Terça, 19 de Setembro de 2017

Escrito por Publicado em Tecnologia da Informação Fevereiro 07 2017

A Campus Party vive um conflito. Após passar por uma crise financeira, o encontro de apaixonados por tecnologia tentou se renovar na décima edição por meio da diversidade. Em vez de trazer especialistas em ciência, tecnologia e inovação, como tradicionalmente fazia, a Campus atirou para todos os lados, colocando nos palcos grafiteiros, youtubers, biomédicos. A mudança de perfil, porém, não agradou a uma parte fundamental da Campus: os campuseiros.

"O evento perdeu um pouco da sua essência", resume o organizador da caravana da cidade de Maringá, no Paraná, André Lima. Na Maringeek, Lima trouxe cerca de cem pessoas, que esperavam uma décima edição da feira "histórica". No entanto, ele se decepcionou. "Tem muita coisa diferente dentro da feira", disse Lima ao Estado, referindo-se à variedade de temas em discussão. "Além disso, alguns problemas antigos já deveriam ter sido resolvidos, como a falta de Wi-Fi e de ar-condicionado.

" Os problemas de infraestrutura são velhos conhecidos da organização do evento. A Maringeek, porém, não quis continuar esperando pela solução. Eles criaram sua própria rede Wi-Fi, livre para ser usada por quem quiser. Além disso, esses campuseiros usaram a bancada onde se instalaram para criar uma espécie de estande, com competições do jogo Just Dance e distribuição de brindes, como camisetas personalizadas.

"A organização escondeu a competição de Just Dance, que era tradicional na Campus, nos fundos da feira", diz Lima. "Não tem mais grandes estandes, que distribuíam brindes e presentes. Quem está fazendo a feira são os campuseiros."

Na prática, os participantes passaram mais tempo em atividades entre eles do que engajados em atividades oficiais. Estandes de marcas ficaram vazios grande parte do tempo, enquanto as bancadas e os corredores estavam sempre lotados. "A feira está ruim, mas está ótimo para fazer negócios e conhecer novos parceiros", disse Antonio Diamin, sócio de uma startup de biochips. "A Campus está acontecendo nas mesas."  

Fonte: Jornal do Comércio


Escrito por Publicado em Destaques Sinfor Fevereiro 01 2017

O presidente do CRCDF, Adriano Marrocos, recebeu na terça-feira (24) o presidente do Sindicato das Indústrias da Informação do Distrito Federal (SINFOR/DF), Ricardo Figueiredo Caldas. Na ocasião os dirigentes das duas entidades puderam estreitar laços institucionais e conversaram sobre o recolhimento da contribuição sindical. A avaliação de ambos é que existe a necessidade de esclarecer melhor os profissionais sobre a representação.

Na ocasião o presidente do CRCDF, Adriano Marrocos, se comprometeu a divulgar aos profissionais da classe contábil, a decisão proferida pela 17ª Vara do Trabalho, em novembro, a favor do Sinfor. De acordo com a sentença, o SINFOR/DF é quem representa a indústria da informática e da informação. A decisão judicial foi apresentada ao CRCDF via ofício, com o pedido de apoio na divulgação aos profissionais de contabilidade sobre o correto recolhimento da contribuição sindical, evitando, assim, futuras cobranças judiciais.

Desta forma, alertamos que as atividades representadas por este sindicato devem recolher a contribuição sindical para o SINFOR/DF. São elas:

- Indústria da informática e da informação quanto à produção, manutenção, suporte e provimentos desse ramo. 
- Empresas do ramo de informática ligadas à indústria, ou seja, que produzam produtos de informática, inclusive as que fabricam e criam software. 
- Empresas que promovam a venda de produtos que sejam produzidos, fabricados ou criados por ela a título de software.

Em caso de dúvidas quanto ao enquadramento sindical nesse ramo, recomendamos que procurem o SINFOR/DF. Telefones (61) 3233-1439 – (61) 32344166 ou email: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

Fonte: CRCDF


Escrito por Publicado em Destaques Sinfor Janeiro 26 2017

A Agência de Fiscalização do Distrito Federal (Agefis) iniciará a visitação aos estabelecimentos considerados grandes geradores de resíduos sólidos em 26 de fevereiro de 2017. De acordo com a legislação local, as empresas que produzam mais de 120 litros por dia de resíduos sólidos indiferenciados são responsáveis pela separação dos itens reciclável, acondicionamento e destinação ambiental adequada do material. Aquelas que descumprirem a norma estão sujeitas à multa e interdição do espaço onde desempenha as atividades.

Para facilitar a organização das empresas, o Instituto Senai de Tecnologia (IST) desenvolveu metodologias de elaboração do Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos (PGR). As sugestões visam a adequar a segregação dos resíduos na origem, o que possibilita minimizar a geração de materiais a serem descartados, controlar e reduzir os riscos ao meio ambiente e assegurar o correto manuseio e disposição final dos itens.

Além de ser uma obrigação legal, a implementação dos processos descritos no documento traz impactos positivos para a instituição no que diz respeito à diminuição de desperdícios e redução de custos.

Para mais informações, entre em contato com a unidade pelos telefones (61) 3353-8736 / 3351-2205 / 3353-8784 / 3353-8782, ou pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

 

 


Escrito por Publicado em Tecnologia da Informação Janeiro 23 2017

Um grupo que reúne desde desenvolvedores de software a um sociólogo, todos envolvidos no mercado de tecnologia, criou uma plataforma para identificar mau uso de verba pública por deputados federais.

Espalhados entre Porto Alegre, Brasília, São Paulo e até na Itália, os oito descobriram um meio de analisar mais de dois milhões de notas fiscais de forma automática para detectar uso abusivo da cota parlamentar –reembolso a que deputados têm direito para o exercício do mandato.

Numa maratona de análise computacional e humana na semana passada, a força-tarefa, financiada por um crowdfunding, contestou o reembolso de R$ 378.844 desde 2011. Foram 629 denúncias contra 216 deputados à Câmara –sendo dois candidatos à presidência da Casa.

Após o passar pelo software, cada caso é analisado por uma pessoa, que depois encaminha as denúncias. O grupo costuma aguardar respostas para divulgar os casos.

A ação recebeu o nome de "Operação Serenata de Amor", inspirado no "caso Toblerone", um escândalo da década de 1990 na Suécia que provocou a renúncia da então vice-primeira-ministra Mona Sahlin por uso do cartão corporativo para gastos pessoais.

"A gente acredita que a corrupção não começa em milhões. A gente corta desde o início, no momento em que o deputado pode pedir uma nota fiscal para um taxista de R$ 80 quando ele na verdade gastou R$ 40. Se ele souber que tem alguém olhando, talvez não chegue a roubar dinheiro de merenda", diz o desenvolvedor Irio Musskops, 23, idealizador do projeto.

O desafio é ensinar "Rosie" –apelido dado ao programa inspirado na doméstica-robô do desenho "Os Jetsons"– a identificar casos estranhos. O foco na fase inicial do projeto tem sido identificar gastos suspeitos com refeição.

O robô aponta pagamentos num curto prazo de tempo em cidades muito distantes, compras feitas fora de Brasília enquanto o deputado discursava em plenário, valores considerados acima do normal e outras contradições.

Num primeiro teste, em novembro, ela identificou 40 anomalias, das quais nove foram reconhecidas pela Câmara como mau uso da verba.

Entre os casos estão a compra de cinco garrafas de cerveja em Las Vegas pelo deputado Vitor Lippi (PSDB-SP) e de 13 almoços no mesmo dia reembolsados ao deputado Celso Maldaner (PMDB-SC). A cota é para uso exclusivo do parlamentar, e é proibido comprar bebidas alcoólicas.

Os dois atribuíram o erro a suas assessorias, que não retiraram as compras indevidas ao solicitar o reembolso, e devolveram a verba à Câmara.

"Fomos ensinando o robô a combater a corrupção. Ele entende padrões e identifica o que está fora", disse o jornalista Pedro Vilanova, 23, também integrante do grupo.

Na última semana, "Rosie" questionou dois candidatos à presidência da Câmara. O deputado André Figueiredo (PDT-CE) gastou R$ 248,52 em novembro de 2014 na pizzaria Valentina, onde uma pizza grande custa hoje em média R$ 70. Para o reembolso, ele apresentou uma nota manual que descreve apenas "despesa com refeição".

Rogério Rosso (PSD-DF) recebeu R$ 294,69 por um almoço em maio de 2016. Foram consumidos quatro pratos, sendo três filés de costelas no Roadhouse Grill, em Brasília.

Rosso disse que houve erro no reembolso e devolveu o dinheiro. Figueiredo declarou não ser possível identificar erro em gastos de dois anos atrás, mas disse que desde 2015 reduziu os pedidos de reembolsos por alimentação.

A cota parlamentar autoriza reembolso ao deputado com gastos em refeições, combustíveis, material de divulgação do mandato, passagens e outros. Em 2016, foram gastos R$ 211,2 milhões.

O limite mensal varia de acordo com o Estado que elegeu o parlamentar: vai de R$ 30,8 mil para eleitos no Distrito Federal a R$ 45,6 mil, em Roraima –de acordo com o preço das passagens aéreas para cada Estado.

Fonte: Folha de SP


Escrito por Publicado em Tecnologia da Informação Janeiro 23 2017

Agenda, avisos escolares, recados. Na escola, esses mecanismos são usados constantemente para comunicação entre os alunos e a instituição. Em tempos de matrículas escolares,algumas instituições de ensino do Distrito Federal, apostam na tecnologia, com o intuito de aproximar e tornar mais rápida a comunicação entre estudantes, pais e direção, além de colaborar com o meio ambiente. Em contrapartida, estudantes com algum tipo de dificuldade de aprendizagem, apostam em aplicativos de aulas particulares que auxiliam na busca por profissionais que ministrem conteúdos de disciplinas como matemática, física, química, língua portuguesa, e outras, além de dicas como técnicas de estudos, com o intuito de melhorar o rendimento dos estudantes ao longo do ano. Duas instituições de ensino da cidade, além de um grupo de empresários do ramo educacional, apostam nessas medidas como transformadoras da educação.

Seguindo a linha da inovação tecnológica, o CEAV Jr., escola especializada em ensino infantil, localizada no Distrito Federal aposta na redução do uso de papel na sala de aula aproximando os responsáveis das atividades escolares dos estudantes por meio de um aplicativo de celular.

O app que está em funcionamento nas duas unidades da escola, em Taguatinga/DF e Águas Claras/DF, conta com adesão de 86% dos 900 pais que mantém filhos matriculados. “A ideia é que em até dois anos os comunicados impressos e a agenda física não sejam mais utilizados na escola”, alega Otávio Martins, analista de marketing do CEAV Jr. Além de digitalizar os comunicados diários, o serviço traz o relatório de acompanhamento diário dos alunos.Todos os dias, os professores preenchem informações sobre a rotina da criança no aplicativo. Os dados são enviados em tempo real para os responsáveis, que recebem notificações no aparelho celular e por e-mail. As informações diárias retratam sobre o comportamento, higiene, saúde, alimentação, banho e sono dos filhos.

Uma das ferramentas mais utilizadas é o chat que permite a comunicação direta entre pais, professores e diretores. De acordo com a diretora da unidade de Águas Claras, Silvana Emília, todos os pais elogiaram a agilidade proporcionada pela iniciativa: “Os pais adoram, é uma comunicação rápida e a acessível. Eles pedem informações sobre o dia das crianças e, por vezes, falam de questões pessoais que podem influenciar na rotina escolar do filho. Fazemos questão de responder o mais rápido possível”, ressalta a profissional.

Acompanhamento escolar

Para os alunos que tiverem problemas de rendimento na escola, apps voltados ao acompanhamento escolar permitem com que os estudantes chamem os docentes para aulas de reforço. No caso do aplicativo AulaUP, criado para auxiliar na agenda dos mestres parceiros e intermediar o pagamento, feito por cartão de crédito. O app auxilia a conexão de alunos e educadores de maneira simples, segura e rápida, possibilitando que o aluno solicite e tenha aulas de português, matemática, história, geografia, ciências, física, química e biologia em até duas horas. Os professores cadastrados atendem os Ensinos Fundamental ao Médio, das 8h às 20h, por um valor pré-estabelecido de R$ 55 hora/aula.O download é gratuito e funciona em smartphones e tablets com o sistema Android e iOS. Com pouco mais de dois meses de funcionamento, o app reúne 600 docentes cadastrados, sendo 170 deles ativos, referência entre professores e alunos.

Professor da área de exatas do aplicativo, Pedro Alves, ressalta a importância do aluno dentro do Aula UP, já que o docente faz o acompanhamento através do histórico escolar, através de uma análise detalhada da evolução deles ao longo do ano, na medida em que os conteúdos são trabalhados. O professor cita o caso de uma estudante que tinha Transtorno de Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH), e que, por ser tímida, não acompanhava o ritmo da turma,diferentemente do método individualizado, que fez as suas potencialidades serem exploradas, ao analisar a sua particularidade. “Quando a aula é individual, o aluno se solta, ganha mais confiança, o que faz com que ele crie mais oportunidades”, salienta.
 
Método similar utiliza o docente Marco Túlio que, além da abordagem caso a caso durante os atendimentos individualizados, faz o uso de algumas técnicas para que os alunos rendam mais nos estudos, como a técnica do Pomodoro, que consiste em pausas de cinco minutos em um ciclo de 25 minutos estudados. “Também procuro mostrar que a alimentação e uma dieta equilibrada são parte de um estudo de qualidade”, destaca o professor.

Não a toa a abordagem trabalhada pelos docentes do aplicativo vem ganhando a confiança dos pais, que passaram a recomendar o app para conhecidos, além dos alunos, que vem se sentindo mais estimulados ao frequentarem as aulas. É o caso da estudante do último ano do Ensino Médio, Cristina de Menezes, que recorreu a disciplina de física no app, e ressalta a fácil organização das matérias no aplicativo, além da rapidez com que os docentes são encontrados, e a forma dos conteúdos trabalhados. “Não tem que ficar procurando com muita antecedência, e as matérias já se encontram categorizadas”. A mãe de Cristina, a funcionária pública Silvana Menezes ressalta também a alta capacitação dos professores, expondo a percepção diferenciada na abordagem dos conteúdos. “Logo no primeiro atendimento, o professor pode dar uma atenção especial a ela, o que proporcionou com que obtivesse uma boa nota na avaliação, terminando o ano letivo de uma maneira positiva”, diz Silvana.

Já o empresário Jefferson Neves ressalta que encontrou no aplicativo uma forma capaz de interação e bom convívio nos atendimentos para o filho. ” É um aplicativo muito bom, pois proporciona a interação, além da facilidade em chamar o docente para ministrar as aulas. Antes tinha de procurar em vários locais, o que dificultava bastante”, pondera o profissional.

Serviço

CEAV Jr. (Ensino: infantil e fundamental)

Unidade Águas Claras
Endereço: Av. Jequitibá, 485 – Loja 1 – Águas Claras, Brasília – DF, 71929-540.
Mais informações: (61) 3351-3257
 
Unidade Taguatinga
Endereço: QNA 14, Lote 32/34 – Taguatinga Norte.
Mais informações: (61) 3561-1001
 
Colégio Visão – Águas Claras
Endereço: Rua 25 norte lote 4 cep 71.917-180
Ensino: infantil, fundamental I e II e ensino médio
Mais informações:
Telefone: (61) 3597-1763

AulaUP

Horário: 8h às 20h

Telefone: (61) 3551-1447

Disponível em:

App Store – http://itunes.apple.com/us/app/aulaup/id1147780848?mt=8&ign-mpt=uo%3D4

Google Play – play.google.com/store/apps/details?id=br.com.altranais.goaula

Mais informações: http://www.aulaup.com.br/

 

Fonte: Jornal Dia a Dia


Escrito por Publicado em Tecnologia da Informação Janeiro 23 2017

Alguns campuseiros brasilienses poderão participar da Campus Party Brasil 2017 de graça. A Secretaria Adjunta do Trabalho fechou uma parceria com a Campus Party e conseguiu 380 entradas gratuitas para os interessados em participar do maior evento de tecnologia, ciência e cultura do Brasil, que vai ocorrer entre os dias 31 de janeiro e 5 de fevereiro, no Pavilhão de Exposições de Anhembi, em São Paulo.

As entradas serão sorteadas ao vivo para todos os que se inscreverem por um e-mail a ser divulgado no portal da Seatrab entre os dias 18 e 24/1. Entre elas, 80 são para a área com camping, o que custaria R$ 360. As outras 300 são para a área sem camping, e seriam R$ 240, de acordo com o site oficial da Campus Party.

O evento de São Paulo terá 700 horas de conteúdo; oito palcos temáticos, 100 horas de desenvolvimento, com o The Big Hackthon. A expectativa de público é de 800 mil pessoas.

A parceria firmada tem a intenção proporcionar aos campuseiros brasilienses a experiência da Campus Party em São Paulo para que façam contatos, entendam como funcionam e levem o aprendizado para a Campus Party Brasília, que será realizada em junho deste ano.

O secretário adjunto de Trabalho do DF, Thiago Jarjour, acredita que a participação no ambiente de conectividade e interação com os maiores nomes da tecnologia do mundo é importante para o crescimento dos interessados e para que eles entendam o que ocorrerá pela primeira vez em Brasília.

 

 Fonte: Metrópoles


Escrito por Publicado em Tecnologia da Informação Janeiro 10 2017

O setor de Tecnologia da Informação e Comunicações (TIC) do DF declarou, na tarde desta segunda-feira (9), a sua insatisfação com o anúncio de sanção do Projeto de Lei Complementar nº 76/16 pelo governador Rodrigo Rollemberg. O documento prevê alterações no projeto de criação do Parque Tecnológico de Brasília que, segundo o Sindicato das Indústrias da Informação do DF (Sinfor), terão impacto negativo direto na composição do espaço.

O setor reclama da alteração do nome do Parque Tecnológico Capital Digital para BioTIC, que incluiu a “cadeia produtiva de Biotecnologia”. Segundo o Sinfor, durante várias reuniões, o GDF garantiu que o segmento seria representado pelo EmbrapaTEC, ou seja, sempre na trilha da Tecnologia da Informação. Porém, o sindicato afirma que com a PLC 76/16, o governo explica que a intenção é expandir  o conceito, permitindo que o espaço seja ocupado por “comunidades, agricultores e indústrias, tais como: agropecuária, alimentos, farmacêuticas, perfumes e cosméticos”.

De acordo com o presidente do Sinfor, Ricardo Caldas, a criação do projeto era restrita somente ao setor de Tecnológia da Informação. “Trabalhamos durante 16 anos em um projeto coerente, que segue os padrões internacionais. Conseguimos o terreno pela TerraCap. E agora o governador resolve mudar a lei?”, conta. O presidente questiona o pouco caso com o projeto. “Sinceramente, é um desrespeito por parte de Rollemberg, pois ele conhece muito bem o nosso projeto. Fazer essa mudança irá desvirtuar o nosso parque. Porque na medida que ele acrescenta outro setor, a área já planejada fica descaracterizada”, completa.

Ainda segundo Ricardo Caldas, as empresas que entraram em parceria possuem seu próprio investimento e uma capacidade para atrair até R$ 500 milhões em aplicação para uma área com capacidade para se tornar o novo polo de TIC mundial. Ricardo destaca que se caso o governo insista no modelo, o recurso será realocado e poderá ser destinado à construção de um empreendimento no Entorno de Brasília.

“Esperamos que ele reflita. É uma lei forte, de autoria do executivo. Sei que é um caminho de difícil retorno, mas o governador pode criar uma nova lei e revogar. Sinceramente, espero que nosso setor seja dinamizado”, desabafa Ricardo Caldas.

A Sinfor apresentou dados em que o setor de Tecnologia da Informação gerou mais de R$ 3,1 bilhões em faturamento, em 2015. Com parcela de informatica, teriam sido arrecadados cerca de R$ 240 milhões em Imposto Sobre Serviços (ISS), no ano de 2016. Ainda segundo os dados, trinta mil postos de trabalhos são ocupados atualmente. E com a construção do PTCD, outros 60 mil empregos serão gerados.

Até esta publicação, o GDF ainda não havia se pronunciado.


Escrito por Publicado em Tecnologia da Informação Janeiro 10 2017

A lei que regulamenta a criação do Parque Tecnológico de Brasília – Biotic foi sancionada hoje (10) pelo governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg. O Biotic tem capacidade para abrigar cerca de 1,2 mil empresas e potencial para geração de mais de 25 mil empregos diretos. Com foco em inovação e tecnologia da informação e comunicação, o empreendimento será gerido por um fundo de investimento.

A área destinada ao parque tecnológico, que fica entre a Granja do Torto e o Parque Nacional de Brasília, foi cedida pela Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap), tem 1,2 milhão de metros quadrados e é avaliada em cerca de R$ 1,4 bilhão.

Para o governador Rodrigo Rollemberg, o parque poderá gerar oportunidades. “Brasília tem grande vocação para a tecnologia da informação, biotecnologia e nanotecnologia. E essas áreas atuando juntas vão agregar muito valor à nossa produção, vão gerar muitas oportunidades e produzir muita riqueza para a população do DF”, disse.

Segundo o vice-presidente da Comissão de Desenvolvimento Econômico Sustentável, Ciência, Tecnologia, Meio Ambiente e Turismo, deputado Rodrigo Delmasso, a criação do parque gera grande ganho para a sociedade.

“Hoje, o DF se sustenta prioritariamente com o serviço público. A abertura do Parque Tecnológico, principalmente com a instalação da biotecnologia e nanotecnologia, possibilita que Brasília mude sua matriz econômica e, com isso, a economia fique mais forte, ou seja, se daqui a dez anos existir outra crise como essa, a sociedade não vai sentir tanto a crise como estamos sentindo hoje”, disse Delmasso.

Para ele, isso possibilita também uma mudança na formação profissional dos jovens. “O mais interessante é que dá um norte à formação profissional dos nossos jovens. Brasília tendo um parque tecnológico com essa característica, acredito que as universidades e as escolas de ensino técnico vão voltar a formação dos seus alunos não só para o mercado de trabalho, mas para atender às demandas desse parque”, concluiu.

Com o novo modelo do Parque Tecnológico, que agrega a biotecnologia, o governo de Brasília quer atrair de startups (empresas iniciantes de tecnologia) a multinacionais para aumentar a cooperação e a criação de negócios entre empresas, universidades e centros de pesquisa. As entidades representativas do setor de inovação participaram amplamente das discussões e colaboraram para a definição do novo modelo do parque.

Empresários reagem a mudança no projeto

O setor de Tecnologia da Informação e Comunicações (TIC) do DF declarou, ontem (9), a sua insatisfação com as alterações no projeto de criação do Parque Tecnológico de Brasília que, segundo o Sindicato das Indústrias da Informação do DF (Sinfor), terão impacto negativo direto na composição do espaço.

Os empresários reclamam da alteração do nome do Parque Tecnológico Capital Digital para BioTIC, que incluiu a “cadeia produtiva de Biotecnologia”. Segundo o Sinfor, durante várias reuniões, o GDF garantiu que o segmento seria representado pelo EmbrapaTEC, ou seja, sempre na trilha da Tecnologia da Informação. Porém, o sindicato afirma que com a PLC 76/16, o governo explica que a intenção é expandir  o conceito, permitindo que o espaço seja ocupado por “comunidades, agricultores e indústrias, tais como: agropecuária, alimentos, farmacêuticas, perfumes e cosméticos”.


Escrito por Publicado em Tecnologia da Informação Janeiro 10 2017

Depois de não participarem de solenidade com o governador Rodrigo Rollemberg, os empresários de tecnologia da informação e comunicações, através do Sindicato das Indústrias da Informação do Distrito Federal (SINFOR/DF) informaram, nesta segunda-feira (9), que o setor avalia a possibilidade de desistir dos investimentos previstos para o Parque Tecnológico Capital Digital.

O recuo dos empreendedores locais foi motivado pela aprovação do Projeto de Lei Complementar (PLC) nº 76/16 pela Câmara Legislativa do Distrito Federal. Ontem o governador Rodrigo Rollemberg ficou de sancionar a nova lei em solenidade no Palácio do Buriti, mas os empresários de TICs não compareceram ao evento.

A nova Lei Complementar 76/16 altera o nome do local para BIOTIC no intuito de incluir as empresas de Biotecnologia nas áreas de “comunidades, agricultores e indústrias, tais como: agropecuária, alimentos, farmacêuticas, perfumes e cosméticos”. O texto final será sancionado nesta terça-feira (10) pelo governador Rodrigo Rollemberg.

“Trabalhamos durante 15 anos em um projeto coerente, que segue os padrões internacionais. As alterações aprovadas prejudicam a sinergia necessária para a criação de um ambiente de crescimento tecnológico”, disse Ricardo Caldas, presidente do Sinfor/DF. “Se a ideia é edificar um aglomerado de empresas de setores diferentes, teremos um novo modelo de Áreas de Desenvolvimento Econômico, que já foram testados e frustrados em Brasília por diversas vezes”.

De acordo com o presidente do Sinfor/DF, as empresas filiadas à entidade possuem investimentos próprios e capacidade para atrair mais de R$ 500 milhões em investimentos para uma área com potencial para se tornar o novo polo de TIC mundial. Caso o governo insista no modelo que inclui instituições como a Embrapa, o recurso será realocado e poderá ser destinado à construção de um empreendimento no Entorno de Brasília, por exemplo.

“O Goiás, aliás, está muito à frente do Distrito Federal no que se refere à concessão de benefícios para atrair os setores empresariais. Não descartamos lançar um projeto próximo daqui, o que culminaria em prejuízos para o Governo do DF em termos de arrecadação, geração de renda e emprego”, afirmou Ricardo Caldas.

Segundo dados do Sinfor/DF, o setor de Tecnologia da Informação gerou mais de R$ 3,1 bilhões em faturamento em 2015. Somente com o segmento de Informática, foram arrecadados cerca de R$ 240 milhões em Imposto Sobre Serviços (ISS) no período entre 2015 e 2016. Trinta mil postos de trabalhos são ocupados atualmente. Com a construção do PTCD, outros 60 mil empregos deverão ser criados. 

Fonte: Convergência Digital


Escrito por Publicado em Destaques Sinfor Janeiro 09 2017

O Sindicato das Indústrias da Informação do Distrito Federal (SINFOR/DF) informou, nesta segunda-feira (9), que os empresários do setor de Tecnologia da Informação e Comunicações (TIC) avaliam a possibilidade de desistir dos investimentos previstos para o Parque Tecnológico Capital Digital.

O recuo dos empreendedores locais foi motivado pela aprovação do Projeto de Lei Complementar (PLC) nº 76/16 pela Câmara Legislativa do Distrito Federal. O documento altera o nome do local para BIOTIC no intuito de incluir a Biotecnologia nas áreas de “comunidades, agricultores e indústrias, tais como: agropecuária, alimentos, farmacêuticas, perfumes e cosméticos”. O texto final será sancionado nesta terça-feira (10) pelo governador Rodrigo Rollemberg.

“Trabalhamos durante 15 anos em um projeto coerente, que segue os padrões internacionais. As alterações aprovadas prejudicam a sinergia necessária para a criação de um ambiente de crescimento tecnológico”, disse Ricardo Caldas, presidente do Sinfor/DF. “Se a ideia é edificar um aglomerado de empresas de setores diferentes, teremos um novo modelo de Áreas de Desenvolvimento Econômico, que já foram testados e frustrados em Brasília por diversas vezes”.

De acordo com o presidente do Sinfor/DF, as empresas filiadas à entidade possuem investimentos próprios e capacidade para atrair mais de R$ 500 milhões em investimentos para uma área com potencial para se tornar o novo polo de TIC mundial. Caso o governo insista no modelo que inclui instituições como a Embrapa, o recurso será realocado e poderá ser destinado à construção de um empreendimento no Entorno de Brasília, por exemplo.

“O Goiás, aliás, está muito à frente do Distrito Federal no que se refere à concessão de benefícios para atrair os setores empresariais. Não descartamos lançar um projeto próximo daqui, o que culminaria em prejuízos para o Governo do DF em termos de arrecadação, geração de renda e emprego”, afirmou Ricardo Caldas.

Segundo dados do Sinfor/DF, o setor de Tecnologia da Informação gerou mais de R$ 3,1 bilhões em faturamento em 2015. Somente com o segmento de Informática, foram arrecadados cerca de R$ 240 milhões em Imposto Sobre Serviços (ISS) no período entre 2015 e 2016. Trinta mil postos de trabalhos são ocupados atualmente. Com a construção do PTCD, outros 60 mil empregos deverão ser criados.  

 


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