Terça, 16 de Janeiro de 2018

Escrito por Publicado em Destaques Sinfor Dezembro 21 2015

Em parceria com o Sebrae, a entidade capacitou cerca de 200 profissionais em 2015

O fortalecimento das equipes de liderança e empreendedorismo no mercado brasiliense foi um dos desafios propostos pelo Sindicato da Indústria da Informação do Distrito Federal (Sinfor) neste ano. Cerca de 200 pessoas foram capacitadas nos últimos meses para lidar com soluções estratégicas, desenvolvimento pessoal e coletivo no ambiente de trabalho. O resultado esperado é um quadro de profissionais cada vez mais preparados para acompanhar as tendências e dinamismo do mercado de TI.

As atividades ocorreram em forma de palestras e treinamentos desenvolvidos em parceria com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). Entre os temas abordados, os participantes aprenderam a controlar tempo, liderar equipes, dividir tarefas, comunicar diretamente ao público interno, organizar e conduzir reuniões de trabalho e outros assuntos pertinentes a tomada de decisões e gerenciamento de idéias dentro de uma empresa.

“Não existe indústria competitiva sem mão de obra adequada inserida no mercado. O Sinfor tem entre suas atribuições fortalecer o empresariado local e, com este método de ensino, cumpre seu papel não apenas focado no desempenho dos associados, mas dando oportunidades efetivas de crescimento profissional e gerando emprego e renda na cidade”, afirma o presidente da entidade, Ricardo Caldas.

Além da parceria com o Sebrae, o Sinfor também divulga eventos de capacitação oferecidos em todo o Distrito Federal. As oportunidades são publicadas no site oficial do Sindicato mensalmente. As vagas são limitadas e distribuídas por ordem de inscrição. 


Escrito por Publicado em Destaques Sinfor Setembro 26 2016

A comissão criada pelo Sindicado das Indústrias da Informação do Distrito Federal (Sinfor/DF) para analisar a proposta da Convenção Coletiva aprovou os termos que irão vigorar em 2016/2017. As novas regas passam a valer com data retroativa de 1º de maio deste ano.

A Convenção aprovada estabelece o piso salarial do trabalhador do setor de Tecnologia da Informação em R$ 1.100,00. Aqueles que recebiam valor inferior desde maio deste ano deverão receber a diferença nos mês de setembro (50%) e novembro (50%), sem juros ou correções monetárias. As empresas que efetivaram reajustes voluntários ao longo deste período poderão abater o montante para atingir a meta salarial negociada. 

Além disso, o vale alimentação, que era de R$ 15, passa para R$ 16,50. As empresas que fornecem refeição no local estão dispensadas da obrigação de ofertar esse benefício em dinheiro.

Para o presidente do Sinfor/DF, Ricardo Caldas, o avanço nas condições de empregabilidade fortalece o setor na medida em que incentiva a melhoria da relação patronal, além de contribuir com a qualidade de vida dos funcionários. “O custo de vida do brasileiro está mais caro e nosso setor não poderia ficar defasado. O piso é apenas uma base de cálculo para evitar a desvalorização da mão de obra em TI, mas sabemos que nossos colaboradores recebem acima da média nacional. Isso os motiva à dedicação e profissionalização contínua”, afirma Caldas.

Leia o documento completo no link abaixo. 


Escrito por Publicado em Tecnologia da Informação Setembro 01 2016

A Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática (CCTCI), da Câmara dos Deputados, aprovou hoje (31) uma pauta que prevê a proibição de aplicativos como o Waze no Brasil. A justificativa é que o app mostra ao usuário onde encontrar blitz e radares no trânsito – e consequentemente como burlá-los.

projeto de lei nº 5596 de 2013, proposto pelo deputado Major Fábio (PROS-PB), sugere a alteração do Código de Trânsito Brasileiro para transformar em infração o uso de dispositivos eletrônicos, aplicativos ou redes sociais que identifiquem esses pontos de interesse no mapa.

 
 

Se a lei for aprovada e o Waze não remover a função, o aplicativo pode ser até banido do Brasil. Já o motorista que for flagrado usando esse tipo de recurso pode receber uma multa de até R$ 50 mil.

Na CCTCI, a pauta foi aprovada por unanimidade. Agora, a proposta aguarda o parecer da Comissão de Viação e Transportes (CVT). Se for aprovada novamente, ela seguirá para a Comissão de Constituição e Justiça. Só depois disso o projeto será discutido no plenário da Câmara e, se aprovado, encaminhado ao Senado, de onde partirá para a Presidência da República para ser aprovado ou vetado em definitivo.

Há chão ainda, mas já é bom ficar de olho aberto com essa PL.

(via Olhar Digital)


Escrito por Publicado em Tecnologia da Informação Setembro 01 2016

As pessoas se expõem cada vez mais nas redes sociais. Conversam e se mostram, como se estivessem em casa ou num ambiente privado. Esse banco de dados pessoal ou corporativo, muito valioso, quer queiram ou não, é alimentado pelos próprios usuários. Provavelmente, algumas redes, como o Facebook, sabem mais sobre você do que você mesmo. O objetivo é cada vez mais faturar com anúncios comerciais que vão diretamente na veia do consumidor. Ele sabe os livros que você lê, onde você anda e tudo o que consome. E conhece sua família e os amigos.

Tudo isso “'é o suficiente para torná-lo paranóico: o Facebook sabe mais sobre você do que seus amigos mais próximos e pode prever o que você está prestes a ver ou fazer com níveis assustadores de precisão."

“A rede de mídia social revelou exatamente como ele sabe tudo isso: pois selecionou nada menos do que 98 itens de informação que permitem corretamente descrever quem você é, e com isso gerenciar a própria receita de publicidade.

O artigo Facebook collects 98 facts about users to target them with adverts, sobre o poder desse big brother do século XXI, foi publicado no jornal britânico The Times, semana passada, e preocupa, principalmente aqueles que nos posts, curtidas e compartilhamentos, que supõem restritos aos amigos, fornecem informações, fotos ou videos privados, que municiam os sistemas de informações desses gigantes das redes sociais.

“Dos dados mais óbvios – como idade, localização, sexo e idioma, elementos que muitos usuários atualizam por conta própria – até os usuários que estão longe da família, recém-contratados ou com inclinações políticas, os "pontos de dados" têm sido escrutinados de forma algorítimica, para que os anunciantes possam segmentar usuários com maior precisão.

“Ainda segundo o The Times, “O Facebook lançou um novo portal de educação que explica como isso funciona. Ele também renovou suas configurações de preferência publicitária para torná-las mais fáceis para os usuários poderem entender. A rede social, que tem 1,7 bilhão de usuários ativos, vai deixar as pessoas escolherem se elas querem ver categorias específicas de anúncios. Os usuários ainda terão que ver em geral o mesmo número de anúncios, mas as mudanças não irão reduzir a vasta quantidade de dados que a empresa detém sobre os indivíduos.”

“A rede baseada nos EUA faz mais para faturar com publicidade e está determinada a continuar a usar o seu conjunto de dados para impulsionar os lucros. O grupo faturou US$ 6,24 bilhões em receitas de publicidade no segundo trimestre de 2016, um aumento de 63% sobre o mesmo período do ano passado.

“Isso significa que o armazenamento de conhecimento no Facebook é uma operação gigantesca. A maioria das informações é obtida a partir de perfis dos usuários, seus interesses, as páginas que  eles curtem, compartilham e os anúncios que eles clicam, mas a empresa pode acompanhar os outros sites que os usuários visitam enquanto estiver conectado ao Facebook e, em outras vezes, graças à tecnologia de rastreamento.

“Os críticos – diz o The Times - argumentam que tais níveis de conhecimento são intrusivos, mas o Facebook admite que quer ajudar os usuários. Andrew Bosworth, do Facebook, declarou ao The Times: "Quando eles são relevantes e bem feitos, os anúncios podem ser úteis." Será?

Laura Jenkins, gerente de mídia social da empresa Thinking Juice, uma agência de publicidade, que já trabalhou em campanhas de Facebook, acrescentou ao The Times: "A mídia social é a forma mais rentável para as marcas anunciarem e o Facebook é o canal que produz a melhor resposta. Grande parte disso vai para o “target” preciso que você pode fazer. Vivemos em uma era digital e os dados estão sendo capturados em todos os lugares - é o caminho do mundo ".

A reportagem diz que “O Facebook também trabalha com empresas como a Experian, que detém dados de marketing a partir de pesquisas e informações que são compartilhadas pelas empresas quando os clientes não bloqueiam essa opção. A Experian utiliza modelos de computador para prever o tipo de bens e serviços que as pessoas estão mais propensas a  consumir - embora essa empresa enfatize que ela ajuda o Facebook a atingir apenas aqueles que tenham dado o consentimento para que os próprios dados sejam utilizados para ações de marketing.

98 coisas que o Facebook sabe sobre você

O artigo publicado em 25 de agosto no The Times relacionou as 98 informações que o Facebook sabe sobre você. No primeiro grupo, basicamente todos os dados pessoais:

1. Localização; 2. Idade; 3. Origem; 4. Sexo; 5. Idioma; 6. O nível de educação; 7. O campo de estudo; 8. Escola; 9. Afinidade étnica; 10. Renda e patrimônio liquido; 11. Título de propriedade e tipo de casa; 12. Valor da casa; 13. Dimensões da propriedade; 14. A área total da sua casa; 15. Ano em que a casa foi construída; 16. Composição da casa.

A seguir, dados mais amplos e genéricos, obtidos provavelmente por cruzamento de informações:

17. Os usuários que aniversariam dentro de 30 dias; 18. Os usuários que estão longe da família ou da cidade natal; 19. Os usuários que são amigos de alguém que faz aniversário, é recém-casado ou noivo, recentemente mudou de endereço ou está próximo do aniversário; 20. Usuários em relacionamentos de longa distância; 21. Usuários em novos relacionamentos; 22. Usuários que têm novos postos de trabalho; 23. Usuários que conseguiram novo emprego; 24. Usuários recém-casados; 25. Usuários que se mudaram recentemente; 26. Usuários que têm aniversários em breve; 27. O nome dos pais; 28. Pais que esperam filho; 29. Mães, divididas por "tipo".

Num outro "cluster" de informação, tendências políticas, dados profissionais e bens pessoais:

30. Os usuários que estão propensos a se envolver na política; 31. Os conservadores e liberais; 32. O status de relacionamento 33. Empregador; 34. Indústria; 35. Cargo ou função; 36. Tipo de escritório; 37. Interesses; 38. Usuários que possuem motocicletas; 39. Usuários que pretendem comprar um carro (e que tipo/marca de carro, e em quanto tempo); 40. Os usuários que compraram peças do carro ou acessórios recentemente; 41. Usuários que estão propensos a precisar de peças ou serviços de carro; 42. Estilo e marca de carro que você dirige; 43. carro Ano foi comprador; 44. Ano do carro; 45. Quanto em dinheiro é provável gastar no próximo carro; 46. Onde usuário se propõe a comprar próximo carro; 47. Quantos funcionários tem a empresa; 48. Usuários que possuem pequenas empresas; 49. Usuários que trabalham na gestão ou são executivos; 50. Usuários que doaram para a caridade (dividido por tipo).

Neste grupo, dados genéricos sobre tecnologia, serviços bancários e investimentos:

51. Sistema operacional; 52. Usuários que jogam jogos de lona; 53. Usuários que possuem um console de jogos; 54. Usuários que criaram um evento Facebook; 55. Usuários que usaram o sistema de pagamentos do Facebook; 56. Usuários que gastaram acima da média no sistema de pagamentos do Facebook; 57. Usuários que administram uma página no Facebook; 58. Os usuários que postaram fotos recentemente no Facebook; 59. O navegador de Internet; 60. O service de E-mail; 61. Experimenta novas tecnologias com atraso ou rapidez; 62.  Expatriados (divididos por país de origem); 63. Usuários que pertencem a uma cooperativa de crédito, banco nacional ou banco regional; 64. Usuários que investem (divididos por tipo de investimento) 65. Número de linhas de crédito; 66. Usuários que são usuários de cartões de crédito ativos; 67. Tipo de cartão de crédito; 68. Os usuários que têm um cartão de débito; 69. Os usuários que utilizam balanço (controle de contas) no cartão de crédito.

Neste grupo, informações sobre mídia preferencial, bens de consumo, lugares frequentados e viagens:

70. Usuários que escutam o rádio; 71. Programa preferencial de TV; 72. Usuários que usam dispositivo móvel (dividido pela marca que eles usam); 73. Tipo de conexão  na Internet; 74. Usuários que recentemente adquiriram um smartphone ou tablet; 75. Os usuários que acessam a internet através de um smartphone ou tablet; 76. Usuários que usam cupons; 77. Tipos de roupas que o usuário utiliza; 78. época do ano que o principal chefe da família compra; 79. Usuários "pesados" compradores de cerveja, vinho ou refrigerantes; 80. Usuários que compram mantimentos (e que tipos); 81. Usuários que compram produtos de beleza; 82. Usuários que compram medicamentos de alergia, tosse/resfriado; produtos para alívio da dor e medicamentos sem receitas; 83. Usuários que gastam dinheiro em produtos domésticos; 84. Usuários que gastam dinheiro em produtos para crianças ou animais de estimação, e que tipos de animais de estimação.

Um último grupo com informações coletadas pelo Facebook sobre restaurantes, lojas, viagens

85. Usuários cujas famílias compram mais do que pode; 86. Usuários que tendem a fazer compras on-line (ou off); 87. Tipos de restaurantes frequentado pelo usuário; 88. Tipos de lojas para compras do usuários; 89. Os usuários que estão receptivos a ofertas de empresas que oferecem seguro automóvel online, ensino superior ou hipotecas e cartões de débito pré-pagos/TV a cabo; 90. Tempo que o usuário viveu numa casa; 91. Usuários que estão propensos a mudar em breve; 92. Usuários interessados nas Olimpíadas, outros esportes ou Ramadan; 93. Usuários que viajam com frequência a trabalho ou lazer; 94. Usuários que se deslocam para trabalhar; 95. Em quais feriados o usuário sairia; 96. Usuário que recentemente retornou de uma viagem; 97. Usuários que recentemente usaram um aplicativo de viagens; 98. Usuários que participam de compartilhamentos.

O artigo original Facebook collects 98 facts about users to target them with adverts, de Mark Bridge, publicado no jornal londrino The Times, de 25/08/2016.

 

Tradução: João Paulo Forni. Edição: João José Forni


Escrito por Publicado em Tecnologia da Informação Agosto 29 2016

A cidade de Joinville (SC) recebeu semana passada, nos pavilhões da Expoville, entre os dias 16 e 19, eventos importantíssimos voltados ao setor industrial do plástico – a Interplast eEuroMold, esta última voltada aos construtores de moldes, ferramentas, design e desenvolvimento de produtos.

Em um só lugar, estiveram presentes 22 mil pessoas e mais de 380 marcas expositoras dos setores de plásticos, moldes e ferramentas. Organizada pela Mess Brasil, as feiras devem gerar mais de R$ 350 milhões em negócios nos próximos 12 meses, tudo em decorrência dos contatos realizados.

O sucesso da Expoville, segundo o diretor Luiz Fernando da Hece Máquinas Ltda, veio principalmente pelo público qualificado presente nas feiras. A empresa, especializada em produção de termoformadoras e máquinas de corte e solda para filmes plásticos, fechou no próprio evento mais de cinco negócios.

Richard Spirandelli, diretor da Messe Brasil, conta que o resultado positivo da feira surpreendeu principalmente pelo atual momento econômico. “Encerramos esta edição muito confiantes e com a certeza de que a economia está aos poucos retomando. O retorno positivo dos expositores mostra a força do Sul do Brasil e, especialmente, do estado de Santa Catarina como polo transformador e também como mercado consumidor da cadeia de fornecimento do plástico”, conta Richard.

Dentre as 22 mil pessoas, esteve presente visitantes de 17 países (Argentina, Bolívia, Brasil, Canadá, Chile, China, Coreia do Sul, Espanha, Estados Unidos, Índia, Itália, Paraguai, Portugal, Suécia, Suíça, Tailândia, Uruguai). Além de visitantes de 23 estados brasileiros (Alagoas, Amazonas, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Minas Gerais, Paraíba, Paraná, Pará, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Roraima, Santa Catarina, São Paulo).

Entre o público altamente qualificado, marcaram presença gerentes, diretores, sócios e coordenadores, compondo 50% dos visitantes. Já em meio aos segmentos que visitaram a feira, estão os setores de embalagens (alimentos, bebidas, farmacêuticos, produtos de limpeza e cosméticos), seguido por engenharia, construção civil e automotivo.

Os principais setores de interesse dos visitantes na Interplast foram os de máquinas e equipamentos, matérias-primas e produtos plásticos. Já a Euromold contou com o interesse dos setores de moldes (injeção, extrusão termoformagem, sopro), seguido de componentes de moldes e matrizes, design, digitalização e prototipagem.

O número de expositores em cada feira também foi significativo. A Interplast contou com expositores de cinco países (Alemanha, Brasil, China, Estados Unidos e Hong Kong) e de oito estados brasileiros (Bahia, Ceará, Espírito Santo, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo). Entre os expositores da Euromold, esteve presente empresas de cinco países (Brasil, China, México, Portugal e Suécia) e quatro estados (Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo).

 Serviço

Interplast 2016 – Feira e Congresso de Integração da Tecnologia do Plástico – www.interplast.com.br

EUROMOLD BRASIL – Feira Mundial de Construtores de Moldes e Ferramentarias, Design e Desenvolvimento de Produtos – www.euromoldbrasil.com.br

 

Por: Meu Guru


Escrito por Publicado em Tecnologia da Informação Agosto 19 2016

A Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática (CCTCI), da Câmara dos Deputados, aprovou hoje (31) uma pauta que prevê a proibição de aplicativos como o Waze no Brasil. A justificativa é que o app mostra ao usuário onde encontrar blitz e radares no trânsito – e consequentemente como burlá-los.

projeto de lei nº 5596 de 2013, proposto pelo deputado Major Fábio (PROS-PB), sugere a alteração do Código de Trânsito Brasileiro para transformar em infração o uso de dispositivos eletrônicos, aplicativos ou redes sociais que identifiquem esses pontos de interesse no mapa.

 
 

Se a lei for aprovada e o Waze não remover a função, o aplicativo pode ser até banido do Brasil. Já o motorista que for flagrado usando esse tipo de recurso pode receber uma multa de até R$ 50 mil.

Na CCTCI, a pauta foi aprovada por unanimidade. Agora, a proposta aguarda o parecer da Comissão de Viação e Transportes (CVT). Se for aprovada novamente, ela seguirá para a Comissão de Constituição e Justiça. Só depois disso o projeto será discutido no plenário da Câmara e, se aprovado, encaminhado ao Senado, de onde partirá para a Presidência da República para ser aprovado ou vetado em definitivo.

Há chão ainda, mas já é bom ficar de olho aberto com essa PL.

(via Olhar Digital)


Escrito por Publicado em Destaques Sinfor Setembro 21 2016

Entidades pediram agilidade em projetos que viabilizam o Parque Tecnológico Capital Digital, anel viário e linhas de crédito.

O presidente da República, Michel Temer, recebeu, nesta terça-feira (13), uma comitiva de empresários e representantes sindicais para ouvir demandas do setor produtivo. Em encontro que durou cerca de 1h30, os presidentes dos sindicatos e federações, entre eles o Sinfor/DF - a convite da Fibra, entregaram uma carta com tópicos que necessitam ser tratados com urgência sob o ponto de vista da indústria.  O destaque foi para o Parque Tecnológico Capital Digital, linhas de crédito, construção de anel viário e outras obras de infraestrutura.

“O PTCD foi apresentado ao presidente recém-empossado como forma de mudar a matriz econômica do Distrito Federal. É um projeto de 15 anos que precisa ser viabilizado definitivamente, especialmente, neste momento em que o governo busca soluções para sair da crise e investir em ideias sustentáveis”, narrou o presidente do Sinfor/DF, Ricardo Caldas. “Reforçamos a necessidade de retomar as atividades e o envolvimento do governo com o setor, seja nas políticas públicas ou nas negociações de novos contratos".

Em carta entregue a Temer, a Fibra reforçou que “Brasília já demonstrou ter vantagem competitiva em áreas como tecnologias da informação e o Parque Tecnológico Capital Digital servirá de base para o surgimento de uma nova indústria, estimulando a celebração de instrumentos de cooperação entre diversos parceiros e entidades que devem servir de âncora e fator de atração de novos empreendimentos de pesquisa, formação de pesquisadores e de empresas de alta tecnologia”. Neste sentido, o presidente da entidade, Jamal Bittar, cobrou a participação e apoio do governo federal.

Em resposta, o presidente Temer destacou ser importante apoiar a indústria como forma de redução do desemprego e movimentação da economia. Michel se comprometeu a analisar as questões individualmente.

Crédito

A reunião também abordou as barreiras encontradas pelo setor produtivo para investir nos negócios e inovação de seus produtos e serviços. Como prioridade, os representantes das entidades solicitaram, por exemplo, a flexibilização do Fundo Constitucional do Centro-Oeste (FCO), tanto na documentação exigida quanto à concessão de capital de giro, de 20% para 50%.

A reunião contou ainda com a presença dos presidentes da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Braga de Andrade, da Federação das Indústrias do Distrito Federal (Fibra), Jamal Jorge Bittar, das Federações da indústria de Goiás, de Mato Grosso do Sul e do Espírito Santo, além de presidentes dos sindicatos da indústria do DF.


Escrito por Publicado em Tecnologia da Informação Julho 25 2016

A digitalização dos serviços bancários tem ganhado cada vez a confiança dos clientes e já soma mais da metade das operações realizadas no ano passado.


Escrito por Publicado em Tecnologia da Informação Agosto 09 2016

Informações em tempo real, 24 horas por dia, sobre desastres naturais no Brasil serão disponibilizadas a partir de agora pelo Google. A parceria da empresa americana com os Ministérios da Integração Nacional e da Agricultura, lançada nesta sexta-feira (22), tem o objetivo de auxiliar os profissionais que atuam no setor e a população. Os alertas serão publicados antes, durante e depois dos desastres naturais, com avisos meteorológicos, orientações sobre os procedimentos a serem adotados ao longo das ocorrências, números de emergências, links para doações, notícias atualizadas e demais medidas executadas pela Defesa Civil Nacional.


Escrito por Publicado em Tecnologia da Informação Julho 25 2016

As novas tecnologias surgem para facilitar a vida das pessoas, mas a velocidade das inovações estão dando dor de cabeça para especialistas em direito tributário e trabalhista e, principalmente, para o governo. Cada vez mais aplicativos, softwares e serviços OTTs (Over-the-Top) — dos quais Netflix e WhatsApp são os exemplos mais conhecidos — subvertem as cadeias produtivas de setores tradicionais da economia. Como o tempo para adequar a lei não acompanha, nem de perto, a rapidez das transformações, os efeitos iniciais são perversos para a sobrevivência de empresas e manutenção de empregos e para a arrecadação de impostos.


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