Terça, 19 de Setembro de 2017

Escrito por Publicado em Tecnologia da Informação Julho 03 2017

A internet das coisas (do inglês internet of things) amplia o leque de dados e informações sobre tudo o que cada cidadão compra, consome, faz e utiliza em diferentes aparelhos. Como funciona, na prática, a internet das coisas? Imagine que os eletrodomésticos, smartphones, maquinários industriais e veículos de transporte estejam todos conectados à internet e que os hábitos de utilização destes recursos e dispositivos são coletados e armazenados por tecnologias capazes de acessar todos os seus passos do usuário.

O cotidiano do consumidor e suas ações rotineiras são dados valiosíssimos para diferentes tipos de negócios e empresas, bem como para administração pública conhecer os hábitos do cidadão. Mesmo que seja um avanço pioneiro, alinhando às inovações presentes em poucos países, o debate sobre a implantação da IoT não pode omitir discussões fundamentais.

A mais basilar questão é: será que o cidadão brasileiro realmente quer repassar tais informações e, se o fizer, quais são as políticas e recursos que serão capazes de garantir a eficácia segurança digital destes dados? Não se pode negar que a implantação da IoT decorre na potencialização de riscos on-line, motivo pelo qual os termos de uso e políticas de privacidade devem ser claros.

Entre os argumentos favoráveis para a implantação da Internet das Coisas está o da melhoria do desempenho de produtos e serviços uma vez que todos os dispositivos estejam interligados. É exatamente neste aspecto no qual o fluxo de informações dos usuários deverá crescer exponencialmente.

O processo demandará maior proteção, armazenagem e preservação dos dados fornecidos com absoluta segurança da privacidade dos usuários à medida que produtos e serviços analógicos perdem espaço e a conexão entre dispositivos cresce. O desafio da implantação de novas tecnologias não pode sacrificar a segurança digital dos usuários e promover a violação do direito à privacidade.

O cenário de risco é claro, pois os cibercriminosos tentarão se aproveitar de todas as vulnerabilidades dos dispositivos e aparelhos, bem como das fraquezas que encontrarem na segurança digital da informação. Esse é um alerta já dado pelas empresas especializadas, como no relatório do Mcafee Labs, da Intel Security, que adverte sobre as ameaças virtuais neste ano.

É certo que ocorrerão ataques contra infraestruturas críticas, redução significativa da privacidade dos consumidores, hackativismo crescente, erros de fabricantes ao dotar seus produtos com IPs, bem como os pontos de agregação no qual os dados são coletados, transformados em alvo preferencial de investidas criminosas. Evidencia-se a necessidade de refletir e planejar a integração das conexões, o armazenamento das informações e as respostas a serem dadas às iminentes ameaças virtuais.

Por outro lado, os cibercriminosos cada vez se aproveitarão dos erros banais cometidos por usuários. A prática contumaz é a busca ávida por obtenção de lucro financeiro, ainda que os hackers visem moedas digitais, como bitcoins, as quais são mais difíceis de serem rastreadas. O ciberataque WannaCry, responsável por infectar mais de 300 mil sistemas operacionais no Brasil e no mundo, reforça ser verdadeira a premissa de que não existe ambiente integralmente seguro. Na verdade, o WannaCry é só o começo e já surgem notícias de nova e mais potente ameaça chamada EternalRocks.

Educação para o uso seguro da internet é outro fator que se torna cada vez mais imprescindível conforme a tecnologia avança e o número de usuários cresce. Num país em que há 170 milhões de smartphones em uso e mais de 100 milhões de usuários da internet, toda e qualquer medida de segurança digital que se possa adotar é importante. Ainda mais num cenário em que todos os aparelhos das casas estarão conectados à internet.

Posturas como ler atentamente as políticas de privacidade, termos de uso das plataformas e aplicativos antes de aceitar e iniciar a utilização. Os usuários também devem fortalecer suas senhas de acesso, evitando informações públicas de fácil conhecimento como datas de nascimento, nome de familiares ou de animais de estimação. Também precisam refrear sua exposição excessiva nas redes sociais, pois todos os dados poderão ser utilizados para fins criminosos.

É indiscutível que novos desafios aparecerão de acordo com a implementação e utilização de novas tecnologias. Entretanto, tal fato não é escusa para que medidas preventivas, tanto das empresas fornecedoras das plataformas digitais quanto dos usuários, não sejam tomadas imediatamente. Tampouco isenta governos e órgãos responsáveis por eventuais lacunas que possam existir na regulamentação do setor.

O Plano Nacional da Internet das Coisas precisa contemplar e definir regras claras de orientação sobre os procedimentos eficazes de segurança digital e preservação eficiente dos dados dos usuários das plataformas. Órgãos como o Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) terão significativas contribuições para auxiliar a firmar as diretrizes estratégicas ao uso e desenvolvimento da internet no país.

Ana Paula Siqueira é especialista em direito digital e sócia fundadora do SLM Advogados

 

Fonte: Convergência Digital


Escrito por Publicado em Tecnologia da Informação Junho 26 2017

O que faz com que muitos departamentos de TI falhem? Muitas vezes a adoção do que foi descrito, até aqui, como "melhores práticas da indústria", sempre por pessoas que nunca tiveram que fazer o trabalho da TI.

Desde o estabelecimento de clientes internos até a instituição de encargos para insistir no ROI, muitos desses conselhos parecem plausíveis quando vistos a partir de um sobrevoo a uma altura de 50 mil pés,  ou mais. Raspe a superfície, no entanto, e você começará a perceber que essas receitas infalíveis para sucesso são, muitas vezes, fórmulas para falhar.

1. Dizer a todos que eles são seus clientes 
Procurando falhar? Certifique-se de que todos na TI informem a todos fora da TI coisas do tipo "você é meu cliente e meu trabalho é superar suas expectativas "(ou, pior," fazer você feliz").

Os funcionários fora da TI não são clientes da TI. Eles são parceiros da TI, com quem sua equipeI colabora como igual.

Legitimizar a ideia de clientes internos coloca a TI em uma posição de subserviência, onde todos na TI têm que deixar seus colegas felizes, realizando o que faz  sentido para o negócio ou não.

Essa atitude também não encoraja os clientes reais da empresa a comprarem mais produtos e serviços .

2. Estabelece SLAs e tratá-los como contratos 
Quer provocar algum dano? Estabeleça acordos de nível formal de serviço, insista para que seus "clientes internos" os assinem e trate esses SLAs como contratos.

Se você realmente quiser que a TI falhe, discuta se você satisfaz seus SLAs sempre que um "cliente interno" sugere que a TI não está fazendo o que  o que eles necessitam.

Mas se você preferir o sucesso, então lembre-se que os relacionamentos requerem confiança. E que a confiança não acontece em uma passe de mágica. É preciso que você reconheça os colegas como pessoas reais que, se gostarem de você, trabalharão com você para corrigir o que quer que seja. 

O objetivo dos contratos não é definir relacionamentos - é definir o que acontece quando não há confiança e algo dá errado de forma grave.

3. Contar histórias idiotas 
Você sabe do que estou falando. São aquelas piadinha clássicas, do tipo "Deixe-me entender isso - você está tendo uma queda de energia e não consegue entender por que seu PC não inicializará?" e "Eu disse a ele para tentar reverter o plugue na impressora ... e era um plugue de três pontas (snicker)! "

Rir quando outros membros da equipe de TI contam casos tentando fazer com que os clientes internos parecerem idiotas não é um uma boa prática. Nunca foi.

4. Cobrar tudo, sempre
Aqui está uma ótima maneira de desencorajar o uso de Tecnologia da Informação: instituir cobranças sistrmáticas. Não apenas qualquer cobrança de custos, mas aquelas cuidadosamente calculados que geram faturas detalhadas sobre cada categoria de despesa por centros de custos, como os ciclos de CPU, o consumo de armazenamento, as horas de desenvolvedor e por aí vai...

Nada desencoraja tanto a colaboração quanto argumentar, com precisão, sobre os custos corporativos.

5. Insistir no ROI

Quer garantir que projetos críticos não sejam financiados? Insista que o processo de governança de TI requer retorno financeiro tangível, claro. Fazendo isso, você praticamente garante a sua obsolescência, já que a tecnologia que ajudará os departamentos de negócios a oferecer melhores resultados é adquirida de forma mais rápida e não financiada.

6. Ater-se apenas aos requisitos dos projetos de TI

Quer uma fórmula para disfunção negócios x TI? Defina projetos em termos de entregas de software que satisfaçam os requisitos e atendam às especificações.

Dessa forma, quando a gerência de negócios se queixar que o software não faz o que precisa er feito, você estará em uma posição perfeita para argumentar que faz exatamente o que deveria fazer, porque atende às especificações definidas pela área de negócios, não é?  De quem é a culpa? Dos gerentes de negócios que validaram o projeto, é claro.

Isso não funciona

O que funciona? Definir os projetos em termos de resultados comerciais ("aumentar a eficácia das vendas, por exemplo"), e em termos de software ("implementar o Salesforce.com").

7. Atribuir patrocinadores aos projetos

É bem conhecido nos círculos de gerenciamento de projetos que cada projeto deve ter um patrocinador comercial, para assegurar o sucesso. Mas quer garantir que um projeto falhe? Atribua a ele um patrocinador.

Patrocinadores - patrocinadores reais, não SINOs ("patrocinadores apenas no nome") - querem que seu projeto seja bem sucedido e estão dispostos a correr riscos, se necessário, para colher os benefícios comerciais que trarão.

Acha que alguém que foi designado para ser um patrocinador fará essas coisas? Nem eu.

8. Estabelecer uma estratégia de computação em nuvem

Aqui está uma maneira maravilhosa de garantir falhas na  TI - estabelecer uma estratégia de computação em nuvem.

Você sabe que você precisa estar na nuvem, então o objetivo da estratégia é fazer com que isso aconteça.

Bom, seja lá o que você fizer, não pense mais do que isso.

Não considere uma arquitetura técnica gerenciada, definida em termos de serviços, como uma infraestrurura fixa. Afinal, fazer isso pode levar você a acreditar que os serviços são o que você precisa e que a nuvem pode ser uma forma de provisionar alguns deles. Isso pode levá-lo a superdimensionar a nuvem na hora da contratação.

9. Adotar Agile e OffShore, ambos ao mesmo tempo

As metodologias ágeis têm muito para dar.  São pré-requisitos para o sucesso, ao garantir alto nível de envolvimento informal do usuário para que as correções  sejam freqüentes e pequenas, e os desenvolvedores vejam o progresso e lidem com os testes de aceitação dos usuários todos os dias

Offshore tem um apelo forte: o baixo custo homem/hora. Mas essa carcterística exclui qualquer possibilidade de alto nível de envolvimento informal do usuário.

Só os mais experientes têm chance de fazer com que ambos funcionem juntos. Novatos em Agile dificilmente conseguirão tal proeza.

Quer ser ágil? Quer usar oustsoursing de outro país? Escolha focar em uma dessas duas coisas.

10. Ter interrupçõesconstantes

O próximo passo para garantir que a TI falhe é insistir no modelo multitarefa. Apesar de ser uma habilidade altamente desejável, ela carrega com ela o risco de reduzir a produtividade e a qualidade, aumentando o estresse na tentativa de fazer mais.

Sempre que você pedir a alguém para parar o que está fazendo para focar em outra coisa, lembre-se: os seres humanos não são multitarefa. O melhor que podem fazer é ir e voltar de uma tarefa para outra. Toda vez que fazem isso, perdem tempo mudando suas engrenagens mentais.

Quer que a TI tenha sucesso? Deixe as pessoas terminem o que estão fazendo antes de passarem para outra tarefa.

11. Combinar muitos projetos

Voc6e nunca tem equipe suficiente para lidar com tudo o que todos querem? Então não faz sentido fazer tudo o que puder para entregar de qualquer maneira, lançando muitos projetos e movendo funcionários de um lado para o outro entre eles.

A menos que você queira que todos os projetos demorem muito mais, custem muito mais e entreguem resultados ruins.

Se você deseja que a TI desenvolva uma boa reputação, estabeleça esta regra: Todo projeto terá uma equipe dedicada.O que significa que o projeto nunca esperará que um membro da equipe se torne disponível para trabalhar nele.

12. Dizer não ou sim, não importa o pedido

A última e melhor maneira de garantir a falha de TI é dizer não ou sim, não importa o pedido. Diga não, e você danifica seus relacionamentos. Diga sim, e você está fazendo promessas que você não poderá cumprir porque você e todos os outros já têm todo tempo tomadp por outras tarefas.

A resposta certa, se você quiser ter sucesso, é, "podemos fazer isso, mas esse é o prazo necessário, se tivermos que contar com a aeuipe interna ".

Existe uma regra inviolável de gerenciamento de solicitação, seja uma solicitação de mudança de escopo do projeto, um aprimoramento de software ou o fornecimento de um laptop a alguém que não esteja agendado para receber um: nada é de graça.

Não diga não. Não diga sim. Explique o que você terá que fazer para satisfazer os pedidos.

 

Fonte: CIO Magazine


Escrito por Publicado em Tecnologia da Informação Junho 26 2017

A Câmara dos Deputados lançou um portal exclusivo para desafiar o cidadão a desenvolver soluções digitais para os serviços públicos do Legislativo. Os dois primeiros concursos oferecem, ao todo, R$350 mil em prêmios.

A instituição entende que os desafios são uma forma inovadora de aplicar a Lei de Licitações (8.666/1993), ao abrir espaço para ideias criativas sem que isso venha necessariamente de uma empresa formalizada ou constituída, já que qualquer indivíduo ou equipe pode participar do desafio.

"É um concurso de ideias já prontas e apresentadas. Não é como uma licitação em que você faz uma disputa de preços e só depois aquele que te deu o menor preço vai te apresentar realmente o que tem a oferecer. Muitas vezes, pode não ser uma solução das mais adequadas para os problemas a que se propõe," explicou Fabrício Rocha, do Centro de Informática da Câmara dos Deputados.

Site legislativo

O primeiro desafio tem como objetivo criar um projeto para um novo portal da Câmara dos Deputados, com apresentação criativa, navegação intuitiva, soluções de interação e transparência. Nele serão oferecidos R$ 300 mil em prêmios, divididos entre os três primeiros colocados, sendo R$ 150 mil para o primeiro lugar, R$ 100 mil para o segundo e R$ 50 mil para o terceiro.

"A gente espera atrair as melhores cabeças de empresas, de indivíduos, da academia inclusive, das universidades, para apresentarem o melhor portal legislativo do mundo", disse Fabrício.

Os projetos podem ser enviados para a Câmara dos Deputados até o dia 15 de setembro de 2017 e seguem as regras previstas no edital publicado no Diário Oficial da União da última sexta-feira (16) - o regulamento também está disponível no portal desafio.leg.br.

Ganhar dinheiro

O segundo concurso lançado é o Desafio APP Legislativo 2017, que propõe o desenvolvimento de um aplicativo para celulares sobre o processo legislativo. Ele deve ser desenvolvido a partir das informações disponibilizadas no canal Dados Abertos.

Depois de criado, para concorrer o aplicativo precisa ser publicado em lojas nacionais e internacionais. "Mesmo aqueles concorrentes que não sejam premiados vão ter um produto já com vida própria, com o qual podem ganhar dinheiro," disse Fabrício.

Os prêmios serão de R$ 25 mil para o primeiro colocado, R$ 15 mil para o segundo e R$ 10 mil para o terceiro. Os aplicativos podem ser inscritos até o dia 25 de agosto deste ano e todas as regras para participar também estão disponíveis no portal desafio.leg.br.

Fonte: Inovação Tecnológica


Escrito por Publicado em Tecnologia da Informação Junho 26 2017

Encerrou-se nesta semana a primeira etapa da nona edição do Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social. Foram inscritas ao todo 735 iniciativas da América Latina. A próxima fase da premiação é a análise das experiências inscritas, que serão avaliadas por uma comissão - composta por técnicos da Fundação BB - de acordo com os critérios do regulamento. As tecnologias certificadas serão divulgadas no dia 17 de julho e passarão a integrar o Banco de Tecnologias Sociais (BTS) da Fundação BB, que atualmente tem 850 iniciativas.


Após a certificação, as iniciativas serão classificadas para a premiação. Serão 21 finalistas - três por categoria – que vão receber um troféu e um vídeo documentário da metodologia. Além disso, as entidades serão convidadas a participar do Fórum Internacional de Tecnologia Social, a ser realizado em Brasília (DF), em novembro deste ano.


As categorias voltadas para experiências no Brasil são "Água e Meio Ambiente"; "Agroecologia"; "Economia Solidária"; "Educação"; "Saúde e Bem-Estar" e "Cidades Sustentáveis e Inovação Digital". As vencedoras nacionais vão receber R$ 50 mil. Já as iniciativas da América Latina e do Caribe vão concorrer na categoria "Água e Meio Ambiente, Agroecologia ou Cidades Sustentáveis". A divulgação das finalistas será no dia 31 de julho. Já as vencedoras serão conhecidas na cerimônia de premiação, em novembro, em Brasília.


Realizado a cada dois anos, o Prêmio é considerado um dos principais do terceiro setor no País. Esta edição tem a cooperação da UNESCO no Brasil e o apoio do Banco de Desenvolvimento da América Latina (CAF), do Banco Mundial, da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) e do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD).


Acompanhe os resultados de cada etapa do Prêmio no site da Fundação Banco do Brasil (www.fbb.org.br) e no BTS (www.tecnologiasocial.fbb.org.br).

Veja o regulamento no site: www.fbb.org.br/premio

Fonte: O Nortão

 


Escrito por Publicado em Destaques Sinfor Junho 21 2017

A Tecnologia da Informação e Comunicação tem mais um aliado para abordar os temas mais relevantes do setor sob o ponto de vista da iniciativa privada. O Sindicato das Indústrias da Informação do Distrito Federal (SINFOR/DF) e o Portal Bizmeet celebraram uma parceria que dará mais espaço à entidade para se pronunciar sobre atualidades da política e economia local.

“O Bizmeet já é um portal consolidado e bastante acessado pelo nosso público. Essa parceria será um importante canal ara que a indústria se posicione e cobre mais efetividades das políticas públicas e iniciativas que visem a valorizar o setor”, afirmou Ricardo Caldas, presidente do Sinfor.

Caldas terá uma coluna semanal, publicada sempre às segundas-feiras. No espaço, serão divulgadas opiniões sobre o cenário atual e o caminho que tem sido percorrido para mudar a situação econômica do país, a forma como a TI pode colaborar com um novo panorama e como os outros países têm se utilizado da Tecnologia para movimentar a moeda e gerar empregos.

 

O primeiro tema é uma análise sobre o Índice Global de Competitividade, no qual o Brasil caiu para a 63ª posição, impulsionado pelas altas taxas de impostos e dificuldade em estabelecer um ambiente favorável para geração de negócios.

Leia o artigo completo. 


Escrito por Publicado em Tecnologia da Informação Junho 19 2017

A programação da Campus Party Brasília chega ao final em grande estilo neste sábado (17), com momentos decisivos para programadores, engenheiros e projetistas. O dia marca as etapas finais do campeonato de corrida de drones e do hóquei de robôs, além do anúncio dos vencedores das maratonas de programação (hackathons).

Na pista de drones, as últimas rodadas de marcação de tempo acontecem pela manhã, até o meio-dia. Entre 12h e 15h, os pilotos fazem demonstrações de freestyle e se preparam para as baterias eliminatórias, de onde sairá o vencedor da etapa Brasília. As finais do hóquei também acontecem à tarde, na área gratuita.

Os simuladores de helicóptero, asa-delta, fórmula 1 e carrinho de rolimã, entre outros, também voltam a funcionar neste sábado na arena open. Os visitantes precisam ficar atentos ao horário de funcionamento mais curto, até as 18h.

Palestras

Na área restrita aos 4 mil campuseiros com ingressos, o último dia de programação também tem agenda intensa de eventos. Logo às 10h30, sobe ao palco principal o engenheiro da Nasa Gabe Gabrielle. Em uma das palestras mais divertidas do evento, ele fala sobre ônibus e estações espaciais, colonização de Marte, futuro do programa espacial e vários outros temas.

Logo depois, às 11h30, o espaço recebe uma mesa redonda sobre a "economia circular de resíduos eletrônicos". Em bom português, o termo se refere às alternativas encontradas para diminuir a extração de materiais raros como silício e irídio, amplamente utilizados na indústria de alta tecnologia.

Às 13h, chega ao palco principal um dos palestrantes mais aguardados desde o primeiro dia de evento. O criador do movimento software livre Richard Stallman desembarca em Brasília para contar a trajetória percorrida por ele desde os anos 1980, na defesa de sistemas mais livres e democráticos de tecnologia.

 

 Fonte: G1


Escrito por Publicado em Tecnologia da Informação Junho 19 2017

Com o uso crescente da tecnologia, o Instituto Federal de Brasília (IFB) abriu vagas para cursos técnicos na modalidade de educação a distância (EaD), por meio do Programa MedioTec. Os cursos são nas áreas de tecnologia da informação, hospedagem e eventos.

No total, são de 1,4 mil vagas e as inscrições vão até 22 de junho. Programação de jogos digitais é uma das novidades da instituição. Com 320 vagas disponíveis, esse curso é oferecido apenas na modalidade a distância.

"Estudar a distância leva o aluno a ter melhor gestão do seu tempo e maior autonomia para estudar de maneira orientada"Fernando Goulart, coordenador-geral de EaD do IFB

As vagas serão distribuídas nos nove polos do IFB no Distrito Federal. Os estudantes terão a oportunidade de trabalhar com multimídia, roteirização e desenvolvimento de aplicativos para celulares, entre outros conteúdos.

Para o coordenador-geral de EaD do instituto, Fernando Goulart, essa opção é uma tendência no mercado digital. “Criatividade, inovação e uso de novas tecnologias são uma constante no conteúdo programático desse curso”, explica.

O empreendedorismo, segundo ele, também é um ponto alto. “A questão de estudar a distância acaba levando o aluno a ter uma melhor gestão do seu tempo e maior autonomia para estudar de maneira orientada”, acrescenta.

Ainda na área de tecnologia da informação, o curso de Informática tem 480 vagas disponíveis.

Oportunidades em eventos e hospedagem

A formação profissional na área de prestação de serviços também mereceu atenção nos investimentos do IFB. Os cursos técnicos de eventos e de hospedagem, já ofertados presencialmente, agora poderão ser também a distância.

São 480 vagas para o curso de técnico em eventos e 150 para o de técnico de hospedagem, nos nove polos na modalidade a distância do instituto.

MedioTec

O MedioTec é uma extensão do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) e tem como objetivo a oferta de formação profissional em tempo integral a estudantes do ensino médio. Os cursos oferecidos terão duração de um ano e meio.

As vagas são destinadas a alunos regularmente matriculados na rede pública de ensino, que cursam a segunda (preferencialmente) ou a terceira série do ensino médio. A prioridade é para aqueles em situação de vulnerabilidade e para os beneficiários do programa Bolsa Família.

O MedioTec vai ofertar 82 mil vagas em todo o País. O estudante que participar do programa terá certificação dupla: concluirá os níveis médio e técnico.

Inscrições para os cursos do MedioTec

Até 22 de junho

Pelo site da Secretaria de Educação

A pré-inscrição não garante a vaga, uma vez que todos os inscritos passarão por seleção, conforme os critérios do programa.

Fonte: Metrópoles


Escrito por Publicado em Tecnologia da Informação Junho 19 2017

As articulações dentro do Governo do Distrito Federal para recriar a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação se intensificaram na última semana. Hoje vinculada à Casa Civil, a ideia é dar “vida própria” à pasta. Com o pedido de demissão de Marcelo Aguiar há duas semanas, o governador Rodrigo Rollemberg (PSB) precisa de um nome para tocar os projetos desenvolvidos pela pasta. O movimento é para que Rodrigo Delmasso (Podemos), hoje líder do governo na Câmara Legislativa, assuma o posto. Para isso, no entanto, são necessários alguns requisitos.

Por ser deputado distrital, Delmasso não pode assumir um cargo de secretário-adjunto. Segundo a Lei Orgânica do DF, para não perder o mandato, um parlamentar só pode se licenciar para assumir postos de ministro de Estado; secretário-executivo de ministério ou equivalente; secretário de Estado; administrador regional, entre outros. Por isso, a investida é para que a Fundação de Apoio à Pesquisa (FAP); a Subsecretaria de Tecnologia (Sutic) e a Fundação Universidade Aberta do DF (Funab) entrem para a estrutura da nova pasta.

Assim, a Secretaria de Ciência aumentaria sua estrutura de 15 servidores para cerca de 100. Como o governo não pode contratar, devido à Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), todos os funcionários entrariam para o guarda-chuva da pasta depois de um remanejamento interno. Hoje, a FAP está vinculada à Casa Civil; a Sutic à Secretaria de Planejamento; e a Funab à Secretaria de Educação.

 

O esforço para levar Delmasso ao GDF não é em vão. Com a mudança, Rollemberg conseguiria articular a ida de Agaciel Maia (PR) para a liderança do governo na Câmara Legislativa. Além disso, ainda manteria o apoio na base com a suplente de Delmasso, Jaqueline Silva (PPL).

Toda essa movimentação ainda precisa ser aprovada pela Secretaria de Planejamento, mas nos bastidores o comentário é de que as mudanças devem ocorrer até o fim de junho.

Pedido de demissão
Marcelo Aguiar pediu demissão do cargo de secretário em 17 de maio, mas ainda não foi exonerado. Ele continuará trabalhando até que seja feita a publicação no Diário Oficial do DF. Ele ficou no cargo por um ano e pediu para sair após o rompimento do deputado distrital Cláudio Abrantes (sem partido) da base, a quem é ligado.

Abrantes deixou a base de apoio do governo em 16 de maio devido ao impasse nas negociações salariais da Polícia Civil. A categoria quer paridade com a Polícia Federal. Porém, o governador se negou a avançar nas negociações.


Escrito por Publicado em Destaques Sinfor Junho 12 2017

A crise hídrica continua sendo um dos temas que mais geram preocupação nas famílias e nos empresários brasilienses. Diversos esforços estão sendo feitos pela população, pelo governo e pela iniciativa privada a fim de minimizar os impactos da escassez de água e desenvolver a cultura do consumo consciente e sustentável. 

A Federação das Indústrias do Distrito Federal, juntamente com as demais casas que compõem o Sistema Fibra, lançou a campanha “Sem água a indústria para”, com o objetivo de sensibilizar o setor produtivo sobre a importância da economia diária e contínua deste importante recurso natural. Além disso, também estão sendo realizadas campanhas internas voltadas para o mesmo fim. Mas, mesmo com todo este engajamento, o esforço ainda é insuficiente diante do difícil momento pelo qual o DF passa. 

Por este motivo, a Diretoria de Inteligência Estratégica e Sustentabilidade da Fibra elaborou algumas sugestões de como cada pessoa, em seu próprio ambiente, pode se engajar a esta importante causa e contribuir para a sustentabilidade e preservação da água. Confira:


Escrito por Publicado em Destaques Sinfor Junho 12 2017

Os membros do Conselho de Usuários Claro S.A. e Embratel TVSAT Telecomunicações S.A. iniciaram, em maio as atividades em prol da melhoria dos serviços inerentes ao setor nas cinco regiões brasileiras. Ricardo Caldas, presidente do Sinfor/DF, eleito para o grupo no fim de 2016, participou da reunião que teve como objetivo levantar as principais dificuldades de acesso pelos consumidores. 

“Esse grupo tem como missão atuar junto às operadoras para solucionar demandas dos usuários. É um setor líder de reclamações e nós faremos a interface com uma participação bem minuciosa”, explica Caldas. “A reunião foi muito positiva. Esse trabalho vem para conferir a devida importância da participação popular por meio de conselhos, criados por força de lei. No nosso caso, somos os empresários exercendo o papel de fiscais”. 

No encontro, o estado de Goiás apresentou um panorama das principais reinvindicações dos consumidores. O Distrito Federal será a próxima unidade a levantar as demandas locais, que serão listadas a partir de um contato mais próximo com o Procon. 

Além dos 12 membros permanentes e voluntários, o encontro teve a participação de funcionários da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), que esclareceu o trabalho que é realizado no órgão. 

Recentemente, o presidente do Sinfor/DF publicou artigo em que denunciou a dificuldade do usuário em ser atendido em pedidos de cancelamentos e esclarecimentos ligados aos serviços de telefonia. Segundo Ricardo, é notória a qualificação e experiência dos servidores do quadro da Agência. No entanto, a falha na destinação dos recursos prejudica o resultado final da Anatel. 

“A Lei foi providente em criar fundos como o Fistel e o Fust, mas não criou mecanismos de garantir que esse valor fosse investido no próprio setor. A verdade é que a receita entra, mas cai em um limbo, ninguém sabe para onde vai”, afirmou o presidente do Sindicato. 

O Conselho de Usuários Claro S.A. e Embratel TVSAT Telecomunicações S.A. é formado por cinco grupos de 12 voluntários, oriundos de todas as regiões brasileiras. Os membros se reúnem uma vez por trimestre para propor programas e ações de conscientização e orientação aos usuários sobre a utilização dos serviços de Telecomunicações, bem como sobre os seus direitos e deveres.


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