Sexta, 17 de Novembro de 2017

Escrito por Publicado em Destaques Sinfor Março 25 2017
DF, MG e PR deverão buscar entidades de outros estados para agendar demandas da Indústria Nacional de TIC

Escrito por Publicado em Tecnologia da Informação Março 15 2017

As empresas brasileiras de segurança Aker e N-Stalker chegaram a um acordo para unir suas operações. O negócio foi feito por meio de uma troca de ações entre os acionistas e não envolveu aporte de recursos. Com a operação, Rodrigo Fragola, fundador da Aker, ficou com 40% da operação, mesmo percentual do fundo Invest Tech - que fez um aporte na companhia há um ano. Os 20% restantes ficaram com Thiago Zaninotti, fundador da N-Stalker.

De acordo com Fragola, a fusão fez sentido porque as operações das duas companhias são complementares. A Aker desenvolve softwares e equipamentos de defesa contra ameaças digitais para empresas. Já a N-Stalker atua com testes de invasão - a companhia é contratada para encontrar brechas nas redes dos clientes antes que as falhas sejam descobertas por criminosos.

"Com a junção, conseguimos entregar todo o ciclo de segurança que as empresas precisam", disse Fragola ao Valor. Segundo o executivo, um novo nome para a companhia está em estudo e será adotado. Porém, ainda não há previsão de quando isso irá acontecer.

Juntas, as duas empresas somam 136 funcionários e tiveram receita de R$ 26 milhões no ano passado. Para 2017, a expectativa é chegar a R$ 34 milhões. Até 2020, o plano é ter um negócio com R$ 100 milhões em vendas.

Meta semelhante fora estipulada no ano passado pela Aker, quando recebeu o aporte da Invest Tech. Segundo Fragola, a crise econômica tem atrapalhado um pouco para alcançar esse objetivo, embora ele continue sendo perseguido.

"Nosso mercado é o de pequenas e médias empresas, mas temos atingido também as grandes, que estão em busca de alternativas ao que é oferecido pelos nomes tradicionais do setor", afirmou o executivo. Aker e N-Stalker competem com companhias como Symantec, Barracuda, HP e IBM.

Na estratégia da companhia recém-combinada também estão novas operações de fusão e aquisição, e o crescimento das operações fora do Brasil. Atualmente, o mercado internacional representa 10% do negócio consolidado - por conta, basicamente, da N-Stalker, que tem contratos com bancos e governos nos EUA e na Europa. A expectativa de Fragola é a é que as vendas internacionais representem até 50% do negócio nos próximos anos.

De acordo com Zaninotti, da N-Stalker, o objetivo deverá ser alcançado reforçando a rede de revendedores, que atualmente conta com 30 dos 200 canais que vendem produtos das empresas. Os alvos iniciais são os EUA, Portugal e Espanha.

Fonte: Valor Econômico


Escrito por Publicado em Tecnologia da Informação Março 15 2017

Empresa está entre as líderes do mercado de TI em projetos para o setor privado

A Cast group, empresa nacional líder em Soluções End-to-End de TI, faturou R$ 320 milhões em 2016. Para 2017, a companhia espera faturar R$ 400 milhões baseada em uma estratégia que tem como alvo o mercado privado.

Hoje, a Cast group está consolidada entre as mais atuantes integradoras de TI de projetos e serviços em empresas privadas. “Ano a ano ampliamos nossa base de clientes. O setor já corresponde a uma importante fatia do nosso negócio", afirma José Calazans da Rocha, presidente da Cast.

Segundo o executivo, as aquisições das empresas SUM (consultoria SAP), e da PowerLogic, fornecedora de soluções Java, resultaram no aumento de clientes deste segmento. “A iniciativa potencializou ainda mais nossas soluções e serviços". Este este ano, também estão previstas novas aquisições.

Calazans ressalta a excelência da Cast group na prestação de serviços e na entrega de soluções capazes de alavancar a produtividade das organizações. “Somos parceiros dos principais players de TI. Investimos constantemente na capacitação da equipe, para oferecer o que há de mais inovador em infraestruturas de TI e gestão de sistemas corporativos”.

Entre os parceiros da Cast group estão a SAP, Oracle, IBM, Hyland e Red Hat. "Recentemente, conquistamos a certificação SAP Master VAR que capacita as parceiras da fabricante de ERP a captar e treinar canais de revenda em seus sistemas", destaca o presidente.

Focada em serviços e soluções para sustentação de sistemas corporativos, a Cast group fornece serviços voltados ao outsourcing de aplicações, infraestrutura de TI, do desenvolvimento de sistemas customizados e ativos de TI.

Além disso, disponibiliza serviços especializados em SAP AMS (Application Management Services), que englobam implementação e gestão de processos, service, help desk, suporte, monitoramento de sistemas corporativos, entre outros recursos.

Outro destaque do portfólio da Cast group é o IMS (Infrastructure Management Services). Ele traz o conceito de gestão multi-infra e pode ser aplicada no datacenter da Cast group, no ambiente do cliente, em cloud Pública, Privada, ou de forma combinada, viabilizando uma gestão unificada das soluções.

Sempre se antecipando às tendências, a Cast group agrupou soluções AMS e IMS para formar o Cast Management Services (CMS). "É uma camada de serviços de monitoramento completa para infraestrutura e aplicações. Associada ao nosso time de especialistas, ela garante a disponibilidades das soluções conforme a necessidade de cada cliente. Assim, o desempenho dos negócios é garantido”, conclui Calazans.

Sobre a Cast Group

Com 27 anos de mercado, a Cast group é uma empresa nacional de Tecnologia da Informação com larga experiência em grandes projetos para as áreas privada e pública, que atua com consultoria de TI e outsourcing de desenvolvimento, aplicações, infraestrutura, e implementação de soluções ERP, BI, ECM, HCM, CRM, etc., de um ecossistema de parceiros líderes de mercado, tais como SAP, Oracle, IBM, Red Hat. Nos últimos anos, a Cast Group adquiriu três empresas, a Meta, SUM e a PowerLogic, para complementar suas ofertas para o setor privado.

Hoje, a Cast group é reconhecida pelo IDC como a maior empresa em serviços de aplicações de TI para este mercado, com mais de 200 clientes, especialmente nas áreas de finanças, indústrias e serviços, como, Banco do Brasil, Cielo, Codesp, Datasus, Cervejaria Petrópolis, Atento, Libbs, Usiminas, Colgate Palmolive, Lojas Marisa, SUEZ, Farmoquímica, EMS, Votorantim, DrogaRaia e Proderj. Além, disso, a companhia possui as certificações ISO 9001:2008, CMMI e MPS.BR.

Com mais de 2 mil colaboradores e filiais em São Paulo (SP), Brasília (DF), Belo Horizonte (MG), Maceió (AL) e Campo Grande (MS), além de uma fábrica de software em Araraquara (SP), a Cast group atua em todo o Brasil por meio de diversos canais de venda e suporte. A empresa também tem presença internacional com uma filial em Delaware, nos Estados Unidos.

Para 2017, a Cast group, que tem mantido uma taxa de crescimento anual em torno de 20%, planeja atingir um faturamento de R$ 400 milhões.

 

Fonte: SEGS


Escrito por Publicado em Tecnologia da Informação Março 15 2017

Garantir que todas as escolas e universidades públicas tenham acesso à internet banda larga é uma das prioridades da Comissão de Ciência Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT) definida pelo novo presidente, senador Otto Alencar (PSD-BA), após ser eleito por aclamação nesta quarta-feira (15).

Segundo Otto, a CCT também buscará parcerias com os governos federal e estaduais para viabilizar a construção de centros de tecnologia nos estados nos moldes do Senai Cimatec de Salvador (BA).

- Temos não só que apreciar matérias importante nessa área, mas também buscar parcerias que podem colaborar para avançar no sentido de que a pesquisa, a invocação e a informática possam evoluir e chegar a todos os rincões do pais. É um momento importante dessa discussão sobre tecnologia pois ainda temos deficiências muito grandes em vários setores, como na telefonia móvel, na internet, na banda larga. No meu estado, quase nenhuma escola pública dispõe de banda larga – disse o novo presidente da CCT.

Vários senadores também afirmaram que o investimento em inovação e a expansão do acesso à banda larga estão entre os principais desafios do país.

- Temos discutido muito ao longo das reuniões da CCT sobre a necessidade de dar acesso à  banda larga a todos os brasileiros e, em especial, àqueles que estão nas regiões mais afastadas e menos desenvolvidas – acrescentou Flexa Ribeiro (PSDB-PA).

Também por aclamação, a CCT elegeu o senador Waldemir Moka (PMDB-MS) como vice-presidente. Flexa Ribeiro (PSDB-PA), Omar Aziz (PSD-AM), Hélio José (PMDB-DF), Cristovam Buarque (PPS-DF), João Alberto Souza (PMDB-MA) e Pedro Chaves (PSC-MS) parabenizaram os eleitos e desejaram sucesso ao longo do próximo biênio.

Fonte: Agência Senado


Escrito por Publicado em Tecnologia da Informação Março 15 2017

Com um investimento previsto de R$ 3,2 bilhões, o Parque Tecnológico do Distrito Federal, batizado de BioTIC, cuja criação foi oficializada em janeiro último, deve abrigar em seu espaço instituições representantes da comunidade científica e da área de ciência, tecnologia e inovação (CT&I), além de centros de pesquisa, startups, aceleradoras e empresas.

O secretário de CT&I do governo distrital, Marcelo Aguiar, confirmou que o polo científico e tecnológico abrigará representações da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), o Conselho Nacional de Secretários para Assuntos de Ciência Tecnologia e Inovação (Consecti) e a Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec), cuja parceria nesse projeto deve ser selada em abril.

No memorando assinado constam ainda as participações da Academia Brasileira de Ciências (ABC) e o Fortec – Fórum Nacional de Gestores de Inovação e Transferência de Tecnologia. Na prática, essa iniciativa representa o esforço conjunto entre as partes na convergência de ações para o avanço científico e tecnológico nacional.

As confirmações de Aguiar foram apresentadas na reunião nacional do Conselho Nacional de Secretários Estaduais para Assuntos de Ciência, Tecnologia e Inovação (Consecti), realizada na semana passada, na sede do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), em Brasília. A expectativa era de que a informação fosse anunciada oficialmente pelo governador distrital, Rodrigo Rollemberg, mas isso não aconteceu em razão de compromissos de última hora.

O secretário explicou ainda que essas instituições serão abrigadas no edifício de governança que hoje se encontra em processo de construção, em um espaço de 11 mil metros quadrados. A perspectiva é de que esse empreendimento seja inaugurado ainda em setembro deste ano.

No mesmo espaço, acrescentou Aguiar, será abrigada também a Fundação de Amparo à Pesquisa do Distrito Federal (FAP-DF), e atividades inerentes ao desenvolvimento do parque, como incubadoras e aceleradoras de empresas.

Conforme disse, o BioTIC será um espaço estratégico para o desenvolvimento econômico, científico e tecnológico do Distrito Federal e de toda a região Centro Oeste, o celeiro agrícola e pecuário do País, com destaque para o Mato Grosso, o principal produtor nacional de soja.

“É um espaço estratégico porque ele é voltado à biotecnologia e à tecnologia da informação”, acrescentou Aguiar, em entrevista ao Jornal da Ciência, após participar da reunião.

Passo para operação

A área total destinada ao Parque Tecnológico é estimada em 1,2 milhão de metros quadrados, em espaço localizado no fim da Asa Norte, entre a Granja do Torto e o Parque Nacional de Brasília. A primeira empresa a se instalar no local, estima Aguiar, é a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), pela construção da Embrapatec, o braço de operações da estatal no mercado de inovação. No local já funcionam os datacenters do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal.

“O passo inicial da operação do parque tecnológico vai ser a inauguração do edifício de governança do parque, em setembro”, disse.

Para o secretário, o início das obras das empresas deve ser começar a parti do início do próximo ano, devendo entrar em operação no fim de 2018.

Na operação do empreendimento, explicou ainda o secretário, o governo do DF participará com a doação do terreno avaliado em R$ 1,2 bilhão. O restante será a contrapartida da iniciativa privada, cujos investimentos totais devem somar R$ 3,2 bilhões. Pelo projeto aprovado, o parque será gerido por um fundo de investimento.

“Não haverá venda de terreno às empresas, porque o governo entra com o terreno e as empresas vão se instalar. E o investimento delas na instalação é o que contamos para chegarmos ao montante dos R$ 3,2 bilhões”, informou.

A avaliação de Aguiar é de que a implementação do BioTIC será “um sucesso”, diante da procura considerável pelas empresas e do foco do empreendimento na bioeconomia -, a economia sustentável que propõe maior utilização de recursos biológicos e conhecimento tecnológico.

“Fizemos um grande estudo sobre o futuro do Centro Oeste e da economia brasileira e, juntamente com a Embrapa, tivemos uma grande discussão com a comunidade científica daqui e identificamos que o foco do desenvolvimento futuro do Distrito Federal está na bioeconomia, que são todas as atividades vinculadas à produção agrícola e seus desdobramentos.”

É uma reclamação dos empresários que eles estão pouco envolvidos nas discussões do Parque Tecnológico. É importante que o GDF ouça a classe empresarial e de empreendedores. Recentemente, o Bizmeet conversou com o presidente do Sinfor, Ricardo Caldas, sobre isso

Da redação Bizmeet com informações do Jornal da Ciência


Escrito por Publicado em Destaques Sinfor Março 10 2017

Ontem, dia 8 de março, a coordenadora do portal Bizmeet, Juliana Ribeiro, se reuniu com o presidente do Sindicato das Indústrias de Informação (Sinfor) e um dos sócios da empresa Telemikro, Ricardo Caldas, para saber das últimas notícias sobre o parque tecnológico – o Biotic – e conhecer mais das ações do Sinfor, que tem despontado nesse mercado. O bate papo foi produtivo e descontraído com expectativas sobre o futuro do Parque Tecnológico.

Desvirtuamento

O parque tecnológico é um projeto do Sinfor, de mais de 16 anos, construído para abrigar empresas de tecnologia, inovação e comunicação em um único ambiente, contudo, fatos recentes desvirtuaram a premissa que o Sinfor havia proposto. Seu nome, de acordo com o presidente do Sinfor, deveria chamar-se Parque Tecnológico Capital Digital. “Lamentavelmente, nós tivemos a mudança agora no início do ano para esse nome (Biotic) e a introdução da biotecnologia, que no Distrito Federal é algo incipiente”, explica Ricardo.

De acordo com o presidente do Sinfor, a inserção da biotecnologia não agregará em nada ao parque tecnológico e trará problemas irreversíveis. “Na verdade criará um desvirtuamento, como aconteceu com as outras áreas de desenvolvimento econômico aqui em Brasília”.

Convicção

Durante a conversa, a coordenadora do Bizmeet perguntou ao presidente do Sinfor qual é o próximo passo do sindicato com relação ao parque tecnológico e o que espera-se do governador Rodrigo Rollemberg sobre isso. Ricardo Caldas afirmou que o Sinfor continuará firme em suas convicções em ocupar o parque tecnológico. “A área de tecnologia e comunicação precisa, sim, estar inserida na discussão do parque. Nós continuaremos firmes em buscar ocupá-lo e e em tratá-lo como um parque para a área de TI, porque ela está incluída em seu objetivo”, pondera com veemência.

Incentivos

Para Ricardo Caldas não é uma área como a biotecnologia que irá definir o que será o parque tecnológico, mas sim incentivos e recursos investidos nele. “Essa área precisa de incentivos econômicos e fiscais, por dois aspectos: primeiro, para fixar as nossas
empresas que estão no parque tecnológico; e segundo, para atrair empresas de fora de Brasília”, opina.

O Sinfor não desistirá de que o parque tecnológico volte a sua função original e tentará de todos os meios para que isso aconteça. “Nós buscamos o diálogo com o governo para continuar influindo nesse processo do parque tecnológico”.

Agradecimentos

Ao final do bate papo Juliana Ribeiro desejou que o Sinfor persista nesse objetivo, pois – por fazer parte de um veículo de comunicação de tecnologia, o Bizmeet – percebeu que o tema do parque tecnológico gera movimento em todos os nichos, seja no empreendedor, empresarial, profissional ou acadêmico. “Vamos torcer, para que esse intuito inicial do parque – que o Sinfor abraçou – permaneça. Em nome do Bizmeet agradeço a sua atenção e apoio. Tudo que for para a comunidade de tecnologia e para o bem dos empreendedores estaremos juntos com vocês”.

Ricardo Caldas, por sua vez, agradeceu o bate papo e ao portal Bizmeet. “Gostaria de parabenizar o trabalho que o Bizmeet tem feito em prol da tecnologia da informação de Brasília e do Brasil”, finalizou.

Confira o bate papo na íntegra

Fonte: Bizmeet


Escrito por Publicado em Destaques Sinfor Março 06 2017

O presidente do Sindicato das Indústrias da Informação (SINFOR/DF), Ricardo Caldas, participou do maior evento de Telecomunicações mundial, o Mobile World Congress 2017, que ocorreu de 27 de fevereiro a 2 de março em Barcelona. O Congresso contou com a participação de, aproximadamente, 100 mil pessoas de todo o mundo.

O evento teve a presença de cerca de centenas de palestrantes internacionais, além de seminários paralelos. Na área de exposição, 10 pavilhões abrigaram milhares de empresas da Ásia, África, Europa e das Américas. O Brasil esteve presente com uma pequena delegação, comparada com a de outros países, com 16 empresas em espaço organizado pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex), da Associação para Promoção da Excelência do Software Brasileiro (Softex) e Brasil IT+.

“O Congresso foi grandioso. Mostrou que o desenvolvimento tecnológico tem avançado rapidamente. No próximo ano, vamos estimular as empresas associadas ao Sinfor/DF a participar como prospectores e expositores. É uma ação interessante para as empresas de Brasília”, avaliou Caldas.

Entre as inovações, diversos softwares nas áreas de segurança, sistemas autônomos e mobilidade. Empresas que atuam no mercado mundial lançaram novos modelos de smartphones e também novas empresas fabricantes destes equipamentos, que se revelaram a grande tendência da TI, carros autônomos, drones, robôs, além da Internet das Coisas (IoT), 5G, Inteligência Artificial, Realidade Virtual e outras.

Eduardo Nery, diretor-presidente da Every TI, empresa filiada ao Sinfor, participou e recomenda a presença das empresas brasileiras “É uma feira muito boa. Neste ano, foi ainda melhor do que a edição anterior. O resultado foi mais significativo. Recomendo que as empresas participem”, disse.

O evento também contou com a presença de autoridades brasileiras, tais como o ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassab, o secretário de Política de Informática (Sepin) do MCTIC, Maximiliano Martinhão, o presidente da Softex, Ruben Delgado e outros.


Escrito por Publicado em Tecnologia da Informação Março 06 2017

Tóquio / Xangai – Os mercados chineses começaram a semana em alta uma vez que as ações do setor de tecnologia subiram depois que o primeiro-ministro, Li Keqiang, apontou a inovação como uma parte essencial da reestruturação da economia na abertura da reunião anual do Parlamento do país.

O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, avançou 0,55 por cento, enquanto o índice de Xangai teve alta de 0,50 por cento.

Uma onda de notícias da abertura da reunião do Congresso Nacional do Povo no fim de semana foi interpretada pelos investidores como positiva, apesar do corte na meta de crescimento econômico da China neste ano para cerca de 6,5 por cento, ante faixa entre 6,5 e 7 por cento em 2016.

“O crescimento mais lento já foi precificado pelo mercado. Mas a ênfase do governo em inovação está uma mensagem positiva”, disse o chefe de negociações de ações da Shanshan Finance Wu Kan.

O índice MSCI avançava nesta segunda-feira, com investidores sendo influenciados pela perspectiva de alta dos juros nos Estados Unidos neste mês, apesar da notícia da meta de crescimento mais lenta da China em 2017.

O índice de tecnologia da chinês ChiNext saltou 1,8 por cento, enquanto o índice de acompanha setores relacionados à tecnologia avançou 1,5 por cento.

O índice MSCI, que reúne ações da região Ásia-Pacífico com exceção do Japão, tinha alta de 0,46 por cento às 7:41 (horário de Brasília), conforme os investidores avaliam a perspectiva de alta dos juros nos Estados Unidos este mês.. Em TÓQUIO, o índice Nikkei recuou 0,46 por cento, a 19.379 pontos.

. Em Hong Kong, o índice HANG SENG subiu 0,18 por cento, a 23.596 pontos.

. Em Xangai, o índice SSEC ganhou 0,50 por cento, a 3.234 pontos.

. O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, avançou 0,55 por cento, a 3.446 pontos.

. Em Seul, o índice KOSPI teve valorização de 0,13 por cento, a 2.081 pontos.

. Em Taiwan, o índice TAIEX registrou alta de 0,36 por cento, a 9.682 pontos.

. Em Cingapura, o índice STRAITS TIMES desvalorizou-se 0,03 por cento, a 3.121 pontos.

. Em Sydney o índice S&P/ASX 200 avançou 0,30 por cento, a 5.746 pontos.

 

Fonte: Exame


Escrito por Publicado em Tecnologia da Informação Março 06 2017

A queda dos investimentos na Polícia Militar, Polícia Civil e Corpo de Bombeiros dispara o sinal de alerta para o sucateamento das forças de segurança brasilienses. Segundo pesquisa do gabinete do deputado distrital Wasny de Roure (PT), em 2013 o Governo do Distrito Federal investiu R$ 99.394.770,01. No ano passado, o gasto com equipamentos, veículos, tecnologia e instalações foi de apenas R$ 16.703.016,93. É uma retração de 83,2% nos investimentos no combate ao crime e na preservação de vidas.

O Instituto de Medicina Legal (IML) exemplifica o processo de necrose das forças. Inaugurada em 1959, a instalação foi projetada para atender entre 300 mil e 500 mil pessoas. Parada no tempo, a unidade atende hoje, com dificuldade, população de mais de três milhões de habitantes. A lista do sucateamento inclui armas, munição e equipamentos de qualidade questionável.

Para mapear os recursos repassados pela União, via Fundo Constitucional do DF (FCDF), foi usado o Sistema Integrado de Administração Financeira (Siafi). No caso da verba desembolsada pelo próprio GDF a fonte das informações é o Sistema Integrado de Gestão Governamental (Siggo). O pente fino foi calculado com foco nas atividades-fim das forças, desconsiderando gastos nas áreas-meio. Desobriu-se até que parte dos recursos de investimento do FCDF foi empregada para financiamento de plano de saúde da PM e Corpo de Bombeiros.

Números

  • 213 mil reais na PMDF foram investidos, ano passado, em atividades-fim;
  • 7 milhões de reais foi o investimento no CBDF;
  • 9,4 milhões de reais na PCDF
    completaram o quadro.

Para Wasny, a análise do problema depende de dois ingredientes. De acordo com o parlamentar, o gasto com investimento depende de licitação, o que dificulta a realização de empenhos liquidados. Para evitar perdas do FCDF grande parte dos gestores foca os recursos na folha de pagamento. O segundo ponto é a transferência de recursos do fundo para Educação e Saúde, prevista legalmente.

“O problema é o empobrecimento da qualidade da segurança. Uma coisa é a gestão financeira, outra é a área de investimento. A segurança depende de avanços na tecnologia, mobilidade e equipes. É bom evitar o processo sucessivo de incapacidade operacional do governo”, alerta. O baixo gasto com investimento também coloca fogo na tensão entre a União e o GDF sobre a qualidade dos gastos do FCDF.

A análise total dos gastos com segurança, contando atividades fim e meio também aponta queda. Conforme o Siggo, em 2013, o investimento bruto foi de R$ 264 milhões, contra R$ 109 milhões no ano passado.

Sindicato diz que há desvio de finalidade

Considerando pessoal, custeio, manutenção e investimento, os repasses do FCDF para a Polícia Civil encolheram de 18% para 15% do fundo. Para o presidente do Sindicato dos Delegados da Polícia Civil (Sindepo), Rafael Sampaio, isto gerou a perda de R$ 500 milhões.

“A estabilidade do DF interessa a União. Não parecem adequadas glosas deste tamanho”, critica. Já o presidente do Sindicato dos Policiais Civis (Sinpol), Rodrigo Franco, enxerga um nocivo desvio de finalidade do fundo.

O presidente da Associação dos Oficiais da Reserva (Assor), coronel Wellington Corsino, consideta que políticos não entendem de segurança. “Pensam que ela é arma, viatura e cadeia. Segurança é o uso massivo de novas tecnologias, além de treinamento e aperfeiçoamento constante dos profissionais”, ressalta.

A Secretaria de Segurança Pública e o Palácio do Buriti não comentaram o caso. A Secretaria de Fazenda, responsável pelo FCDF, informou o investimento bruto de R$ 44.9 milhões em 2015 e R$ 63.9 milhões no ano passado, sem contar com recursos próprios do GDF. Segundo a pasta, todos os gastos do fundo respeitaram a legislação.

Fonte: Jornal de Brasília


Escrito por Publicado em Tecnologia da Informação Março 06 2017

sa Civil do Distrito Federal decidiu abrir sindicância nesta sexta-feira (24) para apurar a contratação da Universidade de Tecnologia de Auckland, maior cidade da Nova Zelândia, sem licitação. O pente-fino deve avaliar em 30 dias se houve irregularidade ao promover no país o curso "Liderança Global para o Futuro”. Bancando todos os custos dos bolsistas, o governo gastou na época R$ 398,85 mil com a formação voltada para estudantes e servidores públicos.

Ela ocorreu entre 4 e 29 de agosto de 2014. O curso fez parte do programa de intercâmbio “Brasília Sem Fronteiras” – lançado em 2013 pela Secretaria de Ciência e Tecnologia e atualmente suspenso por falta de verba. Um parecer da Procuradoria-Geral do DF de novembro de 2015 foi usado como base para a Controladoria-Geral recomendar a abertura da sindicância.

De acordo com o parecer, não foi respeitado o prazo mínimo de 90 dias após o anúncio para realizar a prova a fim de selecionar os participantes da bolsa – conforme mandam as regras dos concursos públicos. Não houve parecer jurídico prévio, continuou o órgão. A Procuradoria também apontou que a contratação não foi publicada no Diário Oficial.

Outra irregularidade indicada é o fato de o próprio secretário de Tecnologia da época ter assinado todos os trâmites de pagamento, sem passar pela área financeira. O documento não cita o nome do então secretário. À época, a pasta era gerida por Glauco Rojas Ivo.

“Reforça esse entendimento o fato de que a contratação em tela, formalizada por meio de inexigibilidade de licitação, contrariou orientação desta Casa em diversos opinativos envolvendo o Programa Brasília Sem Fronteiras.”

A Procuradoria argumenta ainda que, antes de contratar a universidade, deveria ter sido feita uma comparação de preços com outras instituições de mesmo renome. O órgão também criticou o fato de não ter sido detalhado um perfil técnico dos professores que iriam promover o curso.

Em nota, o ex-gestor aifrmou ao G1 no início da noite desta sexta que a contratação foi realizada "em total conformidade' com a lei, adotando critérios de inexigibilidade. Segundo as regras, no caso de cursos e treinamentos em que o conhecimento e a experiência são fundamentais, a competição é caracterizada como "inviável'.

"Dessa forma, pede a lei que se faça contratação por inexigibilidade, desde que o fornecedor tenha notório saber", afirmou Ivo. "O Instituto de Tecnologia de Auckland é uma das instituições mais respeitadas daquele país e possui notoriedade nas áreas de tecnologia, liderança e inovação", escreveu no comunicado.

Entenda

 

O programa foi lançado em 2013, e a primeira edição contou com 2,3 mil inscritos e atendeu 190 estudantes e servidores. Os bolsistas tinham todas as despesas do curso pagas, incluindo passagens aéreas, seguro-saúde, documentação, hospedagem e material de didático, além de bolsa-auxílio para pagamento de alimentação, transporte e demais gastos pessoais.

Em 2014, o Tribunal de Contas do DF suspendeu a licitação da Secretaria de Ciência e Tecnologia aberta para contratar uma agência de viagens para compra de passagens do programa por suspeitas de sobrepreço. O tribunal reavaliou a decisão e liberou o processo licitatório em seguida.

Fonte: G1


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