Terça, 19 de Setembro de 2017

Escrito por Publicado em Tecnologia da Informação Março 09 2016

A Internet das Coisas (IoT, por sua sigla em inglês) tem tudo para beneficiar a indústria de petróleo e gás de uma forma significativa. Desde maior eficiência e economia de custos até a segurança dos trabalhadores e a redução de riscos ambientais, é importante difundir como esta tecnologia pode transformar esta indústria. Equipamentos com um cartão SIM global integrado podem transmitir dados para aplicações em dispositivos móveis em todo o mundo. 

Os supervisores e trabalhadores de campo podem monitorar e receber dados de equipamentos em seus computadores, tablets ou smartphones. Antes, eles precisavam enviar funcionárias para verificar manualmente o equipamento várias vezes ao dia. Com a IoT é possível controlar remotamente a tubulação para detectar vazamentos e derramamentos grandes, ou verificar o estado de coisas como os tetos flutuantes de tanques, plataformas, cabeças de poço, vagões e caminhões.

Soluções de IoT podem alertar os funcionários antes que as condições fiquem perigosas  e ameaçadoras. Elas podem ajudar as empresas a responder com rapidez na contenção de vazamentos nas tubulações. Da mesma forma, os tanques de teto flutuante podem enviar alertas se surgir alguma condição potencialmente perigosa. Outra forma de controle remoto são os sistemas de câmeras conectadas. As câmeras conectadas ao celular podem monitorar sistemas de flaring. Isso ajuda a evitar situações de perigo, já que permite desligar um sistema em caso de emergência.

Os benefícios da IoT no sector da energia vão muito além de ajudar as empresas a se tornarem mais eficientes e reduzirem seus custos. Os dispositivos vestíveis, um tipo de solução gerado pela Internet das Coisas, podem aumentar a segurança do trabalhador. Esta tecnologia tem um grande potencial de impacto na indústria de petróleo e gás. Por exemplo, criamos uma solução personalizada para uma grande empresa integrada de energia.

A empresa precisava encontrar uma forma de monitorar os funcionários que trabalham sozinhos em campo, e queria que fosse uma solução tanto ativa como reativa. Trabalhamos juntamente com a empresa no desenvolvimento de uma solução que monitora os trabalhadores em caso de falta de movimento (marcação reativa do problema) e permite pressionar um botão de pânico para chamar ativamente por ajuda.

Conectividade em rede no Alasca

Em março, a AT&T fez um acordo com a Arctic Slope Telephone Association Cooperative (ASTAC) para melhorar o serviço de telefonia celular na região da Encosta Norte do Alasca. A melhoria do serviço apoiará a crescente necessidade de acesso à Internet de alta velocidade na Encosta Norte, uma área rica em operações de petróleo e gás. Nossos clientes estão felizes de ter uma comunicação clara e rápida com as suas operações comerciais na área. E os trabalhadores da região podem ter um melhor contato com suas famílias.

Houve ainda a expansão das operações do Oriente Médio para o Iraque, melhor servindo as empresas multinacionais, como as do setor de energia. Tem sido gratificante atender a demanda das companhias de petróleo e gás nessa região para mobilizar pessoas, processos e bens. Melhor conectividade para os negócios também garante um acesso de alta segurança às aplicações críticas para a realização do seu trabalho a qualquer hora e em qualquer lugar. Com a queda do preço do petróleo, as empresas precisam de agilidade para alcançar vantagem competitiva. Nossa rede rápida e confiável fornece a velocidade e a eficiência que os clientes precisam para serem mais produtivos e conectar pessoas, processos e bens em todo o mundo.

 *Andrew Herbert é vice-presidente assistente de Soluções de Energia para Negócios da AT&T
 

Fonte: Convergência Digital


Escrito por Publicado em Tecnologia da Informação Março 07 2016

Cada vez mais, as atividades econômicas dependem das tecnológicas. Mas a maior parte das organizações ainda falha ao tentar tirar vantagens das diversas oportunidades que podem ser fornecidas pela área de TI, em especial, no que diz respeito a melhorar processos e aumentar as margens de lucro.

Claramente, existe um espaço entre a infraestrutura disponível e o que a empresa necessita fazer para transformá-la em algo que resulte em benefícios reais para os negócios.

Assim, antes de traçar a estratégia da área de TI, o CIO deveria fazer algumas perguntas.

1. A estratégia de TI é muito genérica?
O departamento de tecnologia da informação dificilmente consegue atender a apenas um tipo de necessidade, perfil de cliente  ou segmento de mercado. Os objetivos da área tendem a ser mais abrangentes, mas nem por isso deve-se esquecer de atender a demandas particulares de cada área.

A maioria das empresas de sucesso aprendeu que um único modelo dificilmente supre todas as necessidades. Os gestores de TI, por sua vez, deveriam considerar melhor as necessidades únicas de cada unidade de negócios que compõe a companhia com o intuito de construir uma estratégia que atenda, o melhor possível, toda a organização e as particularidades de cada departamento.

 2. A estratégia está direcionada ao mercado?
Os projetos internos da área de TI quase nunca representam o melhor caminho para começar a desenhar uma nova estratégia para o departamento de tecnologia da informação. É um clichê dizer que não se pode pensar em mudar resultados fazendo as coisas do mesmo jeito sempre. Assim, vale a pena o CIO sair do seu ambiente, com o intuito de entender melhor as necessidades do mercado em que a empresa na qual ele atua está inserida.

Para isso, além de conversar com os principais executivos, é preciso ouvir pessoas do setor, com o intuito de detectar demandas e oferecer ideias que possam fazer verdadeira diferença para a operação.

3. A estratégia será claramente comunicada?
Os planos anuais de negócio da área de TI são, normalmente, entendidos pelos principais executivos da companhia, os quais estão preocupados com o retorno esperado. Mas entre a apresentação do projeto e a implementação do mesmo há uma tendência de existir uma quebra na comunicação.

Para evitar isso, o primeiro passo é criar um documento com toda a estratégia de TI detalhada e que possa ser compartilhado por toda a companhia. Assim, qualquer pessoa da organização pode discutir novas políticas, tecnologias, métodos e outras possíveis mudanças.

4. A estratégia é realista?
Quando escreve o planejamento anual, o CIO deve contemplar todos os recursos necessários para atingir os objetivos. Isso porque, uma nova estratégia pode até parecer promissora, mas ela depende de questões práticas, que incluem recursos financeiros, competências técnicas e tecnologias. Além disso, qualquer projeto deve estar alinhado aos objetivos e à cultura da empresa.

5. A estratégia pode melhorar o dia a dia da operação?
Qualquer novo plano deve atender às necessidades operacionais e aos objetivos de negócio da empresa. De outra maneira, é um desperdício gastar esforços e recursos para formular novas políticas, adquirir tecnologias, implementar planos ou buscar conhecimentos.

Se, no final do dia, os objetivos desenhados não resultarem em mais eficiência dos procedimentos operacionais ou gerarem mais valor, vale a pena analisar se não está na hora de mudar a estratégia.

6. A estratégia tem o suporte adequado, em termos de sistemas?
Quando falamos em sistemas de suporte, o termo refere-se a todos os recursos necessários para a gestão das iniciativas, bem como os recursos envolvidos. Afinal de contas, construir um passo-a-passo do projeto é o fator mais importante para garantir que a ação está alinhada à estratégia.

Lembre-se que na maior parte dos projetos que envolvam mudanças, a falha está atrelada a problemas com as pessoas envolvidas. Ou seja, o sucesso depende de que o gestor e sua equipe trabalhem de forma ajustada e totalmente dentro do escopo.

7. A estratégia está adaptada às mudanças no ambiente de negócios?
O planejamento precisa ser dinâmico o suficiente para atender aos novos desafios da empresa. Em nenhum momento a estratégia deve virar um entrave para que a companhia busque novos negócios ou melhore seus sistemas.

8. A empresa deve reconhecer o papel estratégico de TI em seu negócio? 
Uma TI subordinada a uma gerência financeira ou operacional vai se concentrar nos custos e, dificilmente, terá margem de manobra para influenciar e implantar inovações que afetarão toda a empresa. A função passa, automaticamente, a ter muito mais responsabilidade, pois agora é parte essencial da própria definição das estratégias do negócio. Deixa de ser uma simples operadora de processos automatizados. Apenas as empresas que reconhecerem a TI no nível estratégico conseguirão se manter competitivas na sociedade digital.

Fonte: CIO Business

 

Escrito por Publicado em Tecnologia da Informação Março 07 2016

A secretaria de Logística e Tecnologia da Informação do Ministério do Planejamento se desvencilhou da Logística no ano passado para fortalecer o foco na TI. E o seu secretário, Cristiano Heckert, já tem muito o que fazer na implementação da política de governança digital, que passou a ser estabelecida pela Presidência da República. Essa política está baseada em três pilares – serviços públicos digitais, acesso à informação e participação social – com o objetivo final de o brasileiro entrar nos portais do governo e resolver todas as suas demandas sem precisar se deslocar para qualquer posto estatal.

Para isso acontecer o Heckert sabe que há muito a ser feito. Em março será publicada portaria do ministério que irá definir as primeiras metas dessa política. Metas essas que deverão ser cumpridas por cada ministério e órgão da Administração Pública, que foi contemplado, inclusive, com novos funcionários especialistas em TI, contratados em bloco pelo Planejamento no final do ano passado justamente para capacitar o governo nessa nova empreitada.

A seguir os principais tópicos da entrevista com o secretário:

Tele.Síntese – A SLTI se reestruturou no final ano passado, por quê?

Cristiano Heckert - Ao invés de uma secretaria de logística e de TI, agora existe uma secretaria focada no tema. É um sinal inequívoco, tanto do ministro Nelson Barbosa, que iniciou a reforma, do ministro Valdir Simão, que a ratificou, e da própria presidenta, de valorização da TI. A logística foi para a secretaria de Gestão. E ainda no final do ano passado nomeamos os novos analistas em tecnologia da informação.

Tele.Síntese – Quantas pessoas foram contratadas?

Heckert– Entraram 192, em um concurso para 300 vagas. Em um contexto de muita restrição fiscal, a contratação desse grande número de funcionários foi mais um sinal de reconhecimento por parte da alta administração do governo da relevância da TI hoje para qualquer política pública.

Tele.Síntese – Essa mão de obra será direcionada para que segmentos?

Heckert – Tínhamos carência em informatizar os processos de trabalho de governo. A gente tem como meta um governo 100% digital. Isso passa por trabalhar os serviços que são prestados pelo Estado para a sociedade, para pessoas jurídicas e pelos processos internos. Estamos nesse movimento de migrar todos os processos de trabalho, sejam serviços externos, sejam processos internos, para o mundo digital. Esses analistas vão atuar  no levantamento dos requisitos, prospecção das melhores soluções no mercado, modelagem de contratações, que na maioria dos casos a gente vai recorrer aos fornecedores,  e depois fazer a gestão desses contratos.

Tele.Síntese – Serão todos concentrados no Ministério do Planejamento?

Heckert– Não, é tudo descentralizado.  O Planejamento fez o concurso e espalhou o pessoal por outros órgãos públicos na área de TI. Nós firmamos contrato com cada órgão que recebeu os novos funcionários com metas de melhoria de qualidade. E o plano de trabalho reflete, prioritariamente, como a TI pode alavancar o negócio daquele órgão. Assinamos contratos com 28 ministérios.  Vamos monitorar e aqueles que se destacarem no cumprimento dessas metas, em uma futura redistribuição de profissionais, serão contemplados em detrimento daqueles que não cumprirem as metas pactuadas. Esse é um instrumento interessante para a administração. Foi encaminhado também ao Congresso projeto de lei que cria a carreira de tecnologia de informação.

Tele.Síntese – Em janeiro deste ano foi publicado o decreto que institui a política de governança digital. O que muda com essa nova política?

Heckert – Esse decreto vem substituir uma estratégia geral de TI, que até então era elaborada por nossa secretaria. Com o decreto, subimos a política de TI dois níveis, chegando à Presidência da República. Em síntese a política estabelece que a TI não está a serviço da TI, mas a serviço da política finalística do órgão.  Nossa meta é que o cidadão, por meio do seu celular, entre nos portais do governo e resolva todas as suas necessidades sem ter que se deslocar presencialmente a uma agência.

Tele.Síntese  – Essa política traz metas concretas?

Heckert – Sim. O decreto institui as diretrizes da política e as metas vão sair em breve em uma portaria do nosso ministro e vão indicar três pilares da governança digital.

Tele.Síntese - Que são….

Heckert – O primeiro pilar são os serviços públicos digitais. Vamos  identificar quais são os serviços e migrar esses serviços rapidamente para o mundo digital. Essa é a nossa principal agenda para 2016.

O segundo pilar é o acesso a informação. Vamos  ampliar a disponibilização da informação em diversos formatos: desde o formato estruturado até o formato aberto. Percebemos que muitas vezes a cúpula do ministério não está acompanhando o que acontece em sua pasta, e a base de dados que temos é o principal ativo do governo. Precisamos dar um tratamento gerencial a esses dados.

Tele.Síntese – Você não acha que a nossa sociedade usa muito pouco os dados abertos que foram colocados disponíveis pelo governo?

Heckert– Sim. É uma questão de maturidade de lado a lado. Primeiro do gestor público, de reconhecer a importância de publicar esses dados, e também da sociedade em saber consumir. A sociedade brasileira ainda enxerga o dado aberto como um instrumento de transparência e controle e esse é um viés muito forte, mas tem também um viés do desenvolvimento econômico. A gente  acha que dá para construir startups com soluções a partir de dados governamentais, algo que já é realidade no exterior, e que no Brasil ainda não decolou. Falta maturidade de ambos os lados. Por um lado, o setor privado ainda não enxergou o potencial, mas também precisa do compromisso do governo não só de publicar inicialmente, mas de manter atualizada a sua base.

Tele.Síntese - E o terceiro pilar?

Heckert- O da participação social. Queremos intensificar o uso dos canais digitais como instrumento de participação.  A gente tem como utopia de médio prazo ter mecanismos de democracia direta, participativa, usando os canais digitais.

Tele.Síntese  – Você consegue dar exemplo de programas e metas a serem atendidas? 

Heckert – Por exemplo, o  portal único de comércio exterior, projeto liderado pelo Mdic mas que envolve 22 órgãos que estão fazendo anexação digital de documentos e que tem um rol de metas para entrega este ano e no próximo. Poderemos ter acesso ao trâmite de importação e exportação, a documentação que precisa ser apresentada e analisada por diversos órgãos, etc. Exemplo de uma pauta interna do governo é o processo eletrônico nacional. É uma revolução que estamos fazendo, de acabar com a tramitação de papel intra órgãos e entre os órgãos de governo.  Estamos capitaneando esse projeto e já temos 21 órgãos do governo federal usando o sistema e temos mais 52 órgãos em processo de implantação. Isso abre a possibilidade mais para a frente de a gente repensar a própria dinâmica de atuação da força de trabalho. A  longo prazo podemos pensar em home office, na melhor distribuição da carga de trabalho entre profissionais distribuídos pelo Brasil.

Tele.Síntese – Você acha que com esse processo é possível acelerar a implantação do IPv6 no governo, que é lenta?

Heckert– A implantação do IPv6 tem um cronograma que está sendo cumprido também. Nosso cronograma vai até 2018.

Tele.Síntese – Qual é o problema, é o parque instalado que é muito antigo?

Heckert– Nem é esse o principal problema, porque já há alguns anos o hardware que a gente compra vem com IPv6. O problema é o software,  migrar os sistemas, fazer as adaptações, e quando se trata de grandes sistemas como o Siaf, o Comprasnet, é uma coisa mais demorada.

Tele.Síntese – Tenho a sensação de que o governo no ano passado deu uma recuada  na questão do software livre. Eu sei que o Planejamento refez seus contratos, voltou a comprar produtos da Microsoft básicos. O que aconteceu?

Heckert – Eu não diria que houve uma recuada, pelo contrário, nós temos um projeto em parceria com a UnB de construção do novo portal do software público, que foi lançado no segundo semestre do ano passado. O novo portal é bem mais dinâmico, ele trabalha com diversas formas de licenciamento que era uma das restrições que tínhamos no modelo anterior. A gente tem apostado muito no software de governo,  software desenvolvido por um órgão da administração mas que até então ficava para uso exclusivo dele. O trabalho de sensibilizar os órgãos para que compartilhem as suas soluções e que os outros possam usufruir delas, é um novo desenho para o portal. Estamos com uma consulta pública aberta , vai até 8 de março o prazo para contribuição da nova instrução normativa do software público.

Tele.Síntese – Mas  não houve uma mudança no uso de software livre?

Heckert – Não, continuamos com a mesma orientação. Claro que as decisões são tomadas por cada área de TI. Hoje somos 224 unidades de TI sob nossa jurisdição , mas cada uma dessas unidades de TI está debaixo de uma hierarquia formal do seu ministério.

Tele.Síntese – Houve duas auditorias do TCU, uma delas sobre a política de nuvem, de que o governo não sabia como usar.

Heckert –A gente precisa avançar nessa análise, porque às vezes percebo que o debate é um pouco superficial. Não é a questão de colocar software livre versus proprietário ou nuvem versus internalização. Como falei, são 224 órgãos e neles há milhares de serviços, de sistemas e soluções operando. Precisamos analisar caso a caso. Existem aplicações que por suas características são mais propícias a irem para nuvem, outras requerem uma solução mais de acesso controlado, mas internalizado.  O acórdão do TCU faz um levantamento bem interessante. A nossa diretriz, em linha até com a tendência mundial, é de que, sempre que possível, vá para a nuvem.

Tele.Síntese – Parece que há uma questão legal que impede a contratação do serviço da nuvem?

Heckert– Não, consegue contratar sim.  Com a legislação atual há espaço para a ir para nuvem. Tem que identificar naquele serviço específico qual é o grau de sigilo da informação que ele requer, qual o grau de relevância estratégica para o Estado; se ele teria algum problema de estar no exterior ou não. Há contextos diferentes de nuvens. Eu posso ir para uma nuvem contratando o Serpro ou a Dataprev.  Eu posso ir para uma nuvem fornecida pelo setor privado mas que tem um datacenter no Brasil e uma que tem um datacenter no exterior. São três modelos distintos, mas sempre nuvem.

Tele.Síntese – Em relação a política do poder de compra? Vocês fizeram aquela regulamentação por decreto, falta ainda alguma coisa?

Heckert – Nós temos atuado nos casos concretos na contratação de compras conjuntas.Fizemos contratação de ativos de redes, de desktops e notebooks, que infelizmente foi judicializada e  agora em janeiro nós conseguimos derrubar a liminar, então estamos retomando o processo. Claro que agora  estamos consultando os órgãos novamente porque passou-se algum tempo, mas é expressiva a contratação com a participação de 123 órgãos no valor estimado de R$ 220 milhões.

Tele.Síntese – Isso também é poder de compra?

Heckert – É, e por isso foi judicializada. Derrubamos a liminar em janeiro com a ajuda da AGU. Quando a gente lançou o edital, a Intel conseguiu a liminar.

Tele.Síntese – A portaria com as metas de governança digita,l você acha que sai em março?

Heckert– Sai em março sim, nós estamos fechando dois indicadores porque envolve outros órgãos.

Tele.Síntese – Em algum momento vai haver um orçamento específico para a área de TI de cada ministério?

Heckert – Essa discussão, já tivemos no passado, e até uma tentativa, por sugestão do TCU, a secretaria de Orçamento Federal criou uma dotação orçamentária específica, mas não teve o efeito esperado, e voltou atrás.Hoje,  cada vez mais secretarias finalísticas na condução de suas políticas estão investindo em TI. Outro caso que nós estamos participando intensamente, por determinação do nosso ministro, é na fase 3 do Minha Casa, Minha Vida, que vai ser lançado em março com uma nova roupagem baseada em tecnologia. Banco do Brasil, Caixa, a própria fábrica de software nossa, do Ministério das Cidades estão desenvolvendo soluções para o cidadão que quer se candidatar a uma linha de financiamento e ele possa resolver uma boa parte do processo pela internet

Tele.Síntese – O governo consegue saber quanto foi gasto em TI?

Heckert – Sim. Nós não fechamos ainda os números de TI de 2015, mas de 2014 foram R$ 6 bilhões de um universo de R$ 62 bilhões ou seja, quase 10% do gasto discricionário do governo foi com TICs.

Fonte: Telesíntese


Escrito por Publicado em Tecnologia da Informação Março 07 2016

Hanno Lemke, gerente da unidade europeia da Microsoft Studios - divisão de desenvolvimento de games da empresa - anunciou nesta segunda-feira, 7, o cancelamento de "Fable Legends" e o possível fechamento do estúdio responsável, o Lionhead.

Além disso, a desenvolvedora Press Play fechará as portas, levando ao cancelamento de "Project Knoxville", um game de ação-sobrevivência multiplayer inspirado na franquia "Jogos Vorazes". O estúdio foi também responsável por jogos como "Max: The Curse of Brotherhood" e "Kalimba".

Lemke não deu detalhes sobre o que levou a Microsoft a cancelar os games. "Essas mudanças acontecem enquanto a Microsoft Studios continua a focar seus investimentos no desenvolvimento de games e franquias que os fãs mais gostam e querem jogar", explicou o executivo.

Fonte: Olhar Digital


Escrito por Publicado em Tecnologia da Informação Março 07 2016

O WhatsApp entrou em rota de colisão com a Justiça brasileira nos últimos tempos. Primeiro, o aplicativo foi ameaçado de suspensão; depois, no fim do ano passado, foi banido por algumas horas no país. Na semana passada, o vice-presidente do Facebook (empresa dona do WhatsApp), Diego Dzodan, foi preso pela Polícia Federal por causa, justamente, da falta de colaboração em investigações policiais. Podem ser casos distintos, envolvendo crimes diferentes, mas o problema entre Justiça e WhatsApp é o mesmo.

O aplicativo não fornece as informações solicitadas pelas autoridades, e isso tem causado atritos, levando a estas atitudes extremas de juízes pelo país. Mas, afinal de contas, por que o WhatsApp não colabora? Para entender o caso, o Olhar Digital conversou com exclusividade com Matt Steinfeld, diretor de comunicação do aplicativo, que esclareceu a situação.

A alegação da empresa é simples: NENHUMA mensagem é guardada em seus servidores. Não importa quantas vezes a Justiça brasileira (ou de qualquer outro lugar do mundo) pedir, o WhatsApp não pode oferecer o que ele não tem.

O mais interessante de toda esta situação é que, mesmo que armazenasse as mensagens, pouco poderia ser feito para ajudar a Justiça, porque o aplicativo aposta em criptografia end-to-end, que, basicamente, significa que as mensagens saem do celular já criptografadas, fazem todo o trajeto celular-servidor-outro celular e só são desencriptadas quando chegam ao recipiente final, para que ele possa ler o que foi escrito. Ou seja: mesmo que guardasse estas mensagens e fotos, o WhatsApp não teria a chave para poder vê-las, ou para permitir que as autoridades as vejam.

Isso é importante por vários motivos. Para o WhatsApp, é a garantia que pode oferecer aos usuários de que suas mensagens não serão interceptadas, por qualquer motivo, seja para o caso do cibercrime, seja para o caso de ciberespionagem governamental (de qualquer governo que seja).

 

Confira abaixo como foi o bate-papo com Matt Steinfeld.

Olhar Digital: Por que o WhatsApp não entrega as mensagens que as autoridades brasileiras estão pedindo?

Matt Steinfeld: No caso recente, nós cooperamos totalmente dentro de nossas capacidades. Há alguns recursos do WhatsApp que limitam a nossa capacidade de fornecer informações nestas investigações.

É importante observar que o WhatsApp não armazena o conteúdo das mensagens. A partir do momento em que entregue entre duas pessoas, ela é apagada dos nossos servidores. Nós só temos nossos servidores com o propósito de entregar as mensagens. Não mantemos registros sobre o que as pessoas conversam nos nossos servidores.

Outra coisa importante é que nos últimos dois anos, nós implantamos um recurso chamado criptografia ‘end-to-end’. Ela basicamente ‘bagunça’ a mensagem enviada, o que inclui texto, fotos, vídeos, clipes de voz para que ela não possa ser acessada por cibercriminosos ou outros agentes maliciosos. Nós fazemos isso porque as pessoas que se comunicam usando o WhatsApp compartilham informações muito pessoais e íntimas com seus amigos e familiares. As pessoas usam o WhatsApp para falar com seus psiquiatras, com seus médicos, seus parceiros de negócios, e eles querem que estas comunicações sejam mantidas em segurança.

O que isso significa é que o próprio WhatsApp não pode acessar o conteúdo das mensagens das pessoas. Se nós vamos proteger as mensagens de cibercriminosos, isso também significa que nós não podemos lê-las. Por causa disso, somos muito limitados nas informações que nós somos capazes de oferecer.

Se você observar o caso desta semana, nós afirmamos muito claramente: não podemos oferecer informações que nós simplesmente não temos.

 

OD: Então, mesmo se vocês armazenassem estas mensagens, vocês não seriam capazes de lê-las?

MS: Exatamente.

 

OD: Como funciona a criptografia no WhatsApp?

MS: Nós usamos um tipo de criptografia end-to-end de código aberto, uma ferramenta chamada TextSecure criada pelos engenheiros de uma empresa chamada Open Whisper Systems [NOTA DA REDAÇÃO: o protocolo TextSecure é aprovado por Edward Snowden, ex-analista da CIA, para a troca de mensagens seguras].

Vamos supor que eu tente mandar uma mensagem para você pelo WhatsApp. Eu abro meu celular, abro o aplicativo para mandar uma mensagem... quando eu abro uma janela de chat, o que acontece por trás das cortinas é que uma chave de encriptação é trocada entre nós. Isso cria um canal seguro para comunicação; só eu e você temos a chave para desbloquear esta comunicação.

 

Quando eu mando uma mensagem, aquela chave que nós compartilhamos desencriptará a mensagem. Ela é enviada pelos nossos servidores até o seu aparelho em uma forma criptografada, chegará ao seu aparelho, e porque você tem esta chave, ela irá desencriptar a mensagem, para que você possa lê-la.

Esta mensagem é uma nova chave. Então, se você quiser responder à minha mensagem, o sistema lhe dá uma nova chave, para que a sua resposta seja encriptada com uma chave completamente diferente. Este tipo de criptografia se chama “Forward Secrecy”. O motivo pelo qual isso é importante, é que, se, por um acaso, alguém tem acesso à nossa chave da nossa primeira mensagem, ele só será capaz de ler uma das nossas mensagens, porque todas as outras usam uma chave de encriptação diferente.

Então, em caso de um ataque, para ter acesso às suas mensagens, a pessoa teria que quebrar a criptografia em cada uma das mensagens, o que é uma tarefa gigantesca.

 

OD: O caso do WhatsApp no Brasil parece muito similar ao da Apple nos Estados Unidos. Lá, o WhatsApp apoia a Apple no caso contra o FBI. Você acha que o WhatsApp poderia receber um apoio parecido de gigantes de tecnologia no Brasil?

MS: Essa é uma questão a ser feita para as outras empresas. O que é único no caso da Apple é que a empresa está recebendo um pedido para, essencialmente, enfraquecer sua própria segurança. Há um esforço do governo para exigir que a Apple degrade seus sistemas. É algo que nós também não gostaríamos de fazer, seja nos EUA, seja no Brasil. Então há similaridade entre os dois casos.

 

OD: Vocês chegaram a receber alguma solicitação para enfraquecer a segurança do WhatsApp?

MS: A solicitação que nós recebemos neste caso, em que cooperamos o máximo possível devido à arquitetura do nosso serviço, era por informações adicionais que nós não temos. Como resultado, as autoridades prenderam um executivo do Facebook que não tem nenhuma autoridade sobre o WhatsApp.

Se nós tivéssemos a informação que eles pediam neste caso, nós teríamos que degradar nossos sistemas, e não é algo que estamos dispostos a fazer, porque milhões de brasileiros confiam no WhatsApp todos os dias para que suas comunicações sejam mantidas em segurança. Não há como degradar o sistema por um instante específico sem degradá-lo para todo mundo.

 

OD: Há alguma chance de o WhatsApp deixar de oferecer seus serviços para os brasileiros?

MS: Nós certamente não queremos este resultado. O que estamos tentando fazer é educar as pessoas para que entendam como nossos servidores funcionam, para que fique claro que nós não armazenamos as mensagens, e que elas são encriptadas, para que as pessoas entendam os motivos pelos quais fazemos isso, para manter as conversas privadas a salvo de criminosos e hackers.

Estamos focados em fazer as pessoas entenderem isso e como isso as beneficia, porque o Brasil é um país muito importante para o WhatsApp, com mais de 100 milhões de usuários, então queremos continuar no país por um longo tempo.

 

OD: Vocês enfrentam problemas em outros países, ou isso é uma exclusividade do Brasil?

MS: Há investigações policiais em várias partes do mundo, e o que tentamos fazer é estabelecer canais para que as autoridades tragam suas requisições para nós. Uma das coisas que oferecemos em todos os países é um canal dedicado para pedidos de emergência para quem procura informações para ajudar em uma situação urgente. Nós facilitamos estes pedidos.

Nós também participamos de tratados internacionais que permitem pedidos governamentais por dados do WhatsApp, dos quais também participam a maioria das grandes empresas de tecnologia no mundo.

Então há vários caminhos para que as autoridades em todos os países, não só no Brasil, possam pedir informações ao WhatsApp. Nós cooperamos o quanto nós podemos, e queremos deixar claro para as pessoas que estes canais existem.

 

 Fonte: Olhar Digital


Escrito por Publicado em Tecnologia da Informação Março 07 2016

A Google vai ampliar a eficácia dos conteúdos removidos em suas buscas a partir desta semana. Segundo explicou a empresa, o novo passo busca atender demandas de autoridades europeias de proteção de dados pessoais e implica em adotar ferramentas de geolocalização para definir se certos resultados serão apresentados ou omitidos.

“Além da prática atual, vamos usar informações de geolocalização (como endereços IP) para restringir acesso a URL desindexada em todos os domínios do Google Search, inclusive google.com, quando acessada a partir do país da pessoa que requisitou a remoção. Vamos aplicar a mudança retroativamente, para todas as desindexações que tenhamos feito sob a decisão da Corte Europeia”, ”, explicou a Google em seu blog.

“Estamos mudando nossa abordagem como resultado de discussões específicas que tivemos com reguladores de proteção de dados da UE nos recentes meses. Acreditamos que essa camada adicional de desindexação permite que providenciemos as proteções adicionais que os reguladores europeus pediram, enquanto mantemos os direitos de pessoas em outros países de acesso a informações legalmente publicadas.”

“Direito ao esquecimento” é como ficou popularizada uma decisão da Corte de Justiça da União Europeia, tomada em 2014, pela qual cidadãos europeus podem requisitar aos buscadores da internet a remoção de certos conteúdos quando entenderem que são imprecisos, inadequados, irrelevantes ou excessivos para o propósito do processamento de dados.

Na prática, portanto, a decisão é melhor qualificada como um “direito à desindexação”. Sua aplicação, porém, não é automática. A própria decisão da Corte europeia firmou que “o direito ao esquecimento não é absoluto, mas deve ser sempre balanceado com outros direitos fundamentais, como a liberdade de expressão e da mídia”.

Por isso, nem todos os pedidos são atendidos pela Google. Segundo a empresa, desde que começou a desindexar resultados com base naquela decisão, em maio de 2014, já foram 398,9 mil solicitações, que resultaram em 508,3 mil endereços (URLs) retirados das listas de resultados das buscas – ou 42,6% das páginas alvo de pedidos de remoção (684,3 mil não foram removidas).

Fonte: Convergência Digital


Escrito por Publicado em Tecnologia da Informação Fevereiro 25 2016

Imagine o seguinte cenário: Um representante de um serviço de atendimento ao cliente está ajudando uma pessoa ao telefone, já bastante irritada, sem contudo conseguir esconder a sua perturbação e irritação. Com o aumento da interação, ao invés de apenas ouvir sobre o incidente, os gerentes de atendimento são capazes de intervir e oferecer uma assistência adequada, a partir do acesso aos sinais vitais e de saúde do cliente. Ou então, imagine que um dos motoristas de sua frota, exausto, adormece ao volante e um gestor é capaz de falar com ele e conduzi-lo com segurança a uma área de descanso, graças ao acesso de seus sinais de saúde. Tudo isso e muito mais, tonou-se possível, graças à tecnologia wearable.

A ascensão da Tecnologia Wearable

A tecnologia wearable não é nova, entretanto suas aplicações para as empresas de serviço ao cliente só agora estão sendo utilizadas de maneira mais efetiva. Um estudo de 2013 realizado pelo Centro de Tecnologia Criativa e Social da Goldsmiths, da Universidade de Londres, revelou que cerca de 33% dos adultos do Reino Unido e dos Estados Unidos descobriram que a tecnologia wearable ajudou no desenvolvimento de suas carreiras. Outra pesquisa sobre Human Cloud no Trabalho apontou que a tecnologia wearable aumenta a satisfação no trabalho em 3,5% e a produtividade dos funcionários em 8,5%.

De acordo com o pesquisador Chris Bauer em entrevista ao Portal RealBusiness, os resultados do estudo revelam "a aplicação e o poder potencial dos dispositivos wearable no local de trabalho a partir de currículos biométricos dos funcionários e painéis executivos organizacionais em tempo real para a alocação de recursos. Utilizando os dados gerados a partir desse tipo de dispositivo, as empresas podem aprender como o comportamento humano impacta na produtividade, desempenho, bem estar e satisfação no trabalho”.

A adoção da tecnologia wearable aumentará à medida que as pessoas e empresas visualizem seus benefícios, incluindo como ela melhora a vida de um indivíduo ou o desempenho de uma organização. O CTO da Rackspace no Reino Unido, Nigel Beighton, vê a necessidade de empresas e profissionais analisarem os dados da tecnologia wearable "e compreenderem o contexto mais amplo em torno dessas informações, como a localização, tempo, postura e até mesmo a temperatura e o humor de cada indivíduo. Com foco nesses dados, assim como nos dispositivos, as tecnologias vestíveis podem fornecer insights significativos para otimizar o desempenho e a satisfação. Especialmente tecnologia wearable acompanhada de big data".

Roupas Inteligentes como ferramenta de negócios

O uso de roupas inteligentes para monitorar os sinais vitais e de saúde dos trabalhadores tornou-se uma realidade. De acordo com a empresa Wearable Technologies, 2015 foi um "ano excepcional" para o emergente mercado de relógios e roupas inteligentes. Um dos recursos mais importantes das roupas e relógios inteligentes são os sensores e monitores de sinais vitais relacionados à saúde. As roupas inteligentes oferecem feedback em tempo real dos sinais vitais e de saúde dos usuários e se conectam a aplicativos para reportar as informações para smartphones e computadores. A maioria das roupas inteligentes pode monitorar as frequências cardíaca e respiratória, padrões de sono, temperatura, calorias queimadas e intensidade da atividade.

Apesar da maioria das roupas inteligentes estar no mercado de saúde e fitness, esta tecnologia começa a ser disponibilizada para o setor de saúde - em hospitais e instalações de cuidados pessoais ou para bebês - auxiliando os novos pais no acompanhamento de padrões de saúde e sono, e para empresas que desejam monitorar seus funcionários.

Roupas Inteligentes e a Força de Trabalho em Campo

As empresas estão cada vez mais se tornando móveis, com mais trabalhadores em campo e fornecedores independentes que dependem como nunca de dispositivos e aplicativos móveis. De acordo com um artigo do Portal CIO, uma recente pesquisa da Apperian revelou que mais de 70% das empresas entrevistadas planejam equipar mais de 1.000 funcionários com aplicativos móveis e 1/3 está implementando aplicativos móveis em mais de 5.000 trabalhadores nos próximos dois anos. Além disso, o Gartner prevê que 50% dos empregadores exige que seus funcionários forneçam seu próprio dispositivo para o trabalho e relata que 38% das empresas devem parar de fornecer dispositivos para os trabalhadores em 2016. À medida que mais companhias adotam políticas de BYOD, torna-se crucial para a força de trabalho em campo ser capaz de carregar seus dispositivos de maneira rápida e fácil, enquanto estão em movimento.

A tecnologia wearable e as roupas inteligentes estão resolvendo este problema. Enquanto estilistas estão se inspirando em painéis solares flexíveis e criando roupas e acessórios que acomodam dispositivos portáteis, encontramos alguns designers que estão criando desde camisas, às calças de brim, jaquetas de esqui e luvas de inverno que poderiam facilmente fazer parte da força de trabalho em campo.

Wearable Solar - A designer de moda holandesa, Pauline Van Dongen, está criando trajes leves conectados que incluem painéis solares para que o usuário possa carregar seu smartphone. Suas criações carregam até 50% da carga total de um smartphone quando utilizadas no sol por uma hora. Ela colaborou com Christiaan Holland, da Universidade HAN de Ciências Aplicadas e com o especialista em energia solar, Gert Jan Jongerden, no projeto Solar Wearable, para integrar a tecnologia fotovoltaica em roupas confortáveis e na moda.

Wearable, como este vestido, poderia ser uma solução de software móvel que permite aos funcionários para carregar seus telefones sem a necessidade de estar perto de uma tomada.

Agloves – Fazer parte de uma equipe de trabalho em campo pode ser muito difícil no inverno, pois é quase impossível usar smartphones e tablets com luvas, já que as luvas típicas não são sensíveis ao toque das telas dos dispositivos. É nesse momento que a Agloves aparece. A empresa oferece uma variedade de luvas aderentes construídas com prata para aquecer e gerar condutividade, de modo que todos os dez dedos tornam-se veículos condutores para o uso em qualquer dispositivo touchscreen.

 

As possibilidades para os wearables no mercado são ilimitadas e é animador observar para onde empresas e designers estão levando essa tecnologia. Assim como a previsão dos analistas do setor, acreditamos que a tecnologia wearable trará ganhos exponenciais em satisfação e produtividade tanto para os representantes de serviço ao cliente como para os funcionários da força de trabalho em campo.

 

*Alexsandro Labbate é gerente sênior de marketing da ClickSoftware para as Américas.

Fonte: Computerworld


Escrito por Publicado em Tecnologia da Informação Fevereiro 04 2016

O primeiro ônibus elétrico sem motorista foi testado em vias públicas na Holanda. Chamado WePod, o veículo pode transportar até seis pessoas e atinge velocidade máxima de 24 km/h.

Neste teste, realizado na semana passada, o WePod percorreu 200 metros a 8 km/h. O plano agora é ampliar o projeto nos próximos meses e colocar o ônibus autônomo para andar por 6,4 km – 4 milhas –, também em ruas públicas.

A iniciativa é da Universidade de Tecnologia de Delft, que investiu o equivalente a 13,2 milhões de reais no veículo.

Empresas como Google e Daimer também almejam a criação de veículos sem motoristas, mas o passeio realizado pelo WePod na Holanda foi o primeiro realizado fora das pistas de testes, segundo Jan Willem van der Wiel, diretor técnico do projeto. "Isso é um marco", declarou, segundo o The Guardian.

 

Confira o vídeo que mostra o percurso do ônibus sem motorista a seguir.

Fonte: Revista Exame


Escrito por Publicado em Destaques Sinfor Julho 20 2016

Em parceria com o Instituto Eldorado, a Federação das Indústrias do Distrito Federal (Fibra) realiza, no dia 29 de junho, das 14h às 18h, a capacitação “Internet das Coisas”. 


Escrito por Publicado em Destaques Sinfor Junho 13 2016
A Comissão de Negociação da Convenção Coletiva se reuniu, nesta segunda-FEIRA (13), com o SITIMMME para discutir as reivindicações dos trabalhadores.

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