Terça, 16 de Janeiro de 2018

Escrito por Publicado em Destaques Sinfor Janeiro 08 2018
O Sinfor/DF fechou parceria para facilitar o acesso de seus membros às fontes de financiamento disponibilizadas pelo governo. As empresas interessadas podem se inscrever para participar de reuniões voltadas ao planejamento, orientação e acompanhamento de editais com a consultoria de Heline Nava.

Heline é psicóloga formada pelo Centro Universitário UniCEUB. Especialista em Elaboração e Análise de projetos (FGV), Gestão Pública (IMP) e Educação a Distância (UCDB/MS). Atuou como docente em Administração no Centro Universitário IESB. Ampla experiência em consultoria de projetos no Governo Federal, com destaque para os cargos de oficial de cooperação internacional na Agência Brasileira de Cooperação, e parecerista de projetos culturais, no Ministério da Cultura.

Em apoio às empresas, a consultora direciona projetos, divulga oportunidades e contribui na construção de projetos para que sejam mais adequados para concorrer com qualidade aos recursos disponíveis para determinados nichos e temas.

Para esclarecer o trabalho a consultora respondeu às perguntas do Sinfor/DF, disponíveis abaixo:

 
  1. Há oportunidades abertas para os empresários da área de Tecnologia?
Sim. No momento, há quatro editais para Startups abertos pela Finep com prazo de submissão até 26 de janeiro de 2018 e 30 de junho. A FAP também abriu seleção pública de propostas apoio ao desenvolvimento de pesquisa e inovação em microempresas e empresas de pequeno porte, na modalidade subvenção econômica. O prazo é até 16 de fevereiro de 2018. O Programa Inova Brasília oferece apoio financeiro, na modalidade subvenção econômica às empresas emergentes, edital aberto até 30 de janeiro de 2018. Por fim, o Programa Inovatec oferecerá, até 17 de janeiro de 2018, oportunidades para empresas interessadas em ter o apoio de professores e universitário na submissão de projetos (http://www.portaldaindustria.com.br/iel/canais/inova-tec/.).
 
Confira os editais no fim da entrevista. 
 
  1. Qual a expectativa de divulgação de novos editais para 2018?
Em virtude de o ano estar se iniciando, a expectativa de lançamento de novos editais deve se consolidar a partir do mês de março de 2018.
  1. Há uma tendência do governo em investir mais na área de Tecnologia?
Não. Em 2017, o governo realizou alguns contingenciamentos orçamentários, o que reduziu as verbas para Ciência e Tecnologia em aproximadamente 44% para o corrente ano, significando que todos os editais que porventura venham a ser lançados devem ser devidamente considerados pelos interessados.
  1. O que deve conter um projeto para que seja aprovado?
Um projeto deve conter ideias inovadoras com um objetivo claramente definido, em uma das áreas de pesquisa oferecidas pela entidade de fomento, obedecendo a um padrão de apresentação específico de cada instituição.
  1. Quais os maiores erros dos empresários na hora de redigir e submeter um projeto à apreciação?
Os maiores erros consistem na ausência de clareza quanto à atividade a ser desenvolvida, quanto à sequência de etapas a serem cumpridas e até mesmo perda de foco nos benefícios a serem alcançados, como redução de custos e aumento de eficiência de uma atividade.
  1. Quais são os passos da sua consultoria e qual o público alvo do seu trabalho?
O público alvo abrange os empresários do ramo de Tecnologia da Informação do DF. Os passos são os seguintes: agendamento de uma reunião com o empresário, que pode ser em sua empresa ou no SINFOR; reuniões sucessivas para discussão da proposta do projeto com a delimitação do escopo do mesmo; validação do projeto junto ao empresário e submissão à entidade de fomento.
  1. Como os empresários podem participar das reuniões?
Os empresários devem participar das reuniões individualmente, em sua empresa ou no SINFOR, após um agendamento prévio, mediante utilização de contato via celular, telefone fixo ou WhatsApp. Vale lembrar que o serviço de consultoria oferecido ao empresário pelo SINFOR é completamente gratuito, não incorrendo o interessado em qualquer tipo de ônus.
  1. As reuniões são individuais ou coletivas?
As reuniões são individuais, uma vez que cada interessado possui uma demanda específica para sua empresa.
Editais abertos
 

Escrito por Publicado em Tecnologia da Informação Janeiro 08 2018

Investir em inovação para ganhar novos mercados. Até 2020, essa é a meta das pequenas e médias empresas (PMEs) paulistas, conforme revela pesquisa anual da Desenvolve SP – Agência de Desenvolvimento Paulista que busca identificar o perfil dos empreendedores e apontar suas percepções sobre inovação e principais dificuldades de investimento. A pesquisa, elaborada com questões de múltipla escolha, foi aplicada ao longo de 2017 durante os eventos do Movimento pela Inovação, que leva conteúdo e atendimento a empresários em busca de recursos para tirar projetos inovadores do papel, e contou com a participação de 182 empresários das cidades São Paulo, Sorocaba, Marilia, Ribeirão Preto e São José dos Campos.

Perfil

Dos 182 empresários que participaram da pesquisa, mais da metade (53%) representam pequenas e médias empresas prestadoras de serviços. Os que estão à frente das indústrias (32%), dos comércios (10%) e de empreendimentos ligados ao agronegócio (6%).

Em relação ao porte das empresas, as PMEs apresentam a visão de 43% dos entrevistados, seguidas pelas startups, com 32%, e dos micronegócios, com os outros 24%.

Percepções sobre inovação

Questionados sobre o que consideram inovação, 74% dos entrevistados a definem como “qualquer tipo de inovação aplicada no negócio”, contra 7% que acreditam que “inovação trata-se apenas de um produto revolucionário”.

Vale ressaltar que, quando se inscreveram para os eventos do Movimento pela Inovação, a maioria dos empresários apontou como motivo o interesse em “conhecer novas opções de investimento”, já que 86% “nunca obteve nenhum tipo de recurso voltado à inovação”.

Para outros 16%, o motivo da participação foi “apresentar um projeto de inovação” às instituições de fomento presentes nos encontros para descobrir a melhor maneira de viabilizá-lo e tirá-lo do papel.

Intenção de investimento

Especialmente em tempos de crise, investir em inovação, seja ela disruptiva ou incremental, é a melhor alternativa encontrada pelos empresários para driblar os seus efeitos negativos. Segundo o levantamento, mais da metade dos entrevistados, o equivalente a 55%, pretendem investir em algum tipo de inovação entre 2018 e 2020.

Para 40% dos que desejam realizar esses investimentos, a motivação principal apontada é poder “ganhar novos mercados”. Para outros 24%, “aumentar a competitividade” do negócio é o principal objetivo. Isoladamente, o “aumento do faturamento” e o “aumento da rentabilidade” são os interesses que aparecem na sequência, com 19% e 16%, respectivamente.

Neste cenário, quando questionados sobre o grau de inovação presente no modelo de negócios de suas empresas, 70% dos entrevistados afirmam comandar empresas “inovadoras ou muito inovadoras”; 16% como sendo “pouco inovadoras” e 13% apontaram estar à frente de empresas “tradicionais”.

Dificuldades para investir

Outro importante dado revelado na pesquisa foi em relação às principais dificuldades encontradas para investir em inovação. Cada entrevistado apontou três problemas. A dificuldade mais citada, por 24%, foi “obter linhas de crédito ou outras fontes de financiamento”. Em seguida, aparece a opção “carga tributária, impostos, legislação e burocracia”, com 23% das citações, e a “incerteza sobre o futuro do país”, com 14%.

“Pelo segundo ao consecutivo a pesquisa mostra que, mesmo diante das dificuldades encontradas, os empresários se mantêm confiantes e devem continuar investindo em inovação. Essa postura será determinante para impulsionar a retomada da economia no estado e no País”, diz Milton Luiz de Melo Santos, presidente da Desenvolve SP.

Quanto à dificuldade sentida pelos empreendedores em encontrar linhas de financiamento para inovação, o executivo diz que a Agência está no caminho certo. “É uma realidade que está mudando. Ao dar início ao Movimento pela Inovação, em 2015, começamos a levar informação de qualidade e facilitar o acesso dos empreendedores paulistas ao crédito sustentável. Prova disso é que os financiamentos da Desenvolve SP para projetos inovadores já atingiram a cifra de R$ 123,7 milhões em todo o Estado de São Paulo. Antes dos eventos, esse montante era de apenas R$ 13,1 milhões”, diz Santos.

Fonte: 


Escrito por Publicado em Tecnologia da Informação Janeiro 08 2018

O suíço Pius Horstein integra o time da Sanofi, multinacional farmacêutica de origem francesa, há 19 anos. O atual diretor-geral da unidade no Brasil já administrou operações da empresa em mais de 19 países. Porém, não só o Brasil, mas também a América Latina era território desconhecido para o PhD em pesquisa médica pela Universidade de Basileia, Suíça. “Cheguei aqui em 2015 e fiz tudo pela primeira vez, de pegar trânsito a falar com o ministro da saúde”, conta.


A companhia é a maior multinacional farmacêutica no mercado nacional, considerando o faturamento líquido no varejo. Aqui está a maior plataforma industrial da organização fora da Europa. No Brasil, existem cinco áreas de atuação em constante expansão e desenvolvimento: Sanofi Farma, especializada nas áreas cardiovascular, diabetes, medicina geral e hospitalar; Sanofi Consumer Healthcare, focada em analgésicos e vitaminas; Medley, referência em genéricos e similares; Sanofi Pasteur, que cuida do desenvolvimento de vacinas; e Sanofi Genzyme, voltada apenas para doenças raras, como esclerose múltipla, doenças endócrinas, oncologia e imunologia.


O desafio de comandar a unidade brasileira nunca paralisou as ações de Hornstein. “Cheguei na crise. Mas, neste contexto, existem duas possibilidades: ficar com medo e lamentar ou aproveitar as oportunidades. No Brasil, o mercado da saúde tem muito potencial a longo prazo. Não é um contexto fácil, mas temos muito o que aproveitar”, diz.


Líder. A liderança de Hornstein se mistura muito com o trabalho em equipe. A imagem do chefe fechado em uma sala ampla e intimidadora não combina em nada com o modelo adotado pelo diretor. Conceitos como disrupção e empoderamento, esta última uma palavra relativamente nova para os brasileiros, são pronunciados de forma convicta.


Nos últimos seis meses, o escritório da Sanofi passou por uma mudança não só de endereço, mas por uma transformação do modelo de trabalho. “Hoje, sabemos que temos um conceito disruptivo sobre farmacêutica. Nosso trabalho é completamente aberto, sem hierarquias. Eu não tenho escritório. Ninguém tem. De 2.500 pessoas apenas três têm uma mesa fixa. Queremos oxigenar a colaboração e a cocriação. Responsabilizar as pessoas. É o seu trabalho, não o meu.”


Hornstein ainda conta que o modelo não foi proposto por ele, mas sim uma construção conjunta entre todos os colaboradores. “Definimos duas pessoas de cada departamento. Reunimos, então, 40 embaixadores que desenvolveram o escritório em conjunto com o comitê executivo.” De acordo com o executivo, o modelo brasileiro é um dos mais avançados da companhia e, em pesquisa interna após as mudanças, elas atingiram 91% de satisfação entre os colaboradores.


Inovação e diversidade. “A inovação é fundamental. Trazer novos produtos é o nosso papel para ser parceiro do País e dos pacientes na jornada da saúde. Mas temos o papel de inovar além dos produtos.”


Mais do que um desejo, Hornstein traça estratégias de curto e médio prazos para que a inovação seja cada vez mais constante na Sanofi. E estimular os talentos da empresa são a sua certeza de que as metas irão se concretizar.
“(Aqui) As pessoas são naturalmente positivas e enxergam novas possibilidades mais do que em outros países em que trabalhei antes, com mercados mais maduros, mas muito enraizados ao passado”, conta o executivo. Porém, adverte: “Decretar a inovação não funciona. Inovação você estimula. Como fazer isso? Empoderando as pessoas.”


Um dos pilares para o empoderamento dos funcionários da Sanofi é promover a diversidade. “A inovação se dá quando existe a troca de diferentes ideias, de opiniões contrárias. A diversidade de gênero foi o primeiro foco. Formamos o Conselho da Mulher e Diversidade no início de 2015. Depois trabalhamos a diversidade de experiências, com a troca de posições. Antes se acreditava que era melhor deixar quem trabalhava nas vacinas ficar só nas vacinas, porque são experts, por exemplo. Nós destruímos isso completamente. Foi uma disrupção necessária. Nossa ideia é dar aos talentos uma jornada de experiências e crescimento dentro da Sanofi”, afirma o dirigente.


Visão. Hornstein planeja construir uma nova história da Sanofi no Brasil, presente no País há 98 anos. “Ser a maior não é algo que nós aspiramos mais, porque já somos. Precisamos manter. Nossa visão para 2020 é como a Sanofi pode aspirar ser a referência no mercado de saúde, que é diferente de ser a maior. Ética e integridade são fundamentais. E primeiro nos perguntamos como podemos ser referência em diversidade. Hoje, ainda não somos, mas aspiramos. Como podemos ser referência em inovação além dos produtos? Como podemos ser a primeira farmacêutica do Brasil mais digital? E queremos isso tudo não em cinco anos, mas em 24 meses.” Assim, o foco nos próximos dois anos da companhia é ser referência também no universo digital.


“Nós trouxemos um líder vindo do mercado de alimentação que mudou complemente nossa promoção digital na Medley. Queremos promover marca, não remédio. Temos um colaborador responsável pela aceleração digital da Sanofi Brasil, que é um novo departamento, uma nova posição.”


Todas as mudanças acompanham a evolução da forma de consumir. “O consumidor tem mais poder hoje. Todos nós somos muito mais conscientes. Além disso, os pacientes estão na internet e trazer informação de qualidade é fundamental. Antes de ir ao médico, ele pesquisa no Google e, depois da consulta, ele checa o diagnóstico. Nós queremos levar boas informações para ele.”

 

Fonte: Estadão


Escrito por Publicado em Tecnologia da Informação Janeiro 08 2018

O banco central de Israel informou nesta segunda-feira (8) que não reconhece as criptomoedas, como o bitcoin, como moeda real e que é difícil elaborar regulamentos para monitorar os riscos dessa atividade para os bancos do país e seus clientes.

A vice-presidente Nadine Baudot-Trajtenberg disse que houve reclamações públicas de que os bancos israelenses estão dificultando a transferência de dinheiro das contas de alguns clientes para comprar bitcoin. Mas isso é algo que o banco central não é capaz de resolver. Outros bancos centrais enfrentaram o mesmo problema.

"A posição do Banco de Israel é que elas (moedas virtuais) deveriam ser vistas como ativo financeiro", disse Baudot-Trajtenberg em uma reunião do comitê de finanças do parlamento de Israel, observando que não há qualquer responsabilidade do governo para com os investidores em bitcoin.

O banco central, disse Baudot-Trajtenberg, está estudando a questão das criptomoedas, mas não há muito a aprender com o que existe globalmente, pois nenhum regulador em qualquer lugar do mundo emitiu diretrizes para o sistema bancário sobre como agir em relação às atividades dos clientes em moedas virtuais.

"Há uma dificuldade real na emissão de diretrizes abrangentes ao sistema em relação à maneira correta de estimar, gerenciar e monitorar os riscos inerentes a essa atividade", disse ela. "Além dos riscos para o cliente também há riscos de conformidade para o banco."

O valor de um bitcoin, a maior e mais conhecida criptomoeda, subiu em meados de dezembro para quase US$ 20 mil, então caiu para menos de US$ 12 mil no fim de dezembro. Nesta segunda-feira, a moeda era negociada em torno de US$ 15,3 mil.

Fonte: G1


Escrito por Publicado em Tecnologia da Informação Janeiro 08 2018

Cínthia Garcia descobriu que tem uma proteção a mais contra a clonagem do novo carro, comprado em dezembro de 2017, quando foi fazer a transferência em um posto de atendimento do Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF).

Lá, informaram à assessora de eventos, 31, que ela precisaria mudar o modelo da placa do veículo, agora, com um QR code impresso (código bidimensional). “Com ele, é mais fácil identificar o carro, porque tem todos os dados da história do veículo. Para os agentes tem essa vantagem, e a gente recebe mais segurança.”

Ela é uma entre os 190 mil motoristas de Brasília que têm o código de barras impresso nas placas dos veículos. O Detran-DF começou a transição dos modelos em 1º de janeiro de 2017, com a intenção de fazer com que todos os veículos da cidade tenham o QR code.

 

Segundo o diretor de Controle de Condutores e Veículos da autarquia, Uelson Praseres, a tecnologia permite aos agentes verificar se o carro corresponde ao que está registrado. “As placas são feitas por empresas terceirizadas que cadastram os códigos conosco. Se alguém as clonar, não terá os dados corretos.”

A transição é feita aos poucos. Toda placa fabricada atualmente já tem o código. Então, quando o condutor troca a identificação ou compra um veículo novo, já vem com o QR code impresso.

Entre as informações carregadas estão a data de fabricação, o número do estoque e o código do fabricante. São os únicos dados que alguém com um aplicativo comum de leitura de QR code vai ter acesso.

Outras coisas, como as multas do veículo e dados pessoais do proprietário, só podem ser acessados com os aplicativos do Detran.

Código também auxilia nas fiscalizações e vistorias
Também é possível encontrar um QR code em mais de 200 mil Carteiras Nacionais de Habilitação (CNH), mas ele tem uma funcionalidade diferente do código das placas de veículos.

Praseres explica a diferença das duas. “Os aplicativos exclusivos para os agentes de fiscalização e vistoria encontram informações sigilosas diferentes para os dois códigos. Na habilitação, são acessados todos os dados da pessoa, além da vinculação dela com apenas um veículo.”

Também existe diferença na fiscalização. Com o QR code no documento, os agentes podem verificar a veracidade da habilitação. O acesso aos dados é fornecido ao Detran pelo Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro). Já o uso nas placas é exclusivo para verificar clonagem em vistorias.

O código bidimensional também é requisito para quem tiver interesse em emitir habilitação digital. Apesar de ser ele impresso em todas as CNHs desde maio de 2017, é preciso fazer uma atualização para poder ativar o aplicativo que emite a certidão eletrônica.

Para evitar fraudes, essa atualização tem de ser feita presencialmente, em um dos postos de atendimento ou em uma das unidades do Na Hora.

 

Detran e Denatran têm projetos futuros para QR codes
O Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) tem projeto para colocar QR code no Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLV), documento emitido anualmente com a atualização de pagamento do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA).

Praseres vê vantagens para os cidadãos, porque a licença poderá ser paga e atualizada por aplicativo. Com isso, o documento chega instantaneamente ao requerente, e todos os usuários do veículo poderão ter acesso digital a ele.

O diretor informou que o Detran tem projeto para automatizar todos os processos para motoristas. “No momento, a tecnologia já é possível. No futuro, será possível transferir o veículo para outra pessoa de casa, sem precisar ir a um de nossos postos”, explica.

 Fonte: Metrópoles


Escrito por Publicado em Tecnologia da Informação Dezembro 13 2017

Dois séculos de desenvolvimento industrial desenfreado e consumismo exacerbado trouxeram impactos que poderão colocar em risco a existência do homem na Terra. Ambientalistas alertam que as mudanças climáticas e o crescimento da população global levarão a produção de alimentos e água ao limite. Produzimos muito mais lixo do que nossa capacidade de reciclar e, de acordo com um estudo, a poluição responde por 16% das mortes em todo mundo, 15 vezes mais do que a guerra e a violência.

As máquinas fabris permitiram a produção em larga escala de bens de consumo sem os quais ainda viveríamos no tempo das carroças, do lampião a gás e do sal para conservar alimentos. Mas todo este conforto trouxe consequências danosas bem conhecidas e alarmantes: recordes de temperaturas elevadas, degelo, aumento na emissão de poluentes, escassez de recursos naturais, desperdício, fome, sede, doenças.

Com razão, a revolução industrial é apontada como a grande vilã e principal responsável pelos impactos ambientais. O progresso tem seu preço. E ele é bem alto. Mas não é o avanço que destrói e sim a mentalidade de toda uma geração que só se preocupou em, sem qualquer critério, produzir, consumir e descartar.

 

Há bons motivos para sermos pessimistas e acendermos a luz vermelha frente às ameaças ambientais que nos colocaram nesta situação limítrofe. Mas também há boas razões para acreditarmos que nunca reunimos tantas condições favoráveis para deixarmos um legado mais sustentável aos nossos filhos.

A começar por eles mesmos. Os milleniums têm uma nova lógica de consumo e não se importam em compartilhar o sofá ou um carro. Preferem uma vida de experiências a uma vida de acumular riquezas que não irão desfrutar. Se mostram mais preocupados com o meio ambiente e dão preferência a empresas certificadas. São mais engajados com causas ecológicas e sabem que temos pouco tempo para garantir que não precisaremos todos fugir para estações planetárias para sobreviver (ainda que Elon Musk esteja planejando nos levar para fora da órbita terrestre com a SpaceX).

Outra razão para acreditarmos é, adivinhem, a própria tecnologia, mais especificamente a tecnologia ambiental em áreas como biotecnologia, biocombustíveis, energias alternativas e renováveis, tecnologias agrícolas e florestais. Em muitas delas, o Brasil, vale sublinhar, reúne condições únicas para criar e exportar inovações, especialmente por conta dos recursos naturais abundantes – sol, vento, commodities (soja, milho, cana) e sua inegável vocação para o agribusiness.

 

A associação de pesquisa e conhecimento científico com ferramentas tecnológicas desenvolvidas na última década, entre elas a inteligência artificial, drones, robótica, a Internet das Coisas, Big Data, GPS e cloud computing, trouxeram inovações que poderão nos ajudar a corrigir os erros cometidos pela industrialização insustentável. As gigantes do Vale do Silício embarcaram na economia verde. Elas sabem que é um bom negócio.

Google anunciou recentemente que passará a utilizar somente energias solar e eólica para suprir seus data centers, alcançando uma capacidade de mais de 3 gigawatts. Em outubro passado, a Amazoninaugurou sua maior planta de energia eólica no Texas com mais de 100 turbinas e que irá adicionar 1 milhão MWh para rede existente, gerando uma capacidade de abastecer mais de 90 mil casas por ano.

Com uma estratégia centrada no desenvolvimento de tecnologias verdes e futurísticas, a Tesla lidera a corrida pela fabricação de carros elétricos e painéis solares. Depois do furacão Maria ter arrasado Porto Rico, a empresa de Musk prometeu, e entregou, reestabelecer a energia de serviços essenciais com seu sistema de energia solar. No Sul da Austrália, a empresa finalizou a construção de uma bateria gigante em menos de 100 dias para suprir os constantes blecautes da região.

 

No campo da energia renovável, a Toyota surpreendeu ao anunciar recentemente que pretende inaugurar uma planta energética na Califórnia que transforma o gás metano produzido pelas vacas em água, eletricidade e hidrogênio. Será a primeira do mundo a comercializar 100% de energia e hidrogênio renováveis e terá capacidade de produzir 2,35 MW de eletricidade e 1,2 tonelada de hidrogênio por dia.  

 

As fazendas também já deixaram a agricultura mecanizada para trás e há uma grande safra de startups de agritech dedicadas à agricultura automatizada e conectada. Agentes biológicos fabricados em laboratório ajudam a combater as pragas e reduzir o uso de pesticidas. Com o uso de micro-organismos e plantas, a biotecnologia já ajuda também a despoluir águas de rios e mares e recuperar áreas degradadas.

A partir de sensores instalados na plantação e nas máquinas, os fazendeiros digitais usam plataformas integradas de inteligência artificial e Internet das Coisas para comandar as lavouras de olho em smartphones e tablets que trazem dados, como condições do clima, do solo e de todo processo, do plantio a colheita, essenciais para decidir quando e quanto irrigar, otimizar o uso de insumos e, ao final do dia, como produzir mais em menos espaço.

Nas cidades, a tecnologia também se apresenta como uma aliada para preservação ambiental. Há 3 anos, o Japão inaugurou Fujisawa, uma cidade totalmente inteligente planejada para consumir o mínimo necessário de recursos naturais e diminuir o uso de combustíveis fósseis. Todas as casas são equipadas com painéis solares no teto e a arquitetura privilegia a iluminação e a ventilação natural para economizar energia.

A China lançou em 2015 a “The Sponge City Initiatives” para estimular projetos que ajudem a absorver e reutilizar a água de enchentes. A cidade-esponja planejada Lingang, no distrito de Xangai, investe em plantações nos telhados e em pavimentos permeáveis que armazenam as águas das chuvas, medidas também já adotadas em Berlim.

Com os grandes acordos entre as Nações para diminuir ou zerar a emissão de carbono, como o Acordo de Paris, a construção de cidades inteligentes será crescente e há muitas oportunidades para empresas prontas a desenvolver tecnologias verdes em áreas como smart grids, energia solar, reuso de água, reciclagem de lixo, transporte urbano e trânsito.

Até aqui, o homem construiu o futuro como se não houvesse amanhã. Abraçar a revolução digital com consciência e usar as novas tecnologias para destruir ou salvar o planeta é uma decisão que está nas nossas mãos. É isso ou será somente mais um século perdido para realizarmos o sonho de viver em um planeta sustentável.

 

Salomão Filho é investidor em startups de tecnologia e diretor e sócio da Propulse Analytics, empresa de tecnologia em Inteligência Artificial que desenvolveu uma ferramenta de previsão de compras para e-commerce.

 

Fonte: TecMundo


Escrito por Publicado em Tecnologia da Informação Dezembro 13 2017

Desde que se popularizaram na virada dos anos 90 para os 2000, os reality shows caíram no gosto popular mundial e atualmente são um formato consagrado — os brasileiros, por exemplo, adoram. E tem para tudo quanto é gosto: gastronomia, moda, vendas e negócios, sobrevivência, convivência, entre outros. Mas cadê os de tecnologia? A empresa Kabum! inaugura esse setor com a chegada de TecMasters, atração que deve estrear ainda este mês e reúne 16 participantes.

Produzido com o apoio de fabricantes globais como IntelAsus, Coolers Master, Hyper X, LGMicrosoftNvidia e Seagate, o programa contará com provas de conhecimento, agilidade e habilidade envolvendo software e hardware. A apresentação fica por conta dos youtubers Américo Fazio e Nyvi Estephan. Confira o vídeo promocional com todos os participantes:

A primeira temporada será toda exibida pelo canal do KaBum! no YouTube e os prêmios serão distribuídos em dinheiro e em equipamentos de alta performance. Além, claro, do vencedor poder ostentar o título de primeiro TecMaster. A atração promete também dicas e recomendações de experts sobre produtos, com avaliações de desempenho, custo-benefício e recursos.

Fonte: TecMundo


Escrito por Publicado em Tecnologia da Informação Dezembro 13 2017

O presidente da Companhia de Planejamento do DF (Codeplan), Lúcio Rennó, aponta três áreas da economia do Distrito Federal que tem crescido e gerado empregos. São, assim, opções para quem quer entrar no mercado de trabalho ou se qualificar para disputar uma vaga. Um dos destaques é o setor de saúde privada. “Essa área  “empregou enormemente e paga salários diversificados, tanto para o neurocirurgião, quanto para a pessoa do serviço geral que tem qualificações e atribuições muito diferentes”, disse Rennó, em entrevista ao programa CB.Poder, nesta tarde (04/12). Entre os motivos do crescimento, estão a elevada renda média dos brasilienses e a longevidade.

Outra área refratária à crise é a de Tecnologia da Informação (TI), considerada uma das vocações econômicas do DF. Com base em pesquisas da Codeplan, Rennó ressalta ainda  uma consolidação da economia criativa, com produções culturais, produções artísticas e design graças a um mercado brasiliense com capacidade para consumir produtos de luxo. “Esses são alguns caminhos que a nossa economia tem encontrado para driblar, ou seja, para enfrentar a crise”, explica.

A Codeplan acompanha e divulga, no site da empresa, setores que oferecem mais empregos e bons salários. “Temos um monitor do mercado de trabalho, um serviço que faz esse apanhado histórico das profissões que estão contratando mais e pagando melhor no DF”, afirma.

 

Confira a entrevista na íntegra.

 

Fonte: Correio Braziliense


Escrito por Publicado em Destaques Sinfor Dezembro 12 2017

Convidado pela Mostra Brasília + TI, o diretor de Inovações e Novas Tecnologias para o Setor na Oracle, Dr. Rogério Sugai, trouxe na última quinta-feira, 7, dados, experiências de campo e análises sobre a “Importância da TI como Fator Chave em Um Modelo de Desenvolvimento Baseado em Aumento de Produtividade”.

 

Atuante na área há anos, Sugai destaca a importância de se resgatar a identidade do Brasil como nação, a real compreensão de quem somos para desenvolver uma boa auto-estima e, assim se tornar um solo fértil culturalmente para inovação.

 

Exemplos de sucesso de gestão aliada à tecnologia na área da saúde foram usados para ilustrar a relevância do tema na melhoria do cotidiano de uma sociedade. Trazendo o quadro para a realidade de Brasília, o doutor alerta que os brasilienses ainda optam por modelos antigos, mas que têm potencial para uma mudança de cultura: “Juntar tecnologia no mesmo espaço é favorável ao crescimento e desenvolvimento da cidade”, conclui.


A reunião foi transmitida ao vivo pela TV da Câmara Legislativa do DF e pelo Facebook do Laboratório Hacker de Inovação da CLDF, o Labhinova.


Escrito por Publicado em Destaques Sinfor Dezembro 12 2017

O painel “Fontes de Financiamento para Empresas de TI e Startups” reuniu, no último dia de atividades da Mostra Brasília + TI, o coordenador do CNPq Marcio Ramos de Oliveira, o presidente da FAP/DF, Wellington Lourenço e o especialista em startups da Aceleradora Cotidiano, Wesley Almeida, além de empresários do setor e sociedade civil para troca de experiências.

 

No encontro, foi traçado um panorama internacional do crescimento da TI e inovação em comparação ao Brasil, a preocupação ante a recorrente queda do País em rankings de pesquisa e inovação no mundo e também em competitividade econômica. “Somos bons em produzir conhecimento, mas temos dificuldade de produzir riquezas”, alerta o coordenador Marcio Ramos.

 

Os convidados pontuaram os desafios das instituições de pesquisas tanto no âmbito técnico, como no governamental, e destacaram a importância da relação entre empresas e universidades para estruturar os ambientes de inovação no Brasil. "O governo tem que interagir com gente que quer fazer acontecer”, diz Wesley Almeida. O especialista ainda ressaltou que devem ser considerados sempre os dilemas, os riscos de mercado e as formas de investimentos que podem ser feitos neste tipo de empresas, que têm a cultura de aceitar falhas e reciclar talentos como forma de desenvolvimento.


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