Quinta, 18 de Janeiro de 2018

Escrito por Publicado em Tecnologia da Informação Abril 03 2017

Para facilitar o acesso ao Sistema Eletrônico de Informações (SEI), foi lançado nesta sexta-feira (31) um portal exclusivo que reúne as funcionalidades do serviço e fornece mais utilidades. Permite, por exemplo, a verificação de autenticidade de documentos eletrônicos por meio de assinatura digital.

O SEI é uma plataforma eletrônica on-line que faz a tramitação ágil de processos e documentos. Segundo a secretária de Planejamento, Orçamento e Gestão, Leany Lemos, o sistema é uma medida que melhora o controle e diminui os custos no governo. “A implementação do SEI significa uma gestão mais ágil, mais moderna e mais eficiente.”

Com o portal, a plataforma ganha um meio de navegação mais amigável, com acesso a mais serviços. Agora os relatórios e projetos públicos podem ser conferidos com datas e informações. Além disso, manuais, tutoriais e a legislação sobre o SEI estão presentes no portal para facilitar a utilização do sistema.

Para os cidadãos em geral, também é possível se cadastrar como usuário externo pelo portal. Basta criar um login e uma senha para que se possa dar entrada em processos.

O Instituto Brasília Ambiental (Ibram), por exemplo, dá permissão de eventos em parques ecológicos do Distrito Federal por meio do cadastro, que tinha que ser feito pessoalmente no órgão.

Eventualmente, será possível para usuários externos acompanharem tramitações de processos públicos por meio do SEI. A previsão é que o serviço seja fornecido no sistema a partir de abril.

Uma plataforma escolhida como solução nacional

Desenvolvido pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região, o SEI foi escolhido como solução para o Processo Eletrônico Nacional. A iniciativa foi do Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, com o objetivo de criar uma infraestrutura pública de processos e documentos eletrônicos.

Para o sistema ser implementado na administração de Brasília, foi firmado acordo com o Ministério, por meio da Secretaria de Planejamento. Cada órgão e pasta do governo local que for colocar os processos no SEI precisa ter uma portaria conjunta assinada pela secretária Leany Lemos.

Com a centralização eletrônica, as trocas entre as pastas ficam mais rápidas. Um documento que precisava ser protocolado e levado entre duas secretarias é enviado e recebido imediatamente. Isso porque o sistema legitima instantaneamente a comunicação e pode ser acessado em celular, tablet ou computador.

Assim, é possível economizar papel e combustível. Para que o sistema funcione com todos os documentos e processos em rede, foi criado um datacenter (base física das informações) na Subsecretaria de Tecnologia da Informação e Comunicação, vinculada à Secretaria de Planejamento.

Mesmo com a centralização física dos arquivos, os procedimentos sigilosos dos órgãos são separados uns dos outros. Apenas os documentos públicos ficam disponíveis para todos os servidores com acesso ao sistema.

Até o momento, estes são os 13 órgãos de Brasília com processos introduzidos no SEI:

 

Arquivo Público

Casa Civil

Casa Militar

Controladoria-Geral do DF

Corpo de Bombeiros Militar do DF

Instituto Brasília Ambiental (Ibram)

Polícia Militar do DF

Procuradoria-Geral do DF

Secretaria de Fazenda

Secretaria de Gestão do Território e Habitação

Secretaria de Mobilidade

Secretaria de Planejamento

Secretaria de Saúde

 

 

A Secretaria de Planejamento prevê que sejam 30 órgãos até o fim de 2017. Toda a administração local deve estar com os processos no sistema até 2019.

Fonte: Agência Brasília


Escrito por Publicado em Destaques Sinfor Abril 03 2017

A Indústria de TIC do Distrito Federal, representada pelo presidente do Sinfor/DF, Ricardo Caldas, se comprometeu com o sucesso do projeto “Brasília, a cidade que eu quero viver”. Na noite desta quinta-feira (30), a Associação de Empresas do Mercado Imobiliário (ADEMI) e o Sindicato da Indústria da Construção Civil (SINDUSCON) apresentaram para as lideranças de setores organizados da sociedade civil a proposta de novo modelo de planejamento das políticas públicas, ao qual o Sinfor/DF tornou-se signatário.

O projeto consiste na reunião de líderes de setores da sociedade para planejar o desenvolvimento da cidade em longo prazo. A ideia é que a própria população possa analisar quais índices precisam ser melhorados e sugerir ações para serem executadas pelos governantes a cada 20 anos.

“A cidade que a gente quer viver depende de planejamento. Se planejarmos, as chances de chegarmos onde queremos é grande”, defendeu SIlvio Barros, ex-prefeito de Maringá.

Por ser pioneira neste modelo, a cidade paranaense é modelo de gestão. Hoje, após 13 anos da data de adoção do planejamento engajado com a sociedade, Maringá é a melhor cidade para se viver no Brasil, segundo pesquisa da empresa de consultoria Macroplan.

“É uma maneira extraordinária de se planejar uma cidade. O Executivo tem uma visão limitada, em virtude da temporalidade do mandato eletivo. Vivemos em solavancos de quatro em quatro anos, pois não é possível ter uma estratégia de longo prazo, quando se vive uma rotina de apagar incêndios”, analisa o presidente do Sinfor.

Para Ricardo Caldas, o projeto já poderia ser implantado com vistas às eleições 2018. “Se formos rápidos, teremos gestões mais eficazes, a partir de 2019. Poderemos apresentar aos candidatos os indicadores que consideramos relevantes e verificar o comprometimento de cada um com essas questões”, afirma.

 

A apresentação do projeto contou com a participação dos presidentes da Câmara Legislativa do DF, Joe Vale, da Fibra, Jamal Bittar, do Sinduscon, Luís Carlos Botelho, da Ademi, Paulo Muniz, da Asbraco, Afonso Assad, da Câmara dos Dirigentes Lojistas, José Carlos Magalhães, dentre outras autoridades e empresários. 


Escrito por Publicado em Tecnologia da Informação Março 29 2017

Cerca de 4 mil pessoas devem participar da Campus Party Brasília, de 14 a 18 de junho, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães. Essa é a primeira vez que a experiência vem ao Distrito Federal, e a expectativa é fortalecer o ambiente de inovação e tecnologia local.

Para isso, o governo de Brasília tem atuado para aproximar a juventude empreendedora da cidade das oportunidades criadas pelo festival, considerado o maior do mundo a reunir jovens para discutir inovação, criatividade, ciências, empreendedorismo e universo digital.

Quem pretende acampar no espaço já pode adquirir o ingresso para o evento. Até 31 de março, fica aberta a pré-venda dos passaportes pelo site oficial da Campus Party.

O fortalecimento do empreendedorismo na cidade é um dos legados da edição Brasília, de acordo com Thiago Jarjour, secretário adjunto do Trabalho, da Secretaria do Trabalho, Desenvolvimento Social, Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos.

"A Campus Party deve trazer muitas contribuições para Brasília. Temos visto o despertar de uma veia empreendedora muito forte, que pode estimular uma nova matriz econômica"Thiago Jarjour, secretário adjunto do Trabalho

“A Campus Party deve trazer muitas contribuições para Brasília. Temos visto o despertar de uma veia empreendedora muito forte, que pode estimular uma nova matriz econômica”, explica Jarjour.

O ambiente da Campus Party favorece também o contato entre desenvolvedores e pode acelerar muitos projetos. Foi o que ocorreu com a plataforma desenvolvida por Lucas Marques, de 24 anos, e mais três amigos.

Juntos, eles criaram o Instabuy, uma ferramenta de e-commerce que reúne páginas de lojas de diversos segmentos. “É como se fosse um shopping virtual, que tem desde supermercado até loja de aparelhos de ar-condicionado”, conta o CEO (sigla em inglês para Chief Executive Officer, principal executivo de uma empresa) do Instabuy.

A proposta foi levada pelos empreendedores para a Campus Party Brasil de 2016, em São Paulo. Lá, eles apresentaram a ideia e captaram investidores para aprimorar a plataforma. “A Campus Party faz parte da nossa história. Ela nos proporcionou uma mudança de cabeça muito grande, porque convivemos com outras experiências. Além disso, construímos uma boa rede de contatos”, destaca Lucas Marques.

Origens da Campus Party

A experiência surgiu em 1997, na Espanha. Desde então, já percorreu países como Alemanha, Colômbia, Equador, El Salvador, Inglaterra e México. Desde 2008, o evento ocorre em São Paulo (SP) e, desde 2012, no Recife (PE).

Campus Party Brasília

De 14 a 18 de junho

No Centro de Convenções Ulysses Guimarães

Pré-venda de ingressos para quem for acampar: pelo site oficial brasil.campus-party.org 

 

Fonte: Agência Brasília


Escrito por Publicado em Tecnologia da Informação Março 29 2017

O ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassab, confirmou aos senadores nesta quarta-feira (29) que o primeiro satélite geoestacionário brasileiro será lançado até o fim da primeira quinzena de abril, o que permitirá em breve a cobertura  de banda larga em 100% do território nacional. Ele participou de audiência pública da Comissão de Ciência e Tecnologia (CCT), presidida pelo senador Otto Alencar (PSD-BA).

O Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC) deveria ter sido enviado ao espaço na semana passada, mas uma greve geral na Guiana Francesa, de onde partiria o foguete, levou ao adiamento da operação.

O SGDC é o primeiro equipamento geoestacionário brasileiro de uso civil e militar. Com vida útil de 18 anos, custou R$ 2,7 bilhões e ficará a 36 mil quilômetros da terra. Além de cobrir todo o país com banda de alta capacidade, vai permitir o uso militar na proteção do mar territorial, da Amazônia e de toda a faixa de fronteira com os dez países sul-americanos vizinhos do Brasil.

- A banda larga vai alcançar qualquer distrito ou cidade do país, levando inclusão social e digital aos brasileiros. Além disso, o Ministério da Defesa terá banda larga para monitorar nossas fronteiras, além de haver disponibilidade para oferecer melhorias da qualidade dos serviços nos setores de educação e saúde - afirmou Kassab.

Empresas

Alguns dos senadores que participaram da reunião da CCT, entre eles Omar Aziz (PSD-AM), mostraram-se preocupados com o comportamento das empresas que atuam no setor. Ele ponderou que não adianta ter o satélite disponível se as companhias querem atuar somente onde obtêm lucro.

- Não há boa vontade das operadoras e não podemos fazer nada para cobrar delas, porque é a lei do mercado. O satélite é importante, mas existe a lei de mercado. Para haver investimento, tem que ter retorno - afirmou Omar.

Gilberto Kassab reconheceu que o modelo de telecomunicações brasileiro está deficiente, principalmente porque a privatização iniciada ainda no governo Fernando Henrique Cardoso previa o Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (Fust) para suprir lacunas que as operadoras não são obrigadas a cumprir. Todavia, o Fundo tem sofrido com contingenciamentos orçamentários, como observou.

- Aproveito para sugerir aqui uma lei que impeça o contingenciamento de verbas do Fust. É uma decisão de Estado, independe do governo, pois esse recurso era para atender exatamente essas ponderações. O Fust tem sido contingenciado há quase 30 anos, e é uma grande lacuna do nosso sistema de comunicações - afirmou.

Participaram da reunião desta quarta-feira secretários do Ministério da Ciência e Tecnologia, além dos presidentes da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), Telebras, Agência Espacial Brasileira e Comissão Nacional de Energia Nuclear (Cnem). O senador Otto Alencar disse que serão realizadas novas audiências com a participação de alguns dos representantes desses órgãos para tratar de assuntos específicos.

Fonte: Agência Senado


Escrito por Publicado em Destaques Sinfor Março 29 2017

A Comissão de Convenção Coletiva iniciou, nesta terça-feira (28) a análise da proposta enviada pelo SITIMME para os anos 2017/2018. Após ler todos os itens e discuti-los com base na expectativa do setor, o grupo irá fazer a contraproposta ao Sindicato responsável a fim de negociar as melhores condições para as relações de trabalho no período vigente.

A Comissão foi criada em Assembleia Ordinária na sede do Sinfor/DF.  O grupo é formado pelos diretores Alexandra Moreira, Alexander Kurt, Artur Milhomem,  Caio Medeiros e Onofra Neusa.

 

Os associados interessados em enviar sugestões podem entrar em contato com o Sinfor/DF pelos emails Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. e comunicaçãEste endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.


Escrito por Publicado em Destaques Sinfor Março 25 2017
DF, MG e PR deverão buscar entidades de outros estados para agendar demandas da Indústria Nacional de TIC

Escrito por Publicado em Tecnologia da Informação Março 15 2017

As empresas brasileiras de segurança Aker e N-Stalker chegaram a um acordo para unir suas operações. O negócio foi feito por meio de uma troca de ações entre os acionistas e não envolveu aporte de recursos. Com a operação, Rodrigo Fragola, fundador da Aker, ficou com 40% da operação, mesmo percentual do fundo Invest Tech - que fez um aporte na companhia há um ano. Os 20% restantes ficaram com Thiago Zaninotti, fundador da N-Stalker.

De acordo com Fragola, a fusão fez sentido porque as operações das duas companhias são complementares. A Aker desenvolve softwares e equipamentos de defesa contra ameaças digitais para empresas. Já a N-Stalker atua com testes de invasão - a companhia é contratada para encontrar brechas nas redes dos clientes antes que as falhas sejam descobertas por criminosos.

"Com a junção, conseguimos entregar todo o ciclo de segurança que as empresas precisam", disse Fragola ao Valor. Segundo o executivo, um novo nome para a companhia está em estudo e será adotado. Porém, ainda não há previsão de quando isso irá acontecer.

Juntas, as duas empresas somam 136 funcionários e tiveram receita de R$ 26 milhões no ano passado. Para 2017, a expectativa é chegar a R$ 34 milhões. Até 2020, o plano é ter um negócio com R$ 100 milhões em vendas.

Meta semelhante fora estipulada no ano passado pela Aker, quando recebeu o aporte da Invest Tech. Segundo Fragola, a crise econômica tem atrapalhado um pouco para alcançar esse objetivo, embora ele continue sendo perseguido.

"Nosso mercado é o de pequenas e médias empresas, mas temos atingido também as grandes, que estão em busca de alternativas ao que é oferecido pelos nomes tradicionais do setor", afirmou o executivo. Aker e N-Stalker competem com companhias como Symantec, Barracuda, HP e IBM.

Na estratégia da companhia recém-combinada também estão novas operações de fusão e aquisição, e o crescimento das operações fora do Brasil. Atualmente, o mercado internacional representa 10% do negócio consolidado - por conta, basicamente, da N-Stalker, que tem contratos com bancos e governos nos EUA e na Europa. A expectativa de Fragola é a é que as vendas internacionais representem até 50% do negócio nos próximos anos.

De acordo com Zaninotti, da N-Stalker, o objetivo deverá ser alcançado reforçando a rede de revendedores, que atualmente conta com 30 dos 200 canais que vendem produtos das empresas. Os alvos iniciais são os EUA, Portugal e Espanha.

Fonte: Valor Econômico


Escrito por Publicado em Tecnologia da Informação Março 15 2017

Empresa está entre as líderes do mercado de TI em projetos para o setor privado

A Cast group, empresa nacional líder em Soluções End-to-End de TI, faturou R$ 320 milhões em 2016. Para 2017, a companhia espera faturar R$ 400 milhões baseada em uma estratégia que tem como alvo o mercado privado.

Hoje, a Cast group está consolidada entre as mais atuantes integradoras de TI de projetos e serviços em empresas privadas. “Ano a ano ampliamos nossa base de clientes. O setor já corresponde a uma importante fatia do nosso negócio", afirma José Calazans da Rocha, presidente da Cast.

Segundo o executivo, as aquisições das empresas SUM (consultoria SAP), e da PowerLogic, fornecedora de soluções Java, resultaram no aumento de clientes deste segmento. “A iniciativa potencializou ainda mais nossas soluções e serviços". Este este ano, também estão previstas novas aquisições.

Calazans ressalta a excelência da Cast group na prestação de serviços e na entrega de soluções capazes de alavancar a produtividade das organizações. “Somos parceiros dos principais players de TI. Investimos constantemente na capacitação da equipe, para oferecer o que há de mais inovador em infraestruturas de TI e gestão de sistemas corporativos”.

Entre os parceiros da Cast group estão a SAP, Oracle, IBM, Hyland e Red Hat. "Recentemente, conquistamos a certificação SAP Master VAR que capacita as parceiras da fabricante de ERP a captar e treinar canais de revenda em seus sistemas", destaca o presidente.

Focada em serviços e soluções para sustentação de sistemas corporativos, a Cast group fornece serviços voltados ao outsourcing de aplicações, infraestrutura de TI, do desenvolvimento de sistemas customizados e ativos de TI.

Além disso, disponibiliza serviços especializados em SAP AMS (Application Management Services), que englobam implementação e gestão de processos, service, help desk, suporte, monitoramento de sistemas corporativos, entre outros recursos.

Outro destaque do portfólio da Cast group é o IMS (Infrastructure Management Services). Ele traz o conceito de gestão multi-infra e pode ser aplicada no datacenter da Cast group, no ambiente do cliente, em cloud Pública, Privada, ou de forma combinada, viabilizando uma gestão unificada das soluções.

Sempre se antecipando às tendências, a Cast group agrupou soluções AMS e IMS para formar o Cast Management Services (CMS). "É uma camada de serviços de monitoramento completa para infraestrutura e aplicações. Associada ao nosso time de especialistas, ela garante a disponibilidades das soluções conforme a necessidade de cada cliente. Assim, o desempenho dos negócios é garantido”, conclui Calazans.

Sobre a Cast Group

Com 27 anos de mercado, a Cast group é uma empresa nacional de Tecnologia da Informação com larga experiência em grandes projetos para as áreas privada e pública, que atua com consultoria de TI e outsourcing de desenvolvimento, aplicações, infraestrutura, e implementação de soluções ERP, BI, ECM, HCM, CRM, etc., de um ecossistema de parceiros líderes de mercado, tais como SAP, Oracle, IBM, Red Hat. Nos últimos anos, a Cast Group adquiriu três empresas, a Meta, SUM e a PowerLogic, para complementar suas ofertas para o setor privado.

Hoje, a Cast group é reconhecida pelo IDC como a maior empresa em serviços de aplicações de TI para este mercado, com mais de 200 clientes, especialmente nas áreas de finanças, indústrias e serviços, como, Banco do Brasil, Cielo, Codesp, Datasus, Cervejaria Petrópolis, Atento, Libbs, Usiminas, Colgate Palmolive, Lojas Marisa, SUEZ, Farmoquímica, EMS, Votorantim, DrogaRaia e Proderj. Além, disso, a companhia possui as certificações ISO 9001:2008, CMMI e MPS.BR.

Com mais de 2 mil colaboradores e filiais em São Paulo (SP), Brasília (DF), Belo Horizonte (MG), Maceió (AL) e Campo Grande (MS), além de uma fábrica de software em Araraquara (SP), a Cast group atua em todo o Brasil por meio de diversos canais de venda e suporte. A empresa também tem presença internacional com uma filial em Delaware, nos Estados Unidos.

Para 2017, a Cast group, que tem mantido uma taxa de crescimento anual em torno de 20%, planeja atingir um faturamento de R$ 400 milhões.

 

Fonte: SEGS


Escrito por Publicado em Tecnologia da Informação Março 15 2017

Garantir que todas as escolas e universidades públicas tenham acesso à internet banda larga é uma das prioridades da Comissão de Ciência Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT) definida pelo novo presidente, senador Otto Alencar (PSD-BA), após ser eleito por aclamação nesta quarta-feira (15).

Segundo Otto, a CCT também buscará parcerias com os governos federal e estaduais para viabilizar a construção de centros de tecnologia nos estados nos moldes do Senai Cimatec de Salvador (BA).

- Temos não só que apreciar matérias importante nessa área, mas também buscar parcerias que podem colaborar para avançar no sentido de que a pesquisa, a invocação e a informática possam evoluir e chegar a todos os rincões do pais. É um momento importante dessa discussão sobre tecnologia pois ainda temos deficiências muito grandes em vários setores, como na telefonia móvel, na internet, na banda larga. No meu estado, quase nenhuma escola pública dispõe de banda larga – disse o novo presidente da CCT.

Vários senadores também afirmaram que o investimento em inovação e a expansão do acesso à banda larga estão entre os principais desafios do país.

- Temos discutido muito ao longo das reuniões da CCT sobre a necessidade de dar acesso à  banda larga a todos os brasileiros e, em especial, àqueles que estão nas regiões mais afastadas e menos desenvolvidas – acrescentou Flexa Ribeiro (PSDB-PA).

Também por aclamação, a CCT elegeu o senador Waldemir Moka (PMDB-MS) como vice-presidente. Flexa Ribeiro (PSDB-PA), Omar Aziz (PSD-AM), Hélio José (PMDB-DF), Cristovam Buarque (PPS-DF), João Alberto Souza (PMDB-MA) e Pedro Chaves (PSC-MS) parabenizaram os eleitos e desejaram sucesso ao longo do próximo biênio.

Fonte: Agência Senado


Escrito por Publicado em Tecnologia da Informação Março 15 2017

Com um investimento previsto de R$ 3,2 bilhões, o Parque Tecnológico do Distrito Federal, batizado de BioTIC, cuja criação foi oficializada em janeiro último, deve abrigar em seu espaço instituições representantes da comunidade científica e da área de ciência, tecnologia e inovação (CT&I), além de centros de pesquisa, startups, aceleradoras e empresas.

O secretário de CT&I do governo distrital, Marcelo Aguiar, confirmou que o polo científico e tecnológico abrigará representações da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), o Conselho Nacional de Secretários para Assuntos de Ciência Tecnologia e Inovação (Consecti) e a Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec), cuja parceria nesse projeto deve ser selada em abril.

No memorando assinado constam ainda as participações da Academia Brasileira de Ciências (ABC) e o Fortec – Fórum Nacional de Gestores de Inovação e Transferência de Tecnologia. Na prática, essa iniciativa representa o esforço conjunto entre as partes na convergência de ações para o avanço científico e tecnológico nacional.

As confirmações de Aguiar foram apresentadas na reunião nacional do Conselho Nacional de Secretários Estaduais para Assuntos de Ciência, Tecnologia e Inovação (Consecti), realizada na semana passada, na sede do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), em Brasília. A expectativa era de que a informação fosse anunciada oficialmente pelo governador distrital, Rodrigo Rollemberg, mas isso não aconteceu em razão de compromissos de última hora.

O secretário explicou ainda que essas instituições serão abrigadas no edifício de governança que hoje se encontra em processo de construção, em um espaço de 11 mil metros quadrados. A perspectiva é de que esse empreendimento seja inaugurado ainda em setembro deste ano.

No mesmo espaço, acrescentou Aguiar, será abrigada também a Fundação de Amparo à Pesquisa do Distrito Federal (FAP-DF), e atividades inerentes ao desenvolvimento do parque, como incubadoras e aceleradoras de empresas.

Conforme disse, o BioTIC será um espaço estratégico para o desenvolvimento econômico, científico e tecnológico do Distrito Federal e de toda a região Centro Oeste, o celeiro agrícola e pecuário do País, com destaque para o Mato Grosso, o principal produtor nacional de soja.

“É um espaço estratégico porque ele é voltado à biotecnologia e à tecnologia da informação”, acrescentou Aguiar, em entrevista ao Jornal da Ciência, após participar da reunião.

Passo para operação

A área total destinada ao Parque Tecnológico é estimada em 1,2 milhão de metros quadrados, em espaço localizado no fim da Asa Norte, entre a Granja do Torto e o Parque Nacional de Brasília. A primeira empresa a se instalar no local, estima Aguiar, é a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), pela construção da Embrapatec, o braço de operações da estatal no mercado de inovação. No local já funcionam os datacenters do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal.

“O passo inicial da operação do parque tecnológico vai ser a inauguração do edifício de governança do parque, em setembro”, disse.

Para o secretário, o início das obras das empresas deve ser começar a parti do início do próximo ano, devendo entrar em operação no fim de 2018.

Na operação do empreendimento, explicou ainda o secretário, o governo do DF participará com a doação do terreno avaliado em R$ 1,2 bilhão. O restante será a contrapartida da iniciativa privada, cujos investimentos totais devem somar R$ 3,2 bilhões. Pelo projeto aprovado, o parque será gerido por um fundo de investimento.

“Não haverá venda de terreno às empresas, porque o governo entra com o terreno e as empresas vão se instalar. E o investimento delas na instalação é o que contamos para chegarmos ao montante dos R$ 3,2 bilhões”, informou.

A avaliação de Aguiar é de que a implementação do BioTIC será “um sucesso”, diante da procura considerável pelas empresas e do foco do empreendimento na bioeconomia -, a economia sustentável que propõe maior utilização de recursos biológicos e conhecimento tecnológico.

“Fizemos um grande estudo sobre o futuro do Centro Oeste e da economia brasileira e, juntamente com a Embrapa, tivemos uma grande discussão com a comunidade científica daqui e identificamos que o foco do desenvolvimento futuro do Distrito Federal está na bioeconomia, que são todas as atividades vinculadas à produção agrícola e seus desdobramentos.”

É uma reclamação dos empresários que eles estão pouco envolvidos nas discussões do Parque Tecnológico. É importante que o GDF ouça a classe empresarial e de empreendedores. Recentemente, o Bizmeet conversou com o presidente do Sinfor, Ricardo Caldas, sobre isso

Da redação Bizmeet com informações do Jornal da Ciência


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