses de funcionamento, o app reúne 600 docentes cadastrados, sendo 170 deles ativos, referência entre professores e alunos.

Professor da área de exatas do aplicativo, Pedro Alves, ressalta a importância do aluno dentro do Aula UP, já que o docente faz o acompanhamento através do histórico escolar, através de uma análise detalhada da evolução deles ao longo do ano, na medida em que os conteúdos são trabalhados. O professor cita o caso de uma estudante que tinha Transtorno de Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH), e que, por ser tímida, não acompanhava o ritmo da turma,diferentemente do método individualizado, que fez as suas potencialidades serem exploradas, ao analisar a sua particularidade. “Quando a aula é individual, o aluno se solta, ganha mais confiança, o que faz com que ele crie mais oportunidades”, salienta.
 
Método similar utiliza o docente Marco Túlio que, além da abordagem caso a caso durante os atendimentos individualizados, faz o uso de algumas técnicas para que os alunos rendam mais nos estudos, como a técnica do Pomodoro, que consiste em pausas de cinco minutos em um ciclo de 25 minutos estudados. “Também procuro mostrar que a alimentação e uma dieta equilibrada são parte de um estudo de qualidade”, destaca o professor.

Não a toa a abordagem trabalhada pelos docentes do aplicativo vem ganhando a confiança dos pais, que passaram a recomendar o app para conhecidos, além dos alunos, que vem se sentindo mais estimulados ao frequentarem as aulas. É o caso da estudante do último ano do Ensino Médio, Cristina de Menezes, que recorreu a disciplina de física no app, e ressalta a fácil organização das matérias no aplicativo, além da rapidez com que os docentes são encontrados, e a forma dos conteúdos trabalhados. “Não tem que ficar procurando com muita antecedência, e as matérias já se encontram categorizadas”. A mãe de Cristina, a funcionária pública Silvana Menezes ressalta também a alta capacitação dos professores, expondo a percepção diferenciada na abordagem dos conteúdos. “Logo no primeiro atendimento, o professor pode dar uma atenção especial a ela, o que proporcionou com que obtivesse uma boa nota na avaliação, terminando o ano letivo de uma maneira positiva”, diz Silvana.

Já o empresário Jefferson Neves ressalta que encontrou no aplicativo uma forma capaz de interação e bom convívio nos atendimentos para o filho. ” É um aplicativo muito bom, pois proporciona a interação, além da facilidade em chamar o docente para ministrar as aulas. Antes tinha de procurar em vários locais, o que dificultava bastante”, pondera o profissional.

Serviço

CEAV Jr. (Ensino: infantil e fundamental)

Unidade Águas Claras
Endereço: Av. Jequitibá, 485 – Loja 1 – Águas Claras, Brasília – DF, 71929-540.
Mais informações: (61) 3351-3257
 
Unidade Taguatinga
Endereço: QNA 14, Lote 32/34 – Taguatinga Norte.
Mais informações: (61) 3561-1001
 
Colégio Visão – Águas Claras
Endereço: Rua 25 norte lote 4 cep 71.917-180
Ensino: infantil, fundamental I e II e ensino médio
Mais informações:
Telefone: (61) 3597-1763

AulaUP

Horário: 8h às 20h

Telefone: (61) 3551-1447

Disponível em:

App Store – http://itunes.apple.com/us/app/aulaup/id1147780848?mt=8&ign-mpt=uo%3D4

Google Play – play.google.com/store/apps/details?id=br.com.altranais.goaula

Mais informações: http://www.aulaup.com.br/

 

Fonte: Jornal Dia a Dia


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