Quarta, 17 de Janeiro de 2018

Escrito por Publicado em Destaques Sinfor Dezembro 05 2017

 

 

 

Autoridades, empresários e sociedade civil participaram nesta terça-feira, 5, da abertura da 1ª mostra Brasília Mais TI, no auditório Vale do Silício, da Câmara Legislativa do Distrito Federal. A cerimônia, liderada pelo presidente da CLDF, o distrital Joe Vale, reuniu representantes de toda a cadeia produtiva em Tecnologia da Informação (IT) para a troca de experiências, debates e fomento para a produção local.

 

“Queremos o diálogo, da vez e voz ao setor de TI no DF. Liberar o setor produtivo das amarras legislativas. Possibilitar que Brasília explore todo esse mercado”, destaca Joe Valle.

 

O encontro sinaliza o que será discutido durante os três dias de audiência pública, palestras e painéis. Empreendedorismo, inovação, tecnologia, gestão eficiente, mercado de trabalho e revolução informacional, redes sociais, oportunidades de negócios e iniciativas de incentivos fiscais, creditiva e econômica no DF. O DF é terceiro maior mercado de TI do País e deve se preparar para esta nova realidade.

 

Serviço: Semana de Tecnologia na Câmara Legislativa DF

Data: 5 a 7 de dezembro

Horário: 8h às 18h

Local: Câmara Legislativa do DF - CLDF

 

Ingresso: Entrada gratuita, com incentivo de doação de alimentos.


Escrito por Publicado em Destaques Sinfor Dezembro 04 2017

 

Todos os dias surgem novas tecnologias que transformam as relações sociais e econômicas. Para sobreviver às inevitáveis mudanças no mundo, no mercado e em suas respectivas concorrências, as empresas, independente de seu porte, precisam inovar. Modelos antigos já não são tão eficientes como outrora e tornam a corrida por atualização de profissionais e gestão de negócios necessária.

 

Empresas recentes, com menos de cinco anos de mercado, são as que estão crescendo mais e mais rápido, pois já entendem e aplicam uma gestão inovadora. A economia baseada na inovação visa a otimizar processos, aumentar a margem de lucro e melhorar serviços de maneira geral. “Hoje, o desafio é se manter inovando. Fazer o mesmo é visto como condição de mediocridade. O médio é medíocre”, alerta o fundador e Presidente da Associação de Startups e Empreendedores Digitais (ASTEPS), Hugo Giallanza.

 

Caminho sem volta, a Era Digital trouxe o mobile, as startups, as inteligências artificiais, a ciência de dados e as mídias sociais, entre tantas outras novidades. Incorporar tais ferramentas pode e deve ser encarado como a abertura de uma gama de oportunidades a serem exploradas e convertidas em crescimento.

 

Empoderar empresas para soluções inovadoras também é o assunto dos nossos convidados da mostra Brasília + TI no painel “Inovação como forma de aumento de produtividade”,

marcado para esta quarta-feira, 6. Participe!

 

Inscrições gratuitas pelo site www.brasiliamaisti.com.br.


Escrito por Publicado em Destaques Sinfor Dezembro 02 2017

 

Muito associado às moedas digitais, o Blockchain é uma ferramenta que vai além de transações financeiras. Atualmente, a tecnologia, que descentraliza e encadeia blocos de dados, oferece um leque muito mais amplo de atuação. O Blockchain é considerado uma quebra de paradigma na forma como se encara o armazenamento, segurança e compartilhamento de dados digitais no mundo todo. O que possibilita empresas e organizações a expandirem seus modelos de negócio.

 

Garantir a seguridade das informações fornecidas por usuários é um dos grandes agregadores de valor aos produtos. A tecnologia é empregada principalmente na área financeira, mas já despertou também o interesse em outros segmentos que buscam diminuir processos burocráticos, como por exemplo o setor logístico. “Hoje temos casos reais do uso do Blockchain por empresas brasileiras e creio que a partir de 2018 a tecnologia vai ganhar popularidade em nível de mercado por aqui”, destaca o pesquisador do Instituto de Pesquisas Eldorado, Flávio Stakoviak.

 

Apesar de ser um conceito simples, o Blockchain não está exposto ao usuário final e, sim muito presente dentro das organizações, tornando-as consequentemente mais transparentes e seguras. Ter certeza de que as informações que se confia às empresas não estão vulneráveis é um forte critério no momento de decisão de clientes e usuários, por isso o mercado está antenado para as novidades do ramo.

 

O conceito e o potencial de uso do Blockchain para a retomada do crescimento econômico é tópico dos nossos convidados da mostra Brasília + TI, no dia 6 de dezembro. Saiba tudo sobre esse sistema, participe!

 

Inscrições gratuitas pelo site www.brasiliamaisti.com.br.


Escrito por Publicado em Destaques Sinfor Dezembro 01 2017

A Era Digital alterou as relações sociais de forma irreversível. O uso de tecnologias para comunicação, prestação de serviços e atividades cotidianas é uma crescente e interfere diretamente na organização da sociedade e, logo, nas empresas e na economia como um todo.

 

O volume de dados gerados por essa hiperconexão é a base para uma série de análises técnicas, que abrem oportunidades de transformação e avanços. Só nos últimos dois anos foram gerados mais dados do que em toda a história da humanidade. A ciência por trás desses padrões e algorítmos já é usada por várias organizações ao redor do mundo. É o caso do Google, Facebook, Waze e outros sites e aplicativos em que o usuário oferece seus dados, preferências e hábitos em troca de serviços.

 

No Brasil, diversas empresas desenvolvem modelos de negócio baseados na coleta de dados e revelam a tendência do mercado. É o que revela o entusiasta, Professor e Coordenador de Desenvolvimento de Depto de Informática da PUC-Rio, Gustavo Robichez de Carvalho: “ Os dados locais são usados como fonte de conhecimento para empresas tomarem decisões ou investir na maior eficiência de seus serviços. A sociedade hoje busca mais eficiência”. O uso das informações geradas pela interpretação desses dados possibilita empresas privadas e órgãos públicos a atuarem com mais transparência, além de munir os cidadãos e consumidores para uma fiscalização mais árdua. O profissional apto para atuar nessa nova realidade terá que dominar áreas diversas, unir conhecimentos técnicos e  o big data e analitics serão a ponte entre os segmentos.

 

A aplicação de tecnologias para transformar a sociedade positivamente será o tema do painel sobre “Big Data e Analitics”, que ocorrerá na manhã de quinta-feira, 7, na mostra Brasília + TI. Fique por dentro das novidades do setor, participe! Inscrições gratuitas pelo site www.brasiliamaisti.com.br.


Escrito por Publicado em Destaques Sinfor Dezembro 01 2017

As evoluções tecnológicas são visíveis no cotidiano do brasileiro. Em alguns setores essa inovação ocorre de forma ainda mais veloz, o que torna cada vez mais comum a substituição de trabalhos manuais por funções de automação para desempenhar atividades dentro de empresas. Em alguns segmentos, como na Agropecuária, as mudanças estão em curso acelerado; enquanto em outros engatinham para essa transformação. As inovações e tecnologias disruptivas são uma crescente e um caminho sem retorno nas maiores economias do mundo.

 

Seguindo o fluxo do que já acontece em outros países, o que se busca no Brasil hoje é a qualificação e produção de ensino sobre este contexto. Para o líder do Projeto Cidades Inteligentes da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial, Carlos Venícius Frees, a mudança será ainda mais visível em 20 anos: “A transformação tecnológica é natural: sempre se busca mais profissionais eficientes e, para ser eficiente nesse contexto, não poderá haver bons profissionais sem dominar as tecnologia”.

 

Entender como este cenário funciona e as inovações para se preparar os profissionais do futuro é a chave para se manter atuante no mercado. As soluções para a retomada do crescimento da economia brasileira passam pelas novidades e tecnologias disruptivas. Esse é o assunto da conversa com nosso convidado da mostra Brasília + TI Carlos Frees, marcada para tarde da quarta-feira, 6, no Espaço Blockchain. Não perca!


Escrito por Publicado em Tecnologia da Informação Novembro 16 2017

Técnicos de Tecnologia da Informação (TI) de câmaras municipais e assembleias de dezoito estados e do Distrito Federal, estiveram na abertura do 9ª Encontro do Grupo Interlegis de Tecnologia, nessa quinta-feira (16), em Brasília. Já são mais de 180 inscritos.

Durante a abertura dos trabalhos, Helder Rebouças, diretor-executivo do Instituto Legislativo Brasileiro (ILB), ao qual o Programa Interlegis está vinculado, frisou que cada vez mais a Tecnologia da Informação "deixa de ser um suporte para ser o próprio negócio da instituição", sua razão de ser. O trabalho de TI reflete no município e nos responsáveis por desenvolver políticas públicas, acrescentou. “Soluções operacionais trazem aproximação com o município”, afirmou.

Francisco Biondo, coordenador de Planejamento e Relações Institucionais do ILB/Interlegis, enfatizou que a modernização legislativa se torna mais perceptível na medida em que os processos aplicados nos trabalhos das casas aumentam a participação popular. Segundo ele, o Interlegis ajuda a alcançar esse objetivo tanto por meio do desenvolvimento de produtos tecnológicos para as casas que sejam claros e inteligíveis para a sociedade quanto pela realização de oficinas de capacitação em todo o país.

Luis Fernando Pires Machado, especialista em assuntos jurídicos e instrutor de Oficinas de Revisão de Marcos Jurídicos nas Câmaras, falou sobre a importância de as casas estarem atentas às mudanças e novidades nas leis e adotá-las para o benefício da comunidade. Ele citou vários exemplos de Leis Orgânicas em flagrante dissonância com a Constituição Federal.

Sobre o EnGITEC, o coordenador de Tecnologia da Informação do ILB, Sesóstris Vieira falou que evento consolida o ano de intensas discussões nos grupos virtuais e destacou o esforço de servidores que vieram ao Encontro usando recursos próprios. “Esse grupo que está aqui quer mudar o cenário político do Brasil”, disse.

A mesa de abertura foi composta por Helder Rebouças; Sesóstris Vieira; Francisco Biondo; Alessandro Pereira de Albuquerque, diretor do Prodasen; vereador Itamar José, presidente da Câmara Municipal de Agudo (RS); e Alzira Fernanda, servidora da Câmara Municipal de Paracatu (MG), uma das responsáveis pela organização do evento.

Fonte: Agência do Senado


Escrito por Publicado em Tecnologia da Informação Novembro 16 2017

A Superintendência da Polícia Federal no Distrito Federal cumpre na manhã desta terça-feira, 14, 10 mandados de busca e apreensão no âmbito da operação batizada de Back Bone. Cerca de 50 policiais estão envolvidos na ação que tem como alvo supostos desvios em contratos da área de Tecnologia da Informação(TI) da Caixa Econômica Federal.

O nome da operação faz referência um termo comumente utilizada no setor de informática que significa sistema central ou espinha central. O Estado apurou que os desvios alvos da investigação alcançam a casa dos R$ 380 milhões.

 

De acordo com a investigação, o grupo criminoso seria por empregados da Caixa, empresários da área de TI e uma empresa de consultoria pertencente a um ex empregado da CEF. “As investigações apontam que empregados da CEF, juntamente com o sócio administrador da empresa de consultoria, receberam vantagens indevidas repassadas por empresas de TI, com a finalidade de cometer irregularidades na formalização e fiscalização dos contratos dessas empresas com a CEF”, diz nota da PF sobre a Back Bone.

Segundo a PF, as empresas de TI repassavam os valores indevidos para uma empresa de consultoria por meio de contratos de prestação de consultorias, em princípio, inexistentes. Parte dos valores recebidos, diz a PF, eram distribuídos pela empresa de consultoria para os demais membros da organização criminosa.

A PF descobriu ainda que como forma de lavar o dinheiro proveniente do esquema e mascarar a evolução patrimonial,  os empregados da CEF e o sócio administrador da empresa de consultoria celebravam contratos de compra e venda de imóveis. Os envolvidos são investigados pela prática dos crimes de corrupção Ativa e Passiva e por participação de organização criminosa.

 

Fonte: Estadão


Escrito por Publicado em Destaques Sinfor Novembro 01 2017

Em evento inédito, deputados e empreendedores abordarão a TI como saída para a gestão sustentável da crise econômica no Distrito Federal


Escrito por Publicado em Tecnologia da Informação Outubro 12 2017

Quando se trata de hospedagem de sites, e-mails ou outros tipos de aplicações na nuvem, uma startup nascida em solo brasiliense tem mostrado resultados impressionantes. Através de seu programa Configr Startup Cloud (CSC), a Configr atende hoje 27 startups do ecossistema do Distrito Federal

A Configr, startup fundada em 2013 pelos amigos Arthur Furlan e Felipe Tomaz, oferece soluções otimizadas para aqueles que querem um serviço prático e acessível de hospedagem em Cloud Server. Os desenvolvedores da empresa criaram um exército de robôs que automatizam todo o processo de criação, configuração, otimização, gerenciamento e proteção do servidor em nuvem. Tudo isso em questão de minutos. Segundo o CEO da startup, Arthur Furlan: "A Configr foi criada para permitir que profissionais ou empresas tenham uma forma mais fácil, prática e rápida de utilizar tecnologia cloud. Através da nossa plataforma, nossos clientes conseguem aproveitar o ótimo desempenho e baixo custo dessa tecnologia, sem precisar de conhecimentos técnicos avançados e nem contratar equipe especializada".

A iniciativa Configr Startup Cloud foi criada em Julho de 2017, com o objetivo de fomentar o ecossistema de startups no Distrito Federal, oferecendo a elas uma infraestrutura segura, estável e totalmente automatizada, para que os empreendedores possam focar em alavancar seus negócios, ao invés de se preocuparem com terminologias como dns, firewall, backup e https. Os robôs cuidam de tudo enquanto o empreendedor evidencia o próprio negócio.

O programa nasceu a partir do Projeto Piloto: Brasília, com realização da aceleradora Cotidiano, Cedro Capital e Vert. A iniciativa busca desenvolver startups do Distrito Federal oferecendo benefícios e descontos. As startups que desejarem se inscrever devem atender a algumas demandas presentes no regulamento, dentre elas ser uma micro ou pequena empresa fundada em até 2 (dois) anos e ter sede no DF (para ver todas as condições de inscrição, acesse: https://configr.com/configr-startup-cloud/). Após fazerem sua inscrição, as startups recebem uma confirmação de inscrição em até 24 horas.

As empresas que se inscrevem no programa recebem um crédito de 5 mil reais destinado à contratação de infraestrutura em nuvem, a ser utilizado no prazo de 12 meses após a ativação. Elas contam com clouds, sites e e-mails configurados de maneira otimizada, interface intuitiva para organização de usuários e permissões, além de backups e atualizações automáticas. Outro ponto forte é que, apesar de toda automação, o suporte da empresa é feito diretamente por funcionários da startup. Assim, as startups inscritas tem sua infraestrutura em cloud totalmente otimizada e automatizada, monitorada 24 horas por dia, 7 dias por semana, pelo exército de robôs da Configr.

Ao longo dos últimos 4 anos a Configr tem se destacado como uma das mais sólidas e proeminentes startups do Distrito Federal. Prova disso são os mais de 1500 Cloud Servers criados e geridos pela empresa, além das centenas de clientes que utilizam os serviços da startup para otimizar e automatizar processos antes complexos. O fato de cada vez mais startups do ecossistema brasiliense utilizarem uma solução criada por aqui demonstra o poder e o crescimento do DF em termos de startups de tecnologia. Iniciativas como a Configr Startup Cloud profetizam um futuro brilhante de inovação e tecnologia para o Distrito Federal. 
Para conhecer mais sobre a startup, acesse: https://configr.com/ 

Fonte: Terra


Escrito por Publicado em Tecnologia da Informação Outubro 12 2017

O que há de mais recente na área de inovação tecnológica pode ser conferido no mais novo espaço criado pela Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil. Além do Centro de Inovação e Tecnologia (CIT), na sede própria, em São Paulo, agora é a vez de Brasília oferecer a possibilidade de visitação para que o público conheça os padrões GS1 e sua utilização na prática. Em 180 metros quadrados, estão distribuídas várias estações que explicam o papel da GS1, contam sua história e permitem conferir as soluções em automação propostas pela associação por meio de experiência interativa. O local conta ainda com infraestrutura para realiz ação de cursos e treinamentos. A recepção fica a cargo da Cody, robô que passeia com os visitantes para apresentar o espaço.


Com escritório em Brasília há cinco anos, a Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil busca expandir sua representatividade junto a órgãos governamentais, como Ministério da Fazenda e Ministério da Defesa, cuja parceria evoluiu muito nos últimos anos, fazendo com que a instituição se instalasse na capital do País. A associação tem como meta padronizar processos de logística e rastreabilidade na cadeia de suprimentos, focando suas ações na abrangência nacional. O trabalho na nova unidade contribui nos projetos de leis governamentais e regulamentações, além das políticas públicas para promover as cadeias produtivas.


As principais atuações da GS1 Brasil no setor público são a integração de assessores nos projetos organizados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Aeronáutica, Ministérios da Indústria, Comércio Exterior e Serviços e Ministério das Comunicações e Inovação e da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, onde tem participação ativa em 11 Câmaras Setoriais.


A Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil, é uma organização multissetorial sem fins lucrativos que representa nacionalmente a GS1 Global. Em todo o mundo, a GS1 é responsável pelo padrão global de identificação de produtos e serviços (Código de Barras e EPC/RFID) e comunicação (EDI e GDSN) na cadeia de suprimentos. Além de estabelecer padrões de identificação de produtos e comunicação, a associação oferece serviços e soluções para as áreas de varejo, saúde, transporte e logística. A organização brasileira tem 58 mil associados.

Fonte: Paran@shop


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