Quinta, 18 de Janeiro de 2018

Escrito por Publicado em Destaques Sinfor Junho 12 2017

Os membros do Conselho de Usuários Claro S.A. e Embratel TVSAT Telecomunicações S.A. iniciaram, em maio as atividades em prol da melhoria dos serviços inerentes ao setor nas cinco regiões brasileiras. Ricardo Caldas, presidente do Sinfor/DF, eleito para o grupo no fim de 2016, participou da reunião que teve como objetivo levantar as principais dificuldades de acesso pelos consumidores. 

“Esse grupo tem como missão atuar junto às operadoras para solucionar demandas dos usuários. É um setor líder de reclamações e nós faremos a interface com uma participação bem minuciosa”, explica Caldas. “A reunião foi muito positiva. Esse trabalho vem para conferir a devida importância da participação popular por meio de conselhos, criados por força de lei. No nosso caso, somos os empresários exercendo o papel de fiscais”. 

No encontro, o estado de Goiás apresentou um panorama das principais reinvindicações dos consumidores. O Distrito Federal será a próxima unidade a levantar as demandas locais, que serão listadas a partir de um contato mais próximo com o Procon. 

Além dos 12 membros permanentes e voluntários, o encontro teve a participação de funcionários da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), que esclareceu o trabalho que é realizado no órgão. 

Recentemente, o presidente do Sinfor/DF publicou artigo em que denunciou a dificuldade do usuário em ser atendido em pedidos de cancelamentos e esclarecimentos ligados aos serviços de telefonia. Segundo Ricardo, é notória a qualificação e experiência dos servidores do quadro da Agência. No entanto, a falha na destinação dos recursos prejudica o resultado final da Anatel. 

“A Lei foi providente em criar fundos como o Fistel e o Fust, mas não criou mecanismos de garantir que esse valor fosse investido no próprio setor. A verdade é que a receita entra, mas cai em um limbo, ninguém sabe para onde vai”, afirmou o presidente do Sindicato. 

O Conselho de Usuários Claro S.A. e Embratel TVSAT Telecomunicações S.A. é formado por cinco grupos de 12 voluntários, oriundos de todas as regiões brasileiras. Os membros se reúnem uma vez por trimestre para propor programas e ações de conscientização e orientação aos usuários sobre a utilização dos serviços de Telecomunicações, bem como sobre os seus direitos e deveres.


Escrito por Publicado em Tecnologia da Informação Maio 29 2017

Pesquisadores da Czech Technical University em Praga desenvolveram uma tecnologia capaz de animar rostos simulando estátuas e pinturas a óleo. O método é semelhante, e aparentemente mais eficiente, que os filtros do Snapchat — que agora também chegaram também a Instagram Stories e Facebook.

Auto Draw: Google cria 'Paint inteligente' que ajusta desenhos ruins

Em um vídeo divulgado por Daniel Sykora, que faz parte da equipe de criação do software, é possível observar como o algoritmo trabalha com inteligência artificial ao identificar um rosto e animá-lo usando como base o estilo de outra foto. A tecnologia considera não só o plano da imagem, mas também o fundo da estátua ou pintura.

O trabalho, batizado de "síntese de animações faciais estilizadas" e ainda com a patente pendente, leva em conta todas as expressões feitas pelo ser humano, como piscar, franzir a testa e mexer a boca e a língua enquanto fala. Cada detalhe é reproduzido com perfeição durante as animações, com exceção do pescoço, que é excluído das imagens.

 

Assim como o Algorithmia, que usa deep learning para colorir fotos em preto e branco, a tecnologia aplicada em rostos ainda está em desenvolvimento e deve ser apresentada no SIGGRAPH 2017, fórum internacional de computação gráfica e técnicas interativas que acontece em julho nos Estados Unidos.

Fonte: TechTudo


Escrito por Publicado em Tecnologia da Informação Maio 29 2017

A primeira vez que ouvi a expressão "cansaço dos materiais", de um amigo engenheiro, me pareceu muito peculiar, uma vez que significa que pontes, cimento, prédios, ferros se cansam. Se eles, que são indestrutíveis, se cansam, que dirá nós.

Achei, com o tempo, que se tratava de uma expressão de rara elegância. Até os átomos ficam de saco cheio de viver na função de ser átomo. Uma ponte cansa de ser ponte, um prédio de ser prédio, uma viga de ferro de ser viga de ferro. Pareceu-me ser este cansaço indício de que exista um Deus. E que os materiais foram feitos também à sua imagem e semelhança. E que não haveria um Deus mais sincero do que um Deus cansado do que criou.

Somos um mundo fadado ao cansaço, mas sem direito a ele. O imperativo do sucesso é a prova de que nosso mundo está condenado. O simples fato de que o normal, esperado e necessário, é o crescimento econômico eterno já nos devia fazer duvidar do que fazemos todo dia.

Você é uma daquelas pessoas que pensam ter resolvido esse problema só porque tem tempo de ir a pé para o trabalho? Ou come sem pressa de manhã porque esse hábito em nada vai alterar sua capacidade de consumo? Bem, se você for uma dessas pessoas, ou é rica ou não tem qualquer possibilidade de sobreviver (e nesse caso não estaria me lendo nesse exato instante, estaria passando fome em algum lugar), ou vive só com muito pouco e jamais deixará de ser só porque faz parte da cultura single (hoje em dia o marketing dá nomes em inglês para justificar seus custos, tipo "cozinhar em casa" virou "comida comfort"), ou seu pai paga pra você não ter pressa de manhã e você fará duas pós-graduações, uma em Nova York e outra em Barcelona.

Não há saída dessa economia non-stop. Quer saber por que não há saída? É fácil descobrir. Venha comigo. Quem pode abrir mão de wi-fi, cultura mobile, Airbnb, aviões cada vez mais seguros, direitos civis cada vez mais definidos, hospitais cada vez mais equipados, exames laboratoriais cada vez mais precisos, Netflix, gente fácil pra fazer sexo sem encher o saco depois, bikes cada vez mais leves, crianças cada vez mais caras e da cidade de Gonçalves como paradigma de gente bacana, tolerante e cool (esse tipo de gente custa muito caro)?

Ninguém abrirá mão dessas coisas, e muitas outras —a lista é interminável e cansativa, então não vou insistir nela.

Nunca houve na Terra uma geração de jovens mais cansada e sem futuro. Claro que falam muito deles como estrelas high-tech. Uma mistura de high-tech com sensibilidade vegana. Pais babam quando bebês colocam os dedinhos na tela do iPhone 7 e sorriem. Como são inteligentes esses pequenos!

Ouço constantemente de jovens que eles são narcisistas, intolerantes com pessoas reais (e tolerantes com rúculas, baleias e crianças na África), ansiosos e arrogantes porque nós lhes legamos um mundo em chamas. Um mercado de trabalho incerto os acompanha há algum tempo. Alguns idiotas da tecnologia acham que o Chatbot fará um mundo melhor graças a sua brilhante inteligência artificial. O novo gozo é com o "algoritmo", mas o que ele vai fazer mesmo é destruir empregos na velocidade da luz. Esses idiotas da tecnologia se julgam mais livres porque trabalham pelo WhatsApp em casa no domingo.

Mas como escapar dessa economia frenética, se o Waze e o Uber são formas de algoritmo, e se sem esses dois as pessoas bacanas não existem? E temos que criar algoritmos cada vez melhores e mais rápidos e mais precisos para termos mais gente superbacana.

Todos os que afirmam ser possível escapar desse frenesi da produção têm um neurônio a menos. Faça um teste e liste o que você considera essencial pra sua vida. Sem mentir, tá? Se pegar um celular na mão, desista de qualquer utopia, você já perdeu a partida porque esse seu celular "cool", provavelmente, depende de salários baixos em algum elo da cadeia produtiva, do contrário ele seria ainda mais caro do que é.

A China venceu. Você compra roupa "cool" feita por mão de obra quase escrava sem culpa porque no Facebook xinga o Trump e acha o Haddad um grande estadista. 

Fonte: Folha de SP

 
 
 

Escrito por Publicado em Tecnologia da Informação Maio 29 2017

Não é apenas a tão aclamada combinação de empreendedorismo e venture capital que tem transformado muitas jovens empresas de tecnologia em grandes players e líderes de tecnologia nos Estados Unidos. O Estado também desempenha um papel decisivo como um cliente público que confere um selo de qualidade, ou seja, um cliente que transforma um investimento em uma aposta segura e contratos lucrativos, tendo em conta seus próprios interesses.

A Palantir, por exemplo, é uma startup de tecnologia com base no Vale do Silício que ficou conhecida por produzir software de análise de Big Data para o serviço secreto e as forças armadas. E tornou-se tão grande que agora é uma das mais valiosas startups do mundo.

De acordo com o Wall Street Journal, a Palantir foi classificada na categoria Unicórnio, pertencente às startups privadas de tecnologia que valem US$ 1 bilhão ou mais e é a quarta na lista das maiores empresas financiadas por capital de risco (Venture Capital), à frente de empresas como Snapchat e SpaceX, estando atrás apenas da Uber, Xiaomi e AirBnB.

Apesar de seu tamanho, a Palantir é relativamente desconhecida pelo grande público. Foi fundada em 2004 como uma empresa de inteligência cibernética e mantém um perfil discreto. Ser muito conhecida pode ser prejudicial quando se está na linha de negócios que começou com a CIA.

O serviço de inteligência dos EUA criou sua própria empresa de capital de risco chamada In-Q-Tel, antes dos atentados de 9/11. A In-Q-Tel gerou cerca de 100 startups de TI com o objetivo de rapidamente ter acesso a novas tecnologias que poderiam ser úteis para a segurança nacional e à defesa. Com mais de três mil funcionários, a Palantir é uma das empresas mais bem sucedidas neste grupo. Há algum tempo, o software da Palantir tem sido usado por quase todas as autoridades envolvidas na segurança nacional dos Estados Unidos. Isto se tornou de conhecimento público depois de um vazamento de informações em 2015 para o blog TechCrunch. Assim como a CIA, o software é usado pela NSA, o FBI, o Department of Homeland Security, a Força Aérea dos EUA e o Corpo de Fuzileiros Navais.

 

A Palantir, criada por meio de capital de risco por seu co-fundador Peter Thiel, não é um é um caso isolado. As empresas de alta tecnologia têm sido ajudadas por contratos públicos nos Estados Unidos e de Israel há anos. Isto tem acontecido principalmente nos setores altamente sensíveis de segurança e analytics. Da mesma forma, os fundos públicos são muitas vezes canalizados em projetos nas áreas de biotecnologia, enterprise computing, robótica e programas de formação digital.

De acordo com a Crunchbase, em 2013, dos 1,1 bilhão de dólares em contratos públicos com startups de tecnologia, 56% dos recursos foram destinados a novas empresas de transporte, especialmente na indústria aeroespacial. O principal beneficiário desses contratos é a SpaceX.

A startup do arrojado fundador da Tesla Inc., Elon Musk, aparentemente recebeu mais de 1,3 bilhão de dólares de fundos públicos dos EUA desde 2008. Além de transportar regularmente cargas comerciais para o espaço, sua empresa também alavancou outros contratos com a NASA e conseguiu posicionar-se como um importante parceiro para o transporte de mercadorias para a estação espacial internacional (ISS).

A SpaceX também tem trabalhado com a agência espacial americana no campo de viagens espaciais tripuladas. Este ano, a startup sediada na Califórnia recebeu sua primeira encomenda das forças armadas dos Estados Unidos para o lançamento de um foguete. Em 2018, a companhia irá colocar em órbita um satélite GPS para a força aérea dos EUA. Durante o processo de licitação do projeto, a SpaceX venceu com certa facilidade o único concorrente – a aliança United Launch, formada pelos veteranos Boeing e Lockheed Martin.

A tendência crescente de contratar empresas privadas para projetos aeroespaciais teve início com a NASA, com a chamada ‘NASA Authorization Act of 2010’. A lei visa apoiar viagens tripuladas espaciais, especialmente o desenvolvimento de novos sistemas e serviços para fornecimento e assistência da Estação Espacial Internacional.

Na realidade, os recém-chegados à corrida espacial são uma perspectiva altamente interessante para todos os tipos de investidores privados nos dias de hoje: de acordo com dados divulgados pela consultoria norte-americana Tauri Group, 1,8 bilhão de dólares de capital de risco foram investidos em 22 startups espaciais somente em 2015.

É fundamental que as autoridades não apenas apoiem o desenvolvimento diretamente por meio de investimentos maciços, mas também viabilizem projetos com clientes sólidos para novas tecnologias e produtos.

Normalmente, são assinados contratos de longo prazo, que garantem a segurança do investimento. Isso, por sua vez, atrai potenciais investidores de capital de risco do setor privado – fechando o círculo. Além disso, um contrato com o governo funciona como um selo de aprovação. Afinal, com os rigorosos controles e verificações de segurança para contratos públicos, que melhores referências é preciso para conseguir clientes no setor privado? Um exemplo disto é a Palantir, que agora gera cerca de metade do seu volume de negócios por meio de contratos com o setor privado.

Os EUA são um bom exemplo de como os cofres públicos podem ser usados como um instrumento eficaz para apoiar jovens empresas de tecnologia e promover o desenvolvimento de soluções ultra inovadoras. Esse financiamento coloca as agências de segurança do Estado em uma vantagem significativa, especialmente em campos que giram em torno da segurança.. Tratam-se de soluções com abordagem orientada para o futuro que proporcionam benefícios econômicos a longo prazo e energia ecológica, que asseguram cuidados de saúde eficientes, sistemas de transporte inteligentes e comunicação segura, dentro das estratégias de alta tecnologia do Governo Federal. O setor público deve analisar e levar em consideração as novas empresas tecnológicas na concessão de contratos públicos. É uma maneira rápida e pragmática de liberar potencial inovador.

Fonte: Administradores


Escrito por Publicado em Destaques Sinfor Maio 25 2017

 

Empresários e colaboradores de setores estratégicos para o ambiente interno das organizações do setor de Tecnologia da Informação estiveram reunidos, nesta quarta-feira (24), para debater os Recursos Humanos. O encontro foi o lançamento do Workshop de RH de TI, promovido pelo Sindicato das Indústrias da Informação do Distrito Federal (Sinfor/DF), com o apoio do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do DF (Sebrae/DF).

 “A Tecnologia da Informação tem uma característica muito peculiar por sua matéria prima serem as pessoas, a inteligência e capacidade de cada um. Esse encontro não é apenas para CEO’s ou diretores. É para todos que lideram em seus setores ou que desejam chegar a um posto de liderança”, explicou Ricardo Caldas, presidente do Sindicato.

Entre os assuntos mais atuais, a terceirização foi abordada pelo especialista em Direito e Processo do Trabalho, Guilherme da Hora. Segundo o advogado e consultor sindicalista, o modelo que tem sido debatido no Congresso Nacional é uma reprodução do que já ocorre em diversos países desenvolvidos, a exemplo dos Estados Unidos e Europa.

Para os empresários, o tema é pacífico e unânime: a proposta de mudanças na legislação é apenas um reconhecimento das diversas formas de contratação que já ocorrem no mercado. “Essa discussão veio em boa hora. Estamos falando sobre uma lei da década de 40, que precisa ser atualizada. Não faz sentido obrigar um funcionário a bater ponto. Vários profissionais já trabalham de casa e trabalham por projeto. A tecnologia resolve isso muito bem”, disse Graciomário Queiroz, diretor de Inovação e Desenvolvimento Tecnológico da Federação das Indústrias do DF (Fibra).

O secretário-adjunto de Trabalho, Thiago Jarjour, lembrou que a reforma será positiva no sentido de adequar as contratações a real necessidade do mercado. “Por que ainda não temos, por exemplo, a opção de trabalhar por hora? Por que um restaurante precisa ter a mesma quantidade de garçons em uma segunda-feira, quando a demanda é baixa, e no domingo, quando o atendimento é muito mais intenso?”, questionou. “A reforma trabalhista vem para proporcionar maior empregabilidade olhando para as novas relações de trabalho. A despeito de qualquer coisa, temos que modernizar as leis. Com todas as alterações que foram feitas, a modernização ainda foi muito humilde”, disse Jarjour.

O empresário Paulo Ribeiro mantém maior parte do quadro da empresa da Fast Help em contratos regidos pela Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT), porém compareceu ao evento para conhecer as propostas de alteração da legislação e compreender os melhores formatos a serem adotados. “Preciso entender bem para saber o que se aplica aos nossos negócios: em quais funções eu posso aplicar e como isso está se desenhando. A gente entende que é uma mudança importante para a economia, isso deverá gerar mais oportunidades de trabalho”, afirmou.

De acordo com o presidente da Associação Brasileira de Startups e Empreendedorismo Digital (Asteps), Hugo Giallanza, as mudanças são uma forma de atrair e reter talentos no Brasil. “A gente compete com o mundo, onde existe um modelo de contratação simplificado. Isso gera um problema. Não sabemos se permanecemos aqui ou vamos para fora, por questão de competitividade. Como presidente de entidade, incentivo para que as pessoas fiquem aqui, para fomentar o desenvolvimento do País”, declarou.

Marco Brito, especialista em Liderança e Transformação Organizacional, abordou também a relevância de ter em mente os objetivos de cada empresa e visualizar a posição que ela quer alcançar. “É preciso que os colaboradores sejam líderes com capacidade de ação, de colocar entusiasmo no que querem fazer e não causar a instabilidade interna da equipe, colocando temor no ambiente de trabalho”, explicou.

Workshop RH de TI

O Workshop de RH de TI deverá ocorrer a cada três meses com o objetivo de capacitar e esclarecer pontos polêmicos que envolvem o departamento de contratações. Segundo Ricardo Caldas, presidente do Sinfor/DF, o evento promove o desenvolvimento das empresas por meio da valorização do capital humano.

Para Graciomárcio Queiroz, diretor da Fibra, a iniciativa mostra que o Sinfor/DF tem visão futurista por se preocupar com a formação cultural do profissional da área no momento em que, segundo o diretor, o mundo passa por um momento de revolução na tecnologia. “Brasília tem mais de nove mil mestres e doutores. É a cidade que tem a maior capacidade de inteligência do Brasil. O Sinfor/DF viu isso com muita propriedade, porque a Capital Federal pode ser um polo de capacitação e treinamento de profissionais deste nível até para ser exportado para outras regiões do Brasil”.

Thiago Jarjour, secretário-adjunto de Trabalho, ressaltou que o ecossistema de inovação e de TI há muito talento, mas é necessário estar sempre atualizado. “Quem está parado já está dando marcha à ré. Por isso louvo tanto esse workshop. Se qualificar, capacitar, reciclar nunca é demais”, afirmou.

 

 A participação no evento é gratuita. As inscrições são realizadas por email na medida em que são anunciados os temas da referida edição no site do Sindicato (www.sinfor.org.br). 


Escrito por Publicado em Tecnologia da Informação Maio 22 2017

Na primeira semana de experiência do sistema de biometria facial, a tecnologia já apontou o uso irregular de usuários do Passe Livre Estudantil em ônibus da linha 110. Os testes estão sendo realizados em 10 coletivos da Piracicabana, que faz o trajeto Rodoviária-Universidade de Brasília (UnB).

Imagens cedidas pela Secretaria de Mobilidade mostram reprodução das telas do sistema do controle das câmeras de identificação biométrica facial, com exemplos de uso irregular dos cartões do Passe Livre. Para o chefe da pasta, Fábio Damasceno, esse resultado comprovou que existem fraudes no sistema e que as pessoas estão repassando para terceiros o direito das gratuidades. 

A irregularidade, segundo ele, causa prejuízos significativos. “O combate a esse tipo de fraude é feito desde o ano passado com o recadastramento dos estudantes. Agora, a última fase, que dependia da tecnologia, comprovou que de 15% a 20% dos usuários utilizam o benefício de forma irregular”, explica.

 

Com o auxílio de câmeras fixadas acima dos validadores de cartão, a nova tecnologia mostrou perfis incompatíveis de beneficiários do Passe Livre Estudantil que utilizaram a linha 110 nesse trajeto. A identificação da fraude foi feita por meio de imagens registradas no momento em que o usuário passou o cartão no validador. Comparadas com a foto do cadastro existente no sistema do Transporte Urbano do Distrito Federal (DFTrans), ficou revelada a diferença.

Os titulares que apresentaram incompatibilidade de perfil serão notificados e, posteriormente, terão os cartões bloqueados.

 Fonte: Metrópoles


Escrito por Publicado em Tecnologia da Informação Maio 22 2017

A saída do distrital Cláudio Abrantes da base do governo Rodrigo Rollemberg (PSB) e do partido Rede provocou uma reação em cadeia. Indicado pelo parlamentar, o secretário adjunto de Ciência, Tecnologia e Inovação, Marcelo Aguiar (foto em destaque), entregou a carta de demissão ao governador na manhã desta quarta-feira (17/5). Aguiar estava no cargo desde 19 de maio de 2016.

Antes mesmo do pedido de exoneração ser formalizado, Rollemberg convidou o deputado Rodrigo Delmasso (Podemos) para assumir a pasta. Mas, dificilmente, Delmasso se licenciará do mandato.

Caso o distrital — que hoje é o líder do governo na Câmara Legislativa — aceite o convite do governador, a suplente Jaqueline Silva (PPL) assumirá o mandato.

 

Ao mesmo tempo, Rollemberg emplacará como líder do governo na CLDF Agaciel Maia (PR), candidato que apoiou durante as eleições da Câmara Legislativa, quando Joe Valle (PDT) venceu a disputa pela presidência.

Saída de Abrantes
Cláudio Abrantes ainda não anunciou a nova legenda, mas deve estar junto com Joe Valle (PDT) em 2018, independentemente do cargo que pleitear nas urnas. Marcelo Aguiar, que pode disputar um cargo eletivo, deve seguir o mesmo caminho.

Abrantes deixou a base de apoio do governo na terça-feira (16/5) devido ao impasse nas negociações salariais da Polícia Civil. A categoria quer paridade com a Polícia Federal. Porém, o governador se negou a avançar nas negociações.

Baixa na Fazenda
Na terça (16), João Fleury Teixeira anunciou que deixará a Secretaria de Fazenda a partir de 1º de junho. Ele pediu para sair alegando problemas familiares. Fleury foi o terceiro nome a assumir a secretaria na gestão Rollemberg, em janeiro de 2016. Wilson José de Paula, secretário adjunto, responderá interinamente pela pasta. Ele é auditor fiscal da Receita do DF desde 1995.

Fonte: Metrópoles


Escrito por Publicado em Tecnologia da Informação Maio 22 2017

O governo do Distrito Federal lançou hoje (19) o aplicativo Amamenta Brasília, para os sistemas operacionais Android e iOS (iphone), que visa ampliar o fornecimento aos bancos de leite da região. O evento, ocorrido na estação de metrô de Águas Claras, celebra o Dia Mundial de Doação de Leite Humano.

O aplicativo deve elevar a marca de abastecimento de 1.350 a 1.500 litros de leite por mês, segundo a coordenadora dos bancos Miriam Santos. Em um ano, o portal teve a média de 463 acessos e ajudou a arrecadar 15.893 litros de leite.

Ao discursar no evento, a coordenadora ressaltou o papel do aperfeiçoamento da comunicação na formação de uma rede de incentivo. Ela disse que as mães doadoras se transformam, com as redes sociais, em facilitadoras e multiplicadoras.

“Precisamos trazer a doação de leite para o século XXI. A comunicação hoje é rápida”, disse. Com as ferramentas digitais administradas pelas superintendências regionais e pelas doadoras, são geradas cerca de 30 novas adesões de mães por dia, segundo ela. Antes, eram somente seis ou sete.

Nos quatro primeiros meses do ano, 3.643 crianças receberam leite materno em UTIs neonatais no DF.

Segundo a assessoria de imprensa, a cobertura total é um dos fatores que validam o título de cidade autossuficiente em leite humano, conferido a Brasília pelo Ministério da Saúde. Com critérios diferentes de outros estados, o Distrito Federal não interrompe a entrega do leite quando o bebê atinge o peso ideal.

Desenvolvido pela empresa Moringa Digital, o aplicativo evitará situações como desencontros da doadora com os bombeiros coletores. Além do agendamento, as mães poderão receber notificações durante o recolhimento, obter instruções de coleta e a lista de todos os bancos de leite do DF.

A primeira-dama Márcia Rollemberg, informou, na oportunidade, que dez automóveis serão adicionados à frota do projeto. Para ela, a modernização reafirma “novas formas de se pensar as relações”.

Benefícios do aleitamento

Além de fornecer ao bebê vitaminas, minerais e proteínas fundamentais para o equilíbrio de seu organismo, o aleitamento traz benefícios às mães, que, de acordo com o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), diminui os riscos de câncer de mama e ovários. É exclusivamente por meio de substâncias do leite materno que a criança adquire proteção contra doenças como pneumonia, infecções de ouvido, alergias e diarréia.

As formas de nutrição de lactentes e crianças da primeira infância têm piorado. Em relatório do Unicef atualizado em dezembro de 2013, a organização assinalou que, de 2008 a 2012, 67,7% dos bebês iniciaram o aleitamento materno na primeira hora após o parto. Pelo menos 41% das crianças com menos de seis meses de idade tiveram como única fonte de alimento a amamentação e 25,2% foram lactantes até os 2 anos de idade. Dados de outubro de 2016 apontaram que os números foram, respectivamente, de 43%, 39% e 26%.

A década de 1970, de acordo com Miriam, firmou a posição da mulher no mercado de trabalho e abalou a percepção sobre o aleitamento. Desde essa época, o discurso favorável ao leite materno precisou ser reiterado.

A coordenadora dos bancos de leite disse que no Brasil, a opção pelo leite humano prevalece entre as mulheres de baixa renda. “Inclusive, a população que mais doa leite é a menos favorecida. Mães que têm um melhor poder aquisitivo acham que aquele substituto do leite materno pode ser a mesma coisa e não é, é leite de vaca na lata. Ela sofre a influência dessa mídia, das indústrias de alimento, achando que isso é melhor. Isso é marketing. [As mulheres pobres] vão para as unidades do SUS. As nossas unidades do SUS trabalham com isso diariamente, com o aleitamento”, afirmou.

Mobilização mundial

Expoente de defesa da causa, a World Alliance for Breastfeeding Action (WABA) organiza, anualmente, a Semana Mundial de Amamentação, há 25 anos. A rede chama a atenção para o alastramento da temática, que passa a compreender, inclusive, dilemas ambientais e direitos do consumidor.

O aleitamento materno surge, na perspectiva de seus defensores, como oposição e resistência à incorporação de fórmulas artificiais de alimento. Organizações como a Waba argumentam que os produtos artificiais são nocivos tanto para a saúde infantil como para o ecossistema. Neste ano, as atividades do evento ocorrerão de 1º a 7 de agosto.

Serviço

A doadora pode agendar a coleta pelo aplicativo, pelo site ou por telefone, através da opção 4, do 160. As mães podem, ainda, comparecer a um dos 14 bancos de leite ou postos de coleta. As informações estão disponíveis no site oficial da campanha: http://amamentabrasilia.saude.df.gov.br/

Fonte: Agência Brasil


Escrito por Publicado em Destaques Sinfor Abril 25 2017

 

O Presidente do SINFOR/DF, convida a todos os diretores do sindicato e empresários
do setor de TI para esta importante palestra sobre o tema:
 
“Enquadramento Sindical – Possibilidades e Consequências Práticas”.
 
Na ocasião, será feita  detalhada explanação sobre a
 
forma correta de enquadrar as atividades econômicas de uma empresa,
 
bem como questões ligadas às consequências do incorreto enquadramento e da
adoção de convenções coletivas inadequadas para as atividades do setor.
 
Trata-se de grande oportunidade para que os diretores do sindicato possam
identificar as empresas que compõem a base representada e para os
empresários se certificarem que estão pagando corretamente seus impostos,
evitando a duplicidade de pagamento. Para isso contam com o apoio de seus
contadores que precisam se atualizar, visando prestar um serviço de qualidade
ao seu cliente.
 
Venha participar e tirar todas as dúvidas sobre o tema.
 
As inscrições podem ser efetuadas até o dia 25/04/2017, impreterivelmente,
por meio da área específica no convite “Inscreva-se aqui”.
 
Contamos com a sua participação!


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