Sexta, 17 de Novembro de 2017

Tecnologia da Informação

Tecnologia da Informação 123

Escrito por Publicado em Tecnologia da Informação Novembro 16 2017

Técnicos de Tecnologia da Informação (TI) de câmaras municipais e assembleias de dezoito estados e do Distrito Federal, estiveram na abertura do 9ª Encontro do Grupo Interlegis de Tecnologia, nessa quinta-feira (16), em Brasília. Já são mais de 180 inscritos.

Durante a abertura dos trabalhos, Helder Rebouças, diretor-executivo do Instituto Legislativo Brasileiro (ILB), ao qual o Programa Interlegis está vinculado, frisou que cada vez mais a Tecnologia da Informação "deixa de ser um suporte para ser o próprio negócio da instituição", sua razão de ser. O trabalho de TI reflete no município e nos responsáveis por desenvolver políticas públicas, acrescentou. “Soluções operacionais trazem aproximação com o município”, afirmou.

Francisco Biondo, coordenador de Planejamento e Relações Institucionais do ILB/Interlegis, enfatizou que a modernização legislativa se torna mais perceptível na medida em que os processos aplicados nos trabalhos das casas aumentam a participação popular. Segundo ele, o Interlegis ajuda a alcançar esse objetivo tanto por meio do desenvolvimento de produtos tecnológicos para as casas que sejam claros e inteligíveis para a sociedade quanto pela realização de oficinas de capacitação em todo o país.

Luis Fernando Pires Machado, especialista em assuntos jurídicos e instrutor de Oficinas de Revisão de Marcos Jurídicos nas Câmaras, falou sobre a importância de as casas estarem atentas às mudanças e novidades nas leis e adotá-las para o benefício da comunidade. Ele citou vários exemplos de Leis Orgânicas em flagrante dissonância com a Constituição Federal.

Sobre o EnGITEC, o coordenador de Tecnologia da Informação do ILB, Sesóstris Vieira falou que evento consolida o ano de intensas discussões nos grupos virtuais e destacou o esforço de servidores que vieram ao Encontro usando recursos próprios. “Esse grupo que está aqui quer mudar o cenário político do Brasil”, disse.

A mesa de abertura foi composta por Helder Rebouças; Sesóstris Vieira; Francisco Biondo; Alessandro Pereira de Albuquerque, diretor do Prodasen; vereador Itamar José, presidente da Câmara Municipal de Agudo (RS); e Alzira Fernanda, servidora da Câmara Municipal de Paracatu (MG), uma das responsáveis pela organização do evento.

Fonte: Agência do Senado


Escrito por Publicado em Tecnologia da Informação Novembro 16 2017

A Superintendência da Polícia Federal no Distrito Federal cumpre na manhã desta terça-feira, 14, 10 mandados de busca e apreensão no âmbito da operação batizada de Back Bone. Cerca de 50 policiais estão envolvidos na ação que tem como alvo supostos desvios em contratos da área de Tecnologia da Informação(TI) da Caixa Econômica Federal.

O nome da operação faz referência um termo comumente utilizada no setor de informática que significa sistema central ou espinha central. O Estado apurou que os desvios alvos da investigação alcançam a casa dos R$ 380 milhões.

 

De acordo com a investigação, o grupo criminoso seria por empregados da Caixa, empresários da área de TI e uma empresa de consultoria pertencente a um ex empregado da CEF. “As investigações apontam que empregados da CEF, juntamente com o sócio administrador da empresa de consultoria, receberam vantagens indevidas repassadas por empresas de TI, com a finalidade de cometer irregularidades na formalização e fiscalização dos contratos dessas empresas com a CEF”, diz nota da PF sobre a Back Bone.

Segundo a PF, as empresas de TI repassavam os valores indevidos para uma empresa de consultoria por meio de contratos de prestação de consultorias, em princípio, inexistentes. Parte dos valores recebidos, diz a PF, eram distribuídos pela empresa de consultoria para os demais membros da organização criminosa.

A PF descobriu ainda que como forma de lavar o dinheiro proveniente do esquema e mascarar a evolução patrimonial,  os empregados da CEF e o sócio administrador da empresa de consultoria celebravam contratos de compra e venda de imóveis. Os envolvidos são investigados pela prática dos crimes de corrupção Ativa e Passiva e por participação de organização criminosa.

 

Fonte: Estadão


Escrito por Publicado em Tecnologia da Informação Outubro 12 2017

Quando se trata de hospedagem de sites, e-mails ou outros tipos de aplicações na nuvem, uma startup nascida em solo brasiliense tem mostrado resultados impressionantes. Através de seu programa Configr Startup Cloud (CSC), a Configr atende hoje 27 startups do ecossistema do Distrito Federal

A Configr, startup fundada em 2013 pelos amigos Arthur Furlan e Felipe Tomaz, oferece soluções otimizadas para aqueles que querem um serviço prático e acessível de hospedagem em Cloud Server. Os desenvolvedores da empresa criaram um exército de robôs que automatizam todo o processo de criação, configuração, otimização, gerenciamento e proteção do servidor em nuvem. Tudo isso em questão de minutos. Segundo o CEO da startup, Arthur Furlan: "A Configr foi criada para permitir que profissionais ou empresas tenham uma forma mais fácil, prática e rápida de utilizar tecnologia cloud. Através da nossa plataforma, nossos clientes conseguem aproveitar o ótimo desempenho e baixo custo dessa tecnologia, sem precisar de conhecimentos técnicos avançados e nem contratar equipe especializada".

A iniciativa Configr Startup Cloud foi criada em Julho de 2017, com o objetivo de fomentar o ecossistema de startups no Distrito Federal, oferecendo a elas uma infraestrutura segura, estável e totalmente automatizada, para que os empreendedores possam focar em alavancar seus negócios, ao invés de se preocuparem com terminologias como dns, firewall, backup e https. Os robôs cuidam de tudo enquanto o empreendedor evidencia o próprio negócio.

O programa nasceu a partir do Projeto Piloto: Brasília, com realização da aceleradora Cotidiano, Cedro Capital e Vert. A iniciativa busca desenvolver startups do Distrito Federal oferecendo benefícios e descontos. As startups que desejarem se inscrever devem atender a algumas demandas presentes no regulamento, dentre elas ser uma micro ou pequena empresa fundada em até 2 (dois) anos e ter sede no DF (para ver todas as condições de inscrição, acesse: https://configr.com/configr-startup-cloud/). Após fazerem sua inscrição, as startups recebem uma confirmação de inscrição em até 24 horas.

As empresas que se inscrevem no programa recebem um crédito de 5 mil reais destinado à contratação de infraestrutura em nuvem, a ser utilizado no prazo de 12 meses após a ativação. Elas contam com clouds, sites e e-mails configurados de maneira otimizada, interface intuitiva para organização de usuários e permissões, além de backups e atualizações automáticas. Outro ponto forte é que, apesar de toda automação, o suporte da empresa é feito diretamente por funcionários da startup. Assim, as startups inscritas tem sua infraestrutura em cloud totalmente otimizada e automatizada, monitorada 24 horas por dia, 7 dias por semana, pelo exército de robôs da Configr.

Ao longo dos últimos 4 anos a Configr tem se destacado como uma das mais sólidas e proeminentes startups do Distrito Federal. Prova disso são os mais de 1500 Cloud Servers criados e geridos pela empresa, além das centenas de clientes que utilizam os serviços da startup para otimizar e automatizar processos antes complexos. O fato de cada vez mais startups do ecossistema brasiliense utilizarem uma solução criada por aqui demonstra o poder e o crescimento do DF em termos de startups de tecnologia. Iniciativas como a Configr Startup Cloud profetizam um futuro brilhante de inovação e tecnologia para o Distrito Federal. 
Para conhecer mais sobre a startup, acesse: https://configr.com/ 

Fonte: Terra


Escrito por Publicado em Tecnologia da Informação Outubro 12 2017

O que há de mais recente na área de inovação tecnológica pode ser conferido no mais novo espaço criado pela Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil. Além do Centro de Inovação e Tecnologia (CIT), na sede própria, em São Paulo, agora é a vez de Brasília oferecer a possibilidade de visitação para que o público conheça os padrões GS1 e sua utilização na prática. Em 180 metros quadrados, estão distribuídas várias estações que explicam o papel da GS1, contam sua história e permitem conferir as soluções em automação propostas pela associação por meio de experiência interativa. O local conta ainda com infraestrutura para realiz ação de cursos e treinamentos. A recepção fica a cargo da Cody, robô que passeia com os visitantes para apresentar o espaço.


Com escritório em Brasília há cinco anos, a Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil busca expandir sua representatividade junto a órgãos governamentais, como Ministério da Fazenda e Ministério da Defesa, cuja parceria evoluiu muito nos últimos anos, fazendo com que a instituição se instalasse na capital do País. A associação tem como meta padronizar processos de logística e rastreabilidade na cadeia de suprimentos, focando suas ações na abrangência nacional. O trabalho na nova unidade contribui nos projetos de leis governamentais e regulamentações, além das políticas públicas para promover as cadeias produtivas.


As principais atuações da GS1 Brasil no setor público são a integração de assessores nos projetos organizados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Aeronáutica, Ministérios da Indústria, Comércio Exterior e Serviços e Ministério das Comunicações e Inovação e da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, onde tem participação ativa em 11 Câmaras Setoriais.


A Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil, é uma organização multissetorial sem fins lucrativos que representa nacionalmente a GS1 Global. Em todo o mundo, a GS1 é responsável pelo padrão global de identificação de produtos e serviços (Código de Barras e EPC/RFID) e comunicação (EDI e GDSN) na cadeia de suprimentos. Além de estabelecer padrões de identificação de produtos e comunicação, a associação oferece serviços e soluções para as áreas de varejo, saúde, transporte e logística. A organização brasileira tem 58 mil associados.

Fonte: Paran@shop


Escrito por Publicado em Tecnologia da Informação Outubro 12 2017

Cada vez mais presenciamos como a tecnologia vem impactando e mudando o comportamento das pessoas. Ela tem corroborado, de forma bastante significativa, as ações do cotidiano, acarretando drásticas alterações também nos hábitos de consumo e busca de produtos e serviços pela internet.

Devido ao avanço tecnológico e a procura da sociedade por agilidade e praticidade, as compras de supermercado se modernizaram e agora temos a possibilidade de fazê-las por meio de plataformas e aplicativos que selecionam os produtos e entregam na casa do consumidor. Segundo a 35ª edição do relatório WebShoppers, da E-bit/Buscapé, a procura de produtos no comércio eletrônico vem crescendo de forma positiva. Em 2016, 48 milhões de consumidores fizeram pelo menos uma compra virtual, representando um aumento de 22% em relação a 2015. O relatório apontou também que no mesmo período, 21,5% das transações efetuadas pela internet foram realizadas por meio de dispositivos móveis, revelando a necessidade que o comércio eletrônico tem de se adaptar às pequenas telas dos smartphones.

Mesmo ainda existindo alguns desafios, vender alimentos pela internet já é uma realidade para os adeptos a realizar suas compras mensais. O consumidor digital tem optado por essa alternativa por algumas características que a tecnologia proporciona, como mais opções de produtos nas gôndolas, possibilidade de encontrar produtos frescos de acordo com a sua necessidade, realizar uma pesquisa mais aprofundada do alimento que procura e em menor tempo nas diversas redes supermercadistas, um atendimento personalizado e humanizado, opção de compra e entrega de forma rápida e fácil, com hora e data agendada pelo consumidor.

 

Essa mudança de comportamento irá afetar cada vez mais o varejo físico e a tecnologia, nesses casos, têm se tornado uma grande aliada para aumentar a procura das redes supermercadistas, principalmente no ambiente digital, onde estar presente nem sempre é sinônimo de maior custo.

Por meio das novas tecnologias, os varejistas conseguem olhar para cada cliente de forma única e personalizada, já que os consumidores estão cada vez mais exigentes e buscam apenas por produtos com os quais se identificam. Além disso, é importante destacar que esse público tem se tornado verdadeiros influenciadores para a permanência e reputação de uma loja no comércio eletrônico. Falo isso porquê dependendo a experiência, esse consumidor se tornará um embaixador de sua marca.

Outro ponto relevante é que a entrega de opções como a de comprar novamente e atender aqueles novos perfis de consumidores que buscam produtos e serviços com os quais se identificam, precisam ser os pontos mais importantes e transparentes possíveis.

Vale deixar claro que o número de compra e entrega de alimentos feitas virtualmente está crescendo em ritmo acelerado e isso se dá muito pelo uso de novas tecnologias disponíveis por meio de aplicativos e smartphones. É muito importante que os varejistas, além de estarem no meio digital, estejam também em todos os canais possíveis para falar com seus consumidores. O mesmo vale para as lojas físicas, que precisam estar atentas a essa mudança e se adaptarem a nova realidade de consumo. A ideia é que por meio da tecnologia seja possível aumentar vendas novas recorrentes, ser mais assertivo, melhorar a influência de procura e ainda ser bem visto como uma vitrine virtual.

*Marco Zolet é CEO e fundador da Supermercado Now, plataforma de supermercado online referência no setor que surgiu para facilitar a compra de bens básicos e recorrentes, com comodidade, rapidez e com melhor custo benefício.

 

Fonte: Administradores.com

 


Escrito por Publicado em Tecnologia da Informação Outubro 06 2017

Big Data, IoT, Blockchain, Cybersecurity e questões críticas relacionadas à infraestrutura digital são algumas das temáticas da 9ª edição do congresso


Escrito por Publicado em Tecnologia da Informação Outubro 01 2017

O Conselho Deliberativo do Desenvolvimento do Centro-Oeste aprovou nesta quarta-feira (27) o financiamento da indústria de defesa com recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste (FCO) e do Fundo de Desenvolvimento do Centro-Oeste (FDCO). O colegiado é vinculado ao Ministério da Integração Nacional.

A liberação foi uma das pautas da reunião ordinária do grupo, na Superintendência do Desenvolvimento do Centro-Oeste (Sudeco), no Setor Bancário Norte.

Presente no encontro, o governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg, destacou a importância da medida. “É uma indústria importante para o País e tem várias aplicações além da defesa”, disse.

“Temos todo o interesse de receber indústrias de base tecnológica que tenham vinculação com essa área”, completou Rollemberg, em referência ao Biotic — Parque Tecnológico.

O ministro da Defesa, Raul Jungmann, explicou que a indústria de defesa produz, por exemplo, tecnologia da informação e fardamentos. De acordo com ele, a base industrial tem cerca de 60 mil empregos diretos e 240 mil indiretos, e encontra-se concentrada nas Regiões Sul e Sudeste do País.

“Estamos criando oportunidade, a partir dessa decisão, para que essa indústria que é tão importante em termos de emprego, de tecnologia e de impostos, possa chegar até o Centro-Oeste”, frisou Jungmann.

“Isso é muito importante para o desenvolvimento de qualquer região e também para a soberania e defesa nacionais”, finalizou.

O ministro da Integração Nacional, Helder Barbalho, presidiu a reunião de hoje.

Nova previdência social do DF

Antes de participar do encontro, o governador Rodrigo Rollemberg conversou com jornalistas sobre a aprovação do Projeto de Lei Complementar nº 122 pela Câmara Legislativa na madrugada de hoje.

“Foi uma vitória de toda a cidade. Com ele, vamos reestruturar a previdência e garantir o pagamento em dia aos aposentados, aos servidores e às empresas terceirizadas. Com isso, todos ganham. Ganham os servidores públicos em função dessa segurança e ganha a cidade, pois vamos garantir a retomada do desenvolvimento econômico”, avaliou Rollemberg.

O presidente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Distrito Federal (Fecomércio-DF), Adelmir Santana, apontou, nesta manhã, a importância da mudança para a economia.

Ele ressaltou que o montante que todos os meses o Executivo saca do caixa do Tesouro local para complementar as aposentadorias agora pode ser liberado para outras atividades. “Isso fomenta a criação de empregos e de renda, o que é bom para o comércio e é bom para os serviços”.

 

Para Santana, a falta de garantia do pagamento de salários prejudica a confiança do consumidor em fazer uso de crédito e novas aquisições.

 

Fonte: Agência Brasília


Escrito por Publicado em Tecnologia da Informação Outubro 01 2017

Mais de 12 meses após ser anunciado pelo governo do Distrito Federal, o "botão do pânico" para mulheres vítimas de violência doméstica ainda não saiu do papel – nem mesmo para a fase de testes. O Palácio do Buriti chegou a anunciar que o projeto não teria custos mas, até esta quarta (20), a ideia seguia parada por causa da burocracia.

A ideia é que as mulheres que sofreram violência doméstica – e que já têm alguma medida protetiva determinada pela Justiça – possam acionar socorro policial de modo rápido, usando um aplicativo de celular. O chamado "furaria a fila" das ocorrências, garantindo maior segurança às vítimas.

Segundo a Secretaria de Segurança Pública, o aplicativo até já foi desenvolvido, sem custos, pela própria equipe de tecnologia da pasta. O problema, agora, é que a minuta do acordo de cooperação técnica ainda não saiu da "análise jurídica" dos órgãos envolvidos.

Além da secretaria, o projeto envolve Tribunal de Justiça e Ministério Público do DF, Secretaria de Trabalho, Polícia Civil, Polícia Militar, Defensoria Pública e Corpo de Bombeiros. O G1 perguntou nesta quinta (21) mas, até a noite de domingo (24), o governo ainda não informava quais dessas assinaturas estavam pendentes.

Série de adiamentos

Em setembro do ano passado, a Polícia Militar anunciou que começaria a usar o aplicativo ainda em 2016, com o projeto piloto entre outubro e dezembro. Naquele momento, a Secretaria de Segurança Pública chegou a assinar um "protocolo de intenções" na Casa da Mulher Brasileira – espaço que abriga mulheres vítimas de violência.

O projeto não deslanchou e, em novembro, foi anunciado pelo governo do Distrito Federal pela segunda vez. A previsão do projeto piloto, com 100 mulheres usando o aplicativo, foi transferida para o primeiro trimestre de 2017. Segundo a então secretária de Segurança Pública, Márcia de Alencar, a metodologia já vinha sendo estudada desde 2014.

Naquele mês, segundo dados do próprio governo, 856 vítimas e agressores envolvidos em episódios de violência doméstica aguardavam atendimento especializado. Na entrevista, Márcia garantiu que o sistema desenvolvido estava 100% seguro, para não gerar risco adicional às vítimas sob monitoramento.

Mais uma vez, o prazo foi descumprido. Em 8 de março deste ano – Dia Internacional da Mulher –, o Palácio do Buriti anunciou o botão do pânico pela terceira vez, como se fosse novidade. Mais que isso, disse que o aplicativo fazia parte das ações definidas como prioritárias para a atenção às mulheres da capital.

"Esse recurso pode ser a diferença entre a vida e a morte", disse a primeira-dama do DF, Márcia Rollemberg, no anúncio. O governo falou que colocaria o botão do pânico para funcionar em abril, mas a promessa não foi cumprida.

Sem previsão

Questionada pelo G1 na última semana, a Secretaria de Segurança Pública afirmou que "não há prazo estabelecido" para que a iniciativa comece a funcionar – nem como projeto piloto, e menos ainda, como uma política pública estabelecida.

Segundo o comunicado da pasta, os testes serão avaliados "de forma gradativa e progressiva, [com] um total de 100 ofendidas em um período de 12 meses".

"Na prática, quando a ofendida acionar o dispositivo, o chamado aparecerá nas telas da Central Integrada de Atendimento e Despacho (CIADE), onde chegam as ligações do 190 e do 193. Assim, os profissionais da Ciade imediatamente acionam o batalhão de área da Polícia Militar, que deslocará uma viatura para o local do chamado", explica a secretaria.

Em outros estados

A ideia de um botão do pânico para proteger mulheres vítimas de violência doméstica ou em situação de risco já é usada em outros estados como Espírito Santo, Maranhão, Pernambuco e São Paulo.

 

Nesses locais, as participantes recebem um dispositivo próprio, parecido com um controle de portão eletrônico. Na Paraíba, a ideia é implementada por um app de celular chamado "SOS Mulher", similar ao que deve ser usado no DF.

 

Fonte: G1


Escrito por Publicado em Tecnologia da Informação Outubro 01 2017

No mercado de Tecnologia da Informação (TI), cujo perfil histórico de mão de obra é predominantemente masculino mesmo sendo uma área relativamente nova se comparada à Engenharia, Arquitetura e outras, a história vem se repetindo. As mulheres são minoria no setor. Segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio, elas ocupam apenas 20% na atuação de mercado.

Aqui em Alagoas, apesar de não se ter dados concretos de quantos profissionais de TI têm no mercado, a Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia em Alagoas (Assespro/AL), disse que a estatística não é diferente. “Elas são minorias. São cadastradas 29 empresas de TI, no entanto não temos a quantidade de quantos funcionários tem em cada uma. Mas, pelo histórico que é uma tendência, acreditamos que segue a média nacional ou até menos”.

A equipe de reportagem solicitou os dados às empresas, mas até o fechamento do material elas não mandaram o levantamento.

As declarações de um engenheiro do Google sobre diferenças biológicas entre os sexos que explicariam a escassez de mulheres em posições técnicas no Vale do Silício reacendeu a discussão sobre os preconceitos que as mulheres enfrentam no mercado de trabalho, especialmente em áreas dominadas por homens, como a de TI. O profissional foi demitido após a repercussão do texto, escrito em um memorando interno.

PROFISSIONAIS

Natália Julieta Souza é estudante da área e já atua há 10 anos. Segundo ela, existe uma discussão de melhora e incentivo. Mas, por ser uma profissão predominantemente masculina, ainda existe uma cultura machista que parte de ambos os lados.

“Sempre foi assim. É uma área onde a maioria é de homens. Na época que entrei no curso na Ufal, eu era a única da turma. Existe sempre alguém que faz piadas machistas”, comentou Natália.

De acordo com a estudante, existe uma distinção entre os sexos. “A própria característica da profissão já nos deixa receosas. A gente mesmo acredita que não é capaz, que não é boa suficiente. Já passei por muita coisa antes de me firmar no mercado. Muitas empresas preferem contratar um homem”, disse Natália.

Atualmente Natália trabalha na empresa Akar Coworking. No ambiente ela é a única mulher. Mas, de acordo com ela o tratamento é igual. “Acredito que tenho um pouco de sorte. Aqui sou a única mulher, mas sou tratada igualmente como profissional”, ressaltou.

Fabiana Lemos também atua na profissão em Alagoas há mais de cinco anos e para ela a barreira principal na profissão é a falta de divulgação. “Culturalmente é uma profissão para homens. Isso porque não existe uma divulgação da área e as pessoas acreditam que um analista de sistemas é a pessoa que conserta computador e já imaginam o homem fazendo isso”, avalia.

A profissional disse que as mulheres não procuram muito área porque é de ciências exatas e não desperta interesse. “A maioria das mulheres é instruída a ser profissionais da área de saúde ou educação”, acrescentou Fabiana.

Fabiana Lemos disse ainda que apesar da área ser predominantemente masculina, as mulheres atualmente estão se impondo mais.

“As mulheres possuem uma postura diferente, se impõe mais e consequentemente trabalham em qualquer área e mostra todo o seu potencial dentro da área de tecnologia da informação. Acredito que hoje em dia as dificuldades são para homens e mulheres. No início tive dificuldades até mostrar que sou tão competente quanto os homens. A dificuldade maior é o reconhecimento da profissão nas regiões Norte e Nordeste”, ressalta a profissional.

Frequência feminina chega a 10%

Embora seja um segmento em expansão, com constante demanda por profissionais qualificados, esse dinamismo não garante as mesmas oportunidades a homens e mulheres. A própria visão de que esse é um segmento masculino torna as profissões relativas menos atraentes a mulheres. Nas universidades brasileiras, a frequência feminina em 2015 em cursos como Engenharia e Ciência da Computação, apesar de ter aumentado ao longo dos anos, ainda gira em torno de 10%, segundo Ministério da Educação (MEC).

Em Alagoas, o curso de Ciência da Computação é ofertado pela Universidade Federal de Alagoas (Ufal) e pelo Centro Universitário Cesmac. Ambos foram procurados pela reportagem para repassar os dados de quantos estudantes tem matriculado no curso e do total quanto são mulheres. O coordenador do curso no Cesmac informou, de início, que tem nove mulheres. Mas, não passou o total de alunos.

Segundo ele, não têm liberação para passar esse tipo de demanda. Já na Ufal a equipe não conseguiu retorno da coordenação do curso até o fechamento da matéria.

Além do curso de Ciência da Computação, profissionais de TI também são formados em outros cursos afins.

DESAFIOS

Para entrar no setor, as mulheres em início da trajetória profissional têm que enfrentar, em um primeiro momento, a falta de incentivo presente na cultura, muitas vezes, na família, segundo Ângela Reis, professora e profissional de tecnologia da informação e criadora do projeto Meninas da TI, que tem como objetivo encorajar mulheres a conhecer a área de tecnologia para ter mais referências no momento de escolher a carreira.

“O que identificamos no projeto é que o grande empecilho para a entrada das mulheres na TI é a concepção cultural dentro da própria família. Não é somente na sala de aula das universidades, nem no local de trabalho, embora soframos preconceitos como toda minoria, porque não temos voz, mas, até chegar lá e assumir uma posição no mercado de trabalho, a família é o principal fator modificador”, afirma Ângela Reis.

“Educação machista afugenta mulheres de algumas profissões”

Para a socióloga Danúbia Barbosa, um dos motivos que afugentava as mulheres de profissões como a de TI era a educação que elas recebiam.

“Antes era uma educação machista, que impunha papéis pré-estabelecidos para homens e mulheres”, explica.

Danúbia ressalta que as mulheres durante ao longo dos tempos, foram “treinadas” para exercer as funções ligadas à criatividade e prendas do lar, as profissões que envolvia as ciências exatas não era coisa para mulheres, ‘’durante um bom tempo não tínhamos profissionais do sexo feminino nas engenharias, por exemplo.

As mulheres sempre optavam pela Arquitetura’’, comentou.

A socióloga ressalta que atualmente as mulheres estão com outros posicionamentos.

“Apesar de ainda termos que conviver com o machismo, temos outra mentalidade em relação a profissões, mulheres cada vez mais como nas áreas de Engenharia, Física, Matemática, entre outras”, expõe.

Já em relação à tecnologia da informação Danúbia diz que por ser uma profissão ainda considerada nova, as mulheres estão começando ocupar o espaço.

“Temos em grandes corporações coordenadoras na área de TI. Infelizmente, ainda teremos que vencer essa mentalidade machista, não apenas nas profissões tidas como masculinas e sim em todas”, explica.

Fonte:Tribuna Hoje


Escrito por Publicado em Tecnologia da Informação Setembro 15 2017

O Instituto Nacional da Propriedade Industrial – INPI lançou o Sistema On-line para Registro de Programas de Computador – o e-RPC. A novidade apresenta uma série de benefícios para o usuário, que agora pode fazer o procedimento de maneira segura, rápida, sem burocracia e sem papel.

Para fazer o pedido de registro, o usuário não precisa mais enviar o código-fonte do software para o INPI. Agora basta criptografá-lo na forma de resumo digital hash, garantindo assim o sigilo da informação. Esse resumo será transcrito no formulário eletrônico de depósito.

O usuário anexará ao pedido a Declaração de Veracidade – DV, que deve ser assinada com certificado digital da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira – ICP-Brasil. Segundo o INPI, o uso da assinatura digital é outra novidade, que visa a dar maior segurança e substituir a demanda de serviços cartoriais.

Ao todo, o sistema e-RPC oferece nove serviços, dentre eles revogação ou renúncia de procuração; correção de dados no certificado de registro devido à falha do interessado; solicitação de levantamento de sigilo; e renúncia de registro. O certificado de registro poderá ser baixado no sistema BuscaWeb, no portal do INPI. A proteção é por 50 anos a partir de 1º de janeiro do ano subsequente à sua publicação ou criação.

O novo sistema foi regulamentado pela Instrução Normativa nº 74/2017. Com a novidade, o prazo de registro deve ter redução significativa, de cem dias para apenas sete. Além disso, o INPI espera zerar o número de pedidos pendentes até o final deste ano.

 

Fonte: TI Inside Online


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