Quinta, 18 de Janeiro de 2018

Escrito por Publicado em Destaques Sinfor Outubro 03 2017

Estão abertas as inscrições para o Prêmio Sinfor de TI 2017!

Na oitava edição, serão selecionadas ideias e soluções em 11 categorias: Destaque em Software; Destaque em Hardware; Destaque Integração; Destaque em Inovação Tecnológica; Destaque em Startups; Responsabilidade Social; Destaque em Gestão Organizacional; Melhor Cliente; Entidade Amiga da TI; Personalidade Parceira da TI; Expositor Destaque na Mais TI 2017.

Os interessados podem se candidatar pelo site www.sinfor.org.br/premio até o dia 15 de outubro. 

Fique atento às informações! A edição deste ano está cheia de novidades. 

Acompanhe pelo Facebook e pela página oficial do Prêmio. 

 

 


Escrito por Publicado em Destaques Sinfor Outubro 01 2017

As entidades representativas do setor de Tecnologia da Informação do Distrito Federal levaram à Câmara Legislativa propostas de fortalecimento do setor em prol da economia da cidade. Em reunião com o presidente da Casa, Joe Valle, os sindicatos se posicionaram quanto à necessidade de apoio do Legislativo para validar os pleitos por incentivos junto ao Palácio do Buriti. 

 

O Sinfor/DF reforçou a realização de mostra inédita de fornecedores da indústria local a fim de movimentar o comércio e parcerias entre atores regionais. O evento ocorrerá em novembro deste ano, nos espaços nobres da CLDF. 

 

“Vimos ressaltar a relevância do sucesso dessa ideia para sensibilizar os clientes, produtores de TI, governo e sociedade sobre o potencial do setor para fazer girar a moeda em Brasília. Temos uma indústria fortíssima, mas sem apoio governamental. Precisamos nos apropriar das nossas produções”, validou o presidente do Sinfor/DF, Ricardo Caldas.

 

O evento em questão se chamará Mostra Brasília + TI. O formato privilegiará a exposição de produtos, serviços e soluções desenvolvidas pelas empresas brasilienses. Haverá também espaço para network e áreas de convivência para reforçar os relacionamentos entre empreendedores e investidores. 

 

“Nossa expectativa é que seja o maior encontro já realizado em Brasília e por empresários locais. Vamos nos concentrar no nosso material para, em seguida, convidar os investidores de fora a nos conhecer melhor”, ressaltou Ricardo Caldas. 

 

O presidente da Câmara Legislativa se disponibilizou para colaborar com o sucesso do evento e fará as intermediações no âmbito do Legislativo. 


Escrito por Publicado em Tecnologia da Informação Outubro 01 2017

O Conselho Deliberativo do Desenvolvimento do Centro-Oeste aprovou nesta quarta-feira (27) o financiamento da indústria de defesa com recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste (FCO) e do Fundo de Desenvolvimento do Centro-Oeste (FDCO). O colegiado é vinculado ao Ministério da Integração Nacional.

A liberação foi uma das pautas da reunião ordinária do grupo, na Superintendência do Desenvolvimento do Centro-Oeste (Sudeco), no Setor Bancário Norte.

Presente no encontro, o governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg, destacou a importância da medida. “É uma indústria importante para o País e tem várias aplicações além da defesa”, disse.

“Temos todo o interesse de receber indústrias de base tecnológica que tenham vinculação com essa área”, completou Rollemberg, em referência ao Biotic — Parque Tecnológico.

O ministro da Defesa, Raul Jungmann, explicou que a indústria de defesa produz, por exemplo, tecnologia da informação e fardamentos. De acordo com ele, a base industrial tem cerca de 60 mil empregos diretos e 240 mil indiretos, e encontra-se concentrada nas Regiões Sul e Sudeste do País.

“Estamos criando oportunidade, a partir dessa decisão, para que essa indústria que é tão importante em termos de emprego, de tecnologia e de impostos, possa chegar até o Centro-Oeste”, frisou Jungmann.

“Isso é muito importante para o desenvolvimento de qualquer região e também para a soberania e defesa nacionais”, finalizou.

O ministro da Integração Nacional, Helder Barbalho, presidiu a reunião de hoje.

Nova previdência social do DF

Antes de participar do encontro, o governador Rodrigo Rollemberg conversou com jornalistas sobre a aprovação do Projeto de Lei Complementar nº 122 pela Câmara Legislativa na madrugada de hoje.

“Foi uma vitória de toda a cidade. Com ele, vamos reestruturar a previdência e garantir o pagamento em dia aos aposentados, aos servidores e às empresas terceirizadas. Com isso, todos ganham. Ganham os servidores públicos em função dessa segurança e ganha a cidade, pois vamos garantir a retomada do desenvolvimento econômico”, avaliou Rollemberg.

O presidente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Distrito Federal (Fecomércio-DF), Adelmir Santana, apontou, nesta manhã, a importância da mudança para a economia.

Ele ressaltou que o montante que todos os meses o Executivo saca do caixa do Tesouro local para complementar as aposentadorias agora pode ser liberado para outras atividades. “Isso fomenta a criação de empregos e de renda, o que é bom para o comércio e é bom para os serviços”.

 

Para Santana, a falta de garantia do pagamento de salários prejudica a confiança do consumidor em fazer uso de crédito e novas aquisições.

 

Fonte: Agência Brasília


Escrito por Publicado em Tecnologia da Informação Outubro 01 2017

Mais de 12 meses após ser anunciado pelo governo do Distrito Federal, o "botão do pânico" para mulheres vítimas de violência doméstica ainda não saiu do papel – nem mesmo para a fase de testes. O Palácio do Buriti chegou a anunciar que o projeto não teria custos mas, até esta quarta (20), a ideia seguia parada por causa da burocracia.

A ideia é que as mulheres que sofreram violência doméstica – e que já têm alguma medida protetiva determinada pela Justiça – possam acionar socorro policial de modo rápido, usando um aplicativo de celular. O chamado "furaria a fila" das ocorrências, garantindo maior segurança às vítimas.

Segundo a Secretaria de Segurança Pública, o aplicativo até já foi desenvolvido, sem custos, pela própria equipe de tecnologia da pasta. O problema, agora, é que a minuta do acordo de cooperação técnica ainda não saiu da "análise jurídica" dos órgãos envolvidos.

Além da secretaria, o projeto envolve Tribunal de Justiça e Ministério Público do DF, Secretaria de Trabalho, Polícia Civil, Polícia Militar, Defensoria Pública e Corpo de Bombeiros. O G1 perguntou nesta quinta (21) mas, até a noite de domingo (24), o governo ainda não informava quais dessas assinaturas estavam pendentes.

Série de adiamentos

Em setembro do ano passado, a Polícia Militar anunciou que começaria a usar o aplicativo ainda em 2016, com o projeto piloto entre outubro e dezembro. Naquele momento, a Secretaria de Segurança Pública chegou a assinar um "protocolo de intenções" na Casa da Mulher Brasileira – espaço que abriga mulheres vítimas de violência.

O projeto não deslanchou e, em novembro, foi anunciado pelo governo do Distrito Federal pela segunda vez. A previsão do projeto piloto, com 100 mulheres usando o aplicativo, foi transferida para o primeiro trimestre de 2017. Segundo a então secretária de Segurança Pública, Márcia de Alencar, a metodologia já vinha sendo estudada desde 2014.

Naquele mês, segundo dados do próprio governo, 856 vítimas e agressores envolvidos em episódios de violência doméstica aguardavam atendimento especializado. Na entrevista, Márcia garantiu que o sistema desenvolvido estava 100% seguro, para não gerar risco adicional às vítimas sob monitoramento.

Mais uma vez, o prazo foi descumprido. Em 8 de março deste ano – Dia Internacional da Mulher –, o Palácio do Buriti anunciou o botão do pânico pela terceira vez, como se fosse novidade. Mais que isso, disse que o aplicativo fazia parte das ações definidas como prioritárias para a atenção às mulheres da capital.

"Esse recurso pode ser a diferença entre a vida e a morte", disse a primeira-dama do DF, Márcia Rollemberg, no anúncio. O governo falou que colocaria o botão do pânico para funcionar em abril, mas a promessa não foi cumprida.

Sem previsão

Questionada pelo G1 na última semana, a Secretaria de Segurança Pública afirmou que "não há prazo estabelecido" para que a iniciativa comece a funcionar – nem como projeto piloto, e menos ainda, como uma política pública estabelecida.

Segundo o comunicado da pasta, os testes serão avaliados "de forma gradativa e progressiva, [com] um total de 100 ofendidas em um período de 12 meses".

"Na prática, quando a ofendida acionar o dispositivo, o chamado aparecerá nas telas da Central Integrada de Atendimento e Despacho (CIADE), onde chegam as ligações do 190 e do 193. Assim, os profissionais da Ciade imediatamente acionam o batalhão de área da Polícia Militar, que deslocará uma viatura para o local do chamado", explica a secretaria.

Em outros estados

A ideia de um botão do pânico para proteger mulheres vítimas de violência doméstica ou em situação de risco já é usada em outros estados como Espírito Santo, Maranhão, Pernambuco e São Paulo.

 

Nesses locais, as participantes recebem um dispositivo próprio, parecido com um controle de portão eletrônico. Na Paraíba, a ideia é implementada por um app de celular chamado "SOS Mulher", similar ao que deve ser usado no DF.

 

Fonte: G1


Escrito por Publicado em Tecnologia da Informação Outubro 01 2017

No mercado de Tecnologia da Informação (TI), cujo perfil histórico de mão de obra é predominantemente masculino mesmo sendo uma área relativamente nova se comparada à Engenharia, Arquitetura e outras, a história vem se repetindo. As mulheres são minoria no setor. Segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio, elas ocupam apenas 20% na atuação de mercado.

Aqui em Alagoas, apesar de não se ter dados concretos de quantos profissionais de TI têm no mercado, a Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia em Alagoas (Assespro/AL), disse que a estatística não é diferente. “Elas são minorias. São cadastradas 29 empresas de TI, no entanto não temos a quantidade de quantos funcionários tem em cada uma. Mas, pelo histórico que é uma tendência, acreditamos que segue a média nacional ou até menos”.

A equipe de reportagem solicitou os dados às empresas, mas até o fechamento do material elas não mandaram o levantamento.

As declarações de um engenheiro do Google sobre diferenças biológicas entre os sexos que explicariam a escassez de mulheres em posições técnicas no Vale do Silício reacendeu a discussão sobre os preconceitos que as mulheres enfrentam no mercado de trabalho, especialmente em áreas dominadas por homens, como a de TI. O profissional foi demitido após a repercussão do texto, escrito em um memorando interno.

PROFISSIONAIS

Natália Julieta Souza é estudante da área e já atua há 10 anos. Segundo ela, existe uma discussão de melhora e incentivo. Mas, por ser uma profissão predominantemente masculina, ainda existe uma cultura machista que parte de ambos os lados.

“Sempre foi assim. É uma área onde a maioria é de homens. Na época que entrei no curso na Ufal, eu era a única da turma. Existe sempre alguém que faz piadas machistas”, comentou Natália.

De acordo com a estudante, existe uma distinção entre os sexos. “A própria característica da profissão já nos deixa receosas. A gente mesmo acredita que não é capaz, que não é boa suficiente. Já passei por muita coisa antes de me firmar no mercado. Muitas empresas preferem contratar um homem”, disse Natália.

Atualmente Natália trabalha na empresa Akar Coworking. No ambiente ela é a única mulher. Mas, de acordo com ela o tratamento é igual. “Acredito que tenho um pouco de sorte. Aqui sou a única mulher, mas sou tratada igualmente como profissional”, ressaltou.

Fabiana Lemos também atua na profissão em Alagoas há mais de cinco anos e para ela a barreira principal na profissão é a falta de divulgação. “Culturalmente é uma profissão para homens. Isso porque não existe uma divulgação da área e as pessoas acreditam que um analista de sistemas é a pessoa que conserta computador e já imaginam o homem fazendo isso”, avalia.

A profissional disse que as mulheres não procuram muito área porque é de ciências exatas e não desperta interesse. “A maioria das mulheres é instruída a ser profissionais da área de saúde ou educação”, acrescentou Fabiana.

Fabiana Lemos disse ainda que apesar da área ser predominantemente masculina, as mulheres atualmente estão se impondo mais.

“As mulheres possuem uma postura diferente, se impõe mais e consequentemente trabalham em qualquer área e mostra todo o seu potencial dentro da área de tecnologia da informação. Acredito que hoje em dia as dificuldades são para homens e mulheres. No início tive dificuldades até mostrar que sou tão competente quanto os homens. A dificuldade maior é o reconhecimento da profissão nas regiões Norte e Nordeste”, ressalta a profissional.

Frequência feminina chega a 10%

Embora seja um segmento em expansão, com constante demanda por profissionais qualificados, esse dinamismo não garante as mesmas oportunidades a homens e mulheres. A própria visão de que esse é um segmento masculino torna as profissões relativas menos atraentes a mulheres. Nas universidades brasileiras, a frequência feminina em 2015 em cursos como Engenharia e Ciência da Computação, apesar de ter aumentado ao longo dos anos, ainda gira em torno de 10%, segundo Ministério da Educação (MEC).

Em Alagoas, o curso de Ciência da Computação é ofertado pela Universidade Federal de Alagoas (Ufal) e pelo Centro Universitário Cesmac. Ambos foram procurados pela reportagem para repassar os dados de quantos estudantes tem matriculado no curso e do total quanto são mulheres. O coordenador do curso no Cesmac informou, de início, que tem nove mulheres. Mas, não passou o total de alunos.

Segundo ele, não têm liberação para passar esse tipo de demanda. Já na Ufal a equipe não conseguiu retorno da coordenação do curso até o fechamento da matéria.

Além do curso de Ciência da Computação, profissionais de TI também são formados em outros cursos afins.

DESAFIOS

Para entrar no setor, as mulheres em início da trajetória profissional têm que enfrentar, em um primeiro momento, a falta de incentivo presente na cultura, muitas vezes, na família, segundo Ângela Reis, professora e profissional de tecnologia da informação e criadora do projeto Meninas da TI, que tem como objetivo encorajar mulheres a conhecer a área de tecnologia para ter mais referências no momento de escolher a carreira.

“O que identificamos no projeto é que o grande empecilho para a entrada das mulheres na TI é a concepção cultural dentro da própria família. Não é somente na sala de aula das universidades, nem no local de trabalho, embora soframos preconceitos como toda minoria, porque não temos voz, mas, até chegar lá e assumir uma posição no mercado de trabalho, a família é o principal fator modificador”, afirma Ângela Reis.

“Educação machista afugenta mulheres de algumas profissões”

Para a socióloga Danúbia Barbosa, um dos motivos que afugentava as mulheres de profissões como a de TI era a educação que elas recebiam.

“Antes era uma educação machista, que impunha papéis pré-estabelecidos para homens e mulheres”, explica.

Danúbia ressalta que as mulheres durante ao longo dos tempos, foram “treinadas” para exercer as funções ligadas à criatividade e prendas do lar, as profissões que envolvia as ciências exatas não era coisa para mulheres, ‘’durante um bom tempo não tínhamos profissionais do sexo feminino nas engenharias, por exemplo.

As mulheres sempre optavam pela Arquitetura’’, comentou.

A socióloga ressalta que atualmente as mulheres estão com outros posicionamentos.

“Apesar de ainda termos que conviver com o machismo, temos outra mentalidade em relação a profissões, mulheres cada vez mais como nas áreas de Engenharia, Física, Matemática, entre outras”, expõe.

Já em relação à tecnologia da informação Danúbia diz que por ser uma profissão ainda considerada nova, as mulheres estão começando ocupar o espaço.

“Temos em grandes corporações coordenadoras na área de TI. Infelizmente, ainda teremos que vencer essa mentalidade machista, não apenas nas profissões tidas como masculinas e sim em todas”, explica.

Fonte:Tribuna Hoje


Escrito por Publicado em Tecnologia da Informação Setembro 15 2017

O Instituto Nacional da Propriedade Industrial – INPI lançou o Sistema On-line para Registro de Programas de Computador – o e-RPC. A novidade apresenta uma série de benefícios para o usuário, que agora pode fazer o procedimento de maneira segura, rápida, sem burocracia e sem papel.

Para fazer o pedido de registro, o usuário não precisa mais enviar o código-fonte do software para o INPI. Agora basta criptografá-lo na forma de resumo digital hash, garantindo assim o sigilo da informação. Esse resumo será transcrito no formulário eletrônico de depósito.

O usuário anexará ao pedido a Declaração de Veracidade – DV, que deve ser assinada com certificado digital da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira – ICP-Brasil. Segundo o INPI, o uso da assinatura digital é outra novidade, que visa a dar maior segurança e substituir a demanda de serviços cartoriais.

Ao todo, o sistema e-RPC oferece nove serviços, dentre eles revogação ou renúncia de procuração; correção de dados no certificado de registro devido à falha do interessado; solicitação de levantamento de sigilo; e renúncia de registro. O certificado de registro poderá ser baixado no sistema BuscaWeb, no portal do INPI. A proteção é por 50 anos a partir de 1º de janeiro do ano subsequente à sua publicação ou criação.

O novo sistema foi regulamentado pela Instrução Normativa nº 74/2017. Com a novidade, o prazo de registro deve ter redução significativa, de cem dias para apenas sete. Além disso, o INPI espera zerar o número de pedidos pendentes até o final deste ano.

 

Fonte: TI Inside Online


Escrito por Publicado em Destaques Sinfor Setembro 08 2017

 

Mais de 200 líderes da Indústria da Informação de Brasília se reuniram em evento inédito de aproximação entre clientes e fornecedores. No dia 2 de setembro, o Sinfor/DF realizou a I Feijoada da Tecnologia, no Centro de Convenções Israel Pinheiro.  


Escrito por Publicado em Tecnologia da Informação Agosto 13 2017

Em um mundo cada vez mais digital, nenhuma marca pode desprezar o poder dos influenciadores da internet. Ter um produto promovido por blogueiros, youtubers e instagrammers influentes pode fazer a diferença nos resultados de um negócio. Mas identificar a celebridade virtual certa para fisgar cada tipo de público não é uma tarefa simples.

Segundo números recentes da Rede Snack, multiplataforma de canais validada pelo YouTube, há hoje 6 milhões de influenciadores digitais no mundo. Só no Brasil, são 313 000. E é por isso que uma nova área, o marketing de influência, vem crescendo e gerando oportunidades de trabalho para profissionais capazes de mapear, avaliar e desenvolver as pessoas mais influentes da internet.

Trata-se de um mercado muito novo, mas um levantamento realizado por Edney Souza, professor de marketing digital na Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), de São Paulo, aponta pelo menos 84 empresas, entre agências, redes e plataformas, atuando como intermediárias no relacionamento entre marcas e influenciadores.

E novas carreiras e posições surgem na esteira desse fenômeno. “As empresas ainda estão criando e nomeando os cargos que atendem a esse novo segmento”, diz Genis Fidelis, consultor sênior da Michael Page, empresa de recrutamento, de São Paulo.

Há, por exemplo, o gestor de comunidade e relacionamento, que faz o meio de campo entre marcas e influenciadores digitais; o produtor de conteúdo digital, especializado em textos para a web; e até o apreciador de vídeos. “Uma agência já me procurou para recrutar um candidato júnior que gostasse muito de redes sociais, especialmente o YouTube, para assistir aos vídeos da plataforma e identificar canais e youtubers com potencial”, diz Isis Borge Sangiovani, gerente de recrutamento da Robert Half, de São Paulo.

E a oferta de vagas não se limita às áreas de comunicação, marketing e propaganda. A tecnologia também entrou na dança. Já há, hoje, empresas especializadas no desenvolvimento de plataformas capazes de selecionar influenciadores de acordo com métricas de audiência e engajamento e dados sobre temática e público-alvo. Squid, Spark, Incast, Digital Stars e Celebryts são algumas das novatas que crescem e contratam na onda do marketing de influência.

Desde que foi criada, em 2014, com o objetivo de melhorar a comunicação de marcas com microinfluenciadores e “brand­lovers” (pessoas tão apaixonadas por uma marca que advogam a seu favor), a Squid contratou 20 pessoas para sua equipe, 15 somente neste ano. E ainda há vagas abertas. “Estamos admitindo para as seguintes áreas: operacional, que cuida do relacionamento entre influenciadores e marcas; de produto, formada por programadores que desenvolvem algoritmos para analisar o desempenho das celebridades digitais nas redes; e comercial”, diz Carlos Tristan, sócio-fundador da Squid, de São Paulo.

A Spark, empresa de mídia especializada na ativação de marcas por meio de influenciadores e personalidades, também está com o quadro de pessoal em expansão. Foram nove vagas preenchidas em 2016 e oito em 2017. “Buscamos profissionais que conheçam e entendam os objetivos de cada rede social, os formatos comercializáveis em cada uma delas e os dados que elas geram. Valorizamos quem saiba cruzar essas informações, com métricas para mensurar a eficiência das ações propostas por nossa equipe”, diz Raphael Pinho, sócio-diretor da Spark, de São Paulo.

Leonardo Andrade, de 31 anos, é um dos profissionais que viram nessa tendência a oportunidade de crescer.

Formado em design de produto e com um MBA em marketing em andamento, ele trocou, há dois meses, o emprego numa agência onde realizava campanhas nos moldes tradicionais para marcas como Heineken e Nestlé por uma vaga na Spark.

Seu novo trabalho consiste em traçar estratégias de marketing de influência que cumpram os objetivos de marcas que buscam celebridades digitais para suas ações. “O potencial da área e a possibilidade de trabalhar em um ambiente mais leve me motivaram a fazer a transição”, diz Leonardo. Segundo ele, além de ter um clima descontraído e maior liberdade de criação, a nova área oferece salários melhores. “Há mais ferramentas disponíveis para elaborar uma estratégia que resolva os desafios do cliente. É um mundo novo de possibilidades”, diz o designer, que recebeu um aumento de 30% na nova função.

Contratação flexível

Os headhunters de talentos digitais costumam ter formação em administração, comunicação ou tecnologia, mas também podem vir de outras áreas. O que vai diferenciá-los é a visão holística, a capacidade de aprender rápido e o conhecimento sobre o mundo virtual, com domínio de redes como Facebook, Instagram, Pinterest, Twitter e YouTube. “A oferta de cursos específicos para a área hoje é pequena e o mercado ainda está se definindo. Isso faz com que os recrutadores sejam mais flexíveis”, afirma Isis, da Robert Half. Por isso, não há pré-requisitos muito rígidos.

O mais importante é que o candidato comprove ter contribuído com resultados positivos nas empresas onde trabalhou e demonstre habilidades técnicas e comportamentais que o qualifiquem de alguma forma para a nova função. “A preferência tem sido por perfis analíticos, capazes de mensurar e quantificar resultados e que tenham um viés da área de humanas para avaliar se o conteúdo publicado pelo influenciador é adequado ao propósito da campanha”, diz Genis Fidelis, da Michael Page.

Mas essas não são as únicas características exigidas. Criatividade, curiosidade e proa­tividade também são importantes para ingressar nesse nicho. Apesar de a maré estar alta, só vencerá quem souber nadar pelas agitadas águas da tecnologia e das redes sociais.

Competências essenciais para um profissional se destacar no campo do marketing de influência

Perfil analítico e técnico: Para analisar a audiência do influenciador e a qualidade do conteúdo divulgado por ele nas redes.

Capacidade de aprendizado: Como o universo digital vive em constante transformação e novas ferramentas surgem a todo momento, é preciso adquirir conhecimento com agilidade

Familiaridade com redes sociais: Conhecer profundamente os recursos e as ferramentas de redes como Facebook, Instagram, Pinterest, Twitter e YouTube é fundamental

Experiência em análise de dados: É bastante valorizado o domínio de ferramentas, como Google Analytics (que mede o desempenho de sites), Google Attribution e Adobe Analytics (para medir o impacto e o resultado de uma campanha), e de recursos de social media listening, como Social Mention, TweetDeck, Reachli e HowSociable.

Nos bastidores das redes sociais*
Entenda o trabalho das diferentes carreiras relacionadas ao marleting de influência

Influencer planner: Define a estratégia que vai aproximar uma marca de seu público-alvo e avalia quais influenciadores têm o melhor perfil para representar campanha.

Quanto ganha: de 4 000 a 12 000 reais

Analista e gerente de mídia digital

Na agência tradicional, é quem negocia a contratação de espaços na mídia, como anúncios em jornais, revistas e televisão. No marketing de influência, esse profissional fecha acordos comerciais com blogueiros e youtubers para divulgar marcas em seus canais na internet. Também acompanha os resultados das ações.

Quanto ganha: de 3 000 a 7 000 reais

Gestor de comunidade e relacionamento

O antigo analista de mídia social, que monitorava canais e também produzia conteúdo, agora tem como principal atividade conhecer bem os influenciadores e fazer contato direto com eles. É esse profissional que mantém ativo o relacionamento da marca com blogueiros, youtubers e instagrammers.

Quanto ganha: de 2 500 a 6 000 reais

Analista e gerente de conteúdo digital

Os redatores publicitários ganharam um novo nicho e passaram a produzir conteúdo para campanhas com influenciadores digitais. São eles que fazem os textos para marcas que desejam ter seus produtos e serviços divulgados na web.

Quanto ganha: de 2 500 a 7 000 reais

*Fonte: Edney Souza, professor de marketing digital na Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), de São Paulo.

 

Fonte: Revista Exame


Escrito por Publicado em Tecnologia da Informação Agosto 13 2017

Aplicar tecnologias disponíveis como computadores, smartphones, redes digitais e aulas virtuais na educação pode ser a reposta para tornar a escola mais moderna e atrativa para os alunos. A proposta foi discutida pela Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE) na audiência pública Tecnologia a serviço da Educação, nesta quarta-feira (9). A iniciativa foi do senador Cristovam Buarque (PPS-DF).

— Se tem uma coisa que nós precisamos mudar é a maneira com que usamos tecnologia. E, fazendo uma pequena diferença entre ciência e tecnologia, em breve, teremos de mudar a ciência também — afirmou o senador.

Durante a discussão foram apresentados dois exemplos sobre o impacto de tecnologias digitais no ensino. O professor Antônio Marival Chaves apresentou o projeto Edux, uma plataforma digital disponível para alunos das escolas públicas da Bahia, que instiga alunos e escolas a desenvolverem novos talentos.

Já o consultor Orlando de Sá Cavalcante Neto apresentou o impacto da série de vídeos elaborados pelo Senado para explicar de forma didática, para o público do ensino médio, a elaboração do Orçamento da União. Orlando destacou que a publicação dos vídeos na internet gerou diversos convites para palestras em escolas e universidades, o que surpreendeu a equipe.

— Na prática, a gente vê que esse trabalho oferecido traz um grande resultado, é para gente uma satisfação muito grande — comemorou.

As duas exposições complementaram as ideias do pesquisador Marcos Formiga, do Núcleo de Estudos do Futuro da Universidade de Brasília (UnB). O professor destacou que, atualmente, a sociedade precisa ter em mente que a educação não pode se restringir aos muros escolares e nem à relação de superioridade do professor perante o aluno. Por isso, os projetos educacionais mais avançados e bem-sucedidos levam em conta a aprendizagem adquirida em plataformas digitais e cursos abertos oferecidos na internet.

Fonte: Agência Senado


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