Sexta, 22 de Setembro de 2017

Tecnologia da Informação

Tecnologia da Informação 114

Escrito por Publicado em Tecnologia da Informação Setembro 15 2017

O Instituto Nacional da Propriedade Industrial – INPI lançou o Sistema On-line para Registro de Programas de Computador – o e-RPC. A novidade apresenta uma série de benefícios para o usuário, que agora pode fazer o procedimento de maneira segura, rápida, sem burocracia e sem papel.

Para fazer o pedido de registro, o usuário não precisa mais enviar o código-fonte do software para o INPI. Agora basta criptografá-lo na forma de resumo digital hash, garantindo assim o sigilo da informação. Esse resumo será transcrito no formulário eletrônico de depósito.

O usuário anexará ao pedido a Declaração de Veracidade – DV, que deve ser assinada com certificado digital da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira – ICP-Brasil. Segundo o INPI, o uso da assinatura digital é outra novidade, que visa a dar maior segurança e substituir a demanda de serviços cartoriais.

Ao todo, o sistema e-RPC oferece nove serviços, dentre eles revogação ou renúncia de procuração; correção de dados no certificado de registro devido à falha do interessado; solicitação de levantamento de sigilo; e renúncia de registro. O certificado de registro poderá ser baixado no sistema BuscaWeb, no portal do INPI. A proteção é por 50 anos a partir de 1º de janeiro do ano subsequente à sua publicação ou criação.

O novo sistema foi regulamentado pela Instrução Normativa nº 74/2017. Com a novidade, o prazo de registro deve ter redução significativa, de cem dias para apenas sete. Além disso, o INPI espera zerar o número de pedidos pendentes até o final deste ano.

 

Fonte: TI Inside Online


Escrito por Publicado em Tecnologia da Informação Agosto 13 2017

Em um mundo cada vez mais digital, nenhuma marca pode desprezar o poder dos influenciadores da internet. Ter um produto promovido por blogueiros, youtubers e instagrammers influentes pode fazer a diferença nos resultados de um negócio. Mas identificar a celebridade virtual certa para fisgar cada tipo de público não é uma tarefa simples.

Segundo números recentes da Rede Snack, multiplataforma de canais validada pelo YouTube, há hoje 6 milhões de influenciadores digitais no mundo. Só no Brasil, são 313 000. E é por isso que uma nova área, o marketing de influência, vem crescendo e gerando oportunidades de trabalho para profissionais capazes de mapear, avaliar e desenvolver as pessoas mais influentes da internet.

Trata-se de um mercado muito novo, mas um levantamento realizado por Edney Souza, professor de marketing digital na Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), de São Paulo, aponta pelo menos 84 empresas, entre agências, redes e plataformas, atuando como intermediárias no relacionamento entre marcas e influenciadores.

E novas carreiras e posições surgem na esteira desse fenômeno. “As empresas ainda estão criando e nomeando os cargos que atendem a esse novo segmento”, diz Genis Fidelis, consultor sênior da Michael Page, empresa de recrutamento, de São Paulo.

Há, por exemplo, o gestor de comunidade e relacionamento, que faz o meio de campo entre marcas e influenciadores digitais; o produtor de conteúdo digital, especializado em textos para a web; e até o apreciador de vídeos. “Uma agência já me procurou para recrutar um candidato júnior que gostasse muito de redes sociais, especialmente o YouTube, para assistir aos vídeos da plataforma e identificar canais e youtubers com potencial”, diz Isis Borge Sangiovani, gerente de recrutamento da Robert Half, de São Paulo.

E a oferta de vagas não se limita às áreas de comunicação, marketing e propaganda. A tecnologia também entrou na dança. Já há, hoje, empresas especializadas no desenvolvimento de plataformas capazes de selecionar influenciadores de acordo com métricas de audiência e engajamento e dados sobre temática e público-alvo. Squid, Spark, Incast, Digital Stars e Celebryts são algumas das novatas que crescem e contratam na onda do marketing de influência.

Desde que foi criada, em 2014, com o objetivo de melhorar a comunicação de marcas com microinfluenciadores e “brand­lovers” (pessoas tão apaixonadas por uma marca que advogam a seu favor), a Squid contratou 20 pessoas para sua equipe, 15 somente neste ano. E ainda há vagas abertas. “Estamos admitindo para as seguintes áreas: operacional, que cuida do relacionamento entre influenciadores e marcas; de produto, formada por programadores que desenvolvem algoritmos para analisar o desempenho das celebridades digitais nas redes; e comercial”, diz Carlos Tristan, sócio-fundador da Squid, de São Paulo.

A Spark, empresa de mídia especializada na ativação de marcas por meio de influenciadores e personalidades, também está com o quadro de pessoal em expansão. Foram nove vagas preenchidas em 2016 e oito em 2017. “Buscamos profissionais que conheçam e entendam os objetivos de cada rede social, os formatos comercializáveis em cada uma delas e os dados que elas geram. Valorizamos quem saiba cruzar essas informações, com métricas para mensurar a eficiência das ações propostas por nossa equipe”, diz Raphael Pinho, sócio-diretor da Spark, de São Paulo.

Leonardo Andrade, de 31 anos, é um dos profissionais que viram nessa tendência a oportunidade de crescer.

Formado em design de produto e com um MBA em marketing em andamento, ele trocou, há dois meses, o emprego numa agência onde realizava campanhas nos moldes tradicionais para marcas como Heineken e Nestlé por uma vaga na Spark.

Seu novo trabalho consiste em traçar estratégias de marketing de influência que cumpram os objetivos de marcas que buscam celebridades digitais para suas ações. “O potencial da área e a possibilidade de trabalhar em um ambiente mais leve me motivaram a fazer a transição”, diz Leonardo. Segundo ele, além de ter um clima descontraído e maior liberdade de criação, a nova área oferece salários melhores. “Há mais ferramentas disponíveis para elaborar uma estratégia que resolva os desafios do cliente. É um mundo novo de possibilidades”, diz o designer, que recebeu um aumento de 30% na nova função.

Contratação flexível

Os headhunters de talentos digitais costumam ter formação em administração, comunicação ou tecnologia, mas também podem vir de outras áreas. O que vai diferenciá-los é a visão holística, a capacidade de aprender rápido e o conhecimento sobre o mundo virtual, com domínio de redes como Facebook, Instagram, Pinterest, Twitter e YouTube. “A oferta de cursos específicos para a área hoje é pequena e o mercado ainda está se definindo. Isso faz com que os recrutadores sejam mais flexíveis”, afirma Isis, da Robert Half. Por isso, não há pré-requisitos muito rígidos.

O mais importante é que o candidato comprove ter contribuído com resultados positivos nas empresas onde trabalhou e demonstre habilidades técnicas e comportamentais que o qualifiquem de alguma forma para a nova função. “A preferência tem sido por perfis analíticos, capazes de mensurar e quantificar resultados e que tenham um viés da área de humanas para avaliar se o conteúdo publicado pelo influenciador é adequado ao propósito da campanha”, diz Genis Fidelis, da Michael Page.

Mas essas não são as únicas características exigidas. Criatividade, curiosidade e proa­tividade também são importantes para ingressar nesse nicho. Apesar de a maré estar alta, só vencerá quem souber nadar pelas agitadas águas da tecnologia e das redes sociais.

Competências essenciais para um profissional se destacar no campo do marketing de influência

Perfil analítico e técnico: Para analisar a audiência do influenciador e a qualidade do conteúdo divulgado por ele nas redes.

Capacidade de aprendizado: Como o universo digital vive em constante transformação e novas ferramentas surgem a todo momento, é preciso adquirir conhecimento com agilidade

Familiaridade com redes sociais: Conhecer profundamente os recursos e as ferramentas de redes como Facebook, Instagram, Pinterest, Twitter e YouTube é fundamental

Experiência em análise de dados: É bastante valorizado o domínio de ferramentas, como Google Analytics (que mede o desempenho de sites), Google Attribution e Adobe Analytics (para medir o impacto e o resultado de uma campanha), e de recursos de social media listening, como Social Mention, TweetDeck, Reachli e HowSociable.

Nos bastidores das redes sociais*
Entenda o trabalho das diferentes carreiras relacionadas ao marleting de influência

Influencer planner: Define a estratégia que vai aproximar uma marca de seu público-alvo e avalia quais influenciadores têm o melhor perfil para representar campanha.

Quanto ganha: de 4 000 a 12 000 reais

Analista e gerente de mídia digital

Na agência tradicional, é quem negocia a contratação de espaços na mídia, como anúncios em jornais, revistas e televisão. No marketing de influência, esse profissional fecha acordos comerciais com blogueiros e youtubers para divulgar marcas em seus canais na internet. Também acompanha os resultados das ações.

Quanto ganha: de 3 000 a 7 000 reais

Gestor de comunidade e relacionamento

O antigo analista de mídia social, que monitorava canais e também produzia conteúdo, agora tem como principal atividade conhecer bem os influenciadores e fazer contato direto com eles. É esse profissional que mantém ativo o relacionamento da marca com blogueiros, youtubers e instagrammers.

Quanto ganha: de 2 500 a 6 000 reais

Analista e gerente de conteúdo digital

Os redatores publicitários ganharam um novo nicho e passaram a produzir conteúdo para campanhas com influenciadores digitais. São eles que fazem os textos para marcas que desejam ter seus produtos e serviços divulgados na web.

Quanto ganha: de 2 500 a 7 000 reais

*Fonte: Edney Souza, professor de marketing digital na Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), de São Paulo.

 

Fonte: Revista Exame


Escrito por Publicado em Tecnologia da Informação Agosto 13 2017

Aplicar tecnologias disponíveis como computadores, smartphones, redes digitais e aulas virtuais na educação pode ser a reposta para tornar a escola mais moderna e atrativa para os alunos. A proposta foi discutida pela Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE) na audiência pública Tecnologia a serviço da Educação, nesta quarta-feira (9). A iniciativa foi do senador Cristovam Buarque (PPS-DF).

— Se tem uma coisa que nós precisamos mudar é a maneira com que usamos tecnologia. E, fazendo uma pequena diferença entre ciência e tecnologia, em breve, teremos de mudar a ciência também — afirmou o senador.

Durante a discussão foram apresentados dois exemplos sobre o impacto de tecnologias digitais no ensino. O professor Antônio Marival Chaves apresentou o projeto Edux, uma plataforma digital disponível para alunos das escolas públicas da Bahia, que instiga alunos e escolas a desenvolverem novos talentos.

Já o consultor Orlando de Sá Cavalcante Neto apresentou o impacto da série de vídeos elaborados pelo Senado para explicar de forma didática, para o público do ensino médio, a elaboração do Orçamento da União. Orlando destacou que a publicação dos vídeos na internet gerou diversos convites para palestras em escolas e universidades, o que surpreendeu a equipe.

— Na prática, a gente vê que esse trabalho oferecido traz um grande resultado, é para gente uma satisfação muito grande — comemorou.

As duas exposições complementaram as ideias do pesquisador Marcos Formiga, do Núcleo de Estudos do Futuro da Universidade de Brasília (UnB). O professor destacou que, atualmente, a sociedade precisa ter em mente que a educação não pode se restringir aos muros escolares e nem à relação de superioridade do professor perante o aluno. Por isso, os projetos educacionais mais avançados e bem-sucedidos levam em conta a aprendizagem adquirida em plataformas digitais e cursos abertos oferecidos na internet.

Fonte: Agência Senado


Escrito por Publicado em Tecnologia da Informação Agosto 13 2017

Apenas o 123º país no ranking internacional de oferta de água potável e esgoto sanitário, o Brasil tem tecnologia nacional de saneamento básico recomendada pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) para toda a América Latina. No Diálogo Brasil desta semana você vai saber como mais de cinco milhões de pessoas já são atendidas pelo sistema de saneamento condominial no Brasil, no Paraguai e no Peru. 

Os convidados do programa são o consultor do BID e criador do modelo, José Carlos Melo, e o presidente da Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental do Distrito Federal, Marcos Montenegro, ex-presidente da Companhia de Saneamento Ambiental do DF (Caesb). 

Segundo Marcos Montenegro, mais de 1,3 milhão de pessoas já são atendidas pelo sistema condominial no Distrito Federal. José Carlos Melo anunciou, por sua vez, que o modelo logo deverá ser implantado também na Argentina, em El Salvador, em Honduras e na Nicarágua.  

Também participam desse episódio, com depoimentos em vídeo, o presidente da Associação Paulista de Empresas de Consultoria e Serviços em Saneamento e Meio Ambiente, Luiz Roberto Pladevall; o médico sanitarista e pesquisador da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Jorge Machado; e o presidente do Instituto Trata Brasil, Édison Carlos.

O Diálogo Brasil vai ao ar na TV Brasil toda segunda-feira, às 22h.

 

Fonte: TV Brasil


Escrito por Publicado em Tecnologia da Informação Julho 31 2017

A agilidade de decisão, a capacidade de inovação e o baixo custo de operação de uma startup combinados à disciplina, expertise e à capacidade de entrega de uma megacorporação. Esse é o principal desafio imposto às organizações atualmente, numa época em que empresas como Uber e Airbnb se destacam, entre outros motivos, por uma efetiva interação B2C, colocando uma pressão significativa sobre os negócios tradicionais de táxis e hotéis.

Nesse cenário, é fundamental que os gestores questionem constantemente o status quo e façam da inovação parte de sua cultura organizacional de forma pragmática. Para companhias bem-sucedidas no passado, pode ser mais difícil enxergar a necessidade de combinar o digital a um modelo tradicional de negócios. O processo exige uma mudança significativa da cultura empresarial, mas é absolutamente viável.

Várias das abordagens por trás das empresas digitais podem ser aplicadas com sucesso às companhias tradicionais para ajudar a acelerar sua transformação digital, por exemplo:

1. As empresas digitais têm bases de custos mais baixas, flexíveis, concentrados unicamente em custos mínimos de material, Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) ou infraestrutura de escritório.

 
 
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2. As técnicas de negócios digitais permitem a simplificação do negócio. A digitalização e a automação de processos de negócios ajudam a obter mais produtividade, repetibilidade e redução de custos, levando as empresas tradicionais ao próximo nível de excelência operacional e experiência do cliente.

3. As empresas digitais aprendem rapidamente através de uma cultura de tentativa e erro. Enquanto isso, a aversão ao risco dentro das empresas tradicionais pode dificultar a mudança. No cenário atual, as empresas devem se comportar mais como investidores: devem tentar, experimentar, e falhar rapidamente e com frequência.

No entanto, os modelos antigos também têm suas particularidades e vantagens. Muitas interações com clientes digitais dependem de cadeias de fornecimento de ponta a ponta que incorporam relações B2B mais tradicionais, por exemplo. Além disso, os orçamentos de marketing são a grande exceção na comparação de vantagem de custos, já que empresas digitais são mais jovens e muitas vezes o orçamento necessário para publicidade e marketing excede o orçamento da própria implementação e operações.

O futuro será das empresas que combinam capacidades existentes com novas técnicas de negócios digitais

Nos próximos 3 a 5 anos, o equilíbrio empresarial digital/tradicional será enfim estabelecido e palpável aos consumidores, conforme prevê a publicação Journey 2020, desenvolvida pela Comunidade Científica da Atos na Europa. Muitas indústrias tradicionais sofrerão mudanças regulares de fusões e aquisições com startups para manterem o ritmo de inovação; as fontes de dados serão facilmente adquiridas; os algoritmos obterão um novo valor substancial e os dados em si se tornarão cada vez mais uma commodity.

Apenas fornecer o melhor serviço não será mais suficiente: as empresas deverão fornecer a melhor experiência. À medida que os produtos se transformam em serviços, as empresas de commodities se tornarão ecossistemas totalmente automatizados - desde a negociação até a entrega.

Por causa do digital, estamos apenas a um microssegundo de distância, todo tipo de interação se aproxima de acontecer em tempo real, além da marginalização de custo, que pode chegar a zero em várias frentes de atividade. Portanto, depois de aprimorados os negócios existentes aplicando princípios digitais, o próximo passo natural será inventar e apresentar os próprios serviços digitais, não apenas inovando, mas reinventando modelos de negócio.

Novamente, uma mente aberta é mais do que esperada – É vital.

*Alexandre Morais é atua há mais de 20 anos no setor de Tecnologia da Informação e é head de Transformação Digital e Consulting da Atos América do Sul e SAP da Atos Brasil

 

Fonte: Administradores


Escrito por Publicado em Tecnologia da Informação Julho 31 2017

lista dos projetos inscritos e habilitados a participar do Prêmio Inova Brasíliafoi publicada no Diário Oficial do Distrito Federal nesta quarta-feira (26).

São 39 trabalhos desenvolvidos por servidores do governo local em quatro categorias: atendimento ao cidadão, práticas transformadoras (inovadoras), uso eficiente dos recursos públicos e valorização do servidor.

Estão em disputa troféus a serem conferidos à melhor iniciativa de cada categoria, além da quantia de R$ 5 mil.

O prêmio em dinheiro será pago com recursos do Fundo Pró-Gestão, voltado para ações de desenvolvimento e de capacitação de recursos humanos, com foco na melhoria do atendimento ao público.

O próximo passo é a análise dos projetos. Os finalistas serão divulgados em outubro, e o resultado final, no dia 24. Os trabalhos serão avaliados por uma banca examinadora que ainda será formada.

O objetivo da iniciativa, coordenada pela Secretaria de Planejamento, Orçamento e Gestão, é mobilizar todos os órgãos da administração pública do DF em torno da excelência na prestação de serviços ao cidadão.

O prêmio visa também valorizar e estimular o trabalho em equipe, bem como promover o reconhecimento de servidores que atuam de maneira cooperada, empreendedora e comprometida com iniciativas inovadoras.

Mais informações no site do Inova Brasília.

 

Fonte: Agência Brasília


Escrito por Publicado em Tecnologia da Informação Julho 31 2017

Quatro aplicativos para as áreas de educação, segurança pública e mobilidade urbana foram apresentados por jovens do Distrito Federal durante "Café Hacker" nesta segunda-feira (24). Os projetos venceram a competição "Hackaton Inova Brasília", maratona iniciada durante a Campus Party, em junho deste ano.

As "soluções tecnológicas" são: um programa que moderniza o sistema de matrículas da rede pública de ensino; outro que reúne informações das forças de segurança; um aplicativo para melhorar a experiência da população em mobilidade urbana; e um dispositivo para combater a violência contra a mulher.

De acordo com o governador, Rodrigo Rollemberg, a expectativa é de que, em breve, os programas sejam incorporados pelas secretarias e disponibilizados para a população.

"Agora é adequar e fazer pequenos ajustes para que esses aplicativos possam ser implementados para melhorar a qualidade de vida da população. É a juventude inovadora e empreendedora contribuindo para melhorar a qualidade de vida, através da tecnologia, de toda a população brasiliense."

O desafio das equipes durante a Hackaton era desenvolver projetos inovadores capazes melhorar, por meio da tecnologia, serviços oferecidos pelas secretarias de Segurança Pública, Educação e Mobilidade. O evento desta segunda foi promovido pelo governo do DF para divulgar os resultados das soluções tecnológicas propostas pelas equipes da Hackaton.

Para desenvolver os programas, os grupos tiveram acesso ao número de matrículas da rede pública de ensino, às ocorrências policias e ao sinal de GPS de uma das empresas que opera o transporte público do DF.

Educação

O projeto ganhador da competição foi o “Matrícul@seDF”, aplicativo desenvolvido por quatro jovens estudantes de engenharia de software para a área de educação. A solução criada pela equipe para otimizar as matrículas em escolas públicas usa um sistema de geolocalização, que automatiza o cruzamento do CEP do estudante com o endereço da escola mais próxima.

Hoje, o processo é feito manualmente, por telefone. A ideia do projeto é substituir o telematrícula pelo sistema mais moderno. O responsável pelo estudante vai preencher os dados no sistema e o programa indicará a escola mais próxima com base na geolocalização. Como não será mais manual, o tempo de indicação das escolas será reduzido, garantem os desenvolvedores.

Segurança pública

Em segundo lugar, o aplicativo “Salvaguarda” reúne dados da central de emergência da Secretaria de Segurança Pública, que inclui ocorrências das forças de segurança do DF (Polícia Militar, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros, Detran, Defesa Civil e Samu).

A tecnologia disponibiliza aos moradores da capital um questionário com perguntas de resposta "sim" ou "não" sobre a segurança na região onde moram. O app também usa georreferenciamento. As informações, anônimas, são repassadas aos órgãos competentes como uma espécie de monitoramento voluntário.

O aplicativo também contém uma lista de contatos de órgãos públicos de segurança para casos de emergências. Dados sobre furtos, roubos e perturbação à ordem pública, por exemplo, também vão ficar disponíveis na plataforma. A ideia, segundo os criadores, é estimular a participação da população nas políticas de segurança pública.

Mobilidade

O aplicativo “Go By Bus”, na área de mobilidade urbana, ficou em terceiro lugar. A ideia é unir informação e entretenimento no uso do transporte público. Os passageiros ficam por dentro do horário que os ônibus passam em cada ponto e, durante o trajeto, podem passar o tempo com um jogo.

Mais que um passatempo, o game ajuda a manter o serviço de localização em funcionamento. Enquanto brinca, o usuário pode informar para outros passageiros sobre o percurso do ônibus onde ele está. Ao final da viagem, ele pode avaliar o ônibus, a parada onde embarcou e o sistema público de transporte.

Segundo os desenvolvedores, o projeto foi criado a partir de uma necessidade identificada nas ruas. O grupo colheu depoimentos de passageiros sobre o transporte público no DF em diferentes pontos.

Botão de pânico

Os desenvolvedores do aplicativo ”Talismã”, um botão de pânico que pode ser usado para prevenir a violência contra a mulher, receberam a menção honrosa. O projeto permite que a mulher possa gerar um sinal de alerta para a polícia em casos de emergência.

Ao pressionar o botão, será gerado um aviso para a secretaria de segurança, com a localização e foto da vítima e, automaticamente, outro alerta para uma viatura policial mais próxima, com a auxílio de dados do GPS. O aplicativo será gratuito ao governo e aos cidadãos.

O aplicativo é semelhante à ideia da Secretaria de Segurança Pública para mulheres sob medidas protetivas anunciado em março deste ano. A ideia da pasta é disponibilizar para as mulheres um aplicativo de monitoramento com "botão de pânico" para emergências. As chamadas, de acordo com a secretaria, receberiam prioridade na Central Integrada de Atendimento e Despacho (Ciade), que recebe as ligações do 190, da Polícia Militar. O GDF disse que o app não trouxe nenhum custo adicional.

Campus Party 2018

A GDF confirmou mais uma edição da Campus Party em 2018. De acordo com o secretário adjunto do trabalho Thiago Jarjour, são esperados ao menos 8 mil campuseiros (como são chamados os participantes) na próxima edição do evento, que deve ser realizada no Estádio Mané Garrincha – escolhido para abrigar mais participantes.

Transparência

Nesta segunda, o governador Rodrigo Rollemberg também assinou o decreto que dá início à Política de Dados Abertos. Atualmente, há dados públicos disponibilizados no portal da transparência, mas por meio do decreto assinado, as informação agora serão mais detalhadas.

O governo também atingiu a marca de 1 milhão de documentos anexados digitalmente no Sistema Eletrônico de Informações (SEI). O sistema é uma plataforma online desenvolvida pelo Tribunal Regional Eleitoral da 4ª Região para digitalização de documentos, contratos, entre outros, e, segundo o governo, visa desburocratizar o trâmite de informações entre os órgãos.

 

Se o cidadão precisar entregar documentos em duas secretarias, por exemplo, não será mais necessário protocolar nos dois locais, já que o acesso ao portal é remoto e pode ser feito de qualquer local, por meio da internet.

Fonte: G1DF


Escrito por Publicado em Tecnologia da Informação Julho 10 2017

Quando a digitalização de informação atingiu a telefonia móvel, o que já era um fenômeno revolucionário, mas antes restrito aos profissionais de TI e Telecom, incendiou o resto do mundo instantaneamente por meio dos jovens e ninguém mais conseguiu controlar a propagação do fogo, nem suas consequências: voz virou dado. Imagem virou dado. Conhecimento virou dado. Comportamento virou dado. Moeda virou dado. Mídia virou dado. Tudo virou dado.

Esta metástase digital, que explode em todas as direções - na sociedade, nas empresas, nos governos, nos comportamentos, nas expectativas das pessoas, nas soluções empresariais, nas redes e nos equipamentos que usamos -, deu origem a um fenômeno que passou a ser chamado de big data. O nome pegou. Desde então, bateu uma certa aflição em quase todas as empresas, e com razão: o desejo de pegar a onda digital, sob receio de ficar para trás. Os gestores e tomadores de decisão se viram imersos em novos projetos, metodologias, plataformas e ferramentas. A casa virou de cabeça para baixo e os profissionais ainda estão tentando se adaptar. 

Foi um tremendo baque e os profissionais de Marketing sentiram. Mas um segundo baque, e ainda mais complicado, estava se aproximando. Deste, poucos profissionais já se deram conta. O novo desafio é mais complicado porque as empresas podem estar jogando dinheiro fora e correndo riscos de imagem. Talvez, sem saber. Vamos por partes.

O primeiro baque ocorreu quando os profissionais de publicidade e mídia se deram conta de que as novas formas de comunicação digital alteraram toda a lógica anterior de consumo de conteúdo, por causa da proliferação de novos pontos de contato e contextos de comunicação com o consumidor e também por causa da invasão invisível de algoritmos de modelagem dos dados coletados online. Que dados? Silenciosamente, as redes sociais que a pessoa frequenta, os celulares que usa, os computadores pessoais, as buscas no Google, os aplicativos que utiliza, os sites que visita, todas estas fontes e equipamentos passaram a coletar dados sobre o consumidor. Os algoritmos começam a modelar os dados e, assim, o consumidor passou a receber ofertas que nunca pediu, mas que tinham a ver com o que estava pensando: onde passar as férias, que notícias ler, que pessoas convidar para suas redes sociais, que páginas seguir, que descontos aproveitar. O primeiro desafio foi adaptar os orçamentos de Marketing às oportunidades do Digital.

O segundo baque é atualíssimo. E mais complicado. O desafio do Marketing agora não é mais apenas o de aproveitar as oportunidades do Digital, mas evitar as armadilhas. Duas armadilhas já têm nome, e provavelmente você vai ouvir falar delas muito mais do que gostaria, daqui para a frente:  fake news e robôs digitais (ou bots).  Por causa das armadilhas, sua empresa pode estar perdendo dinheiro ou correndo riscos de imagem, enquanto você lê este artigo.

O que são fake news e bots? Que fake news é notícia falsa, todo mundo sabe, mas pouca gente sabe que é também um ótimo negócio. As notícias falsas são geradas a baixo custo, em alta velocidade, com títulos chamativos, em grande quantidade. Existem muitas páginas de notícias falsas com alta audiência. Têm aparência de portais noticiosos independentes, podem até ter um editor, sempre com perfil falso. Todas são desenhadas para atrair tráfego. Oferecem espaços de exibição de publicidade a baixo custo e conseguem enganar os otimizadores de mídia. Quando são descobertos, os donos, que são difíceis de identificar, fecham a página imediatamente e abrem outra similar em outro endereço. 

Já os robôs são programas que agem de forma autônoma na internet, simulando o comportamento humano. São perfis falsos nas redes sociais. Bots ficam amigos de outros bots, e de pessoas. Visitam todo tipo de destino na internet, inclusive os portais de notícias falsas e as redes sociais. Agem freneticamente: tanto para difundir opinião e fake news  por meio de massificação; bem como para inflar as audiências de publicidade.  Simulam uma multidão de pessoas conversando ou vendo seu anúncio, só que é tudo artificial. Esta avalanche de tráfego falso é chamada de NHT, isto é, tráfego não humano, na sigla em inglês. 

A armadilha você já entendeu.  Mais verbas do orçamento de Marketing das empresas têm sido alocadas para o Digital. Mas os algoritmos não distinguem robôs de humanos e nem os portais idôneos dos de fake news. Sua empresa pode estar pagando por audiência falsa, jogando dinheiro fora. Sua publicidade pode estar patrocinando portais de fake news, e sabe-se lá que tipo de interesses escusos por trás deles. O risco de associar sua imagem e marca a páginas falsas e seu orçamento a tráfego não humano não pode ser ignorado. Sabe-se lá que tipo de conteúdos e interesses você estará patrocinando e quanto dinheiro estará desperdiçando, não é mesmo? Para o bem e para o mal, é impossível entender a sociedade de hoje sem levar em consideração cuidadosa os impactos do Digital. Trata-se de um mundo novo, nem sempre admirável.  Juntamente com as oportunidades do Digital, vieram também novas ameaças. 

Bernardo Lorenzo-Fernandez, fundador da consultoria e instituto de pesquisa digital Folks Netnográfica e presidente da ABRADi-DF. 

Fonte: AD News


Escrito por Publicado em Tecnologia da Informação Julho 10 2017

Terminou nesta sexta-feira (7), na Escola de Governo do Distrito Federal, o primeiro ciclo de capacitação do Marco Regulatório do Terceiro Setor, que teve início em 19 de abril.

O objetivo foi esclarecer todos os pontos das novas regras trazidas pelo Decreto nº 37.843, de 2016, que rege parcerias entre administração pública e organizações da sociedade civil (como creches, centros de convivência e unidades de acolhimento).

Sancionado pelo governador Rodrigo Rollemberg em 13 de dezembro de 2016, o texto veio regulamentar a Lei Nacional nº 13.019, de 2014, o Marco Regulatório do Terceiro Setor.

O marco visa diminuir a burocracia, aumentar a transparência e garantir maior segurança jurídica para esse tipo de cooperação.

Participaram dos cursos, divididas em cinco turmas, 199 pessoas — 152 servidores públicos de diferentes órgãos do governo e 47 representantes e/ou dirigentes de organizações da sociedade civil.

Os instrutores esclareceram cada etapa do processo, desde a preparação e seleção até a fase de execução do contrato, de acordo com a norma atual.

“Esse tipo de capacitação proporciona segurança jurídica para quem opera e, para as organizações da sociedade civil, representa mais conhecimento, principalmente, na aplicação dos recursos”, destaca Hernany Gomes de Castro, assessor da Secretaria do Trabalho, Desenvolvimento Social, Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos.

"O momento exige uma mudança de paradigmas e de revisão dos conceitos que não mais se aplicam. O marco regulatório trouxe inovações e tornou as parcerias mais eficientes"

Hernany Gomes de Castro, assessor da Secretaria do Trabalho, Desenvolvimento Social, Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos

Segundo ele, não se trata de um tema complexo, mas apenas de um assunto com muitas informações. “O momento exige uma mudança de paradigmas e de revisão dos conceitos que não mais se aplicam. O marco regulatório trouxe inovações e tornou as parcerias mais eficientes.”

A prestação de contas foi a parte mais enfatizada por Castro: “Essa é a última parte e muito importante. Por um lado, é a hora de a organização comprovar a execução do serviço, o uso adequado dos recursos e os resultados alcançados. Por outro, é o momento de a administração analisar se o contrato foi cumprido”.

Para a gerente de projetos e convênios do Centro Educacional da Audição e Linguagem Ludovico Pavoni (Ceal), Inês Correia Serra Vieira, a capacitação faz com que a parceria fique mais fundamentada e orientada.

“O governo passa a estabelecer normas mais claras e transparentes. Além disso, o relacionamento fica mais fácil, a relação, mais estreita e o trabalho, mais valorizado”, avalia Inês.

A instituição presta atendimento educacional, de saúde e assistência social, há mais de 40 anos, a quase 500 crianças com deficiência auditiva e intelectual, por meio de convênio com o governo.

Curso teve módulo para assessorias jurídicas

O ciclo começou em abril com um módulo destinado a servidores das assessorias jurídicas das secretarias de Estado que têm ou possam vir a ter convênios e parcerias com organizações da sociedade civil.

 

Em seguida, os esclarecimentos foram estendidos aos setores jurídicos dessas entidades, já que a segurança jurídica de todo o processo decorre da boa execução dos planos de trabalho e da boa gestão dos recursos públicos por parte dessas instituições.

 

Fonte: Agência Brasília


Escrito por Publicado em Tecnologia da Informação Julho 03 2017

Conversamos com o presidente da Câmara Legislativa do DF, deputado Joe Valle,
que respondeu 04 perguntas da coluna de política do site #PolíticaNoDF, abordando a crise financeira do Distrito Federal, o governo Rollemberg e sua gestão na Câmara Legislativa do DF.

01 – Como sua gestão na presidência espera se aproximar do povo?

JOE VALLE – Ressignificar e melhorar a CLDF por meio da participação das pessoas. As pessoas precisam se sentirem pertencentes a esse processo de democracia. Já colocamos em prática algumas iniciativas que tem promovido mudanças significativas na rotina da CLDF e, semanalmente, temos recebido cada vez mais representantes. Também tem crescido a participação em eventos como exposições de arte e apresentações musicais, realizados pelo programa “Câmara Convida”. Outro projeto que vale destacar é o “Câmara em Movimento” que foi repaginado. 

02 – Quais projetos pretende por em ação na CLDF, antes de encerrar essa legislatura?

Joe Valle – Temos um projeto claro de transparência e credibilidade. Nosso projeto visa a melhoria da Casa a partir da participação das pessoas. Vamos trabalhar por temas como, por exemplo, a Sustentabilidade e Inovação, a Regularização de Terras e a Desburocratização.

03 – Como vê o executivo local, em relação a crise hídrica e financeira do DF?

JOE VALLE – É necessário consolidar o setor produtivo na capital do país, para que sejam criados “empregos perenes”. Acredito em dois caminhos para a recuperação e um deles é cortar custos e outro é aumentar a base da arrecadação do Setor Produtivo. Precisamos discutir um modelo de desenvolvimento para a nossa cidade.

04 – O que esperar do LabHacker da CLDF?

JOE VALLE – Essa é outra inovação da Casa, também lançada em abril deste ano.O Laboratório Hacker de Inovação é um espaço de desenvolvimento colaborativo para projetos inovadores em cidadania, que articula uma rede de parlamentares, hackers, servidores públicos e sociedade civil. Nosso objetivo é fortalecer a cultura da transparência e a participação popular. Em junho, o Laboratório participou da Campus Party com uma maratona de criação. Foram mais de 40 sugestões de ferramentas digitais.

 

Informações do EldoGomes.com.br


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