Terça, 19 de Setembro de 2017

Destaques Sinfor

Destaques Sinfor 47

Escrito por Publicado em Destaques Sinfor Março 25 2017
DF, MG e PR deverão buscar entidades de outros estados para agendar demandas da Indústria Nacional de TIC

Escrito por Publicado em Destaques Sinfor Março 10 2017

Ontem, dia 8 de março, a coordenadora do portal Bizmeet, Juliana Ribeiro, se reuniu com o presidente do Sindicato das Indústrias de Informação (Sinfor) e um dos sócios da empresa Telemikro, Ricardo Caldas, para saber das últimas notícias sobre o parque tecnológico – o Biotic – e conhecer mais das ações do Sinfor, que tem despontado nesse mercado. O bate papo foi produtivo e descontraído com expectativas sobre o futuro do Parque Tecnológico.

Desvirtuamento

O parque tecnológico é um projeto do Sinfor, de mais de 16 anos, construído para abrigar empresas de tecnologia, inovação e comunicação em um único ambiente, contudo, fatos recentes desvirtuaram a premissa que o Sinfor havia proposto. Seu nome, de acordo com o presidente do Sinfor, deveria chamar-se Parque Tecnológico Capital Digital. “Lamentavelmente, nós tivemos a mudança agora no início do ano para esse nome (Biotic) e a introdução da biotecnologia, que no Distrito Federal é algo incipiente”, explica Ricardo.

De acordo com o presidente do Sinfor, a inserção da biotecnologia não agregará em nada ao parque tecnológico e trará problemas irreversíveis. “Na verdade criará um desvirtuamento, como aconteceu com as outras áreas de desenvolvimento econômico aqui em Brasília”.

Convicção

Durante a conversa, a coordenadora do Bizmeet perguntou ao presidente do Sinfor qual é o próximo passo do sindicato com relação ao parque tecnológico e o que espera-se do governador Rodrigo Rollemberg sobre isso. Ricardo Caldas afirmou que o Sinfor continuará firme em suas convicções em ocupar o parque tecnológico. “A área de tecnologia e comunicação precisa, sim, estar inserida na discussão do parque. Nós continuaremos firmes em buscar ocupá-lo e e em tratá-lo como um parque para a área de TI, porque ela está incluída em seu objetivo”, pondera com veemência.

Incentivos

Para Ricardo Caldas não é uma área como a biotecnologia que irá definir o que será o parque tecnológico, mas sim incentivos e recursos investidos nele. “Essa área precisa de incentivos econômicos e fiscais, por dois aspectos: primeiro, para fixar as nossas
empresas que estão no parque tecnológico; e segundo, para atrair empresas de fora de Brasília”, opina.

O Sinfor não desistirá de que o parque tecnológico volte a sua função original e tentará de todos os meios para que isso aconteça. “Nós buscamos o diálogo com o governo para continuar influindo nesse processo do parque tecnológico”.

Agradecimentos

Ao final do bate papo Juliana Ribeiro desejou que o Sinfor persista nesse objetivo, pois – por fazer parte de um veículo de comunicação de tecnologia, o Bizmeet – percebeu que o tema do parque tecnológico gera movimento em todos os nichos, seja no empreendedor, empresarial, profissional ou acadêmico. “Vamos torcer, para que esse intuito inicial do parque – que o Sinfor abraçou – permaneça. Em nome do Bizmeet agradeço a sua atenção e apoio. Tudo que for para a comunidade de tecnologia e para o bem dos empreendedores estaremos juntos com vocês”.

Ricardo Caldas, por sua vez, agradeceu o bate papo e ao portal Bizmeet. “Gostaria de parabenizar o trabalho que o Bizmeet tem feito em prol da tecnologia da informação de Brasília e do Brasil”, finalizou.

Confira o bate papo na íntegra

Fonte: Bizmeet


Escrito por Publicado em Destaques Sinfor Março 06 2017

O presidente do Sindicato das Indústrias da Informação (SINFOR/DF), Ricardo Caldas, participou do maior evento de Telecomunicações mundial, o Mobile World Congress 2017, que ocorreu de 27 de fevereiro a 2 de março em Barcelona. O Congresso contou com a participação de, aproximadamente, 100 mil pessoas de todo o mundo.

O evento teve a presença de cerca de centenas de palestrantes internacionais, além de seminários paralelos. Na área de exposição, 10 pavilhões abrigaram milhares de empresas da Ásia, África, Europa e das Américas. O Brasil esteve presente com uma pequena delegação, comparada com a de outros países, com 16 empresas em espaço organizado pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex), da Associação para Promoção da Excelência do Software Brasileiro (Softex) e Brasil IT+.

“O Congresso foi grandioso. Mostrou que o desenvolvimento tecnológico tem avançado rapidamente. No próximo ano, vamos estimular as empresas associadas ao Sinfor/DF a participar como prospectores e expositores. É uma ação interessante para as empresas de Brasília”, avaliou Caldas.

Entre as inovações, diversos softwares nas áreas de segurança, sistemas autônomos e mobilidade. Empresas que atuam no mercado mundial lançaram novos modelos de smartphones e também novas empresas fabricantes destes equipamentos, que se revelaram a grande tendência da TI, carros autônomos, drones, robôs, além da Internet das Coisas (IoT), 5G, Inteligência Artificial, Realidade Virtual e outras.

Eduardo Nery, diretor-presidente da Every TI, empresa filiada ao Sinfor, participou e recomenda a presença das empresas brasileiras “É uma feira muito boa. Neste ano, foi ainda melhor do que a edição anterior. O resultado foi mais significativo. Recomendo que as empresas participem”, disse.

O evento também contou com a presença de autoridades brasileiras, tais como o ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassab, o secretário de Política de Informática (Sepin) do MCTIC, Maximiliano Martinhão, o presidente da Softex, Ruben Delgado e outros.


Escrito por Publicado em Destaques Sinfor Fevereiro 24 2017

Pesquisa do PPI mostra que os aplicativos geram mais de 300 mil postos de trabalho no Brasil


Escrito por Publicado em Destaques Sinfor Fevereiro 08 2017

 

O que é?

Programa de apoio à competitividade das micro e pequenas indústrias, por meio de ações coletivas, sempre demandadas pelos empresários locais no contexto do território e setor produtivo ao qual pertencem, por meio da capilaridade das federações e da parceria com o Sebrae Estadual.

 

Clique aqui para saber mais sobre o Programa.


Escrito por Publicado em Destaques Sinfor Fevereiro 01 2017

O presidente do CRCDF, Adriano Marrocos, recebeu na terça-feira (24) o presidente do Sindicato das Indústrias da Informação do Distrito Federal (SINFOR/DF), Ricardo Figueiredo Caldas. Na ocasião os dirigentes das duas entidades puderam estreitar laços institucionais e conversaram sobre o recolhimento da contribuição sindical. A avaliação de ambos é que existe a necessidade de esclarecer melhor os profissionais sobre a representação.

Na ocasião o presidente do CRCDF, Adriano Marrocos, se comprometeu a divulgar aos profissionais da classe contábil, a decisão proferida pela 17ª Vara do Trabalho, em novembro, a favor do Sinfor. De acordo com a sentença, o SINFOR/DF é quem representa a indústria da informática e da informação. A decisão judicial foi apresentada ao CRCDF via ofício, com o pedido de apoio na divulgação aos profissionais de contabilidade sobre o correto recolhimento da contribuição sindical, evitando, assim, futuras cobranças judiciais.

Desta forma, alertamos que as atividades representadas por este sindicato devem recolher a contribuição sindical para o SINFOR/DF. São elas:

- Indústria da informática e da informação quanto à produção, manutenção, suporte e provimentos desse ramo. 
- Empresas do ramo de informática ligadas à indústria, ou seja, que produzam produtos de informática, inclusive as que fabricam e criam software. 
- Empresas que promovam a venda de produtos que sejam produzidos, fabricados ou criados por ela a título de software.

Em caso de dúvidas quanto ao enquadramento sindical nesse ramo, recomendamos que procurem o SINFOR/DF. Telefones (61) 3233-1439 – (61) 32344166 ou email: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

Fonte: CRCDF


Escrito por Publicado em Destaques Sinfor Janeiro 26 2017

A Agência de Fiscalização do Distrito Federal (Agefis) iniciará a visitação aos estabelecimentos considerados grandes geradores de resíduos sólidos em 26 de fevereiro de 2017. De acordo com a legislação local, as empresas que produzam mais de 120 litros por dia de resíduos sólidos indiferenciados são responsáveis pela separação dos itens reciclável, acondicionamento e destinação ambiental adequada do material. Aquelas que descumprirem a norma estão sujeitas à multa e interdição do espaço onde desempenha as atividades.

Para facilitar a organização das empresas, o Instituto Senai de Tecnologia (IST) desenvolveu metodologias de elaboração do Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos (PGR). As sugestões visam a adequar a segregação dos resíduos na origem, o que possibilita minimizar a geração de materiais a serem descartados, controlar e reduzir os riscos ao meio ambiente e assegurar o correto manuseio e disposição final dos itens.

Além de ser uma obrigação legal, a implementação dos processos descritos no documento traz impactos positivos para a instituição no que diz respeito à diminuição de desperdícios e redução de custos.

Para mais informações, entre em contato com a unidade pelos telefones (61) 3353-8736 / 3351-2205 / 3353-8784 / 3353-8782, ou pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

 

 


Escrito por Publicado em Destaques Sinfor Janeiro 09 2017

O Sindicato das Indústrias da Informação do Distrito Federal (SINFOR/DF) informou, nesta segunda-feira (9), que os empresários do setor de Tecnologia da Informação e Comunicações (TIC) avaliam a possibilidade de desistir dos investimentos previstos para o Parque Tecnológico Capital Digital.

O recuo dos empreendedores locais foi motivado pela aprovação do Projeto de Lei Complementar (PLC) nº 76/16 pela Câmara Legislativa do Distrito Federal. O documento altera o nome do local para BIOTIC no intuito de incluir a Biotecnologia nas áreas de “comunidades, agricultores e indústrias, tais como: agropecuária, alimentos, farmacêuticas, perfumes e cosméticos”. O texto final será sancionado nesta terça-feira (10) pelo governador Rodrigo Rollemberg.

“Trabalhamos durante 15 anos em um projeto coerente, que segue os padrões internacionais. As alterações aprovadas prejudicam a sinergia necessária para a criação de um ambiente de crescimento tecnológico”, disse Ricardo Caldas, presidente do Sinfor/DF. “Se a ideia é edificar um aglomerado de empresas de setores diferentes, teremos um novo modelo de Áreas de Desenvolvimento Econômico, que já foram testados e frustrados em Brasília por diversas vezes”.

De acordo com o presidente do Sinfor/DF, as empresas filiadas à entidade possuem investimentos próprios e capacidade para atrair mais de R$ 500 milhões em investimentos para uma área com potencial para se tornar o novo polo de TIC mundial. Caso o governo insista no modelo que inclui instituições como a Embrapa, o recurso será realocado e poderá ser destinado à construção de um empreendimento no Entorno de Brasília, por exemplo.

“O Goiás, aliás, está muito à frente do Distrito Federal no que se refere à concessão de benefícios para atrair os setores empresariais. Não descartamos lançar um projeto próximo daqui, o que culminaria em prejuízos para o Governo do DF em termos de arrecadação, geração de renda e emprego”, afirmou Ricardo Caldas.

Segundo dados do Sinfor/DF, o setor de Tecnologia da Informação gerou mais de R$ 3,1 bilhões em faturamento em 2015. Somente com o segmento de Informática, foram arrecadados cerca de R$ 240 milhões em Imposto Sobre Serviços (ISS) no período entre 2015 e 2016. Trinta mil postos de trabalhos são ocupados atualmente. Com a construção do PTCD, outros 60 mil empregos deverão ser criados.  

 


Escrito por Publicado em Destaques Sinfor Dezembro 21 2016

Qualificação de profissionais, avanços nas negociações com o governo, novas perspectivas de relacionamento entre patrões e funcionários. O Sindicato das Indústrias da Informação do Distrito Federal (SINFOR/DF) finaliza as atividades de 2016 com bons resultados a serem comemorados e projeções inéditas para o próximo ano. O balanço foi divulgado no Relatório de Atividades, apresentado na reunião de Diretoria, na quinta-feira (15/12).

O Sinfor constituiu Grupo de Trabalho focado na edificação do Parque Tecnológico Capital Digital. Foram mais de 30 reuniões internas e dezenas de encontros com autoridades e tomadores de decisões para efetivar o projeto, que deverá gerar mais de 60 mil empregos diretos com a construção do Pólo de Tecnologia na Capital Federal.

As discussões contaram com a presença de empresários, lideranças patronais e laborais, autoridades do executivo, legislativo e judiciário, tanto distritais como federais. Como líder do setor, o Sinfor respondeu ao chamamento e entregou ao Governo do Distrito Federal a Manifestação de Interesse Privado – MIP, com sugestões de modelos de construção e administração do espaço. O Sindicato também acompanhou de perto o lançamento do projeto e, atualmente, a contratação de agente financeiro que será responsável pela gestão do fundo de investimento.

Para o próximo ano, a projeção é de que o GDF realize as contratações, para iniciar o projeto de construção, com o apoio do governo, empresários do DF, investidores internacionais e academia. “Nas reuniões que tivemos com o governador Rodrigo Rollemberg e o secretariado conseguimos identificar a vontade política, e a correção do rumo que até então faltava ao processo. Estamos confiantes nos próximos passos e alertas para que sejam eficientes”, afirma Ricardo Caldas, presidente do Sindicato.

Outras sete comissões foram criadas para atuar em temas diversos, dos quais se destacam: o desequilíbrio das relações contratuais com o Governo Federal; negociação da convenção coletiva de trabalho; solicitação de consulta pública ao decreto de regulamentação do ISS; atenção à Consulta Pública sobre a reformulação da Instrução Normativa nº 02/2008, apresentando sugestões e proposições para serem devidamente avaliadas e absorvidas pela Coordenação Geral de Normas; acompanhamento do lançamento do Edital para TIC pela FAP DF; entre outros.

Os diretores estiverem presentes em mais de 400 projetos da área de TI analisados no âmbito do Sinfor ou de entidades parceiras. Os associados contam com 11 novos serviços conveniados, para atenderem com benefícios especiais as demandas pessoais e empresariais. Mais de 60 profissionais foram capacitados em cursos ofertados por entidades parceiras ou conveniadas ao Sinfor/DF.

 

Para o próximo ano, haverá reforço nas ações de integração do setor. Serão retomados, por exemplo, os encontros HOB de TI. Além disso, o Prêmio Sinfor será reformulado e deverá ser ainda mais atrativo para as empresas locais. A Comunicação do Sindicato também foi ampliada para divulgar resultados e melhor informar os empresários de TI do DF.  


Escrito por Publicado em Destaques Sinfor Dezembro 14 2016

Representantes da Indústria, do Comércio e de Serviços, acadêmicos e autoridades do governo Federal e Distrital se reuniram, nesta quarta-feira (7), em confraternização promovida pela Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação do Distrito Federal (Assespro/DF).  Além da comemoração de fim de ano, o jantar marcou a troca de gestão da entidade.

“O presidente Marco Tulio Chaparro e o futuro presidente Christian Tadeu estão de parabéns pela realização deste evento. O fato de terem congregado tantas pessoas importantes do nosso setor, empresários, colaboradores e autoridades é muito importante. Isso dá mais credibilidade e visibilidade para a TI, que é importantíssima para o Distrito Federal”, parabenizou Ricardo Caldas, presidente do Sindicato das Indústrias da Informação do DF (Sinfor/DF).

Os avanços e os desafios do mercado de Tecnologia e Inovação foram os temas mais citados no encontro. A reunião dos principais agentes e tomadores de decisões foi propícia para prospectar o cenário esperado para de 2017.  “Talvez a sociedade de Brasília não tenha a dimensão da força e do valor que a TI tem. O nosso setor hoje, talvez tenha a maior arrecadação dentre Comércio, Serviços e Indústria no DF”, afirmou Ricardo Caldas.

O chefe de gabinete da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República e ex-vice-governador do DF, Tadeu Filippelli, se declarou otimista quanto à projeção para o próximo ano. “Inquestionavelmente, independente de se tratar de áreas públicas ou privadas, o segmento de informática e a Tecnologia da Informação pode esperar um crescimento fantástico. Dia a dia, nós somos surpreendidos pela evolução de tecnologia, pelas facilidades e ferramentas que são colocados à nossa disposição. Portanto, acho que hoje a área de TI, se comparada a outras atividades comerciais no Brasil, teve sim um desempenho diferenciado”, disse.

Para Filippelli, no momento de crise é necessário investir em sistemas que possam ajudar. “Eu entendo que seja uma das grandes fontes de demanda de serviço em todo Brasil. Não é por acaso, que hoje temos grandes empresas no Brasil que surgiram aqui de Brasília”, pontuou. 

O chefe de Gabinete do deputado distrital Claudio Abrantes, Amaury Pessoa, disse que a grande aposta da Câmara Legislativa é a construção do Parque Tecnológico Capital Digital. “Tivemos uma audiência pública que apontou ser esse o grande destaque da Tecnologia para o próximo ano. Nós, entretanto, só podemos promover a discussão e convidar o Executivo a realizar o projeto. Ele (o Executivo) precisa ser sensível às questões da sociedade. Penso que o Parque é o caminho para Brasília. O secretário de Ciência e Tecnologia é um entusiasta e tem articulado com as demais áreas do governo. Se depender da vontade dos empresários, da Câmara Legislativa e do governo local, o Parque vai sair do papel ainda em 2017”, enfatizou.

Rubens Almeida, chefe de Gabinete da deputada distrital Sandra Faraj, reforçou a oportunidade de gerações de emprego e renda para a população. “Nós priorizamos todos os projetos que culminam em geração de empego e a Tecnologia da Informação é um dos setores que mais criam postos de trabalho. Estamos atentos aos incentivos fiscais. Acreditamos que o governo arrecada muito mais se for capaz de suprimir multas e juros, pois facilita aos empresários estarem em dia com suas contribuições. Qualquer projeto que chegar até o gabinete nesse sentido, será tratado com a devida urgência”, comentou.

Marco Tulio Chaparro ressaltou a participação dos empresários nas entidades representativas e agradeceu o apoio do setor ao longo do período em que esteve à frente da Assespro/DF. “Há quatro anos, a Assespro tinha outra formação. Foi um trabalho árduo até chegarmos ao time que temos hoje. Nós aumentamos em 300% o número de associados e em 500% a arrecadação da entidade. Com isso, conseguimos ter pessoas do nível dos senhores, que estão aqui nos prestigiando nesta noite, e melhoramos nossa interlocução com o governo e com o mercado”, comemorou. 

O novo presidente da entidade, Christian Tadeu, pediu mais interação para ter avanços ainda mais substanciais. “Neste mercado, tem que haver união. Todos os outros setores têm seus representantes no governo. Precisamos estar unidos para sermos mais fortes. Temos a melhor arrecadação entre as entidades do Distrito Federal e precisamos que o governo nos escute, mas isso só será possível com a participação de todos”, afirmou.

Também participaram do jantar o secretário-adjunto do Trabalho e Empreendedorismo do DF, Thiago Jarjour, o assessor de assuntos Institucionais do Departamento de Ciência e Tecnologia do Exército, o general Aderico Matiioli, o assessor Parlamentar Fecomércio-DF, Athayde Passos da Hora, o presidente da Associação de Startups e Empreendedores Digitais – ASTEPS, Hugo Giallanza e outras autoridades.

 


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